Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Sun, 16 Jun 2019 21:48:16 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Veja 15 motos que marcam história de 50 anos das Honda de 4 cilindros http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/16/veja-15-motos-que-marcam-historia-de-50-anos-das-honda-de-4-cilindros/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/16/veja-15-motos-que-marcam-historia-de-50-anos-das-honda-de-4-cilindros/#respond Sun, 16 Jun 2019 10:00:47 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18629 Pioneira: Honda CB 750 Four de 1969 deu origem à linha que marcou uma geração de motociclistas

Motor de quatro cilindros é igual àquela música preferida da adolescência: não importa quanto tempo você fique sem escutar, quando toca é impossível não se emocionar. Além de ter aquela vibração metálica, o escape trabalhando forte, a estabilidade na hora da curva…

Há 50 anos a Honda lançava sua primeira moto com essa arquitetura de motor. Foi em 1969 que a CB750 chegou ao mercado e mudou a história das motocicletas para sempre. Desde então, os modelos de quatro cilindros da Honda – e de outras marcas – continuam fazendo música. Uma música tão inesquecível quanto aquela da adolescência.

Por isso e para contar melhor essa história demeio século, escolhemos os 15 principais modelos da linha CB; confira

Honda CB750 – 1969
A famosa “sete galo” debutou no salão de Tóquio, de 1968. Mas começou a ser vendida efetivamente em 1969, no mercado Europeu. O motor de quatro cilindros em linha de 736 cc levava quatro carburadores e fazia a moto atingir 192 km/h de velocidade máxima. A transmissão era de cinco marchas. Entre as grandes novidades, além do design arrojado e cores chamativos, o freio a disco na dianteira e a partida elétrica.

Honda CB500F – 1971
Primeira moto com motor de 500 cc da Honda com fabricação japonesa, essa quatro cilindros seguiu caminhos diferentes com relação à Sete Galo. Mais leve e menor, a moto fez sucesso pelo mundo e ficou marcada por rivalizar diretamente com as Triumph Bonneville na década de 1970.

Honda CB350F – 1972A moto preferida de Soichiro Honda foi a primeira 350 cc a ser equipada com um motor de quatro cilindros em linha. Com 347 cc, sua produção no Japão durou pouco: de 1972 a 1974. Na época, ela ficou conhecida por ser a menor moto com essa disposição de motor e cilindros à venda no mundo.

Honda CB400F – 1975
Possivelmente uma das motos de quatro cilindros mais bem acertadas fabricadas pela Honda, antes dos anos 1980, a CB400F era uma espécie de evolução da 350. O ronco do motor e a facilidade de pilotagem foram suas marcas registradas. No Brasil, a moto que tinha muito das cafe racers inglesas, foi importada entre 1975 e 1977. Também foi a primeira moto da marca japonesa a ter transmissão de seis marchas.

Honda CB750A – 1976
A moto era a mesma coisa da Sete Galo, com exceção de um pequeno detalhe: câmbio automático. A CB750A foi a primeira moto Honda a contar com essa tecnologia. Ela também era vendida sem carenagens.

Honda CB900F – 1979
Com uma entrega de 95 cv a 9.000 rpm, a CB900F foi um marco na história dos quatro cilindros pelo tamanho do motor e por ser a primeira CB com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC). Nessa época a Honda queria mostrar que era capaz de criar modelos de motos grandes, e seus quatro cilindros de 901 cc foram uma prova dessa capacidade. Há relatos de testes em que a CB900F bateu os 210 km/h.

Honda CB 750F – 1986
Primeira motocicleta de quatro cilindros em linha produzida pela Honda no Brasil, a CBX 750F era o sonho de consumo dos motociclistas na segunda metade na década de 1980. O motor tinha exatos 747 cm³ de capacidade, refrigeração a ar e 16 válvulas, com duplo comando no cabeçote (DOHC). Na versão brasileira, oferecia 82 cavalos de potência máxima a 9.500 rpm.

Honda CB750 – 1992
A versão noventista da clássica Sete Galo chegou às lojas com motor refrigerado a água. Com guidão alto e largo e design mais rechonchudo, a moto não fez o mesmo sucesso no mercado como a irmã mais velha. Com 215 kg e 742 cc, ela entregava um rodar bem acertado e linear, mas não emocionava.

Honda Hornet – 1996
Poucos sabem, mas o primeiro modelo Honda a levar o nome Hornet foi construído sobre o motor de quatro cilindros de uma CBR 250. A Hornet “pioneira” de 250cc não ficou tão famosa por se tratar de um modelo exclusivo para o Japão. Mas deu origem a uma linhagem que tem fãs até hoje.

Honda CB 1300 – 1998
Às vezes é possível encontrar um ou outro modelo dessa moto que foi importada para o Brasil e possui o maior motor da linha CB, originalmente usado da Honda X-4. Seu desenho imponente deixava à vista os quatro cilindros do motor de 1.298 cc que foi sucesso absoluto durante o Salão de Tóquio, no Japão, no mesmo ano de lançamento.

Honda CB600F Hornet – 1998
A Hornet chegou ao Brasil em 2004, mas foi vendida no mundo por 15 anos se tornando um dos maiores sucessos da Honda. Entre suas principais características estão o motor de 102 cv e uma ciclística leve, capaz de mudanças de direção rápidas e pilotagem fácil.

Honda CB1300S – 2005
Apesar de parecer muito com a moto de 1998, essa geração da CB1300S foi marcada pela chegada da injeção eletrônica nos modelos de quatro cilindros da Honda, levando as CB a um patamar mais moderno. Outro ponto importante foi a adoção dos freios ABS. Muito bem-vindos, aliás, em uma moto que ostentava 100 cv a 7.000 rpm.

Honda CB1100 – 2013
O farol grande e redondo, assim como o tanque arredondado, que traz a asa da Honda como único detalhe, e tampas laterais na cor prata compõe o estilo Anos 70. Mas o que chama atenção mesmo é o belo motor com duplo comando de válvulas no cabeçote e refrigeração a ar – lindo de se ver e ouvir. Com 1140 cm³ produzia cerca de 90 cv de potência máxima a 7.500 rpm.

Honda CB1000R – 2018
O salto de quase uma década sem grandes lançamentos na linha das CB valeu a pena. Ano passado a Honda mostrou a nova CB1000R construída com base no conceito ‘Neo Sports Cafe’, que remete às motocicletas de corrida dos anos 1970. Além de um visual arrebatador, a nova naked conta com muita tecnologia, opções de condução para o motor de 998,3 cc de pomposos 125 cv.

Honda CB650R – 2019
A irmã menor da CB1000R acaba de ser lançada fora do Brasil e, tal como outros modelos da linha CB, preza por um tipo de condução rápida e ágil. Seu entre-eixos curto (1.450 mm) é prova disso. E o motor tetracilíndrico de 649 cc e 94 cv promete inspirar os consumidores brasileiros, quando ela chegar ao País, o que deve acontecer no Salão Duas Rodas 2019. (Por Ícaro Bedani)

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Aventureira, Kawasaki Versys 1000 tem tecnologia de esportiva por R$ 55.490 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/15/kawasaki-versys-1000-chega-com-design-novo-e-mais-tecnologia-por-r-55-490/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/15/kawasaki-versys-1000-chega-com-design-novo-e-mais-tecnologia-por-r-55-490/#respond Sat, 15 Jun 2019 10:00:40 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18624 Modelo chega em julho nas versões Standard (R$ 55.490) e Grand Tourer (R$ 66.990)

A nova geração da Kawasaki Versys 1000 chega às lojas da marca no Brasil em meados de julho com design renovado e mais tecnologia embarcada. A aventureira esportiva de quatro cilindros em linha será vendida em duas versões: Standard, com preço sugerido de R$ 55.490; e Grand Tour, por R$ 66.990. Ambas se diferenciam pelos equipamentos de série e nível de controles eletrônicos.Versão de entrada, a Standard, é vendida apenas na cor laranja

Visualmente, a Versys 1000 ganhou linhas mais angulosas, que reforçam a esportividade do modelo aventureiro. A carenagem frontal, que traz um para-brisa mais alto e com ajustes ao alcance da mão, lembra a roupagem dos modelos da família Ninja. O conjunto óptico duplo foi redesenhado e agora conta com dois faróis de LED.Versys 1000 Grand Tourer já vem com malas laterais e topcase, além de luzes auxiliares

Uma grande novidade, exclusiva da versão Gran Tourer, são os faróis direcionais, também de LED, localizados na carenagem lateral e que acendem conforme a moto se inclina nas curvas. A versão top de linha também vem de fábrica com malas laterais rígidas e top case.

Motor mais modernoPropulsor de quatro cilindros tem 1.043 cm³ de capacidade e produz 120 cv de potência

As atualizações e inovações da Versys 1000 começam pelo motor de quatro cilindros em linha de 1.043 cm³, que agora possui um sistema eletrônico de válvulas, piloto automático eletrônico (Electronic Cruise Control) e uma central inercial (IMU), que monitora os parâmetros do motor e do chassi ao longo da curva (desde a entrada, passando pela tangente até a saída), modulando a força de frenagem e a potência do motor.Versys 1000 GT tem faróis direcionais também de LED

Mas o desempenho não foi alterado. O tetracilíndrico ainda produz 120 cv de potência máxima a 9.000 rpm e 10,4 kgf.m de torque a 7.500 giros. Bons números para uma aventureira esportiva como a Versys 1000, mas abaixo das concorrentes, como a BMW S 1000 XR, que tem motor de quatro cilindros e 162 cv.

O câmbio de seis marchas conta com embreagem deslizante, e quick-shifter bidirecional de série, mas apenas na versão GT (Grand Tourer). A transmissão final é feita por corrente.

Eletrônica de superesportivaVersys 1000 tem sensor de medição inercial, normalmente usado em esportivas

Na parte eletrônica, a adoção da IMU é, sem dúvida, a principal novidade da Versys 1000. A unidade de medição inercial, normalmente adotada em motos superesportivas, permitiu que a Kawasaki instalasse tecnologia de última geração em sua aventureira esportiva.

Além de três modos de pilotagem, controle de tração e freios ABS, a marca japonesa adotou um sistema de gerenciamento de curvas, que atua sobre a aceleração, os freios e a suspensão (no caso da versão GT) permitindo ao piloto contornar curvas com mais segurança.Exclusivo da versão GT, aplicativo permite fazer ajustes na moto, guardar rotas e planejar manutenção

Outra exclusividade da versão topo de linha é o painel colorido de TFT, que permite conexão com smartphones por meio de Bluetooth. A marca disponibiliza um aplicativo – disponível para iOS e Android – no qual é possível obter informações da moto, fazer ajustes no motor e suspensões, antes mesmo de sair rodando. O app, chamado de “Rideology”, ainda grava a rota de uma viagem ou passeio por meio de um GPS.

MercadoMais completa e cara, Versys 1000 GT vem pronta para longas viagens

Com a proposta de ser uma moto para longas viagens, preferencialmente por asfalto ou, no máximo, uma estrada de terra batida, a Kawasaki Versys 1000 (R$ 55.490) vai enfrentar uma forte concorrência no segmento de aventureiras esportivas. Embora seja mais cara, a versão Grand Tourer (R$ 66.990) vem bastante completa para quem vai fazer uma longa viagem e, segundo a Kawasaki, deve ser o modelo preferido pelo cliente.

Além da já citada BMW S 1000 XR, que tem quatro cilindros também, mas custa R$ 72.900, a Versys 1000 GT tem como concorrentes a bicilíndrica Ducati Multistrada 1260 S, cotada a R$ 87.900, e a tricilíndrica Triumph Tiger Sport 1050, vendida por R$ 55.990. (Por Arthur Caldeira)

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Entenda o que significam as cores no trânsito http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/10/entenda-o-que-significam-as-cores-no-transito/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/10/entenda-o-que-significam-as-cores-no-transito/#respond Mon, 10 Jun 2019 10:00:28 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18595 As cores podem alertar sobre riscos, proibir manobras ou avisar sobre serviços disponíveis no trecho; entenda

A sinalização de trânsito é composta por placas (chamada de sinalização vertical), faixas no chão (sinalização horizontal) entre outras. A sinalização vertical é a mais comum e está presente em nossas ruas e estradas. É difícil passar por uma esquina que não tenha uma placa informando, alertando ou até impondo (ou proibindo) que você faça determinada manobra.

Além dos avisos por escrito (ou símbolos), as cores das placas servem de orientação enquanto você estiver pilotando, dirigindo ou mesmo caminhando. Entenda o significado das cinco cores mais importantes no trânsito.

Vermelha – é melhor obedecer
Essa é a cor mais importante, pois ela é usada nas placas impositivas que informam as condições, proibições ou restrições do uso das vias. Limites de velocidade, sentido obrigatório e parada obrigatória são mandatórios, ou seja, os motoristas ou motociclistas que os desobedecerem serão multados. Nesse grupo existem cerca de 60 placas.

Amarela – fica esperto
Presente em quase 70 placas, a cor amarela também exige atenção do piloto por informar situações potencialmente perigosas. Passagem de pedestres, área de desmoronamento ou vento lateral são algumas dessas indicações. Ao ver uma placa amarela é preciso ficar atento, pois as condições da pista ou a sua volta podem ser alteradas.

Laranja – tem gente trabalhando
Embora usadas em sua maioria nas estradas, as placas laranja – geralmente acompanhadas de cones, cavaletes ou tapumes – exigem cuidado. Eles determinam desvios, velocidade, sentido de fluxo e até limitam as dimensões (e peso) dos veículos no trecho. Para os motociclistas a presença dessas placas é ainda mais importante. Na maioria dos casos, nos trechos em obras, a pista costuma ficar escorregadia aumentando o risco de quedas.

Azul – O que você precisa
Esse grupo de placa informa os serviços que o usuário da estrada encontrará pela frente. Apoio mecânico, posto de abastecimento, praças de pedágio e até pronto socorro são informados. Para quem está viajando, as placas em azul são aliadas para saber a distância ao próximo posto de gasolina, por exemplo. Junto com as azuis, as placas verdes informam quanto falta para chegar a destinos importantes ou a cidades mais próximas.

Branca – Tem agito no caminho
As placas brancas estão ligadas a atrativos turísticos, esportes e recreação ou atividades ao ar livre. Praias, parques, cachoeiras ou, também, a proximidade de áreas de exposição, pavilhão de feiras ou convenções são sinalizados com placas brancas ou marrons. Vale lembrar que esse tipo de lugar costuma reunir muitas pessoas e gerar grande fluxo de veículos exigindo maior atenção do piloto ou motorista. (texto Cicero Lima)

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Venda de motos chega a 100 mil, e setor tem melhor maio desde 2015 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/09/venda-de-motos-chega-a-100-mil-e-setor-tem-melhor-maio-desde-2015/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/09/venda-de-motos-chega-a-100-mil-e-setor-tem-melhor-maio-desde-2015/#respond Sun, 09 Jun 2019 11:00:07 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18593 Neste ano, emplacamentos de motos novas cresceram 17,59% em comparação ao mesmo período do ano passado

Nos primeiros cinco meses de 2019, a venda de motos somou 450.219 unidades, crescimento de 17,59% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos do País. Em maio, foram emplacadas 98.018 motos, crescimento de 20,62% em relação ao mesmo mês em 2018 e o melhor resultado para o período desde 2015.

O cenário mostra o domínio da Honda com a venda total de 77.548 unidades, o que representa 79,12% do mercado. A Yamaha comercializou 13.841 motos o que representa 14,12% das vendas. A distribuição das vendas por região mostra a força de consumo da região Sudeste com 38,23%, seguido pelo Nordeste com 30,52%. As outras regiões dividem as vendas com números que oscilam na casa dos 10% e variam mês a mês.

Honda Elite já é segundo scooter mais vendidoNovo scooter da Honda teve 6.554 unidades emplacadas em 2019

Neste cenário de crescimento alguns modelos ganharam destaque. Um deles é o scooter Honda Elite 125 que assumiu a vice-liderança na categoria. O scooter de entrada da Honda atingiu 1.813 unidades vendidas em maio, acumulado de 6.554 desde janeiro. O resultado fez com que o Elite superasse o Yamaha NMax 160, escolhido por 1.416 consumidores no mês passado e com a venda acumulada em 2019 de 6.163 unidades. No segmento de scooter, a liderança pertence ao Honda PCX que vendeu 3.788 unidades e acumulou 12.556 emplacamentos desde o início deste ano. O PCX 150 já ocupa o quinto lugar de vendas (veja ranking das mais vendidas abaixo).

Entre os modelos street, destinados ao uso urbano, a liderança da Honda CG 160 se mantém inabalável. O modelo atingiu a incrível marca de 27.491 unidades em maio, com o total acumulado de 127.972 emplacamentos. Em segundo lugar, está a Honda CB Twister com 2.911 unidades vendidas e o acumulado de 14.678 emplacamentos.

Já no segmento de nakeds urbanas, a Yamaha mantém o domínio com a MT-03. O modelo foi o escolhido por 605 motociclistas no mês de maio e o acumulado de janeiro a maio chega a 3.205 unidades. Em um distante segundo lugar está a Honda CB 500F com venda de 385 motos e apenas 1.539 unidades vendidas neste ano.

No concorrido segmento bigtrail, a Triumph continua “dando as cartas” com a Tiger 800. O modelo de três cilindros vendeu 419 unidades no mês passado (com 1.225 vendidas no ano), enquanto a BMW R 1200 GS emplacou somente 243 unidades e têm a venda acumulada de 1.084 motos. Mas vale ressaltar que o modelo está em “entre-safra”, ou seja, em breve deve chegar a versão de 1250 cc por aqui.

RankingCG mantém liderança com 127.972 unidades vendidas neste ano

O ranking dos modelos mais vendidos não trouxe muitas novidades. A Honda CG 160 lidera com folga, seguida por Biz e Bros 160. A Yamaha aparece apenas na sétima colocação com a XTZ 150 Crosser, que perdeu a sexta posição para o scooter PCX 150. Confira o ranking das mais vendidas com os resultados acumulados nos primeiros cinco meses de 2019. (texto Cicero Lima)

10 motos mais vendidas entre Jan – Mai/2019
Honda CG 160 127.972
Honda Biz 67.300
Honda NXR 160 Bros 49.615
Honda Pop 110i 43.443
Honda CB 250F Twister 14.678
Honda PCX 150 12.556
Yamaha XTZ 150 Crosser 10.321
Yamaha Fazer 250 9.845
Yamaha Factor YBR 150 9.242
10ª Honda XRE 300 9.215

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Ewan McGregor pilota V85 TT, nova bigtrail da Moto Guzzi http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/08/ewan-mcgregor-pilota-v85tt-nova-bigtrail-da-moto-guzzi/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/08/ewan-mcgregor-pilota-v85tt-nova-bigtrail-da-moto-guzzi/#respond Sat, 08 Jun 2019 10:00:29 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18589 McGregor foi fotografado com nova moto aventureira da marca italiana na Sardenha

Além de uma bem-sucedida carreira de ator, em filmes como “Trainspotting”, “Star Wars” e “Moulin Rouge”, entre outros, o escocês Ewan McGregor é motociclista aventureiro e ficou famoso no segmento de duas rodas com a série “Long Way Round”, em que viajava com o amigo Charles Boorman pelo mundo com duas BMW GS.

Agora, McGregor reaparece ao guidão de uma bigtrail, mas deste vez ao comando da nova Moto Guzzi V85TT. O ator é assumidamente um fã da marca e estreou, em 2013, a campanha do modelo California 1400, na Austrália. Desta vez, as fotos foram tiradas na Itália, no sul da Sardenha, para o lançamento da V85TT.Escocês é motociclista aventureiro e ganhou fama com a série “Long Way Round”, na qual viajava com uma BMW R 1150 GS

E mesmo sem um ator hollywoodiano à bordo, a Nova Moto Guzzi V85TT é encantadora de todas as formas. Seu design pouco tradicional, com tanque bem recortado e dianteira alta e agressiva são os cartões de visita da moto.V85 TT tem rodas raiadas aro 19 na frente e 17 atrás

Mas o marcante mesmo é seu motor de dois cilindros em V de 853 cm³, montado transversalmente, uma característica da marca. Capaz de produzir 80 cv de potência máxima e 80 Nm de torque, usa alumínio e titânio em sua construção. Recém-lançada na Europa, a V85 TT, como uma moderna bigtrail, também conta com três modos de condução (Off-Road, Rain e Road) e cruise control com acesso na manopla. A transmissão final é feita por eixo-cardã. Motor V2 de 853 cm³ tem 80 cv de potência; transmissão final é feita por eixo-cardã

Na parte ciclística, destaque para as suspensões de longo curso, com garfo telescópico invertido, na dianteira, e um monoamortecedor, na traseira, fixado no lado esquerdo do quadro em treliça. As rodas, raiadas, são aro 19, na frente, e 17, atrás. A bigtrail italiana vem com protetores de mão e de motor de série. A nova Moto Guzzi V85 TT é o mais recente lançamento da fábrica de Mandello del Lario, que pertence ao Grupo Piaggio. Como a empresa não tem representação oficial no Brasil, dificilmente o modelo será vendido por aqui. (Por Arthur Caldeira e Ícaro Bedani / fotos DivulgaçãoNova bigtrail da Moto Guzzi tem três modos de pilotagem, controle de tração e freios ABS

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Avaliação: nova Dafra Apache quer ser meio termo entre motos de 150 e 250cc http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/03/avaliacao-nova-dafra-apache-quer-ser-meio-termo-entre-motos-de-150-e-250cc/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/03/avaliacao-nova-dafra-apache-quer-ser-meio-termo-entre-motos-de-150-e-250cc/#respond Mon, 03 Jun 2019 10:00:40 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18563 Modelo tem motor de 200 cc e freio a disco nas duas rodas por R$ 12.490

Com o objetivo de atuar em nichos pouco explorados por outras marcas, a Dafra agora aposta suas fichas na nova Apache RTR 200. A nova street oferece equipamentos e desempenho que a posicionam entre os modelos de 150 e 250 cc, até no preço: R$ 12.490, com frete já incluso.Produzida pela indiana TVS e montada pela Dafra, nova Apache tem bom acabamento

A nova Apache RTR 200 ainda é produzida pela indiana TVS e montada pela Dafra em Manaus (AM), mas evoluiu bastante em relação ao modelo de 150cc que foi vendido por aqui entre 2010 e 2014. A começar pelo bom nível de acabamento, com peças plásticas bem encaixadas e um design mais atual. As linhas são angulosas e a pintura fosca da cor vermelha é caprichada.Painel digital é completo: tem até indicador de marcha engatada e shift-light

O painel agora é totalmente digital. Bem completo, tem conta-giros, velocímetro, relógio, indicador de marcha, marcador de combustível e dois hodômetros. Além de um shift-light, que indica quando você “esticou” demais a marcha, e um curioso registro da velocidade máxima atingida, que pisca no painel quando você para no semáforo. Curiosidades à parte é de fácil leitura e visualização.

Motor de quatro válvulasPotência máxima de 21 cv, torque de 1,85 kgf.m e câmbio de cinco marchas

O motor complementa a atualização no visual. Além de maior capacidade, 197,75 cm³, tem comando simples, quatro válvulas por cilindro e arrefecimento a ar. Produz bons 21,02 cv de potência máxima a 8.500 rpm e 1,85 kgf.m a 6.500 giros.

Na prática, o desempenho surpreende. A Apache acelera bem na saída de semáforo e o tem bom torque para rodar na cidade sem ter que usar muito o câmbio de cinco marchas. Destaque para a embreagem deslizante, que faz com que o acionamento do manete seja macio e evita que a roda trave em reduções mais bruscas.Desempenho da nova Apache surpreende e agrada no uso urbano

O motor cresce de giros rapidamente e não é tão ruidoso. Vibra um pouco acima 7.000 giros, mas nem é preciso girar tanto. Já a partir de 4.000 rom, já tem “força” suficiente para encarar uma subida sem redução de marcha. Na estrada, mantém 110 km/h sem dificuldade.Tanque tem capacidade para 12 litros; consumo foi de 33,2 km/litro na cidade

O que resultou em um consumo razoável para uma 200 cc: fiz 33,2 km/litro no trânsito urbano. Com tanque de 12 litros, a autonomia deve ficar acima de 350 km.

‘Pegada’ esportivaAlém do design, Apache tem pedaleiras esportivas, mas posição de pilotagem é confortável

A pequena bolha sobre o farol, os semiguidões fixados acima da mesa e o banco bipartido conferem um ar esportivo à Apache 200. A moto indiana até lembra um pouco a Yamaha Fazer 250 ABS, modelo desenvolvido para os mercados de Brasil e Índia.

A inspiração esportiva também aparece na posição de pilotagem. As pedaleiras são recuadas, o que obriga o piloto a flexionar bem as pernas. As costas, porém, não ficam tão curvadas e a ergonomia é mais confortável do que aparenta ser. Pelo menos no uso urbano.Linhas angulosas e bolha sobre o farol conferem ar esportivo à nova Apache

O conjunto de suspensões também foi atualizado. Na dianteira, garfo telescópico convencional com 117 mm de curso e, na traseira, agora há um monoamortecedor com 105 mm de curso. O sistema não traz ajustes. A dianteira absorve bem as imperfeições do piso, mas a traseira é um pouco rígida e tem curso pequeno, o que faz o piloto sair do banco em buracos e valetas.

Vale também mencionar os freios, agora a disco em ambas as rodas e com sistema combinado de acionamento hidráulico (FH-CBS), que aciona o freio dianteiro ao pisar no pedal traseiro, mas apenas em situações mais extremas, ou seja, quando você ‘afundar’ o pé. Na maioria das situações, o sistema funcionou bem e parou com eficiência os 139 kg (a seco) da Apache.Freio a disco nas duas rodas tem sistema combinado (CBS)

Rodas de liga-leve, aro 17, calçadas com pneus Pirelli Sport Demon sem câmera nas medidas 90/90-17, na frente, e 130/70-17, atrás, completam a parte ciclística.

Alternativa interessanteDesign é mais sofisticado do que as motos de 150, mas desempenho e preço são inferiores

Com design mais sofisticado que as motos de 150 e 160cc, mas desempenho e preço inferiores às 250cc, a nova Dafra Apache RTR 200 surge como uma alternativa interessante para quem busca uma moto street para usar no dia-a-dia e, por ventura, até pegar a estradas nos finais de semana.Nova suspensão traseira monoamortecida tem pouco curso (105 mm) e é um pouco ‘dura’

Seus 21 cv a fazem render quase como a Yamaha Fazer 250 (preço de R$ 15.790 sem frete) que, porém, tem mais torque, menos peso e freios ABS. E seu visual chama muito mais a atenção do que modelos street como a Honda CG 160 Fan (R$ 9.625 sem frete). Isso sem citar que o modelo não é tão visado para roubo como suas concorrentes mais famosas.

O preço também é competitivo: R$ 12.490, já com frete incluso. A Dafra ainda oferece financiamento e consórcio de 72 meses para quem estiver interessado em adquirir o modelo. A Apache RTR 200 já está nas lojas nas cores vermelha fosca (como a unidade avaliada) e preta metálica. (texto: Arthur Caldeira / fotos: Mario Villaescusa)

Dafra Apache RTR 200
Motor Um cilindro, SOHC, 4 válvulas e arrefecimento a ar
Capacidade cúbica 197,75 cm³
Potência máxima 21,02 cv a 8.500 rpm
Torque máximo 1,85 kgf.m a 6.500 rpm
Alimentação Injeção eletrônica
Câmbio Cinco marchas
Embreagem deslizante
Transmissão final corrente
Partida Elétrica
Suspensão dianteira Garfo telescópico convencional com 117 mm de curso
Suspensão traseira Balança monoamortecida com 105 mm de curso
Freio dianteiro Disco de 270 mm de diâmetro com sistema CBS
Freio traseiro Disco de 240 mm de diâmetro com sistema CBS
Pneus 90/90-17 (diant.)/ 130/70-17 (tras.)
Comprimento 2.050 mm
Largura 790 mm
Altura 1.105 mm
Distância entre-eixos 1.353 mm
Distância do solo 180 mm
Altura do assento 800 mm
Peso a seco 139 kg
Tanque de combustível 12 litros
Cores Vermelha fosca e preta metálica
Preço R$ 12.490 (frete incluso)

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Conheça cinco motos com motores maiores que os do seu carro http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/01/conheca-cinco-motos-com-motores-maiores-que-os-do-seu-carro/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/06/01/conheca-cinco-motos-com-motores-maiores-que-os-do-seu-carro/#respond Sat, 01 Jun 2019 11:00:54 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18559 Lista traz as motos em série com os maiores motores do mundo; confira

Com o lançamento da limitadíssima Triumph Rocket 3 TFC, uma curiosidade pairou sobre a redação da Infomoto: quais motos atualmente produzidas em série possuem os maiores motores? Resolvemos, então, listar os cinco modelos com os propulsores mais absurdos à venda no Brasil e no mundo. Obviamente, todas são motocicletas feitas para longas viagens, cheias de tecnologia e donas de cifras assustadoras. Confira:

BMW K 1600 Bagger – 1.649 cm³
Viajar ao guidão de uma BMW Série K com certeza é uma das melhores lembranças da vida. Confortáveis ao extremo, fáceis de conduzir, extremamente ágeis, levando-se em consideração seu peso, e boas de curva, essas estradeiras são a prova de que os alemães sempre acertam na engenharia e na distribuição de massa de suas motos. A K 1600 Bagger e seu motor de seis cilindros em linha de 1.649 cc são a prova máxima disso, com seus ótimos 160 cv e 17,8 mkgf de torque. Fora a possibilidade de ter uma viagem rápida, os itens de série (que não caberiam nesse espaço) tornam essa BMW uma poltrona de primeira classe a partir de R$ 150.000. Entre eles: suspensão eletrônica, controle de tração, piloto automático, bancos e manetes aquecidos, central multimídia, três modos de pilotagem etc.

Indian Roadmaster Elite – 1.811 cm³
A Indian esteve no Brasil por quase dois anos e meio, em uma passagem rápida, mas substanciosa para os fãs das motos custom americanas. Apesar de não ter conseguido um espaço no concorrido mercado nacional, as Indian chamaram a atenção com seu design clássico e motores pomposos. A Roadmaster foi prova disso e trouxe luxo e conforto ao segmento das cruisers, além de um motor V2 que esbanja 1.811 cm³ de capacidade e 16,4 kgf.m de torque (a marca não revela potência de suas motos) que fazia dela uma deliciosa opção para viagens longas – em asfaltos lisos, de preferência.

Honda GL 1800 Gold Wing Tour – 1.833 cm³
A versão 2019 da Honda Gold Wing deixa em dúvida se a moto é, de fato, uma moto, ou um Accord (sedã de luxo da marca japonesa) sobre duas rodas, com design arrojado e linhas que são impossíveis de não serem notadas. Com uma infinidade de recursos eletrônicos como ajustes de suspensão, piloto automático, além de airbag e sistema de som, a Gold Wing é uma das motos com maior motor à venda no Brasil. Seu propulsor boxer de seis cilindros contrapostos de 1.833 cc (a versão anterior tinha 1.832) geram 126 cv e 17,3 mkgf de torque – desempenho bem aproveitado pelo câmbio DCT de sete marchas. O motor pode ser ajustado em quatro modos de pilotagem, há acelerador eletrônico, assistente de partida em ladeiras e Start&Stop. Tudo por módicos R$ 156.550.

Harley-Davidson Ultra Limited CVO – 1.923 cm³
Talvez a estradeira mais conhecida do mundo, a HD Ultra Limited CVO faz jus ao nome, já que sua exclusividade parte do preço: R$ 172.900, que inclui customização de fábrica, pintura exclusiva e o pomposo motor Milwaukee-Eight de 117 polegadas cúbicas. O propulsor traz incrementos interessantes como sistema de resfriamento duplo e, de acordo com a marca, mais força do que nunca antes visto na história da Harley. São 1.923 cm³ de capacidade capazes de gerar 17,2 kgf.m de torque, numa moto de 411 kg. Fora todo o kit de performance, a Ultra, na versão CVO, também oferece sistema de entretenimento digital, com GPS e som Boom! Box.

Triumph Rocket 3 TFC – 2.500 cm³
A Triumph Rocket 3 TFC é o motivo dessa lista existir. Com motor maior do que o da maioria dos carros fabricados no Brasil, a inglesa mantém a tradição e se impõe como uma das motocicletas mais fora do padrão jamais produzida em linha – apesar de ser limitada em 750 unidades. Assim como os outros modelos que listamos aqui, ela também conta com uma extensa lista de aparatos eletrônicos para controlar todo seu ímpeto. São quatro modos de condução preparados para domar os 170 cv da Triumph – sem falar dos insanos 22,5 mkgf de torque. Com detalhes modernos como faróis e lanterna em LED, banco em couro de alta qualidade e costura dupla e peças em fibra de carbono para garantir um alívio de 40 kg para sua versão anterior, a Triumph Rocket 3 TFC deixa qualquer carro 1.0 no chinelo. (por Ícaro Bedani)

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Festival terá test-ride de motos em Interlagos; ingressos já estão à venda http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/05/29/festival-tera-test-ride-de-motos-em-interlagos-ingressos-ja-estao-a-venda/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/05/29/festival-tera-test-ride-de-motos-em-interlagos-ingressos-ja-estao-a-venda/#respond Wed, 29 May 2019 10:00:10 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18548 Evento, que acontece entre 29 de agosto e 1º de setembro, também terá exposição de novos modelos. Preços dos ingressos variam de R$ 55 a R$ 980

A 1ª edição do Festival Duas Rodas acontece entre 29 de agosto e 1º de setembro deste ano no Autódromo de Interlagos em São Paulo (SP). O ponto alto do mais novo evento para motociclistas está a possibilidade de fazer um test-ride com alguns modelos na famosa pista paulistana.

Os ingressos começam a ser vendidos hoje a partir das 12h pelo site oficial e os preços variam de R$ 55 a R$ 980*. O ingresso mais caro dará direito a um curso de pilotagem em Interlagos ministrado pela Motors Company, escola do instrutor Leandro Mello, além do test-ride em todas no autódromo e nas outras pistas.

Além do test-ride na pista, haverá outros dois espaços para experimentação de modelos. No kartódromo será montada uma pista de mobilidade, a qual o ingresso mais barato dá acesso e onde será possível pilotar modelos de baixa capacidade cúbica e scooters. Haverá ainda uma pista off-road com obstáculos e voltada aos modelos bigtrail e motos off-road profissionais.

Para garantir a segurança, os test-rides serão guiados e todos os participantes terão que passar pelo teste do bafômetro antes de pilotar. Além, é claro, de serem habilitados e estarem com os equipamentos de segurança.

O eventoEvento terá três pistas para test-ride; estacionamento para motos será gratuito

Criado para ser mais do que uma exposição e lançamentos de motocicletas, o Festival Duas Rodas é uma realização da Revista Duas Rodas, que completa 45 anos em 2019, e da V3A, agência de live marketing, com apoio da Secretaria de Turismo da Cidade de São Paulo.

O novo evento acabou surgindo como uma alternativa ao Salão Duas Rodas 2019, que acontece em novembro. Marcas como BMW, Harley-Davidson, Ducati, Dafra e KTM, que não vão participar do salão, já confirmaram presença no Festival em Interlagos. Honda, Yamaha, Kawasaki e Triumph, confirmadas no Salão Duas Rodas, também estarão no Festival Duas Rodas.Muro da Morte será uma das atrações do novo Festival

“O público não quer mais passear por uma grande vitrine, apenas olhar e tirar fotos. Quer interagir com produtos, vivenciar experiências e se relacionar de verdade com as marcas”, destaca Marcio Marinho, diretor do Festival Duas Rodas. 

Além da experimentação de modelos, o Festival terá apresentações de wheeling, Motocross Freestyle, pistas de dirt-track e o Wall of Death (Muro da Morte). Nas noites de sábado (31/8) e domingo (1/9) haverá shows musicais com as bandas ‘Capital Inicial’ e ‘Call The Police’, formada pelo guitarrista Andy Summers, do The Police, o baterista João Barone, dos Paralamas do Sucesso, e o baixista Rodrigo Santos, ex-Barão Vermelho.Nova área de box terá exposição de novos modelos e marcas, além de restaurantes e food-trucks

A nova área dos boxes de Interlagos receberá exposição de produtos e marcas, além de restaurantes e food trucks. Os visitantes contarão com estacionamento para motocicletas e serviço de capaceteria gratuitos.

Os ingressos terão número limitado para atender à demanda por test-rides de cada modelo. Para participar dos testes, os interessados devem comprar os ingressos antecipadamente e já escolher três modelos de motocicletas que gostariam de experimentar. (Por Arthur Caldeira)

*Post atualizado às 11:25. O valor dos ingressos já incluem a taxa da venda online.

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Nova Triumph Rocket 3 TFC é moto com maior motor do mundo http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/05/26/nova-triumph-rocket-3-tfc-e-moto-com-maior-motor-do-mundo/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/05/26/nova-triumph-rocket-3-tfc-e-moto-com-maior-motor-do-mundo/#respond Sun, 26 May 2019 11:00:27 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18523 Nova geração da cruiser inglesa tem tricilíndrico de 2.500 cc e 170 cv

Com o maior e mais potente motor de sua categoria, a nova Triumph Rocket 3 TFC acaba de ser lançada no mercado mundial. Desenvolvida como uma versão limitada em 750 unidades, produzidas na fábrica de Hinckley, no Reino Unido, a motocicleta mais forte da história da marca inglesa leva o sobrenome Triumph Factory Custom, que remete à sua linha de projetos customizados.Além de mais capacidade cúbica, propulsor ganhou acelerador eletrônico e muita tecnologia

O motor da nova Triumph Rocket 3 TFC foi desenvolvido a partir do zero para essa geração, e usa peças feitas de titânio e fibra de carbono para diminuir o peso e evitar desgastes excessivos. O tricilíndrico tem agora 2.500 cc – mais do que o dobro do volume do motor de um Hyundai HB20 1.0, que também tem três cilindros. Na moto, a potência chega a 170 cv, 13% a mais do que a versão anterior. A Rocket 3 possui assustadores 22,5 kgf.m de torque máximo que, de acordo com a Triumph, representam 70% a mais do que todas as concorrentes oferecem.Rocket 3 TFC ficou 40 kg mais leve que a geração anterior

A Triumph também destaca que a nova Rocket está 15% mais leve do que sua antecessora e teve um alívio de 40 kg, graças ao novo motor citado acima e às peças feitas sob medida. O principal exemplo é o quadro feito em alumínio. Há, também, um novo sistema de freio Brembo com pinças monobloco de quatro pistões fixadas radialmente.Série especial e limitada a 750 unidades tem diversas peças em fibra de carbono

Para fechar o pacote de itens inéditos e exclusivos, a Triumph separou uma enorme lista de componentes eletrônicos como o painel digital colorido de TFT e com conexão Bluetooth, faróis duplos de LED, acelerador eletrônico ride-by-wire, freios ABS, controle de tração e mapa de aceleração com quatro opções de ajustes (Road, Rain, Sport e Personalizado).Painel digital, modos de pilotagem, controle de tração e freios ABS agora equipam a Rocket 3

Por se tratar de uma edição limitada e exclusiva, dificilmente a nova Triumph Rocket 3 TFC virá ao Brasil. Entretanto, o novo moelo “customizado” deverá dar origem à nova Rocket 3 “standard”. Se é que se pode chamar uma moto de 2.500cc de standard. (Por Ícaro Bedani)Pneuzão traseiro tem 240 mm de largura

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Entenda como usar corretamente os freios da sua moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/05/25/entenda-como-usar-corretamente-os-freios-da-sua-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/05/25/entenda-como-usar-corretamente-os-freios-da-sua-moto/#respond Sat, 25 May 2019 11:00:20 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=18518 Conheça as diferenças entre CBS e ABS

O piloto se depara com uma emergência e aciona o freio da sua moto. Em instantes um sistema auxiliar de frenagem entra em ação. Se a motocicleta tiver motor maior do que 300 cc, o sistema é o antitravamento (ABS), enquanto nas motos menores pode ser o sistema de freios combinados, que distribui a força de frenagem entre as rodas. A lei, que entrou em vigor neste ano, exige que todas as motos fabricadas a partir de 2019 tenham freios mais seguros. O objetivo é reduzir o número de acidentes com motocicletas.

A Honda batizou seu sistema de freios combinados de CBS, da sigla, em inglês, Combined Braking System. Já a Yamaha adotou a nomenclatura UBS, de Unified Braking System (sistema de freios unificados). Mas, no fundo o propósito é o mesmo. A questão é que muitos motociclistas nem sabem que seu veículo de duas rodas vem equipado com um sistema de freio auxiliar.Larissa, recém-habilitada, não sabia que seu scooter tem freios CBS – e nem para o que eles servem

A assistente Larissa Dela Moura, 22 anos, que recentemente comprou um Honda Elite 125 para ir ao trabalho e depois para a faculdade em Atibaia (SP), admite não conhecer o sistema. “Eu não conhecia o CBS e não sei como funciona” afirmou a estudante recém-habilitada.Sistema UBS da Yamaha distribui a frenagem entre os freios dianteiro e traseiro por meio de cabos

Para os motociclistas iniciantes que têm menos experiência o sistema de freios combinados ajuda a parar a moto com mais segurança. Um aparato mecânico ou hidráulico (via cabos ou mangueiras) distribui a força de frenagem entre as duas rodas. Sempre que o piloto acionar o freio traseiro, o sistema também aciona o freio dianteiro, sem a interferência do piloto. O resultado é uma frenagem em menor espaço e com maior controle quando comparada a frenagem exclusivamente com a roda traseira.

ABS exige experiênciaABS funciona melhor quando o piloto já sabe usar os dois freios – dianteiro e traseiro

Já o freio ABS, sigla de Anti-lock Braking System (sistema de freios antitravamento), é mais sofisticado. O sistema é capaz de interpretar se há ou não o risco de a roda travar durante uma frenagem mais forte. Para isso há sensores que monitoram os movimentos das duas rodas por meio de pequenos discos instalados junto ao cubo. Se o sensor perceber que existe a possibilidade de travamento, o sistema alivia a pressão no cilindro. Isso impede uma derrapagem e permite maior controle da moto em uma situação de emergência.

Apesar de mais avançado e tecnológico, o sistema ABS exige que o piloto use corretamente os dois freios ao mesmo tempo e saiba dosar a pressão entre o freio da frente e o de trás. “Se o piloto usar apenas o freio traseiro, o ABS permitirá que a moto percorra uma distância maior até a parada total, aumentando o risco de acidentes”, afirma o engenheiro Alfredo Guedes Jr, assessor técnico da Honda.Correto é usar os dois freios para reduzir o espaço de frenagem

O erro de usar apenas o freio traseiro, comum entre os motociclistas menos experientes, é fruto de uma formação deficiente durante o processo de habilitação. Segundo Alfredo, “no processo de habilitação, o aluno é orientado a usar apenas o freio traseiro”.

Infelizmente, os números comprovam que o equívoco na formação se mantém mesmo após o processo de habilitação. A associação dos fabricantes da indústria de duas rodas (Abraciclo) promove em todo o Brasil um check-up onde analisa – por amostragem – os problemas mecânicos das motos que rodam em nossas ruas. Em quase 50 mil motos analisadas, a maioria apresentava desgaste maior no freio traseiro (30%, contra 25% do freio dianteiro). Isso comprava que o motociclista brasileiro não usa os freios da forma correta, ou seja, usando ambos, dianteiro e traseiro, porém com mais intensidade no da frente e não o traseiro.

Veja as diferenças técnicas entre o CBS e o ABS:

Freios combinados Pop 110i tem CBS: quando o piloto pisa no pedal de freio traseiro cabos acionam também o dianteiro

Como o próprio nome diz, o sistema “combina” a frenagem nas rodas dianteira e traseira. O sistema hidráulico ou mecânico distribui a frenagem para a roda dianteira, quando o motociclista pisa apenas no pedal de freio traseiro. O objetivo é corrigir o “vício” de muitos motociclistas que não usam o manete do freio dianteiro com medo de “capotar” com a moto.

Mais “barato”, o CBS ou UBS é obrigatório em modelos abaixos de 300cc e geralmente adotado em motos mais populares, como a Honda Pop 110i, a Yamaha Neo, entre outros.

Freios ABS ABS conta com sensores que medem a velocidade das rodas e evita o travamento

O funcionamento do sistema é bem diferente do CBS, apesar do nome parecido. O sistema antitravamento deixa os freios funcionarem independentemente, mas evita que as rodas travem em uma frenagem mais brusca. Há sensores que medem a velocidade das rodas e enviam essas informações a uma central eletrônica. Ao detectar uma diferença grande entre a velocidade das rodas, o que significaria o princípio de travamento das rodas, o sistema alivia a pressão hidráulica nos freios, geralmente a disco, evitando uma derrapagem. E voltaria a aplicar a pressão até que a diferença de velocidade entre as duas rodas caísse. Isso tudo acontece em milissegundos.

Mais sofisticado e caro, o ABS geralmente equipa motos maiores, mas já está sendo adotado em modelos como o scooter Yamaha NMax, a Fazer 250 e a nova Lander 250. A Honda também oferece o sistema na nova geração do PCX 150 e em modelos com a CB 250F Twister e a XRE 300. (Por Cicero Lima)

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