Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Wed, 16 Oct 2019 10:00:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 KTM muda modelo de negócio no Brasil e estará no Salão Duas Rodas http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/16/ktm-muda-modelo-de-negocio-no-brasil-e-estara-no-salao-duas-rodas/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/16/ktm-muda-modelo-de-negocio-no-brasil-e-estara-no-salao-duas-rodas/#respond Wed, 16 Oct 2019 10:00:58 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19199 Marca austríaca tem nova gestão comercial e terá motos para test-ride no evento

A austríaca KTM anunciou mudanças no modelo de negócios no Brasil e decidiu participar do Salão Duas Rodas 2019. Desde 1º de outubro, a Factory Powersports assumiu a gestão comercial da marca no país. A Dafra Motos permanece como importadora e montadora das motos KTM em seu complexo industrial em Manaus (AM). “Estamos otimistas em relação ao modelo de negócio agora implementado e acreditamos que este reúne as condições para o aumento definitivo da presença da marca KTM no mercado brasileiro”, afirma Paulo Alegria, Diretor Geral da KTM do Brasil.Dafra continua montado os modelos de rua e as motos off-road em Manaus

A fábrica austríaca produz e vende dois modelos de rua no país, a 200 Duke ABS e a 390 Duke ABS, mas também comercializa e monta quatro modelos off-road da linha EXC. Além de todos os aspectos que envolvem a distribuição dos produtos, a Factory Powersports, que se dedicará 100% na KTM do Brasil e no atendimento aos concessionários, também se torna responsável pelas áreas de marketing e pós-venda da marca.

Test-ride no Salão

Nesta semana, a nova operação comercial mudou de ideia e decidiu participar do Salão Duas Rodas 2019 – no primeiro semestre, a Dafra, que comandava a operação no Brasil, havia anunciado que não estaria presente ao evento. A marca brasileira seguiu os passos de BMW, Harley-Davidson e Ducati. “Este é o primeiro projeto que a Factory Motorsports realiza na nova gestão da marca KTM no Brasil. Entendemos que é importante a proximidade com o consumidor e dessa maneira poderemos demonstrar os diferenciais dos produtos”, declarou Fábio Campos, um dos executivos responsáveis pela novo modelo de negócios. 

Fábrica austríaca terá modelos de rua, como a 200 Duke ABS, e as motos da linha EXC para teste

A KTM une-se a Honda, Yamaha, Kawasaki, Triumph, Suzuki, Kymco, Hao Jue, Royal Enfield e Vespa, que irão participar do Salão Duas Rodas 2019. Juntas, contabilizam mais de 98% da produção e vendas do mercado nacional.

Além de confirmar a participação no Salão, a KTM terá motos para test-ride no evento. “Estaremos no Test Ride oficial do Salão Duas Rodas com os modelos de street e off-road. Além de comunicarmos sobre o diferencial é essencial que os clientes possam ter e sentir a experiência do que é pilotar nossa moto”, ressaltou Ronaldo Lorenzo, também sócio da Factory Motorsports. (por Arthur Caldeira)

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Yamaha MT 03 chega em 2020 com mudanças; veja 5 novidades http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/12/yamaha-mt-03-chega-em-2020-com-mudancas-veja-5-novidades/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/12/yamaha-mt-03-chega-em-2020-com-mudancas-veja-5-novidades/#respond Sat, 12 Oct 2019 10:00:33 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19187 Naked compacta ganhou design novo, painel digital e suspensão invertida

Uma das motos mais vendidas da Yamaha em todo o mundo, com mais 200 mil comercializadas nos últimos dois anos, e sucesso no Brasil, onde lidera o segmento naked, a MT-03 mudou para 2020. Entre as novidades estão design modernizado, painel digital e suspensões revistas.

Nova geração da Yamaha MT-03 chega às lojas no final de 2019, na Europa

Como sua “irmã” esportiva, a YZF-R3, foi renovada no ano passado – e já está, inclusive, à venda no Brasil – também era aguardada uma atualização da naked. Além disso, suas principais concorrentes, KTM 390 Duke e Kawasaki Z 400, mudaram recentemente, acirrando a concorrência, a Yamaha teve que renovar a MT-03. Confira agora as cinco principais novidades da nova geração da compacta premium, que chega às lojas da Europa no final deste ano, mas deve desembarcar no Brasil apenas em meados de 2020.

1 Novo design

A novidade mais evidente está no design, que foi modernizado, com uma cobertura do tanque que conferiu um aspecto mais “musculoso” à naked. Destaque para o conjunto óptico frontal, que agora tem duas luzes de posição e um “canhão” central, todos de LED.

2 Posição de pilotagem

A instalação da nova cobertura do tanque e a roupagem revisada permitiram que os engenheiros da Yamaha melhorassem a a posição ideal de pilotagem, garantindo mais conforto e controle, segundo a marca. O assento mais baixo, juntamente com o guidão mais alto, garante uma posição de pilotagem mais ergonômica.

3 Painel digital

O antigo painel de instrumentos foi substituído por outro completamente digital, com tela de LCD negativo. Além de mais informativo, está mais fácil de operar, segundo a Yamaha.

4 Suspensões revistas

Assim como a R3, a nova MT-03 ganhou garfos telescópicos invertidos na dianteira, com tubos de 37 mm. Embora não ofereçam ajustes, proporcionam um amortecimento mais progressivo.

Na traseira, a balança ficou mais longa e o monoamortecedor ganhou novos ajustes para melhorar o desempenho do conjunto em frenagens e curvas. Contudo as novidades acrescentaram mais 3 kg ao modelo, que agora pesa 168 kg.

5 Motor

Embora não tenha melhorado seu desempenho – 42 cv de potência e 3,01 kgf.m de torque – a Yamaha afirma que fez melhorias internas ao bicilíndrico de 321 cm³, DOHC e com arrefecimento líquido. Além de bielas e pistões forjados, o cilindro também é feito em liga de alumínio e já atende às normas de emissão de poluentes Euro 5, equivalente à regulamentação do Promot 4, fase 2, vigente no Brasil. (texto Arthur Caldeira / fotos Divulgação)

Novo modelo deve desembarcar no Brasil apenas em 2020

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Salão Duas Rodas terá test-ride de scooter elétrico a moto ‘turbo’ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/10/salao-duas-rodas-tera-test-ride-com-scooter-eletrico-a-moto-turbo/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/10/salao-duas-rodas-tera-test-ride-com-scooter-eletrico-a-moto-turbo/#respond Thu, 10 Oct 2019 14:37:22 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19181 Serão quatro pistas que, juntas, somam mais de 10 quilômetros

A pouco mais de um mês do início do Salão Duas Rodas 2019, que acontece entre 19 e 24 de novembro, em São Paulo (SP), os organizadores anunciaram mais novidades da edição deste ano. Com o objetivo de reforçar seu posicionamento como um evento de experiências para os visitantes, mais do que apenas uma exposição de novas motos, o SDR 2019 terá o maior circuito de test-ride, já criado para o evento. Serão mais de 10 quilômetros de percurso, com pistas de asfalto e terra, com a expectativa de oferecer mais de 15 mil testes durante todos os dias da feira.

Para quem quiser testar as scooters, veículos de baixa cilindrada e elétricos, haverá a pista de Mobilidade Urbana, em um circuito indoor. Entre os modelos disponíveis está o scooter elétrico Muuv Chopper e o scooter Haojue Lindy 125. Já o Test Ride SDR Experience será realizado na pista externa e reunirá motos com média e alta cilindrada, com um line up variado e modelos para todas tribos. Segundo a organização do evento, a nova Yamaha MT-09 estará disponível para experimentação.

Organização confirmou que a nova Yamaha MT-09 estará disponível para teste

Duas importantes novidades desta edição do Test Ride: o Off Road e o VIP. O primeiro acontecerá numa pista montada totalmente elaborada para dar a sensação de estar numa trilha, repleta de barro e obstáculos. Nela, os motociclistas aventureiros poderão experimentar modelos off-road, crossovers e big trails, como as Triumph Scrambler 1200 e a Tiger 1200.

Bigtrails, como a Triumph Tiger 1200, terão pista de test-ride off-road

Já a pista de Test Ride VIP disponibilizará modelos exclusivos e de alta cilindrada num percurso misto que chega a 2,3 quilômetros de pista. Esta programação é exclusiva para quem adquirir os ingressos vips (vendidos a R$ 250). Para esses o acesso aos test rides acontecem 2 horas antes do público geral. Nesta área vip, haverá esportivas como a Suzuki GSX-R 1000R e a Kawasaki H2 SX que, na verdade não é ‘turbo’, mas alimentada por um supercharger, que nada mais é que uma turbina que empurra o ar externo para dentro do motor para gerar 200 cv de potência.

Kawasaki H2 SX, que tem supercharger, será exclusiva da pista VIP, cujos ingressos custam R$ 250

Todas essas e outras atrações estarão distribuídas nos 100 mil metros quadrados do São Paulo Expo. O local conta com estacionamento para cinco mil vagas (sendo 4500 cobertas) e tem fácil acesso (fica a 10 minutos do aeroporto de Congonhas e a 850 metros da estação Jabaquara do Metro). Os ingressos estão disponíveis no site oficial do evento. (Por Arthur Caldeira)

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Prefeitura de São Paulo acaba com exigência de moto branca para motoboys http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/07/prefeitura-de-sao-paulo-acaba-com-exigencia-de-moto-branca-para-motoboys/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/07/prefeitura-de-sao-paulo-acaba-com-exigencia-de-moto-branca-para-motoboys/#respond Mon, 07 Oct 2019 21:58:10 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19176 Outros itens como baú, protetor de motor e antena corta-pipa continuam sendo obrigatórios

Desde o último sábado (5 de outubro), os motoboys da capital paulista não precisam mais pilotar motos na cor branca. Por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, a Prefeitura de São Paulo atualizou as as regras para a prestação do serviço de motofrete. O objetivo é facilitar o processo de obtenção da licença e ampliar o acesso dos profissionais à legalização da atividade. A medida atende a uma demanda da categoria.

Dados de setembro de 2019 indicam que há 8.353 condutores com cadastro ativo junto ao Condumoto, que é o certificado de capacitação do transportador de pequenas cargas, mas apenas 5.999 motos licenciadas na modalidade, ou seja, com placa vermelha e com todos os requisitos para exercer o transporte de cargas.

“Os profissionais que desejem prestar o serviço de forma legalizada na cidade de São Paulo não precisarão mais comprar uma motocicleta nova apenas por causa da cor. Poderão usar o veículo que já possuem, desde que atenda aos requisitos legais”, diz o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Edson Caram. “Estamos democratizando o acesso ao mercado de trabalho e à regularização, sem abrir mão da segurança”, completa.

Para Prefeitura, colete com faixas reflexivas já identifica os motofretistas

A moto na cor branca era exigida desde 2011, para facilitar a identificação dos veículos que atuam em motofrete, mas a obrigatoriedade do uso de colete com faixa refletiva, também prevista na legislação, pode cumprir esse papel, afirmou a prefeitura em nota.

Os veículos continuarão precisando ter equipamento do tipo baú, sidecar, grelha, alforjes, bolsas ou caixas laterais, sendo proibido o uso simultâneo desses equipamentos. As dimensões não podem obstruir a visão do condutor nos retrovisores.

Também continua necessário que a moto possua antena ou aparador de linha, para proteção da região do pescoço, e equipamento de proteção dos membros inferiores (protetor de motor mata cachorro), instalado nas laterais dianteiras.

O condutor deverá usar capacete com selo de certificação aprovado pelo Inmetro, colete de proteção e identificação e equipamento de proteção individual para os pés, como botas.

Seguros de vida e invalidez

A nova portaria traz outra alteração, para garantir assistência aos motofretistas. Serão ampliadas as exigências de cobertura dos seguros de vida e por invalidez que as empresas e os condutores autônomos precisam apresentar para credenciar seus veículos. Pelo novo texto, as apólices deverão prever cobertura de mortes por qualquer causa e de invalidez total ou parcial. Anteriormente, as empresas só precisavam contratar seguro por invalidez permanente para seus motociclistas, e não era exigido nenhum seguro por invalidez para condutores autônomos. (texto Arthur Caldeira / fotos M. Maranhão)

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Qual a hora certa para trocar o óleo da moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/05/qual-a-hora-certa-para-trocar-o-oleo-da-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/05/qual-a-hora-certa-para-trocar-o-oleo-da-moto/#respond Sat, 05 Oct 2019 10:00:03 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19169 Toda semana? Uma vez por mês? Veja quando é hora de trocar o lubrificante

Muitos motociclistas trocam o óleo a cada 1 mil quilômetros. Alguns, como os motofretistas, que rodam mais, fazem a troca do lubrificante toda semana. Outros criam mitos como “o ideal é trocar na metade do recomendado pelo fabricante”. Esses são apenas algumas das dúvidas existem sobre a troca de óleo nas motos. Perdido no meio dessa confusão toda, o motociclista, que se preocupa com a manutenção do seu veículo, fica sem saber qual a hora certa de trocar o óleo lubrificante de sua moto.

Consulte o ManualManual traz a recomendação do fabricante sobre o óleo correto e o intervalo de troca

Para sanar essa dúvida, basta consultar o “Manual do Proprietário”, onde estão as recomendações dos fabricantes sobre o óleo correto e o intervalo entre cada troca. Mas o que fazer quando até mesmo na própria concessionária autorizada o mecânico recomenda substituir o fluido antes do recomendado? Muitos mecânicos, mesmo recebendo treinamento, trocam o óleo na metade do intervalo recomendado. Isso acontece porque acreditam que dessa forma o motor dura mais.

A ideia vem da década de 1980 quando os óleos tinham menor durabilidade. Ao longo dos anos, assim como as motos, os lubrificantes evoluíram. Tanto na viscosidade como nas especificações da API (American Petroleum Institute). Antes, os óleos atendiam normas mais antigas da API, agora muitos atendem também à norma API S, quer dizer uma especificação mais moderna, o que permite um maior intervalo na hora de trocar o óleo.

Nas motos de baixa cilindrada, como por exemplo, a YBR 125 Factor, a Yamaha recomenda a troca de óleo a cada 3.000 km – exceto na primeira troca que deve ser feita aos 1.000 km junto com a revisão. Porém, uma rápida visita aos fóruns na internet ou uma conversa com motociclistas mostra que a maioria faz a substituição a cada 1.000 km, inclusive com recomendação da concessionária.

Sempre verifique o nívelVeja a maneira correta de verificar o nível de óleo no manual da sua moto

Essa recomendação é uma maneira de evitar problemas, como baixar o nível, já que a maioria dos clientes não verifica o nível do óleo entre as trocas. Por isso fica o alerta: mesmo que a troca seja recomendada a cada 3.000 km o motociclista precisa verificar o nível periodicamente.“Dependendo do quanto a pessoa anda com a moto, tem que olhar pelo menos uma vez por semana. Pouca gente sabe, mas o óleo também evapora. Principalmente quando a gente pega uma moto que a refrigeração não é das melhores, como um scooter, por exemplo. Não é paranoia, é um cuidado necessário”, afirma o mecânico Alexandre Sauro, da oficina Iron Machine, na capital paulista.

Caso o nível esteja abaixo da marca na vareta ou visor e, seja necessário completar, utilize o mesmo óleo – também procure no manual orientações de como verificar o nível. Se adicionar um óleo diferente, o fluido pode perder suas características.Sob condições severas, como estradas de terra, recomenda-se trocar o óleo em intervalos menores

Vale lembrar que, se fizer um uso severo, ou seja, rodando em altas rotações por longos períodos ou em muitas estradas de terra e poeira, a troca deve ser feita, geralmente, na metade do intervalo recomendado – e essa observação também costuma constar no manual do proprietário.

A validade do lubrificante também é outro fator a ser levado em conta. Após sair da embalagem ele dura seis meses. Mesmo que a moto não rode a quilometragem indicada, depois desse período o óleo deve ser substituído. Trocar o óleo toda semana ou a cada 1000 km, além de jogar dinheiro fora, faz o motociclista gerar resíduos desnecessários para o meio ambiente. (por Arthur Caldeira)

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Venda de motos deve crescer 14% em 2019; veja ranking das 10 mais vendidas http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/03/venda-de-motos-deve-crescer-14-em-2019-veja-ranking-das-10-mais-vendidas/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/03/venda-de-motos-deve-crescer-14-em-2019-veja-ranking-das-10-mais-vendidas/#respond Thu, 03 Oct 2019 15:02:55 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19156 Entre janeiro e setembro foram emplacadas 796.615 motocicletas, aumento de 14,4% em relação ao mesmo período de 2018

A venda de motocicletas em setembro – com 87.744 unidades emplacadas – pode até ter apresentado recuo de 1% na comparação com agosto, em função do menor número de dias úteis no mês passado, mas os dados de emplacamentos mostram que, no acumulado nos três trimestres deste ano, o segmento está em franca recuperação. Foram vendidas 796.615 motocicletas no período, mais de 100 mil unidades, ou 14,43% a mais do que nos nove primeiros meses de 2018, quando foram emplacadas 696.140 unidades.

Segundo Carlos Porto, vice-presidente para o segmento de Motocicletas da Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos do país, o momento é propício para financiamentos. “Os bancos estão com apetite na oferta de crédito. Além disso, algumas atividades econômicas, que demandam motocicletas, estão atraindo mão de obra e, com isso, incentivando o mercado”, explicou Porto, referindo-se aos aplicativos de entrega.

O bom resultado fez com que a Fenabrave revisasse, para cima, as projeções de crescimento para o segmento de motocicletas neste ano. A entidade acredita que a venda de motos novas deve aumentar 14% na comparação com 2018. Índice que, se confirmado, marcaria o segundo ano consecutivo de alta nas vendas, superando até mesmo a média geral de crescimento do segmento de veículos como um todo.

As 10 motos mais vendidas

Já no ranking das 10 motos mais vendidas deste ano, pouca mudança. A Honda CG 160 mantém-se como a moto e o veículo mais vendido do Brasil, e a fabricante japonesa reforça sua liderança com 79,18%. Confira a lista com as campeãs de vendas entre janeiro e setembro.

1º Honda CG 160 – 228.474Há mais de 40 anos na ‘estrada’, a CG ainda têm a preferência nacional. Robustez e confiabilidade, além de sua liquidez, ou seja, a facilidade para vendê-la, são os motivos que fazem os consumidores optarem pela street da Honda.

2º Honda Biz – 116.486A motoneta, queridinha das mulheres, assumiu de vez a segunda colocação, superando a NXR 160 Bros, também da Honda. No Brasil, são vendidas duas versões: a de 125cc que, além da motorização mais ‘forte’, é mais completa com painel digital, rodas de liga-leve e freio a disco na dianteira; e a de 110cc, mais barata e até econômica.

3º Honda NXR 160 Bros – 89.218A trail, que usa o mesmo motor da CG, é comercializada atualmente em apenas uma versão, a ESDD, com freio a disco nas duas rodas e partida elétrica, pelo preço sugerido de R$ 12.311. Com a saída de linha da modelo básico, que era mais barato, a Bros perdeu a disputa com a Biz pela segunda colocação no ranking.

4º Honda Pop 110i – 76.258Modelo mais barato da Honda, a Pop 110i ganhou visual novo e sistema de freio combinado para 2019. Atualizações que ajudaram-na a manter a quarta colocação no ranking. Simples e econômica, a Pop 110i é vendida por R$ 6.084.

5º Honda CB 250F Twister – 26.165A street segue firme como a mais vendida entre as motos de 250cc. Comercializada nas versões com ABS e CBS (combinado), desde o ano passado, a Twister também traz cores mais vibrantes e grafismos, modernos. no modelo 2020, há a inédita cor amarela. Os preços sugeridos são de R$ 14.490 (CBS) e R$ 15.490 (ABS).

6º Honda PCX 150 – 23.670O Honda PCX 150 mostra o potencial do segmento de scooters e revela uma tendência no Brasil, ocupando a sexta posição do ranking e superando motocicletas até mais baratas. Principalmente, nos grandes centros urbanos, muitas pessoas preferem a facilidade de pilotagem, em função do câmbio automático CVT, e a praticidade dos scooters. O PCX também ganhou design e ciclística renovadas, além de uma versão com freio ABS, no início deste ano.

7º Yamaha Fazer 250 ABS – 18.386Primeira Yamaha do ranking, a Fazer 250 dá pistas de que, nem sempre, as motos mais baratas vendem mais. Afinal, a street de visual moderno e freio ABS nas duas rodas, é vendida por R$ 15.790, valor mais elevado do que outros modelos da marca dos três diapasões.

8º Yamaha XTZ 150 Crosser – 18.370No início deste ano, a Crosser também ganhou ABS na roda dianteira e algumas melhorias que, certamente, a ajudaram a vender mais. Vendida em duas versões – S e Z – a ‘trail urbana’ da Yamaha parte de R$ 12.590.

9ª Honda XRE 300 – 17.581O design moderno com sistema de iluminação com LEDs e o novo freio ABS, novidades incorporadas no modelo 2019, também ajudaram a trail a consolidar sua posição no ranking das dez mais vendidas. Embora as mudanças tenham elevado seu preço, que começa em R$ 18.473, a XRE 300 ainda ‘vende bem’.

10º Yamaha YBR 150 Factor – 16.472Apesar de ser equipada com o motor de 150cc, a Factor 150 tem acabamento espartano como o modelo de 125cc, mas oferece um excelente custo-benefício. Rodas de liga-leve, freio a disco na dianteira e painel digital são uma boa lista de equipamentos de série para o preço sugerido de R$ 10.090. (por Arthur Caldeira)

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Yamaha inaugura museu de motos clássicas em Amsterdam http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/01/yamaha-inaugura-museu-de-motos-classicas-em-amsterdam/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/10/01/yamaha-inaugura-museu-de-motos-classicas-em-amsterdam/#respond Tue, 01 Oct 2019 14:21:06 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19145 Collection Hall reúne modelos de série e máquinas de corrida lendárias

Para preservar a história da empresa na Europa, a Yamaha Europa inaugurou, em Amsterdam (Holanda), sede da empresa no continente, seu Yamaha Motor Collection Hall. O evento de inauguração, realizado em 25 de setembro, contou com a presença de lendas do motociclismo esportivo, dirigentes da empresa, jornalistas especializados e figuras-chave do mundo das motos.As Yamaha TZ e RD representam as vitórias da marca japonesa nas pistas da motovelocidade

“O Yamaha Motor Europe Collection Hall é dedicado à memória do nosso passado nas corridas e à memória do que acelerou o coração de nossos clientes. Um” lar “para nossos modelos icônicos e tem duas vocações: primeiro para inspirar nossa engenheiros e designers em seu processo de criação de modelos futuros e, em segundo lugar, apoiam a credibilidade e o valor emocional de nossas novidades, no que diz respeito às nossas criações passadas “, declarou Eric de Seynes, Presidente da Yamaha Europa.

Coleção tem modelos de 1961, como a YAS-1, até um protótipo da MT-03, lançada recentemente

A coleção marca os esforços da Yamaha Motor Europe para preservar a história da marca nas pistas e na indústria de duas rodas mundial, contendo diversas motos importantes de 1961 até os dias atuais. Ao lado das clássicas motos de produção em série, há uma impressionante seleção de lendárias máquinas de corrida, cujas histórias estão repletas de sucesso, desde os primeiros dias de Dakar, até as pistas de asfalto do Mundial de Motovelocidade e de Superbike.As máquinas vencedoras no Rally-Dakar, nas provas de enduro e de motocross também têm seu espaço

A Yamaha YZE750, com a qual Stephan Peterhansel venceu o Rally Paris-Dakar em 1991, pode ser vista ao lado da YZF-R1, que Ben Spies levou à vitória e dominou o Campeonato Mundial de Superbike de 2009,em seu primeiro ano no cenário mundial. Os fãs de motocross podem desfrutar de muitas máquinas de corrida lendárias, incluindo a Yamaha YZ450F, campeã do mundo com Stefan Everts em 2006, além de uma evolução dessa moto que manteve a trajetória de vitórias, no l’Enduropale du Touquet de 2015, com Adrien Van Beveren.

A coleção da Yamaha Europa também fornece uma visão única do passado de desenvolvimento da marca, com o conceito MT-03 de 2007 em exibição, além de ícones do passado, incluindo a Yamaha MF1 de 1961, YL1 de 1969 e YAS1 de 1968. Adicione o XJ650 Turbo de 1986, entre muitos outros, e a coleção é realmente um banquete para os entusiastas de duas rodas.Collection Hall, infelizmente, não está aberto ao público

A má notícia é que o Yamaha Motor Europe Collection Hall, localizado na sede da empresa na capital holandesa, não é aberto ao público em geral. As motos de coleção viajarão pela Europa e poderão ser vistas em vários shows e eventos organizados pelos distribuidores nacionais da Yamaha Motor. Uma pena, uma coleção tão rica e importante como essa não estar aberta à visitação. (Por Arthur Caldeira)

 

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Honda mostra nova Africa Twin com motor maior, de 1.100cc, na Europa http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/09/28/honda-mostra-nova-africa-twin-com-motor-maior-de-1-100cc-na-europa/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/09/28/honda-mostra-nova-africa-twin-com-motor-maior-de-1-100cc-na-europa/#respond Sat, 28 Sep 2019 10:00:14 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19131 Bicilíndrico agora produz 102 cv de potência máxima

A Honda mal apresentou a Africa Twin 2020 para o mercado brasileiro, e a bigtrail já ganhou uma nova geração no mercado europeu. Nesta semana, a marca japonesa divulgou que a próxima Africa Twin terá um motor maior, de 1.100 cc, quadro revisto, menos peso e um painel digital com tela de TFT sensível ao toque.Nova geração da bigtrail japonesa também ficou mais leve

Menor, mais esguia e 5 kg mais leve, o novo modelo também terá melhor desempenho, graças às alterações introduzidas no motor: a nova geração da Africa Twin produz 7% mais de potência, mais 6% de torque e, promete, estar mais forte em toda a faixa de média rotação.

O bicilíndrico teve sua capacidade aumentada para 1.084 cm³ (contra os 998 cm³ da geração anterior). Como consequência da maior ‘cilindrada’, a bigtrail também entregará 102 cv de potência máxima a 7.500 rpm e 10,7 kgf.m de torque a 6.250 giros.Eletrônica ganhou novo modo de pilotagem, além de função anti-wheeling

O quadro foi totalmente revisto e agora possui um sub-quadro aparafusado em alumínio. Também a balança traseira é em alumínio e tem por base a unidade que equipa a CRF450R de motocross. E, na parte eletrônica, a adição de uma Unidade de Medição de Inércia (IMU) de seis eixos controla não apenas os 7 níveis do controle de tração, mas também os 3 níveis da nova função anti-wheeling, o ABS em curvas e o controle de elevação da roda traseira em frenagens mais fortes. Aos modos de pilotagem normais Urban, Tour e Gravel junta-se agora um inédito modo Off-Road.Painel tem tela de TFT sensível ao toque e Apple CarPlay

A posição de condução também mudou, com um banco mais esguio e um guidão em posição mais alta. O painel com tela TFT de 6,5 polegadas é sensível ao toque e possui conectividade Apple CarPlay e Bluetooth. O conjunto óptico duplo agora tem luzes DRL de iluminação diurna e outra novidade é que a bigtrail virá de fábrica com sistema de controle de velocidade de cruzeiro (Cruise Control).Posição de pilotagem mudou: banco ficou mais estreito e guidão, mais alto

A versão Adventure Sports, além do motor maior e da eletrônica mais sofisticada, terá uma opção com suspensões eletrônicas e ainda ganhou mais capacidade no tanque de combustível, que passou de 24,2 para 24,8 litros.Versão Adventure Sports (à dir.) terá suspensão eletrônica como opcional

A nova Africa Twin deve começar a ser vendida na Europa ainda em 2019, e nos Estados Unidos somente no primeiro trimestre do ano que vem. Não há informações de quando a nova geração chegará ao Brasil. (Por Arthur Caldeira)

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Royal Enfield confirma presença no Salão Duas Rodas 2019 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/09/25/royal-enfield-confirma-presenca-no-salao-duas-rodas-2019/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/09/25/royal-enfield-confirma-presenca-no-salao-duas-rodas-2019/#respond Wed, 25 Sep 2019 16:09:49 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19128 Marca indiana irá mostrar as novas motos de 650cc no evento, que acontece em novembro em São Paulo

A Royal Enfield anunciou, oficialmente, que participará da edição 2019 do Salão Duas Rodas, que acontece em novembro no SP Expo em São Paulo (SP). A marca indiana, presente no Brasil desde 2017, irá apresentar, pela primeira vez no Brasil, as novas bicilíndricas de 650cc, que só chegam às lojas nacionais no próximo ano. Além das novidades, a Royal também irá disponibilizar unidades da trial Himalayan de 410cc, lançada no início deste ano, para as atividades de test-ride – um dos setores que os organizadores do SDR irão incrementar nesta 15ª edição.Apresentadas no exterior no ano passado, as novas Twins farão sua estreia no SDR 2019

“Percebemos que há uma expectativa muito grande dos fãs da Royal Enfield, e do mercado como um todo, para a chegada das Twins (N.R. bicilíndricas) em solo brasileiro. O Salão Duas Rodas se apresentou como uma boa oportunidade para realizar esta pré-estreia”, afirmou Claudio Giusti, diretor da marca no Brasil. o executivo também deu pistas de que, além da Interceptor e da Continental GT 650, deverão ser mostradas outras novidades, como algumas edições especiais de alguns modelos já em linha.

A Royal Enfield junta-se à Honda, Haojue, Kawasaki, Kymco, Suzuki, Triumph e Yamaha, que já haviam confirmado a participação nesta 15ª edição do evento. Por outro lado, marcas premium, como BMW, Harley-Davidson e Ducati não vão participar da feira deste ano. (Por Arthur Caldeira)

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Descubra se vale a pena pagar mais pela Honda Africa Twin Adventure Sports http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/09/21/descubra-se-vale-a-pena-pagar-mais-pela-honda-africa-twin-adventure-sports/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/09/21/descubra-se-vale-a-pena-pagar-mais-pela-honda-africa-twin-adventure-sports/#respond Sat, 21 Sep 2019 10:00:00 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19106 Versão ‘aventureira’ da bigtrail tem tanque maior e mais equipamentos; preço parte de R$ 64.990

Já de longe, a Honda Africa Twin Adventure Sports chama a atenção pelo seu porte imponente e sua roupagem tricolor. As barras protetoras que envolvem o quadro e o tanque maior (com capacidade para 24,2 litros) denunciam que a nova versão da bigtrail foi projetada para uma longa viagem, seja pela estrada ou fora dela.

Os grafismos – e até o nome – da Adventure Sports são uma homenagem à primeira Africa Twin de 1988. Apesar das óbvias semelhanças visuais e, digamos, intelectuais, o modelo 2020 é moderno, com todos os componentes eletrônicos necessários, incluindo controle de tração com sete níveis de ajustes, além de quatro modos de pilotagem (estrada, cidade, off-road e personalizadas) que vieram junto com o acelerador eletrônico. Novidades também incorporadas no modelo standard, vale dizer.Protetor de tanque e de cárter são de série na Adventure Sports

Equipada com para-brisa mais alto, assento diferenciado e aquecedor de manopla de série, a nova versão Adventure Sports, que chegou ao país em agosto, custa a partir de R$ 64.990 e vem brigar de frente com outras bigtrails, digamos, mais completas, mas sem perder seu DNA off-road, um dos diferenciais da Africa Twin.

Afinal, a bigtrail japonesa é uma das poucas do segmento a ter roda aro 21 na dianteira, uma configuração que faz muita diferença para pilotar no fora-de-estrada, como a região da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, onde tivemos o primeiro contato com a nova versão.

Assento bem altoAssento fica a 95 cm do solo e dificulta a vida dos mais baixinhos

Ao montar na Adventure Sports já se pode notar as diferenças. O assento, além de reto, fica a 92 cm do solo – contra os 87 cm do modelo standard – o que dificulta a vida de quem, como eu, tem 1,71 m. O tanque maior e mais largo complica ainda mais apoiar os pés no chão.

O assento alto é fruto das suspensões específicas da versão aventureira. O garfo telescópico invertido na dianteira tem 252 mm de curso – mais de 20 mm a mais do que a standard e o maior da categoria -, enquanto o monoamortecedor traseiro conta com 101 mm de curso. Números que, na prática, se traduzem em uma suspensão que absorve com facilidade buracos e, pelo menos durante o teste, não chegaram nem perto do fim de curso.Para-brisa mais alto protege o piloto e oferece conforto

Outra vantagem é que a distância livre do solo passou dos convencionais 251 mm para 271 mm, o que evita topadas em pedras e obstáculos. Mas, caso isso aconteça, o grande protetor de cárter em alumínio, item de série na Adventure Sports, vai proteger o motor.

Em geral, a Adventure Sports vai muito bem na terra. A parte ciclística “quase” ignora buracos, pedras e morrinhos, enquanto o bom torque do motor e a eletrônica ajudam a controlar a bigtrail. Mal se nota os 8 kg a mais da Adventure Sports (224 contra 216 kg a seco) e a gasolina extra que vai no tanque maior. Com 24,2 litros e média de 18,9 km/litro, a autonomia da versão supera os 400 km com facilidade.

Vale ressaltar que a unidade avaliada estava calçada com os bons pneus de uso misto Metzeler Karoo 3, que tem generosos cravos, e vão bem melhor do que os originais Dunlop.

Motor e eletrônicaSuspensões têm curso mais longo e distância do solo é de 271 mm

Além dos pneus, a nova eletrônica da Africa Twin 2020, presente na versão Adventure Sports, ajuda a pilotar na terra. A adoção do acelerador eletrônico deu mais precisão às respostas do motor e permitiu à Honda incluir quatro modos de pilotagem no modelo: Touring (estrada), Urban (cidade), Gravel (off-road) e User (personalizável). Os modos têm níveis pré-ajustados de entrega de potência, freio motor e controle de tração – mas este último pode ser ajustado até mesmo em movimento.

A melhor configuração que encontrei para o rodar nas estradas de terra da Chapada dos Guimarães foi a Gravel, mas diminuindo bastante o controle de tração e até mesmo desligando em alguns trechos com areia. Aliás, para rodar na areia, é fundamental desligar o controle de tração.Versão faz homenagem à primeira geração da Africa Twin de 1988 (à dir.)

Com respostas mais precisas e instantâneas do acelerador eletrônico, o bicilíndrico de 999,1 cm³ entrega bastante torque desde os baixos giros, permitindo derrapar a roda traseira na terra com bastante controle e confiança. Já a potência, reduzida de 90,2 cv para 88,9 cv a 7.500 rpm em função das leis brasileiras de emissão de ruídos, é o suficiente para manter velocidades acima das permitidas na estrada.Novo painel da Africa Twin 2020 é totalmente digital

E por falar em estrada, de asfalto, a Adventure Sports tem um para-brisa maior, que protege mais o piloto, e ainda vem com aquecedor de manopla de série – item inútil no calor do centro-oeste, mas que vai servir para aqueles que atingirem as altitudes na Cordilheira dos Andes. O assento, também se mostrou mais confortável do que o do modelo standard.

No cockpit, um novo painel – totalmente digital – que traz bastante informações, mas, às vezes, é difícil de se enxergar sob o sol. Por outro lado, com o cair da tarde se iluminava e tornava-se mais fácil de visualizar.

Mas vale a pena?Protetores e maior autonomia fazem a diferença para quem vai viajar longe

Feita para ser uma versão mais equipada da Africa Twin, a Adventure Sports cumpre bem seu papel – e homenageia com louvor o primeiro modelo da bigtrail da marca japonesa. Com mais autonomia e conforto, além de alguns itens de série, como o protetor de motor, de cárter e de mão, a Adventure Sports vale a pena se você realmente pretende fazer longas viagens com a Africa Twin. Principalmente pelos 5,4 litros a mais no tanque, que podem garantir mais 100 km de autonomia.Tanque tem capacidade para 24,2 litros; barras protegem as carenagens em caso de queda

Sem falar que a diferença de preço entre a Africa Twin Standard (R$ 57.990) e a Aventure Sports (R$ 64.990) não seriam suficientes nem mesmo para comprar os acessórios extras da versão mais aventureira.

Mas antes de decidir, leve em consideração o seu uso, afinal a Adventure Sports é mais alta e pesada. Se for para viagens pelo Brasil e um uso mais pesado no fora-de-estrada, eu optaria pelo modelo standard, que é mais baixo e leve. (texto Arthur Caldeira / fotos Divulgação)

Honda CRF 1000L Africa Twin Adventure Sports
Motor 
Tipo 4 tempos, com dois cilindros paralelos e refrigerado por líquido
Distribuição 4 válvulas por cilindro, virabrequim a 270° e sistema Unicam
Capacidade 999,1 cm³
Diâmetro x Curso 92,0 x 75,1mm
Potência Máxima 88,9 cv a 7.500 rpm
Torque Máximo 9,5 kgf.m a 6.000 rpm
Embreagem Úmida, multi-discos
Câmbio Seis marchas
Transmissão Final Corrente selada por O-rings
Ciclística
Quadro Semi-duplo berço em aço, com sub-quadro traseiro integrado, também em aço
Suspensão dianteira Garfo Showa invertido de 45 mm, tipo cartucho, com ajuste de pré-carga em compressão e retorno com 252 mm de curso
Suspensão traseira Balança em alumínio fundido com amortecedor traseiro e reservatório de gás separado com ajuste em compressão e retorno e 101 mm de curso
Roda Dianteira Aro de alumínio com raios 21x 2,15
Roda Traseira Aro de alumínio com raios 18 x 4,00
Pneu Dianteiro 90/90-21 com câmara
Pneu Traseiro 150/70-18 com câmara
Freio dianteiro Dois discos flutuantes de 310 mm, pinças radiais de 4 pistões + ABS
Freio traseiro Disco flutuante de 256 mm com pinça de 1 pistão + ABS comutável
Dimensões (C x L x A) 2334 mm x 932 mm x 1.569 mm
Distância Entre Eixos 1.581 mm
Altura do assento 920/950mm
Altura livre ao Solo 271 mm
Peso a Seco 224 kg
Preço R$ 64.990 (Adv Sports) e R$ 69.990 (Adv Sports Travel Edition)

Honda vende também a Travel Edition, com malas laterais e cavalete central de série, por R$ 69.990

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