Blog da Infomoto

O melhor do rock’n'roll na festa de 110 anos da Harley-Davidson em São Paulo


Capital Inicial é a principal atração da festa de 110 anos da HD

Do classic rock ao pop nacional, passando pelo country e heavy metal. Este será o cardápio musical da festa brasileira dos 110 anos da Harley-Davidson, que acontece na Nova Arena Anhembi, em São Paulo (SP) em 1º de junho (sábado). As principais atrações ficam por conta das bandas Mr. Kurk, Balance Van Halen Cover e Capital Inicial, liderada pelo vocalista Dinho Ouro Preto. Outro convidado ilustre será Bill Davidson, vice-presidente do Museu Harley-Davidson, e bisneto de um dos fundadores da companhia.


Bill Davidson, bisneto de um dos fundadores da HD, já confirmou presença

Os primeiros acordes do dia sairão das guitarras da banda Os Credenciados. A performance apresentará um tributo aos clássicos do rock internacional, entre eles Creedence e os Beatles. Na sequência, Fabulous Bandits apresentará um repertório bastante variado – formado por hits tradicionais da música country americana e versões de bandas consagradas como, por exemplo, AC/DC e Motörhead.


Steppenwolf, Deep Purple e AC/DC são a base do repertório de Mr Kurk

Depois, sobe ao palco a banda Mr. Kurk que, aliás, já se apresentou no Rio Harley Days e no Salão Duas Rodas. Liderada por João Kurk, a banda irá tocar o melhor do classic rock. Entre os hits “Born To Be Wild” (Steppenwolf), “Burn” (Deep Purple) e “Highway To Hell” (AC/DC). Mantende a programação musical em alto nível, a atração seguinte é a Balance Van Halen Cover, umas das melhores bandas cover do Van Halen no mundo, segundo o site americano Halen.com. O grupo tocará as músicas mais cultuadas da banda nas fases de Sammy Hagar e de David Lee Roth.


Balance é considerada umas das melhores bandas cover do Van Halen

Encerrando a festa dos 110 anos da HD, o Capital Inicial promete agitar a Nova Arena Anhembi. Não faltarão os hits como “O Passageiro”, “Natasha”, “A Sua Maneira”, “Depois da Meia-Noite”. Nos intervalos dos shows, o DJ Rodrigo Branco, vai manter o clima da festa com os sucessos do rock’n'roll das décadas de 50 a 80.

O evento terá o tradicional desfile de motos, além do Túnel do Tempo, que apresentará a história da marca por meio de fotos e vídeos. A festa dos 110 anos deste ícone sobre duas rodas oferecerá ainda exposição dos modelos 2013, praça de alimentação e área vip, que será o ponto de encontro dos proprietários de motos da marca. A programação de atividades terá ainda shows de manobras radicais com a equipe Motos em Ação que utilizarão o modelo Sportster XR1200X.

Ingressos
Os ingressos para a festa já estão à venda e os valores são de R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia-entrada). Os membros do H.O.G. pagam R$ 75,00 por ingresso e podem comprar até duas entradas por pessoa. Informações e compra de ingressos, acesse www.hd110anos.com.br ou www.ingressorapido.com.br. Também haverá bilheteria no local.
Serviço
Celebração de Aniversário de 110 anos da Harley-Davidson
Data: 1º de junho de 2013
Horário: 15h30 às 0h30
Local: Nova Arena Anhembi – Avenida Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo (SP)
Entrada: Portão 29

(Por Aldo Tizzani)

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Aerosmith tocará na festa de 110 anos da Harley

A banda liderada pelo motociclista Steven Tyler se apresentará em 30 de agosto

A medida que a data chega novas atrações confirmam presença na festa de aniversário de 110 anos da Harley-Davidson, que acontecerá entre os dias 29 e 31 de agosto no Henry Maier Festival Park, localizado na cidade norte-americana de Milwaukee. A mais recente delas foi o Aerosmith, que irá tocar no segundo dia do evento. Além da trupe liderada por Steven Tyler, o line-up do festival da H-D inclui outras bandas tradicionais, como ZZ Top, Dropkick Murphys, Joan Jett & the Blackhearts, Sublime with Rome e o cantor Kid Rock.

Mark-Hans Richer, chefe de Marketing da Harley-Davidson comentou as atrações musicais. “Teremos três atrações principais e mais 60 bandas, portanto haverá algo para todo mundo”. Por principais, o executivo se referiu ao roqueiro Kid Rock, a banda Aerosmith e o cantor country Toby Keith. “A variedade de entretenimento que nós estamos trazendo para Milwaukee na festa de 110° aniversário é um reflexo do grande apelo da marca”, completou. No Brasil, a H-D também prepara uma grande festa, que está marcada para o dia 1º de junho, em São Paulo, cujos detalhes você ficou sabendo aqui.

A Speedster é um dos modelos fabricados pela Dirico Motorcycles

O vocalista do Aerosmith é um grande entusiasta do motociclismo e parceiro do inventor Mark Dirico em uma pequena marca de motocicletas, a Dirico Motorcyces, fundada em 2007 – que você pode conhecer melhor aqui. Com seis modelos em linha, a pequena fábrica situada na cidade de Manchester, Estado norte-americano de New Hampshire, produz motocicletas de estilo custom. A Dirico ainda oferece a oportunidade de comprar uma guitarra autografada pelo próprio Steven Tyler e pintada na mesma cor da moto escolhida por 250 dólares extras. (por Carlos Bazela)

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Um passeio pelo Harley-Davidson Museum

A fachada imponente do Museu da H-D localizado em Milwaukee, nos EUA

Em quase sete anos de Agência INFOMOTO, tivemos o privilégio de conhecer alguns museus ao redor do mundo que realmente traduzem a paixão pelo motociclismo no decorrer dos tempos. Gostaríamos de dividir algumas dessas experiências aqui no blog e, por isso, decidimos começar por um dos mais icônicos: o Harley-Davidson Museum, que fica em Milwaukee, no estado norte-americano de Winsconsin. Inaugurado em 2008 por Willie G. Davidson, neto de um dos fundadores da grife motociclística, o local tem um acervo impressionante, tanto pela quantidade de peças expostas, mas também pela qualidade da restauração das mesmas.

Construído em aço, concreto e muitos vidros, o edifício impressiona por seu tamanho. Muito bem organizado, ele se estende por 12 mil metros quadrados localizados na Rua do Canal, local agradável e com uma grande área para estacionamento. Lá, estão desde primeira HD até modelos temáticos, de corrida, customizados e famosos, como as usadas nos filme “Easy Rider” – Sem Destino, de 1969 e a WLA 1942 cuja réplica foi utilizada no filme “Capitão América – O Primeiro Vingador”.

A primeira Harley-Davidson da história é uma das estrelas do acervo

Ao todo, são cerca de 500 veículos, sendo 140 expostos e 270 nos arquivos (área restrita onde ficam as motos que ainda serão restauradas) que não se resumem apenas a motos. Snowmobiles, barcos, aviões, carros e até motosserras podem ser encontrados ao transpor as gigantescas portas de entrada. Todos eles devidamente equipados com o tradicional motor V-Twin. Ao passar por todas as décadas de história é possível acompanhar as mudanças dos motores e do design, que, apesar de ser referência justamente por ter mantido sua essência, também evoluiu.

Entre corredores principais e algumas salas laterais, próximo da redoma que abriga o primeiro projeto Harley-Davidson, pode ser vista também uma planta da primeira instalação da marca, que ficava em Milwaukee. Já nas paredes, fotos dos fundadores da Harley e muitos documentos e propagandas de época.

Nas paredes, algumas propagandas das motos da H-D ao longo dos anos

Espaço interativo
De um lado para o outro do corredor, em linha reta, o visitante vê uma Harley suspensa em uma estrutura de aço. À medida que se chega mais perto uma grande surpresa. A moto está fragmentada e é possível ver separados motor, quadro, guidão, banco, paralamas e rodas, que pareciam unidos graças à ilusão de óptica. Nesta sala é possível ver todos os modelos de motores fabricados pela Harley-Davidson: Panhear, Knucklehead, Shovelhead e Evolution.

Nos painéis interativos é possível ver todos os modelos fabricados pela marca, seus desenhos, especificações técnicas e, para finalizar em grande estilo, o som grave – que, inclusive, é patenteado – que é uma das marcas registradas dos modelos Harley-Davidson.

Caso você tenha se animado em conhecer o museu da Harley, existe mais um motivo para visitá-lo ainda neste ano. No final de agosto, mais precisamente no dia 30, o local receberá uma grande festa que marca o início das comemorações dos 110 anos da Marca de Milwaukee. Portanto, se você é mais um fã das customs norte-americanas acesse o site do museu  e  planeje sua viagem. (por Aldo Tizzani)

Todos os motores utilizados pela marca estão em um espaço interativo para se ver e ouvir

Ícone da rebeldia: a jaqueta de couro ja foi tema de exposição no museu 

Linha do tempo: sala apresenta os modelos fabricados pela Harley em ordem cronológica

Velha de guerra: Os modelos modificados para a marca que foram utilizados no campo de batalha

Como não poderia deixar de ser, no museu há réplicas das motos usadas por Peter Fonda e Dennis Hopper no clássico Easy Rider 

A WLA 1942 usada pelo “primeiro vingador”, o Capitão América

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ABS: Três letras que salvam vidas

Com o ABS, o piloto mantém o controle e a estabilidade da moto ao frear

O brasileiro ainda não compreendeu a real utilidade dos freios ABS (Anti-lock Braking System, sistema de freios anti-bloqueio) em motocicletas. A discussão sobre o uso deste sistema gera muita polêmica entre os aficionados pelas duas rodas. Alguns dizem que o “bom piloto” não precisa de ABS para conseguir efetuar uma frenagem mais agressiva. Um pensamento ultrapassado, mas, infelizmente, muito comum entre os motociclistas no País.

Segundo Alfredo Guedes Jr., engenheiro da Honda, a porcentagem de motocicletas vendidas com o sistema C-ABS da marca variava entre 5% a 10% em 2009. Hoje, os modelos equipados com o sistema somam 30% das motos comercializadas pela empresa. Mas, ainda assim, de acordo com uma pesquisa feita pela Bosch, fabricante de ABS para carros e motos, atualmente menos de 2% de todas as motos vendidas no Brasil e na Argentina são equipadas com o sistema anti-travamento. Os números ainda revelam que 27% dos entrevistados (750 proprietários de motocicletas) sequer sabiam da existência de ABS para motos. Portanto, a culpa não é só do consumidor.

Técnicos da Bosch analisam o ABS de uma BMW S 1000 RR

Conscientização

“Hoje, todos os nossos concessionários passam por treinamentos e testam as motocicletas, com e sem ABS. Isso ajuda a manter um melhor relacionamento com o cliente e fica mais fácil passar as informações sobre a real utilidade do sistema ABS para, assim, conscientizar os possíveis compradores. O consumidor tem que entender que não há preço para segurança”, disse Alfredo Guedes Jr. Segundo ele, a Honda está em trabalho contínuo para diminuir o preço final dos produtos equipados com o sistema.

Mesmo nos modelos de baixa cilindrada, o ABS traz mais segurança ao condutor. Na concessionária Studio Motors Kawasaki, de São Paulo, a procura pelo modelo Ninja 300 com ABS está sendo maior que a versão sem ABS. Porém, de acordo com Gustavo Araújo Henriques, vendedor da concessionária, os clientes de motocicletas de maior cilindrada (na maioria das vezes pilotos mais experientes) preferem economizar na segurança para equipar suas motos com acessórios. “A maioria dos consumidores que compram motos acima de 600cc ainda preferem a versão sem ABS, pois acham que o dispositivo encarece os modelos. Economizam na segurança, mas gastam em acessórios. Sabemos que é uma tecnologia um pouco cara, mas esse pensamento tem que mudar”, disse.

A distância de frenagem com e sem ABS

Para reafirmar sua fala, segundo a pesquisa feita pela Bosch, 40% dos pilotos freiam com menos força do que gostariam em virtude do medo de travar as rodas. Em situações de frenagens previsíveis, como exemplo uma parada em um farol, o uso do ABS realmente não será necessário. Porém, em uma situação de emergência, o sistema fará muita diferença, principalmente pelo fato de não causar o arrasto da roda traseira.

O objetivo dos freios ABS, tanto nas motos como nos carros, é exatamente este: frear com mais segurança e controle do veículo – sem travar as rodas – e diminuindo o espaço da frenagem, principalmente em piso molhado. “Em frenagens de emergência, a força aplicada pelo motorista no sistema de freio pode ser maior que o pneu pode suportar e, com isso, a roda trava”, explica Martin Kretzschmar, gerente de marketing da divisão Chassis Systems Control da Bosch.

Pequenos discos instalados no cubo da roda atuam com sensores ABS

Segundo o IIHS (Insurance Institute for Highway Security, instituto das seguradoras norte-americanas para a segurança viária), motos com ABS representam 28% a menos de acidentes fatais em cada dez mil motos registradas nos Estados Unidos. Análise do banco de dados de acidentes da Alemanha, o GIDAS (German In-Depth Accident Study), mostra que 47% dos acidentes com moto são causados por frenagem com falha ou hesitante, problemas que podem ser resolvidos pelo ABS. Diversos estudos científicos comprovam que o ABS é o sistema com mais alto potencial de segurança.

Outra pesquisa, realizada pela Administração Rodoviária da Suécia (“Vägverket”), em outubro de 2009, estima que 38% de todos os acidentes de motocicleta com feridos e 48% de todos os acidentes graves e fatais poderiam ter sido evitados com o uso do sistema. A diferença de preço entre os modelos com e sem ABS variam entre R$ 1.000 e R$ 2.000. Um custo que no fim das contas pode ser pequeno, considerando o aumento da segurança.

Funcionamento do circuito do sistema ABS

História e funcionamento
A história do dispositivo em motos é relativamente recente. A primeira motocicleta que recebeu o ABS foi a BMW K 100, em 1988. Para termos uma ideia, somente em 2009 tivemos uma esportiva equipada de fábrica com o sistema. Para os leigos, o sistema ABS atua nos freios da moto, impedindo que a(s) roda(s) trave(m). Seu princípio de funcionamento é parecido com o de um automóvel. Pequenos discos (semelhantes ao disco de freio, porém cheios de ranhuras) instalados no cubo das rodas atuam como os sensores do ABS e realizam a “leitura” da velocidade das rodas durante a frenagem. Quando a roda está prestes a travar, os sensores enviam um sinal para a central do ABS e a mesma envia um sinal para “aliviar” a pressão aplicada no freio.

Mais motos com ABS
Atualmente, BMW, Ducati, Harley-Davidson, Honda e Kawasaki oferecem versões de quase todas as suas motocicletas com o ABS. A Yamaha tem apenas a Super Ténéré 1200 equipada com o dispositivo no Brasil. Já as motos da Suzuki que são equipadas com o sistema não chegam ao país. De acordo com a nova legislação da União Europeia, o sistema anti-travamento será obrigatório para motocicletas com mais de 125cc. A partir de 1° de janeiro de 2016, todas as motocicletas homologadas deverão sair de fábrica com o ABS. (por Roberto Brandão Filho)

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Harley comemora dois anos de sucesso no Brasil

A marca planeja um crescimento de 10% no país até o final de 2013

“A Harley é diferente de tudo que se vê no mercado de duas e de quatro rodas. A marca é envolvente e cativa o cliente e sua família de forma progressiva com sua história rica em seus detalhes. Quanto mais se conhece, haverá mais interação e cumplicidade. No final, o motociclista fã da Harley está completamente apaixonado”, filosofa Longino Morawski, diretor-superintendente comercial da Harley-Davidson do Brasil.

Há dois anos, a norte-americana Harley-Davidson fincou bandeira oficialmente no Brasil. Entre erros e acertos, a subsidiária da marca no País fechou 2012 com 7.000 unidades comercializadas, recorde de vendas. Em 2013, a previsão aponta para 8.000 motos, projetando um crescimento superior a 10%. Para atingir esse número a companhia abrirá concessionárias em Salvador (BA), Cuiabá (MT), Belém (PA) e Manaus (AM).

Ações e comemorações

A marca de Milwaukee apostou que, além de uma rede comprometida, um pós-venda de qualidade seria o principal pilar para iniciar com o pé direito, diz Longino Morawski, Nos últimos dois anos a marca ganhou novos adeptos, segundo Morawski, graças a ações que cativaram o público entrante. Desta forma, a marca ampliou os test-drives nas concessionárias e oferece atrações como os cafés da manhã e organiza passeios bate e volta. Outras ações, fora da concessionária, que ajudaram a marca a estar mais próxima de seus clientes e simpatizantes foram o grandes eventos como o Rio Harley Days e National HOG Rally, que aconteceu em Florianópolis (SC).

Para fidelizar clientes a marca investe em ações de relacionamento, como encontros de proprietários

Por oferecer um grande circuito cultural, turístico e de entretenimento, São Paulo foi escolhida para a festa de comemoração dos 110 anos da Harley-Davidson no Brasil, que acontece em 1º de junho, em meio ao feriado de Corpus Christi, quando o acesso e a circulação de motos são mais fáceis na capital.

O local da festa será a Nova Arena Anhembi. Às 13h, começa a concentração das motocicletas que participarão de um desfile pela cidade liderado por Bill Davidson, vice-presidente do Museu Harley-Davidson e bisneto de Arthur S. Davidson, um dos fundadores da companhia. As motos sairão do Sambódromo do Anhembi e passarão por ruas e avenidas de São Paulo. A programação para o público geral começa às 16h, com área de exposições, praça de alimentação, espaço exclusivo para os membros do H.O.G., clube dos proprietários de motos Harley-Davidson – e palco com diversas bandas tocando o mais puro rock ’n roll. A iniciativa confirma que a ideia da H-D não é apenas vender motos, mas oferecer um pacote de entretenimento e diversão para toda a família. (por Aldo Tizzani)

O diretor-superintendente comercial da Harley-Davidson do Brasil, Longino Morawski

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UFC 164 fará parte da festa de 110 anos da H-D

Para continuar sendo a única motocicleta no octógono, como diz o bordão do narrador oficial Bruce Buffer, a Harley-Davidson renovou o patrocínio com o UFC (Ultimate Fighting Championship). O mais interessante deste novo acordo é que a edição 164 do UFC acontecerá no Milwaukee Bradley Center no dia 31 de agosto, durante as comemorações dos 110 da Harley-Davidson. Apesar de os detalhes do acordo não terem sido revelados, o presidente do UFC, Dana White, afirmou que é um contrato de longa data. O acordo anterior durou cinco anos.

Promoção, exclusiva para os americanos e canadenses, ainda vai dar ingressos para a primeira fila e uma H-D Street Bob

A famosa marca norte-americana anunciou também uma promoção junto com o UFC. Para participar, os motociclistas (norte-americanos ou canadenses somente) têm de criar grafismos de comemoração dos 110 anos da Harley-Davidson. O vencedor ganhará três noites em Milwaukee, ingressos na primeira fila para o UFC 164, terá a oportunidade de treinar com o peso-pesado Cain Velasquez e, o mais legal de tudo, ganhará uma Harley-Davidson Street Bob 2013 zero km. O octógono do UFC 164 ainda receberá o grafismo ganhador. As inscrições serão aceitas até 11:59 pm (horário local) do dia 30 de junho deste ano. (por Roberto Brandão Filho)

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Barbeiro e motociclista

Barbearia Lvsitana fica em Odivelas, próximo à Lisboa, capital de Portugal 

Rui “Smith” Batista. Português, 50 e poucos anos, barbeiro de profissão. As motos e a cultura biker sempre o fascinaram. Na tropa tinha começado a aparar barbas e a cortar cabelos. O seu sonho era ser dono de uma barbearia. A vida fê-lo viajar pela Europa. A necessidade fê-lo trabalhar em diversos ramos. Um dia tirou um curso de cabeleireiro. Trabalhava num “coiffeur” de um shopping moderno quando entendeu que tinha que dar uma volta à sua vida. Recorreu ao micro-crédito e instalou-se em Odivelas, um dos grandes bairros dormitórios que circundam Lisboa.

 Rui Smith, motociclista por paixão, barbeiro por profissão

Na sua nova loja, feita à medida dos seus sonhos, recebe clientes que são acima de tudo amigos, com quem partilha os seus ideais e os seus sonhos. Muitos são motociclistas, mas até os velhotes do bairro já começam a entrar sob a promessa que ele lhes faz cortes de cabelos ”normais”. Por isso a sua loja é mais um local de lazer.

A H-D Sportster 883 “das antigas” sem eletrónicas não é somente uma peça de decoração, Rui roda 100 km com ela diariamente

A decoração e o conceito são fruto do seu imaginário nostálgico de inspiração marcadamente vintage. A peça principal da decoração é a sua Harley-Davidson Sportster 883 da velha guarda, ainda livre de eletrónicas, costumizada através de um interminável processo de apuramento e muito bem mantida, pronta para enfrentar os quase 100 quilómetros que nela faz diariamente para ir e voltar a casa.

Até os velhotes do bairro já começam a entrar sob a promessa que Rui lhes faz cortes de cabelos ”normais”

Um dia, se as coisas correrem de feição, vai ter uma mesa de “pool”, música ao vivo e um bar, com uma caneca reservada para cada cliente. O sucesso da loja tem sido grande e acompanhado de perto pela imprensa que a têm utilizado nas mais diversas produções fotográficas. E os clientes gostam disso! (texto e fotos: Rogério Carmo, de Portugal)

Nota da Redação: Rogério Carmo, autor deste texto, também é português. Talvez por isso notem a grafia e a sintaxe diferenciada. Motociclista e jornalista free-lancer, meu amigo Rogério escreve para a revista “Motociclismo” de Portugal. Havia visto algumas fotos em seu Facebook dessa barbearia e fiquei curioso. Por puro prazer de contar boas histórias, fez essa colaboração para nosso blog. Espero que curtam. Arthur Caldeira 

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Dez motos para acelerar em 2013

Apesar da queda nas vendas de motos em 2012, já há diversas novidades em duas rodas prometidas para desembarcar no Brasil neste ano. E há lançamentos para todos os gostos: de motos aventureiras, passando por modelos custom e até esportivas. Fizemos uma lista de 10 motos que vão chegar ao mercado neste ano. Escolha a sua e acelere com a gente.

BMW R 1200 GS

Praticamente ícone entre as bigtrails, a nova versão da R 1200 GS vai trazer uma grande mudança para este ano: o tradicional motor boxer de dois cilindros opostos vai ganhar refrigeração líquida, entre outros aperfeiçoamentos, que vai oferecer mais potência. Além disso, a bigtrail alemã teve seu visual atualizado. O lançamento mundial da R 1200 GS 2013 vai acontecer neste primeiro trimestre e o modelo deve desembarcar no Brasil ainda este ano.

Kawasaki Z800

Evolução da bem sucedida naked Z750, aZ 800 foi apresentada no Salão de Colônia (ALE), em outubro do ano passado. Com maior capacidade cúbica e um novo visual, a nova Z 800 chega para celebrar os 40 anos da família Z, as nakeds da Kawasaki. Já lançada oficialmente na Europa, a Z 800 já apareceu até mesmo em um vídeo no Brasil, então apostamos que o novo modelo deva chegar às concessionárias da marca em breve. Seu novo motor, de maior capacidade, produz 113 cv de potência máxima.

Triumph Daytona 675

A superesportiva de média capacidade da fábrica inglesa foi reformulada no final do ano passado – bem quando a marca anunciava sua chegada oficial ao Brasil. E os executivos da Triumph não fizeram mistério: confirmaram a vinda da nova versão para o Brasil, neste primeiro semestre, sendo inclusive montada na fábrica da marca em Manaus (AM). A Daytona 675 ganhou uma nova carenagem, com vincos mais acentuados, e conta agora com um escape no meio do chassi com ponteira do lado direito, que centraliza melhor a massa. O novo propulsor tricilíndrico de 675cc agora é capaz de gerar 128 cv a 12.500 rpm, três a mais do que a versão anterior e garante 7,6 kgf.m de torque máximo.

Honda CRF 250L

Com visual clássico das motos off-road, a CRF 250L utiliza um moderno motor de um cilindro com refrigeração líquida – o mesmo da mini esportiva CBR 250R. O propulsor de exatos 249 cm³ de capacidade conta com comando de válvulas duplo no cabeçote (DOHC) e quatro válvulas por cilindro, além de ser alimentado por injeção eletrônica capaz de gerar 24 cv de potência máxima. Outro destaque da CRF 250L são suas suspensões invertidas na dianteira e freio a disco em ambas as rodas. Fabricada na Tailândia, a nova on/off-road da marca japonesa já foi confirmada para nosso mercado e deve chegar no primeiro trimestre deste ano. O preço ainda não foi confirmado.

MV Agusta Brutale 675

Com a missão de ampliar a participação de mercado da MV Agusta em todo o mundo, a família de três cilindros com 675 cm³ deve também chegar ao Brasil neste ano. Só não sabemos se virá primeiramente a naked Brutale ou a superesportiva F3. Apesar de a F3 ter sido lançada anteriormente, portanto teria mais chances de desembarcar antes por aqui, a Brutale 675 seria uma arma da marca para disputar chegaria um segmento mais “popular”, entre aspas mesmo, o de nakeds de 600cc. Com um visual arrojado e o cuidado nos detalhes, característicos da marca italiana, a Brutale 675 seria uma opção de naked para quem quer se diferenciar – tanto no estilo quanto no preço, ainda não definido para o Brasil, mas certamente mais elevado do que as concorrentes japonesas.

Harley-Davidson Sportster XL 1200 CB

Comemorando os 110 anos em 2013, aHarley trouxe diversas edições comemorativas ao Brasil, entretanto elas não trazem nenhuma novidade de fato, a não ser pela pintura exclusiva e outros detalhes. Já a Sportster XL 1200 Custom CB, uma série limitada, conta com visual diferenciada e oferece uma experiência de pilotagem diferenciada, principalmente pelo guidão Mini Ape elevado e as pedaleiras mais avançadas. Outra novidade do modelo são as rodas raiadas. Na motorização o confiável e robusto motor Evolution de 1200cc. Já nas concessionárias da marca em janeiro, o preço da XL 1200 CB é de R$ 36.500,00.

Husqvarna TE 310R

No final de 2012, a BMW, agora detentora da marca, confirmou a vinda da Husqvarna oficialmente para o Brasil. Infelizmente, no início das operações não há a intenção de vender as motos de rua da Husqvarna no País, mas isso não é necessariamente um problema para o praticantes do off-road, já que dois modelos de enduro foram confirmados: a TE 310R e a TE 477. Damos destaque para o modelo TE 310R por ter dominado o campeonato mundial de enduro com seu motor quatro tempos de 302,4 cm³ que ganhou mais torque e potência para 2013. Se você pensa em acelerar na lama, a nova “Husq” 310R é uma opção a ser considerada.

Kawasaki ZX-636R

Na sua linha de esportivas de média cilindrada, a Kawasaki também apostou na receita de maior capacidade cúbica – assim como fez na Z 800 e na recém-lançada Ninja300. AZX-6R 2013 volta a contar com o propulsor de 636 cc que já equipou gerações anteriores da moto entre 2002 e 2006. Com o novo motor, a Ninja de média cilindrada passa a entregar 137 cv a 13.500 rpm, no lugar dos 128 cv a 14.000 rpm do modelo anterior e recebeu também todo um novo kit eletrônico que inclui freios ABS e controle de tração ajustável em até três níveis. Certamente essa Ninja deve chegar ao País.

Bimota DB 10

A fábrica italiana, famosa pelos seus modelos esportivos, mostrou no Salão de Milão de 2011 sua primeira supermotard a DB10. Equipada com o motor Ducati de dois cilindros e 1.078 cm³, a DB 10 tem um design pra lá de radical, além de diversos componentes com especificações dignas de motos de pista – aliás, uma marca registrada da exclusiva fábrica de Rimini. O representante oficial da marca já confirmou a vinda da DB 10 para o Brasil agora em março de 2013, um prato cheio para quem curte o radical estilo das supermotards.

Honda CB 500F

A naked Honda CB500F, mostrada no último Salão de Milão, em outubro passado, faz parte de uma nova família de motos da marca japonesa que inclui a esportiva CBR 500R e a trail CB 500X. Todas compartilham o mesmo motor – dois cilindros de 48 cv – e foram projetadas para serem motos mais acessíveis e fáceis de pilotar. Seguindo a estratégia da Honda dos últimos anos, que trouxe para cá a NC 700X e a Crostourer, acreditamos que a linha 500 também deve chegar ao Brasil. Apostamos que a versão naked seria a primeira a desembarcar em nosso mercado em função da preferência dos motociclistas brasileiros pelos modelos naked, além do grande sucesso que a antiga CB 500 fez por aqui. Quem sabe no final deste ano já não estaremos testando essa CB 500 do século XXI. (por Arthur Caldeira)

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Homem reencontra sua primeira Harley 32 anos depois

Quando vendeu sua H-D por causa do nascimento da filha, Ed Church sabia que tinha cometido um erro

Ed Church estava no segundo do ano do colegial, quando comprou sua primeira moto: uma Harley-Davidson Duo-Glide 1958, zero quilômetro. “Era a coisa mais linda que tinha visto na vida”, relembra o norte-americano do Estado de Montana.

Como acontece com muitos outros motociclistas, Ed casou-se e 13 anos depois, quando nasceria sua primeira filha, resolveu vender sua H-D ’58. “Eu sabia que tinha cometido um erro”, arrepende-se ainda hoje o motociclista.

Ed e sua amada Harley Duo-Glide 1958: juntos mais de três décadas depois

Durante mais de 30 anos, Ed Church sempre se lembrava de sua primeira companheira e sonhava em tê-la novamente. Há cerca de dois anos, já mais estável economicamente e com a filha criada, Ed procurava uma Harley 1958 no site de leilões eBay quando avistou uma moto da mesma cor e ano que a sua. “Nunca acreditei que isso foi possível, mas ela tinha o mesmo número de identificação que a minha. Era ela”, conta o apaixonado motociclista.

Porém, para seu desespero, o lance dado não foi suficiente para arrematá-la e ele viu sua primeira moto sumir novamente. Mas, a história de Ed Church e sua Harley não tinha chegado ao fim. No final do ano passado, a mesma H-D Duo-Glide 1958 voltou a leilão no mesmo site. “Decidi que ela voltaria a ser minha. Dei um lance no valor que ela tinha pra mim”, conta.

O modelo Duo-Glide de 1958 trazia como novidades o freio na roda traseira e amortecedores hidráulicos atrás

E a história de Ed Church finalmente chegava a um final feliz. Cerca de 32 anos depois de “perdê-la”, ele se reencontrou com a moto que fez nascer nele a paixão pela estrada. De tão tocante, a história de Ed e sua H-D virou até campanha publicitária do site de leilões. O vídeo, tocante, pode ser visto aqui.

E você? Tem alguma moto, alguma Harley-Davidson, parte de sua história como motociclista e que você sonha em reencontrá-la? Conte pra gente.

 

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Harley-Davidson e um herói americano

Wallace Van Sandt e sua WLD 1941, com a qual rodou 19.000 milhas, antes de ir pra Guerra

Em 24 de abril de 1944, Homer Van Sandt recebeu o telegrama mais triste de sua vida em sua casa em Birmingham, Alabama, EUA. Em poucas palavras, o Secretário de Defesa dos Estados Unidos informava que o filho de Homer, o sargento Wallace Van Sandt era considerado um M.I.A. (missed in action), ou seja, tinha desaparecido durante uma missão. A sigla, na verdade, tratava-se de um eufemismo usado pelo exército americano. Wallace estava morto, como viriam a confirmar os fatos após o final da Segunda Grande Guerra Mundial.

O bombardeiro Boeing B-17, conhecido como a “Fortaleza Voadora”, no qual Wallace era o atirador de cauda, havia sido derrubado pelas forças nazistas na região onde ficava a extinta Iugoslávia. Os moradores locais recolheram os destroços, incluindo o corpo de Wallace e o enterraram antes que o exército alemão chegasse. Depois da II Guerra, os mesmos moradores ajudaram a família a localizar o corpo do Sargento e levá-lo de volta aos Estados Unidos.

A Harley WLD Special Sport Solo de Van Sandt usava o motor “W” de 45 polegadas cúbicas 

Devastados pela perda do filho, os pais de Wallace mantiveram uma espécie de memorial para o sargento com seus pertences, incluindo suas camisas de esporte, o uniforme do exército, suas medalhas e seu objeto mais querido, antes de ir lutar na Guerra: uma Harley-Davidson WLD Special Sport Solo de 1941.

Na cor vermelha, a Harley WLD havia sido um presente que seu pai Homer havia lhe dado na formatura do ensino médio. A versão Special SportSolo da WLD era um luxo na sua época: usava uma versão de alta compressão do motor “W” de 45 polegadas cúbicas – o motor utilizado por mais tempo pela H-D, entre 1930 e 1973 – e era semelhante aos usados pelas motos de competição naquele tempo com cabeçote de alumínio e grandes entradas de ar. Além disso, a moto de Wallace havia sido equipada com o pacote Deluxe, que consistia em diversas peças cromadas, odômetro parcial, bolsas laterais e outros opcionais.

O Sargento da Força Aérea Americana Van Sandt, atirador de cauda do B-17, conhecido como “Fortaleza Voadora” 

Antes de se juntar à Força Aérea Americana em 1942, Wallace era um motociclista apaixonado pela liberdade que sua Harley lhe proporcionava: em apenas um ano, rodou mais de 19 mil milhas (mais de 30 mil km) com sua WLD Special Sport Solo.

Peça de museu
Depois que a mãe de Wallace faleceu em 1975, seu sobrinho Cleve Porter ficou com todos os objetos de recordação de seu tio, incluindo aí a H-D 1941. Em 2007, com as notícias da construção do museu da Harley-Davidson, Porter entrou em contato com o museu para doar os objetos de Wallace Van Sandt, principalmente a amada motocicleta que havia sido preservada do mesmo jeito desde 1942.

A H-D de Wallace e seus pertences estão expostos no Museu da Harley-Davidson, em Milwaukee

Sem hesitar o Museu Harley-Davidson em Milwaukee aceitou a doação da moto e de todos os pertences do herói americano, juntamente com sua rara WLD Special SportSolo. Atualmente, a motocicleta original, intacta e sem restauração, juntamente com fotos do sargento e suas medalhas estão devidamente expostas no museu da Harley-Davidson para relembrar a paixão de um homem pela sua máquina e também em memória de todos aqueles que perderam suas vidas lutando na Segunda Guerra Mundial.

Quer conhecer o museu da Harley-Davidson em Milwaukee? Visite o site oficial e faça um tour virtual. Quando estiver viajando pelos Estados Unidos não perca a oportunidade de visitá-lo. Para quem é apaixonado por motos, vale a visita. (por Arthur Caldeira)

 

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