Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Sun, 18 Aug 2019 10:00:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Yamaha Lander 250 nas alturas: levamos a trail ao Pico das Agulhas Negras http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/18/yamaha-lander-250-nas-alturas-levamos-a-trail-ao-pico-das-agulhas-negras/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/18/yamaha-lander-250-nas-alturas-levamos-a-trail-ao-pico-das-agulhas-negras/#respond Sun, 18 Aug 2019 10:00:55 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18964 Uma trail versátil, como a Lander 250 ABS, é ideal para um roteiro como esse

Um destino interessante e de fácil acesso, para quem mora em São Paulo ou Rio de Janeiro, é o Parque Nacional do Itatiaia. Fundado em 1937 é o parque mais antigo do Brasil e se estende pelos municípios de Itatiaia (RJ), Bocaina de Minas e Itamonte, ambas em Minas Gerais. A região montanhosa é um verdadeiro paraíso para quem curte escaladas, trilhas, observar pássaros, enfim, atividades ao ar livre.

Algumas regiões do parque podem ser alcançadas por estradas asfaltadas, porém o mais legal para quem curte montanhismo é a sua parte alta. Para chegar lá é necessário encarar os 17 km da BR-485, a estrada mais alta do Brasil. Apesar de ser uma estrada federal ela não é asfaltada e exige muito das motos e veículos que trafegam por ela. Mas vale a pena, principalmente se você estiver com uma moto versátil como a nova geração da Yamaha Lander 250 ABS.BR-485, estrada mais alta do Brasil,  é um desafio off-road

A maioria dos veículos que sobem a montanha leva turistas ao Pico das Agulhas Negras, com altitude de 2.791 metros acima do nível do mar – praticamente a mesma de Machu Pichu, no Peru, a 2.430 m. No inverno as temperaturas despencam e chegam perto dos dez graus negativos. Dependendo das condições atmosféricas chega a nevar na região, como aconteceu em 1985 quando foi registrada a maior nevasca. Se você não conseguir curtir a neve, no mínimo, verá placas de gelo na estrada.Ao fundo, o Pico das Agulhas Negras, a 2.791 m acima do nível do mar

Distante 280 km de São Paulo e cerca de 220 km do Rio de Janeiro, o Pico das Agulhas Negras pode ser alcançado a partir do “KM 0” da BR-385 – que parte da Dutra, altura do km 34, em direção a cidade de Caxambú (MG). O local oferece muitas atrações que vão de simples caminhadas pelas trilhas – que podem durar alguns minutos ou dias. Para as trilhas mais longas, conhecidas como travessias, que podem chegar a dois dias numa caminhada até Visconde de Mauá, é importante estar acompanhado de um guia credenciado.

Subir a montanhaProcure um guia experiente e use equipamentos de segurança se quiser escalar o pico

Porém quem está com pouco tempo e busca apenas um motivo para viajar com sua moto ou encarar um fora de estrada leve, os 17 km da BR-485 justificam o passeio. A estrada vai margeando a montanha e tem uma inclinação bem forte em algumas partes. Quem viajar durante o inverno tem que se proteger muito bem – principalmente as mãos e pés que sofrem bastante. Mas o visual acima das nuvens compensa o frio.

No trajeto quem desligar a moto e estiver de ouvidos atentos poderá curtir o canto dos raros Saíra da Terra ou Saí Andorinha, aves típicas da região que abriga mais de 350 espécies de pássaros. A flora também é rica com mais de 400 espécies já catalogadas. Além de pássaros e flores, muitos animais são comumente vistos, como o Macaco Prego ou o Quati, por exemplo.O guia Rafael Fernandez com um pedaço de gelo: no inverno as temperaturas chegam abaixo de zero

Ao chegar no Posto do Marcão é necessário pagar R$ 17 e em algumas épocas do ano é possível estacionar a moto no Abrigo Rebouças – distante 3 km da portaria. A partir daí é preciso caminhar para conhecer a Cachoeira das Flores ou forçar as pernas até chegar ao Maciço das Prateleiras.

Aqui vale um alerta, apesar da formação das Prateleiras estar mais baixas que o Pico das Agulhas Negras, também é uma escalada que oferece risco. Quem alerta é o guia Rafael Fernandez (@fernandezagulhas) “existe muito mais exposição no que chamamos de Zona Vermelha, onde é necessário o uso de equipamento de segurança e tem alta periculosidade, pois se acontecer algo por lá, a retirada da pessoa é extremamente difícil”, ressalta o guia de 36 anos e duas décadas de experiência no parque.Nas nuvens: da parte alta do parque a vista é incrível

Independentemente do que você quer fazer em Agulhas Negras, seja um passeio nas trilhas ou a escalada da montanha, chegar lá já pode ser considerado uma pequena aventura. Antes de ir embora, passe nas lojinhas da Garganta do Registro e leve para casa filé de truta defumado e pinhões, assim você poderá matar a saudade de um lugar tão legal, pitoresco e pouco conhecido.

Como se saiu a Yamaha Lander 250 ABSRoda aro 21 na dianteira e 27 cm de vão livre do solo são atributos no off-road

Uma moto on-off como a nova Yamaha Lander ABS (com preço sugerido de R$ 16.990 sem frete) é a companheira ideal para uma viagem como essa. Ela atingiu a velocidade máxima de 140 km/h durante o trajeto, porém o ritmo de viagem mais indicada fica entre os 100 e 110 km/h. Nessa condição o motor de um cilindro 20,1 cv de potência está girando na faixa dos 7.000 rpm.

Rodar nessa velocidade também traz economia de combustível. O consumo médio (rodando abastecido com gasolina) foi de 28 km/litro. Durante o trajeto a reserva abriu após percorrer 266 km e, como o tanque tem capacidade para 13,6 litros, poderia chegar aos 380 km. Por outro lado, ao acelerar forte a reserva abriu com exatos 200 km percorridos, mostrando que o consumo aumentou para 21 km/litro. Ou seja, não vale a pena acelerar demais.

Em função da altitude e do frio, é comum se formar gelo na estrada

Além do ganho em autonomia, outro fator positivo da nova Lander, em relação à versão anterior, é o conforto. O banco permite percorrer trajetos de até 250 km sem cansaço ou incomodo – algo que não acontecia no modelo anterior que castigava “as partes baixas do piloto” após 150 km percorridos.

No fora de estrada
Estava curioso para saber como seria o comportamento da Lander ABS na estrada de terra. Confesso que me surpreendi com sua maneabilidade em meio às pedras, valetas e lama. Bastava ficar em pé nas pedaleiras para desviar ou superar os obstáculos. As rodas raiadas, aro 21 na frente e 18 atrás, calçadas com pneus Metzeler Tourance se mostraram adequados à proposta do modelo. O freio ABS, só na dianteira, transmitiu confiança enquanto o freio traseiro serviu como “leme” para direcionar a Lander nas frenagens mais agressivas, principalmente no off-road.Mesmo equipado, o frio incomodou o jornalista Cicero Lima

Claro que não usei a moto no limite, afinal estava sozinho e não queria arriscar um tombo sob o risco de danificar suas laterais, tanque ou quebrar os comandos o que acabaria com a “brincadeira”. Outro fator positivo é a distância livre do solo, de 27 cm, que permite rodar pelas estradas sem medo de danificar o motor – embora as pedras soltas possam furar os dutos de passagem do óleo. Se a moto fosse minha investiria num protetor de cárter e dos dutos de óleo. (texto e fotos: Cicero Lima)

Onde se hospedar
Acampamento – É possível acampar no Parque (R$ 19 a diária) ou mesmo se hospedar no Abrigo Rebouças (R$ 32 a diária) que, como o nome diz, é apenas um abrigo para montanhistas. Não há banho quente ou roupas de cama. Para reservas e autorização para acampar é preciso entrar no site http://www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia/

Hotel São Gotardo – No KM 0 da BR-354 é um hotel sofisticado e agradável com um vista maravilhosa das montanhas. As diárias para duas pessoas com meia pensão (almoço e jantar) custam a partir de R$ 450 e podem chegar a R$ 750 na suíte máster. www.hotelsaogotardo.com.br

Yellow House Hostel – Fica a 11 km da Garganta do Registro e a 8 km de Itamonte (MG). É um ambiente acolhedor e agradável sempre repleto de montanhistas e adeptos de caminhadas. O hostel também vale a pena pelo custo benefício (R$ 45 com café da manhã). Fone (35) 9885-0598 ou www.facebook.com/Hostelyellowhouseitamonte

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Conheça o BMW M8, carrão escolhido pela MotoGP para ser o Safety Car http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/17/conheca-o-bmw-m8-carrao-escolhido-pela-motogp-para-ser-o-safety-car/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/17/conheca-o-bmw-m8-carrao-escolhido-pela-motogp-para-ser-o-safety-car/#respond Sat, 17 Aug 2019 10:00:15 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18961 Baseado no BMW M8 Competition, novo Safety Car tem 625 cv de potência

No final de semana passado, no Grande Prêmio da Áustria de MotoGP, a principal atração para os fãs da motovelocidade foi o duelo entre o espanhol Marc Marquez da Honda e o italiano Andrea Dovizioso da Ducati, que acabou vencendo o líder do campeonato nas últimas curvas. Mas antes da largada, os mais atentos devem ter notado uma novidade de quatro rodas na pista: o recém-lançado BMW M8 também fez sua estreia como o Safety Car Oficial da MotoGP. Motor V8 4.4 pode levar o M8 a 306 km/h de velocidade máxima

O carro baseia-se no BMW M8 Competition, apresentado pela marca alemã no final de junho. Equipado com um motor V8 de 4,4 litros que, na versão esportiva da nova Série 8, produz nada mais nada menos do que 625 cv de potência máxima. Toda essa força é transmitida para as quatro rodas por meio de uma transmissão automática de oito marchas. O conjunto motriz é capaz de levar o novo M8 Safety Car da MotoGP a 100 km/h em apenas 3,2 segundos e a velocidade máxima é de 306 km/h. Cockpit do novo BMW M8 Safety Car MotoGP

A escolha do novo M8 Competition não foi por acaso, afinal o carrão precisa acelerar na frente das motos da categoria, que tem mais de 250 cv de potência, pesam bem menos de 200 kg e chegam a insanos 350 km/h. E vão de zero a 100 km/h em cerca de 2,5 segundos. Claro que não se trata de uma corrida entre as máquinas da MotoGP e o Safety Car alemão, mas o M8 Competition não faz feio na pista. Afinal, é equipado com o mais potente motor já fabricado pela BMW para um carro série M. Tem quatro rodas, mas é uma bela máquina, não acham? (Por Arthur CaldeiraVersão de série recebe adaptações para rodar na pista

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Harley-Davidson de Elvis Presley pode ser sua por R$ 8 milhões http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/14/harley-davidson-de-elvis-presley-pode-ser-sua-por-r-8-milhoes/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/14/harley-davidson-de-elvis-presley-pode-ser-sua-por-r-8-milhoes/#respond Wed, 14 Aug 2019 13:39:04 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18952 A Electra Glide 1976 tem apenas 202 km rodados e será leiloada

A última motocicleta de Elvis Presley, uma Harley Davidson Electra Glide FLH 1200 de 1976, será leiloada no final deste mês pela GWS Auctions, e deve ser arrematada por cerca de U$ 2 milhões, algo em torno de R$ 7,98 milhões. Caso o lance estimado se concretize, a Harley do “Rei do Rock” será a moto mais cara já vendida em um leilão público. O recorde anterior era de R$ 3 milhões (US$ 929 mil), pagos por uma rara Vincent HRD Black Lightning de 1951.A moto tem motor V2 de 1.200 cc e foi a última moto de Elvis

Além do dono famoso, o alto valor se justifica pela baixa quilometragem da Harley. A Electra Glide só foi pilotada com parcimônia por Elvis, e irá a leilão mostrando apenas 126 milhas (202 km) no hodômetro. A moto está em exibição no Museu Pioneer Auto, em Murdo, Dakota do Sul, há mais de 30 anos.Quase “zero”: apenas 126 milhas no hodômetro

Embora também tenha pertencido a Elvis, a Electra Glide de 1976 não é a moto mais famosa do astro. Sua moto mais conhecida é uma Harley-Davidson KH de 1956, que está exposta no museu da marca em Milwaukee, Winsconsin, nos Estados Unidos. É o mesmo exemplar com o qual Elvis apareceu na capa da revista “The Enthusiast” na década de 1950. 

O Rei com sua H-D mais famosa, uma KH de 1956, em exposição no museu da marca em Milwaukee

Ficou interessado e quer ter uma lembrança do Rei em casa? Basta ter cerca de US$ 2 milhões para gastar em uma antiga cruiser V2 e participar do leilão de Artefatos de Hollywood e Música da GWS Auctions, que acontece em 31 de agosto. (texto: Arthur Caldeira / fotos: GWS Auctions e Reprodução)

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Avaliação: BMW R 1250 GS tem motor novo para retomar liderança http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/03/avaliacao-bmw-r-1250-gs-tem-motor-novo-para-retomar-lideranca/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/03/avaliacao-bmw-r-1250-gs-tem-motor-novo-para-retomar-lideranca/#respond Sat, 03 Aug 2019 10:00:22 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18934 Aceleramos a versão Premium + HP, cotada a R$ 82.950, no asfalto e na terra

Modelo mais vendido da BMW em todo o mundo desde que foi lançada, em 2004, a R 1200 GS ganhou um novo motor, de maior capacidade cúbica e mais potente em sua nova geração. O propulsor de dois cilindros opostos (boxer) agora tem 1.254 cm³ de capacidade, comando de válvulas variável e é a principal novidade da recém-lançada R 1250 GS, que chega agora em agosto às concessionárias da marca no Brasil.Estilo HP inclui, além da roupagem tricolor, rodas douradas com raios externos e pneus sem câmara

A moto alemã está à venda na versão Premium + nas roupagens Exclusive e HP. Cotada a R$ 82.950, a R 1250 GS Premium + traz o pacote eletrônico mais completo com controle de tração DTC, suspensões ajustáveis eletronicamente e sistema de partida Keyless (sem chave). Tive a oportunidade de rodar 240 km com a versão Premium + HP, que ainda traz rodas com raios externos e pneus sem câmara. Veja como ela se saiu.

Motor mais forte e suaveBoxer agora tem 1.254 cm³ e produz 136 cv de potência

“Não se trata apenas de um motor ‘maior’. Há diversos componentes novos internamente, e a tecnologia ShiftCam, que proporciona mais torque em baixos giros”, afirma Emilio Paganoni, gerente sênior de treinamento da BMW do Brasil. O executivo refere-se ao comando de válvulas variável.

O sistema, batizado de ShiftCam pela BMW, oferece uma melhor entrega de potência e torque ao longo de todas as faixas de rotação do motor. Com uma menor abertura das válvulas de admissão o motor economiza combustível e tem um funcionamento mais suave; quando o comando abre mais as válvulas em altas rotações privilegia a entrega de potência.Comando de válvulas variável oferece torque em todas as faixas de rotação

O torque máximo, por exemplo, aumentou de 12,7 kgf.m a 6.500 rpm para 14,6 kgf.m a 6.250 giros, ou seja, mais força em uma rotação mais baixa. Já a potência, passou de 125 cv para 136 cv a 7.750 rpm.

Na prática, ouve-se menos vibrações e ruídos, além de oferecer força para retomadas em qualquer marcha. Basta girar o acelerador em quarta marcha, que o motor responde prontamente: os giros sobem e os três dígitos aparecem no belo – e completo – painel digital com tela de TFT colorida.Belo e completo painel digital com tela colorida de TFT e conexão Bluetooth

Equipada com sistema quick-shift bidirecional, que permite subir ou descer as seis marchas do câmbio sem usar a embreagem, a nova R 1250 GS se comporta quase como uma moto esportiva em acelerações na larga Rodovia dos Bandeirantes rumo ao interior do Estado de São Paulo. É preciso atenção para não ultrapassar os limites de velocidade.

Na terraApesar do porte, ciclística robusta e eletrônica ajudam a domar a GS no off-road

Depois de cerca de 80 km de asfalto, entramos no habitat natural da R 1250 GS: uma estrada rural, de terra, e com pedras pelo caminho. Na parte ciclística, não houve grandes mudanças. Apenas acertos nos amortecedores dianteiro e traseiro, que são ajustados eletronicamente e semi-ativos, ou seja, adaptam-se às condições do solo e à pilotagem em milissegundos. A novidade é o ajuste automático da pré-carga da mola: sensores reconhecem o peso de piloto, piloto e garupa e já regula o amortecedor traseiro adequadamente.

Apesar do porte avantajado e do peso elevado – 249 kg – a R 1250 GS mantém a valentia da sua antecessora no fora-de-estrada. As pedaleiras largas permitem uma confortável pilotagem em pé, enquanto as rodas raiadas e os pneus de uso misto mantêm a moto na trajetória.Sistema ABS Pro garantem frenagens precisas e seguras até na terra

A eletrônica ajuda a controlar o ímpeto do motor e o funcionamento das suspensões. Dotada de quatro modos de pilotagem – rain, road, dynamic e enduro – ela se ajusta conforme as condições. Para a terra, o modo enduro enrijece os amortecedores, diminui a intervenção do controle de tração e deixa o ABS mais permissivo.

Vale destacar o novo ABS Pro, que leva em consideração a inclinação da moto para evitar o travamento das rodas. Há ainda um sistema para frenagens emergenciais, que fecha o acelerador e aciona o freio traseiro em determinadas situações. Isso sem falar no assistente de partida em subida, que agora tem acionamento automático. Um auxílio e tanto para uma moto desse porte.

Vale salientar que todos os controles podem ser desligados, mas isso se você for um piloto profissional. Afinal, as maravilhas da tecnologia funcionam muito bem para domar essa bigtrail no fora-de-estrada.

ConclusãoNova R 1250 GS ganha fôlego para assumir o topo das vendas entre as bigtrails

Sem dúvida, o motor é o destaque da R 1250 GS. Não que a bigtrail precisasse de mais potência, mas porque seu funcionamento é muito mais suave e há, de fato, mais torque em todas as faixas de rotação. Na terra, por exemplo, era possível manter a terceira marcha até mesmo em subidas mais íngremes.

Outra vantagem, segundo a BMW, é que o propulsor está cerca de 4% mais econômico. Durante a avaliação, o painel da R 1250 GS indicou consumo médio de 17,6 km/litro na terra e até 19,8 km/litro no asfalto. Uma boa média para um motor de 136 cv: e que resulta em uma autonomia de mais de 350 km.Na traseira, suspensão eletrônica tem ajuste automático da pré-carga

Com as mudanças no motor e a adoção de mais tecnologia embarcada, a R 1250 GS pretende retomar a liderança entre as bigtrails. Atualmente liderado pela Triumph Tiger 800 em suas diversas versões com 1.691 unidades neste ano. Em dois meses – junho e julho – o modelo alemão já emplacou 343 unidades.

Em setembro, também chega às lojas, a versão Sport, que tem rodas de liga-leve e menos eletrônica embarcada. Mais em conta, a GS Sport será vendida por R$ 69.950, o que deve ajudar ainda mais os números de vendas do modelo.

BMW R 1250 GS Premium + HP
Motor boxer bicilíndrico, arrefecimento líquida
Capacidade cúbica 1.254 cm³
Potência máxima 136 cv a 7.750
Torque máximo (declarado) 14,6 kgf.m a 6.250 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Eixo-cardã
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro multitubular separável tipo treliça
Suspensão dianteira Telelever com sistema de amortecimento central com 190 mm de curso
Suspensão traseira Monobraço oscilante de alumínio Paralever de 200 mm de curso
Freio dianteiro Discos duplos de 305 mm de diâmetro, pinça monobloco de quatro pistões e ABS
Freio traseiro Disco simples de 276 mm de diâmetro, pinça flutuante de dois pistões e ABS
Pneus 120/70-19 (dianteira) /170/60-17 (traseira)
Comprimento 2.207 mm
Largura 952 mm
Altura 1.430 mm
Distância entre-eixos 1.525 mm
Distância do solo Não disponível
Altura do assento 850 / 870 mm (ajustável)
Peso em ordem de marcha 249 kg
Tanque de combustível 20 litros
Cores HP (branca com detalhes em azul e vermelho) e Exclusive (cinza)
Preço sugerido R$ 82.950

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Yamaha R3 2020 chega mais esportiva com preço a partir de R$ 23.990 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/01/yamaha-r3-2020-chega-mais-esportiva-com-preco-a-partir-de-r-23-990/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/08/01/yamaha-r3-2020-chega-mais-esportiva-com-preco-a-partir-de-r-23-990/#respond Thu, 01 Aug 2019 10:00:53 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18920 Modelo de 300 cc tem novo design, suspensão invertida e painel digital

Com mudanças profundas e atualizações importantes, a nova Yamaha YZF-R3 acaba de desembarcar no Brasil. Uma das principais atrações da marca durante o EICMA 2019, o Salão de motos de Milão, que aconteceu na Itália, em novembro passado, a pequena esportiva foi praticamente toda revista pelos engenheiros da marca. O preço parte de R$ 23.990.Novas carenagens foram desenvolvidas no túnel de vento

A começar pela carenagem que foi totalmente renovada para melhorar a aerodinâmica da moto que leva inspirações da família R, como a YZF-R6 e a superesportiva YZF-R1. De acordo com a Yamaha, toda a carenagem foi desenvolvida com alta tecnologia em túnel de vento. O pára-brisa, inteiramente redesenhado, está mais arrojado e promete diminuir a turbulência ao redor da área do capacete de quem a pilota.Mais proteção aerodinâmica e velocidade final maior, segundo a Yamaha

O resultado de todas essas mudanças foi o ganho de até 8 km/h na velocidade final da nova R3 em relação à geração anterior. A nova altura do tanque de combustível coopera para o feito, já que foi reduzida em 20 mm, permitindo que o piloto consiga baixar mais o tronco, reduzindo a resistência e o arrasto do vento. Ele permanece com capacidade de 14 litros.Suspensão invertida privilegia pilotagem esportiva

As novas carenagens, de fato, levam a R3 para mais perto das irmãs maiores, e sugerem bons momentos na pista – além da sua já conhecida habilidade entre os carros, nas ruas. Pensando nos pilotos de fim de semana, a Yamaha também mudou o duto de ventilação para o radiador, alterando a entrada de ar e melhorando o arrefecimento do motor.Além da cor azul, R3 2020 será vendida com pintura vermelha fosca

A mesa superior também foi redesenhada e agora apresenta visual similar ao da R1M. O modelo traz painel 100% digital com novo layout, mais limpo e com leitura mais fácil. O mostrador tem indicador de combustível, marchas, conta-giros, indicador de consumo instantâneo e médio, hodômetro total e 2 parciais, relógio, indicador de troca de óleo e temperatura do líquido de arrefecimento.Painel agora é todo digital

Por fim, todo o jogo de luzes foi alterado. A nova Yamaha YZF-R3 sai de fábrica com belas luzes de LED, além de nova suspensão invertida na dianteira, com 130 mm de curso. O motor bicilíndrico foi mantido sem alterações e continua com 321 cc e seus bons 42 cv e 3 kgfm de torque.Versão MotoGP Edition custa R$ 24.990

A nova YZR-R3 estará disponível na rede de concessionárias Yamaha nesta primeira semana de agosto e terá três opções de cores. O vermelho fosco metálico (Red Velvet), o azul metálico (Racing Blue) e a Monster Energy MotoGP Edition, combinação do preto metálico com o azul brilhante. Para as versões vermelho e azul, o preço público sugerido será de R$ 23.990, enquanto para a Monster Energy MotoGP Edition, R$ 24.490 (ambas sem frete). Todas as versões contam com quatro anos de garantia. (Por Ícaro Bedani)

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Triumph Scrambler 1200 XE é aventureira com visual ‘clássico’ por R$ 59.990 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/28/triumph-scrambler-1200-xe-e-aventureira-com-visual-classico-por-r-59-990/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/28/triumph-scrambler-1200-xe-e-aventureira-com-visual-classico-por-r-59-990/#respond Sun, 28 Jul 2019 10:00:15 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18889 Modelo tem motor cheio de fôlego e suspensões robustas para encarar a terra

Algumas receitas são impossíveis de dar errado. É como misturar leite condensado com chocolate ou macarrão com carne moída e molho de tomate. Por mais que você não seja um finalista do Master Chef, com certeza ficará bom. O mesmo acontece com algumas misturebas feitas pelas marcas de motocicletas: não tem como dar errado a união de um excelente motor de 1.200 cc com um design vintage e conjunto de suspensões Öhlins.Nova Scrambler 1200 XE chega na cor azul e branca

Essa é a receita da nova Triumph Scrambler 1200 XE, uma moto que tem como premissa ser confortável no asfalto e implacável na terra graças a um conjunto de suspensão de alto nível e motorização indefectível. A moto chega ao Brasil por R$ 59.990, antecipando sua versão XC, que será vendida em meados de agosto por R$ 55.990.

A Scrambler XE é a versão mais completa dessa linha que usa como base o mesmo chassi tubular em aço e motor de 1.200 cc com resfriamento líquido e dois cilindros paralelos da Thruxton R. Neste caso, porém, são 90 cv a 7.400 rpm (7 cv a menos do que a Thruxton) à disposição do piloto e 11 kgf.m de torque a 3.950 rpm. Apesar dessa diferença, é justamente a força, principalmente em baixas rotações, que mais chamam a atenção na Triumph Scrambler 1200.

Asfalto e terraBom motor bicilíndrico tem 90 cv e 11 kgf.m de torque

Em um dia de rodagem com a moto, aceleramos por 150 km, sendo 70 km de terra batida e areia. Colocamos à prova a estrutura robusta da motocicleta que traz todas as características das antigas scramblers, moda que teve início no fim dos anos 1950, quando as próprias Triumph Bonneville recebiam peças off-road para encarar a terra.Suspensões são da grife Öhlins totalmente ajustáveis e com bastante curso

Seu desenho lembra as antigas motocicletas que faziam jus ao sobrenome scrambler (que, em inglês, significa misturar). Os traços vintage ficam claros no tanque alongado de 16 litros que recebe faixas em sua pintura metalizada (azul ou branca, nessa versão) e no banco de couro inteiriço.Assento é charmoso, porém pouco confortável

O assento a 87 mm do solo é charmoso, mas pouco confortável para longas distâncias e nos trechos de terra. Para sobrepor os traços clássicos a Triumph caprichou em itens como faróis e lanterna de LED e o painel super moderno de TFT que requer algumas horas de atenção para ser desvendado.Painel de TFT tem controle da GoPro e conexão Bluetooth

No painel colorido com duas opções de layout há uma novidade interessante: o suporte nativo para os sistemas da câmera portátil GoPro que permite, via Bluetooth, utilizar o painel da moto para controlar a câmera, além de total conexão com o celular para, por exemplo, visualização de trajetos no GPS. Essa tecnologia vendida como acessório, contudo, não está disponível nas primeiras unidades da moto vendida no País e a previsão para sua chegada é janeiro.

O escape duplo feito de aço escovado posicionado na linha horizontal e um tipo de number plate que serve também para impedir o calor implacável do motor são traços marcantes de qualquer modelo scrambler.

Motor de respeitoRoda aro 21 na dianteira e motor ‘torcudo’ ajudam a rodar na terra

O fôlego da Scrambler, mesmo em marchas intermediárias e com rotação baixa, surge com sobra para trazê-la de volta. Característica importante na terra, quando uma boa tração é a única forma de fazer com que a moto mantenha sua trajetória, sem pestanejar.Com 1.200 cc e arrefecimento líquido, bicilíndrico fio herdado da Thruxton

Fora isso, a moto na versão XE vem equipada com suspensão Öhlins totalmente ajustável. Na dianteira, o curso de 250 mm do garfo de 45 mm de diâmetro garante uma estabilidade considerável na terra, mas longe de ser uma Tiger, por exemplo, que pode fazer mudanças de direção mais rápida e precisamente. Além de ter, de fato, os requisitos reais para encarar aventuras fora de estrada.Especificações off-road: Roda raiada aro 21 (diant.)  e pneus de uso misto

A Triumph vende a Scrambler 1200 como uma aventureira clássica. De fato, a moto tem equipamentos de sobra para oferecer e um design inquestionável para quem estiver disposto a pagar por estilo. Mas é preciso colocar no papel que a Tiger 1200 XR parte de R$ 60.700 e pode entregar, de fato, um pacote muito mais completo e útil para trechos on e off-road, mas com um motor de 141 cv (texto Ícaro Bedani / fotos Divulgação).

Triumph Scrambler 1200 XE
Motor dois cilindros, SOHC, 8 válvulas e arrefecimento a líquido
Capacidade cúbica 1.200 cm³
Potência máxima 90 cv a 7.400 rpm
Torque máximo 11 kgf.m a 3.950 rpm
Alimentação Injeção eletrônica
Câmbio Seis marchas
Embreagem Multidisco banhada a óleo
Transmissão final corrente
Partida Elétrica
Suspensão dianteira Garfo invertido Showa regulável com 250 mm de curso
Suspensão traseira Duplo amortecedor Öhlins regulável com 250 mm de curso
Freio dianteiro Disco duplo de 320 mm de diâmetro, pinças monobloco Brembo de 4 pistões, ABS
Freio traseiro Disco de 255mm, pinça flutuante Brembo de 2 pistões
Pneus 90/90-21 (diant.)/ 150/70-17 (tras.)
Largura 905 mm
Altura 1.250 mm
Distância entre-eixos 1.570 mm
Altura do assento 870 mm
Peso a seco 207 kg
Tanque de combustível 16 litros
Cores Azul metálico e branco fosco
Preço R$ 59.990 (frete incluso)

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Dia do motociclista: 10 motivos para andar de moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/27/dia-do-motociclista10-motivos-para-andar-de-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/27/dia-do-motociclista10-motivos-para-andar-de-moto/#respond Sat, 27 Jul 2019 10:00:14 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18886 Para comemorar nosso dia, veja dez motivos por que uma moto nos faz tão felizes

Hoje, 27 de julho, comemora-se o Dia do Motociclista. Com uma frota de cerca de 27 milhões de motocicletas e com mais de 28 milhões de motociclistas, já há uma legião de apaixonados por esses veículos de duas rodas. E por tudo que eles podem nos proporcionar. Para comemorar nossa data, fizemos uma lista com 10 motivos para andar de moto.

LiberdadeEstá aí uma palavra que não sai da cabeça de quem anda de moto. Ir e vir para qualquer lado e a qualquer hora é um dos sentimentos mais comuns entre os motociclistas e, para a maioria, é o mais próximo do que se pode chegar de ser livre. Sem falar na sensação do vento no “rosto”, mesmo que seja por debaixo do capacete.

MobilidadeVocê pensa em visitar seu amigo que não vê faz tempo, mas pegar trânsito, procurar uma vaga para estacionar ou ter que enfrentar ônibus e metrô fazem você desistir da ideia? Mais um motivo pelo qual preferimos ir de moto. Subir na moto e sair rodando é indiscutivelmente mais rápido e, com certeza, menos estressante. Afinal, nada como a agilidade das duas rodas para escapar do trânsito. Sem ter de se preocupar muito onde estacionar…

EconomiaMotocicletas têm custo de manutenção mais baixo e ainda são capazes de lhe dar muitas alegrias ao lado da bomba de combustível comparadas aos outros meios de transporte. Mesmo que você não tenha nascido em uma família de motociclistas para incentivá-lo nessa escolha, seu bolso certamente agradecerá. Ainda há seguro obrigatório, IPVA e licenciamento que irão acompanhá-lo pela vida toda, fazer o quê? De carro, também seria necessário pagar esses tributos anuais.

SocializarA motocicleta é um importante instrumento de socialização. A principal prova disso é a quantidade de moto clubes existente. São grupos de motociclistas que se reúnem para pegar a estrada e rodar juntos. É um momento de curtir a paisagem, tirar ótimas fotos e colecionar boas histórias com pessoas que, por mais diferentes que sejam, partilham a mesma paixão que você: a motocicleta.

HobbyO motociclismo também é um hobby relativamente mais em conta se compararmos a outros parecidos, como náutica e automobilismo. Na ponta do lápis, uma motocicleta topo de linha com equipamento especializado sai bem mais barata que os gastos para se manter um carro esportivo ou uma lancha, por exemplo. Além disso, já foi comprovado que quem tem um hobby é mais feliz.

EsporteSe o assunto é esportividade, há várias formas de uma moto acabar sendo a escolha mais óbvia. Em duas rodas, é possível aproveitar toda a adrenalina de uma superesportiva andando próximo aos 300 km/h dentro de um autódromo, algo que, de carro, não é tão simples – ou barato. Ou, então, sentir a terra – literalmente – ao curtir os saltos de uma pista de motocross ou simplesmente fazer uma trilha no final de semana com os amigos.

PersonalidadeQuem tem moto tem personalidade. E tem sido assim desde que ela foi inventada. Mesmo a loucura das grandes cidades martelando na cabeça de todo mundo que moto significa – unicamente – perigo, ter uma motocicleta na garagem continua sendo sinônimo de renúncia aos padrões. Ninguém aqui está falando em ir contra a lei, mas, sim, em ir contra o senso comum, que coloca quem tem carro em um degrau acima dos outros, como se os seres humanos tivessem evoluído apenas para ficar atrás de um volante.

EstiloNenhum outro veículo diz tanto sobre quem você é como uma motocicleta. E não é só uma questão de cor. Dentro de uma mesma faixa de preço, é possível encontrar motos naked, esportivas, custom e trails. A preferência por um determinado estilo diz muito sobre o perfil e os hábitos de um motociclista, uma vez que ele não está tão preso à questão do valor e ao estigma do “foi que eu consegui comprar com meu dinheiro.”

ViajarPara quem leva a vida sobre duas rodas, um dos maiores prazeres é poder viajar de moto. Poderíamos ficar horas para poder explicar o que cada um sente, mas o maior consenso é a forma como você vê o caminho. Em uma viagem de carro ou ônibus – por mais prazerosa que seja – você sempre verá a paisagem pela janela, enquanto a moto lhe oferece a chance de fazer parte dela, sem um vidro que os separa.

MototerapiaPilotar uma moto é um dos momentos mais intimistas que uma pessoa pode ter. Sem a interferência de música ou outros barulhos – fora o ronco do motor e o vento, claro – o capacete se torna um ótimo lugar para fazê-lo não pensar em outra coisa a não ser o caminho que você está seguindo e colocar as ideias em ordem. Assim, não é raro ouvir de um motociclista que andar de moto é uma terapia, o que, inclusive, já foi tema de comercial de montadora. (por Arthur Caldeira)

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Nova Kawasaki Z 400, versão naked da ‘Ninjinha’, chega por R$ 22.990 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/24/nova-kawasaki-z-400-versao-naked-da-ninjinha-chega-por-r-22-990/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/24/nova-kawasaki-z-400-versao-naked-da-ninjinha-chega-por-r-22-990/#respond Wed, 24 Jul 2019 19:10:15 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18879 Mais leve e potente, nova geração tem novidades no motor, chassi e design

A Kawasaki anunciou hoje a chegada da Z 400 ao Brasil. O nova geração da naked usa o motor de dois cilindros e 399 cc que equipa a sua “irmã” esportiva Ninja 400, mas não tem carenagem. A Z 400 chega ao Brasil em meados de agosto com preço sugerido de R$ 22.990. O modelo tem como atrativo a facilidade de pilotagem, design imponente e peso reduzido.

A nova moto da Kawasaki mostra que o fabricante está um passo a frente das concorrentes no segmento das compactas premium. No Brasil, a Z400 terá a concorrência da Yamaha MT-03 que usa motor de dois cilindros, porém com 42 cv e a KTM 390 que tem 44 cv potência, mas é equipada com um monocilíndrico.Apesar do motor maior, a Z 400 pesa 167 kg, 3 kg a menos do que sua antecessora, a Z 300

O motor de dois cilindros paralelos da Z 400 tem 399 cm³ e atinge a potência máxima de 48 cavalos. Porém o grande atrativo é o torque próximo de 4 kgf.m. Tal característica facilita a pilotagem, pois não exige muita aceleração nas arrancadas ou ultrapassagens. Outra novidade herdada da Ninja 400, que tem câmbio de seis marchas, é a embreagem deslizante que evita derrapagens em caso de reduções fortes ou engates errados de marchas.

Ciclística e PesoZ 400 será vendida em duas opções de cores: verde e vermelha e preta

O quadro de aço em treliça remete ao desenho da superesportiva H2 e usa o motor como elemento estrutural. O entre-eixos curto (1.369 mm) e o centro de gravidade baixo facilitam a pilotagem em velocidades reduzidas e as mudanças de direção em meio ao trânsito travado.

A suspensão usa garfo telescópico na dianteira (curso de 120 mm) e monoamortecedor na traseira com cinco regulagens e 130 mm de curso. O conjunto de freios tem disco dianteiro de 310 mm e 210 mm na traseira com sistema ABS de série.Painel da nova Z 400 segue desenho de modelos maiores, como a Z 650

As rodas de liga ganharam novos desenhos e têm 17 polegadas de diâmetro. Elas usam pneus 110/70, na dianteira, e 150/60, na traseira. Segundo a Kawasaki, o design mais afilado da Z400, suas novas rodas e até o conjunto de escape mais “enxuto” foram capazes de manter o peso de 167 kg. “Baixo considerando o porte da moto”, informa a empresa em seu comunicado à imprensa.

Na busca por uma posição confortável de pilotagem o fabricante instalou um guidão largo, pedaleiras não tão recuadas e assento a somente 78 cm do solo. Assento da Z 400 fica a apenas 78 cm do solo

O enorme painel tem design inovador e de fácil leitura ao misturar mostradores analógicos e digitais. O mostrador destaca a marcha engatada e ainda avisa se o piloto está sendo econômico em sua tocada, o tal aviso “ECO”.

A julgar pelos dados técnicos da Kawasaki Z400 ela tem tudo para fazer o mesmo sucesso experimentado pela sua “irmã menor”, a Z 300. Ela vendeu mais do que a Ninja 300 no Brasil. Sua principal concorrente será a Yamaha MT-03, a mais vendida do segmento, mas que tem motor menor, menos potência e preço um pouco inferior, R$ 22.290. Mas como sabemos “cilindrada” e potência são fortes apelos de venda junto aos motociclistas brasileiros. (Cicero Lima e Arthur Caldeira)

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Cinco dicas sobre o óleo lubrificante da sua moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/cinco-dicas-sobre-o-oleo-lubrificante-da-sua-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/22/cinco-dicas-sobre-o-oleo-lubrificante-da-sua-moto/#respond Mon, 22 Jul 2019 10:00:07 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18854 Aprenda qual óleo usar, quando trocar e o que fazer para evitar prejuízos

O óleo lubrificante é fundamental para a “saúde” do motor da sua moto. Ele tem a função de diminuir o desgaste das peças e também auxilia na refrigeração do motor. O lubrificante cria uma camada que diminui o atrito entre componentes como as engrenagens, pistões, anéis e mancais, por exemplo.

Por ser fundamental para a durabilidade do motor, os fabricantes dedicam um capítulo especial no Manual do Proprietário informando os cuidados e prazos de troca de óleo. Apesar disso, muitos proprietários não se preocupam e podem ser surpreendidos com sérios problemas no motor da moto. Veja como evita prejuízos:

Qual tipo de óleo usarIdeal é usar óleo recomendado pelo fabricante ou com as mesmas especificações

Fique atento às especificações do lubrificante indicada pelo fabricante da sua moto. A especificação determina a viscosidade e outras características do produto que são adequadas às necessidades do motor. A Honda CG 160, por exemplo, usa produto com especificação 10W-30. Não misture marcas e produtos com especificações diferentes e NUNCA use óleo de automóveis em motocicletas.

De olho no nívelVerifique o nível do óleo semanalmente

A verificação do nível do óleo deve ser feita com o motor aquecido e com a moto na posição vertical – para se certificar sobre como fazer a medição, consulte o manual do proprietário da sua motocicleta. Limpe a vareta medidora e a encaixe no bocal (sem rosquear). O nível do óleo deve estar entre as duas marcas. Ao completar o lubrificante não ultrapasse o limite máximo, pois o excesso de óleo também prejudica o bom funcionamento do motor.

Quando trocarTroque o óleo no intervalo recomendado no Manual do Proprietário

Dependendo da marca e do modelo da moto, a troca pode ser obrigatória a cada 3.000 km ou até 10.000 km rodados. Mas, fique atento, pois óleo também tem data de validade, que costuma ser de seis meses. Ou seja, mesmo que você não tenha atingido a quilometragem máxima, é preciso substituir o lubrificante, caso o prazo de validade tenha vencido. As informações sobre os intervalos de troca de ólee para cada modelo estão no Manual do Proprietário.

Mas é importante ressaltar que o motociclista deve estar atento ao nível do óleo e completar se necessário, porém sempre com o produto da mesma marca e especificações. Infelizmente, muita gente esquece de verificar o nível de óleo periodicamente. Outro erro comum é achar que só é necessário se preocupar com o lubrificante quando a moto atingir a quilometragem recomendada no Manual.

Trocar com 1.000 km é bobagem?Uso severo ou gasolina ruim exigem troca de óleo em intervalo menor

Um hábito difundido pelos motociclistas profissionais e mecânicos é a necessidade da troca do lubrificante aos 1.000 km rodados. “Infelizmente, a péssima qualidade da nossa gasolina, pode contaminar o óleo o que pode ocasionar carbonização e outros problemas no moto”, relata o mecânico Renato Resende, da oficina Bike Trail, de Atibaia (SP). Segundo ele, a troca dentro do prazo estipulado pelo fabricante depende de um proprietário “extremamente cuidadoso com o nível do óleo e que só use combustível de ótima qualidade”. Por conta desses riscos, muitos clientes preferem trocar o óleo a cada 1.000 km e nem se preocupam em verificar ou completar o lubrificante, informa o profissional.

FiltroNão se esqueça de substituir o filtro de óleo periodicamente

Além de acompanhar o nível e o prazo de troca do lubrificante, é fundamental manter os filtros limpos ou substituí-los no prazo informado pelo fabricante. No caso da CG 160, o filtro é do tipo centrifugo que deve ser limpo a cada 12.000 km. Já as motos que usam filtros de óleo, como a Yamaha Fazer 250, a troca do filtro deve ser feita a cada 10.000 km. (Por Cicero Lima)

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Qual é a moto que Tom Cruise pilota em ‘Top Gun 2’ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/qual-e-a-moto-que-tom-cruise-pilota-em-top-gun-2/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/07/21/qual-e-a-moto-que-tom-cruise-pilota-em-top-gun-2/#respond Sun, 21 Jul 2019 10:00:21 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18850


Na última quinta-feira, foi divulgado o trailer de “Top Gun: Maverick”, sequência do clássico filme de 1986 com o astro Tom Cruise. Além das belas cenas de jatos de aviões caças dando rasantes e executando manobras incríveis, chama a atenção – dos motociclistas e amantes da velocidade – a cena em que o protagonista Maverick, vivido por Tom Cruise novamente, acelera uma moto superesportiva em uma pista de decolagem. Sem capacete, como no primeiro filme, o ator recria o take clássico em que ele próprio, mas há 30 anos, acelerava a primeira moto a receber o famoso “sobrenome” Ninja.No primeiro trailer de “Top Gun: Maverick”, Tom Cruise recria a cena do filme original, mas agora com uma Ninja H2

No primeiro Top Gun, o personagem guia uma Kawasaki GPZ 900, lançada em 1985 e considerada a primeira Ninja da linhagem de motos esportivas.

Agora em “Top Gun 2”, Maverick guia uma Ninja de novo, mas o novo modelo H2 – simplesmente a moto de rua mais potente do mundo.Em “Top Gun – Ases Indomáveis”, o ator pilotou uma GPZ 900R, a primeira Ninja da história

A primeira Ninja tinha motor  de quatro cilindros e 113 cv de potência máxima. A nova H2 tem motor de quatro cilindros também, mas com 243 cv de potência em função do supercharger que fornece mais ar ao motor e “bomba” seu desempenho.Kawasaki GPZ 900R: motor de quatro cilindros, 90occ e 113 cv

Algumas curiosidades sobre a primeira Ninja, escolhida pelo ator, fã confesso de motos e adrenalina, para ser sua moto em “Top Gun – Ases Indomáveis”. Conta-se que foi o diretor de marketing da Kawasaki nos EUA, Mike Vaughan, quem teve a ideia de inscrever “Ninja” na carenagem da esportiva, inspirado na série de TV nipoamericana Shogun.

Outro fato curioso é que o sucesso da GPZ 900 foi tanto em seu lançamento, que a Kawasaki não cedeu a moto à produção do primeiro filme. Mesmo assim, Tom Cruise insistiu e duas unidades foram compradas para as filmagens. Kawasaki Ninja H2: motor de quatro cilindros, 1.000 cc e 243 cv

Não há detalhes sobre a H2 utilizadas em Top Gun 2, mas ela mostra como as esportivas e o personagem Maverick envelheceram bem. Mesmo mais potente, uma esportiva hoje é ainda mais segura. Mas, assim como o personagem, mais experiente 30 anos depois, continua oferecendo emoção em alta velocidade, como mostram as cenas do trailer.Maverick, vivido por Cruise, envelheceu, mas não perdeu a paixão por velocidade e adrenalina

“Top Gun: Maverick”, nome oficial do segundo filme, chega aos cinemas somente em julho de 2020. Mas a Ninja H2 pode ser adquirida, por encomenda, aqui no Brasil. O preço: módicos R$ 168.000 (por Arthur Caldeira)

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