Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Sun, 19 Jan 2020 07:00:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Baterista do Rush buscou ‘cura’ e motivação em viagens de moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/19/baterista-do-rush-buscou-cura-e-motivacao-em-viagens-de-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/19/baterista-do-rush-buscou-cura-e-motivacao-em-viagens-de-moto/#respond Sun, 19 Jan 2020 07:00:19 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19641 Neil Peart e sua BMW R 1200 GS: baterista e letrista canadense da banda Rush era fã de bigtrail

Reservado e pouco afeito a entrevistas, Neil Peart também se foi discretamente. O baterista da banda canadense Rush, faleceu em 7 de janeiro deste ano, aos 67 anos, depois de perder a batalha contra um câncer de cérebro, mas sua morte só se tornou pública três dias depois.

Considerado um dos melhores (se não o melhor) bateristas do mundo, Peart também era motociclista e fã de longas viagens. Rodou o mundo, inclusive no Brasil, de moto, geralmente com uma BMW da linha GS. Com 1,93 m e espírito aventureiro, as bigtrail eram sua escolha óbvia.Baterista do Rush de moto em alguma estrada brasileira em 2010

“No final de um longo dia na estrada, sinto um misto de vibração, super estimulação e cansaço do dia todo – a consciência profunda de ter percorrido a distância, apreciado e sobrevivido. Certa vez, criei um refrão que costumava aparecer na minha cabeça: ‘Quando estou andando de moto, fico feliz por estar vivo. Quando paro de andar de moto, fico feliz por estar vivo.”, declarou Peart em uma de suas poucas entrevistas, na qual falava sobre sobre suas viagens de moto.

Peart, na costa do México, durante a viagem contada no livro “A estrada da cura”

A união de sua paixão por viajar em duas rodas com seu talento como letrista da banda e escritor deu origem a diversos livros. No mais famoso deles, “Ghost Rider: A estrada da cura”, publicado em 2002, mas que chegou ao Brasil só em 2014, Peart relata como a viagem de 90 mil quilômetros durante 14 meses pela América do Norte, ao comando de sua BMW R 1100 GS, o ajudou a lidar com a morte de sua única filha Selena, que perdeu a vida aos 19 anos em 1997, em um acidente de carro, e de sua esposa Jackie, em decorrência de um câncer, 10 meses depois.Best-seller, livro de 2002 relata viagem sem destino, após perda da filha e da mulher

Em um relato pessoal e emocionante, Neil Peart conta em um trecho como não estava preparado para retomar suas atividades ao lado da banda. “Eu certamente não estava mais interessado em tocar bateria ou escrever letras para canções de rock. Antes daquela noite em que o mundo desabou ao meu redor, eu estava trabalhando num livro sobre as minhas aventuras sobre duas rodas com meu amigo Brutus durante a recém-encerrada turnê Test for Echo, e eu não conseguia me imaginar retomando aquele projeto. Eu apenas permanecia em movimento, com medo de parar por tempo demais, com medo de me dar tempo para pensar”.

Decidiu então viajar de moto, sem destino, em busca de si mesmo e da cura de sua perda familiar. Além de um best-seller, é um dos meus livros de cabeceira. Recomendo.

Trabalho e diversãoCom 1,93m, Peart pilotou vários modelos BMW da linha GS

Em outro livro de Peart, “Roadshow: Landscape with Drums: A Concert Tour by Motorcycle” (Roadshow: Paisagem e bateria: uma turnê de moto, em tradução livre, já que não está disponível em português), de 2006, ele escreve detalhadamente a turnê de 30 anos da banda, que incluiu 57 shows em nove países.

Ele fez uma espécie de turnê paralela, viajando entre os shows em sua motocicleta BMW. De Los Angeles a Nashville, de Praga a Berlim, Peart rodou 34.000 quilômetros, percorrendo 19 países. Seu objetivo era documentar a turnê como “a maior jornada de todas na minha existência inquieta: a vida de um músico em turnê”.Foto mostra o baterista do Rush acelerando sua moto nos famosos “caracóis” andinos

Unindo seu trabalho com a diversão de rodar 34.000 km, geralmente fora dos roteiros mais conhecidos, Peart conta que seu entusiasmo pela música e pela vida foi revigorado pelo tempo ao guidão, um sentimento que muitos experimentam ao viajar de moto.

Ainda há, em português, o livro “Far Away: Longe e distante”, no qual ele também conta histórias de suas viagens de moto.

Portanto, se você é fã de Rush e de motos, pode manter vivo espírito e o talento de Neil Peart não apenas ouvindo suas músicas, mas também lendo seus livros – e, claro, viajando por aí de moto. A estrada cura e inspira. (Por Arthur Caldeira)

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Novas Honda CB 500F e CB 500X chegam em março; preço parte de R$ 26.900 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/17/novas-honda-cb-500f-e-cb-500x-chegam-em-marco-preco-parte-de-r-26-900/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/17/novas-honda-cb-500f-e-cb-500x-chegam-em-marco-preco-parte-de-r-26-900/#respond Fri, 17 Jan 2020 20:24:07 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19647 Versão naked tem design renovado, painel digital e embreagem deslizante

A nova geração da família Honda CB 500, mostrada no Salão Duas Rodas 2019, chega às lojas apenas em março, mas já têm o preço definido: a naked CB 500F vai custar R$ 26.900 e a crossover CB 500X, R$ 28.900.Já a crossover, CB 500X, ganhou nova roda aro 19 na dianteira e suspensões de curso mais longo

Ambas tiveram seu visual renovado, ganharam um painel novo, totalmente digital, além de melhorias mecânicas. Na motorização, o bicilíndrico de 500cc, arrefecido a líquido, oferece agora mais torque em baixos e médios regimes, segundo a Honda. Potência e torque máximo não sofreram mudanças: 50,4 cv a 8.500 rpm e 4,53 kgf.m a 6.500 rpm. Os modelos também ganharam embreagem deslizante, de acionamento ainda mais macio, e que evita que a roda traseira trave em reduções mais bruscas de marcha. CB 500F terá as cores vermelha, prata e laranja

Na parte ciclística, a grande mudança foi na CB 500X, que agora usa roda de 19 polegadas na dianteira, e teve o curso da suspensão ampliada. A suspensão dianteira telescópica convencional tem tubos de 41 mm de diâmetro e regulagem na pré-carga da mola. O curso é de 120 mm na CB 500F e 150 mm na CB 500X (aumento de 10 mm em relação à versão anterior).

CB 500X chega nas cores vermelha, prata e preta

Já a suspensão traseira se vale de um novo conjunto mola-amortecedor, regulável na pré-carga da mola (cinco posições), agora de tubo único e com o maior diâmetro. Ligado à balança de aço por meio de links, propicia curso da suspensão traseira de 119 mm na CB 500F enquanto na CB 500X o curso é de 135 mm (aumento de 17 mm em relação à versão anterior).Os modelos têm sistema de iluminação todo em LED

 

As Honda CB 500F e CB 500X 2020 têm garantia de três anos, sem limite de quilometragem, além do Honda assistance (Assistência 24 horas) durante o período em que durar a garantia. A CB 500F estará disponível nas cores vermelha, prata e laranja, com preço sugerido de R$ 26.900,00. Já a CB 500X 2020 será vendida nas cores vermelha, preta e prata com preço sugerido de R$ 28.900,00, ambos base Estado de São Paulo. (Por Arthur Caldeira)

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Conheça a moto customizada que Leclerc, da F1, encomendou pelo Instagram http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/11/conheca-a-moto-customizada-que-leclerc-da-f1-encomendou-pelo-instagram/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/11/conheca-a-moto-customizada-que-leclerc-da-f1-encomendou-pelo-instagram/#respond Sat, 11 Jan 2020 07:00:02 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19624 Charles Leclerc pediu visual novo e mais potência na sua Husqvarna Vitpilen 701

Quando o customizador Walid Ben Lamine recebeu a mensagem de um tal Charles Leclerc no perfil Instagram da oficina francesa Bad Winners, pensou se tratar de um spam. “Charles disse: ‘Estou te seguindo há um tempo e gosto muito de suas motos. Seria possível fazer uma para mim?’”, relembra Walid.

Era mesmo o jovem de 22 anos, que estreou no ano passado na escudeira Ferrari, e marcou mais pontos que seu companheiro de equipe, o alemão Sebastian Vettel, quatro vezes campeão do mundo.Monocilíndrico de 701 cc passou de 75 para 85 cv de potência 

A exemplo de muitos outros pilotos rápidos de F1, como Senna, Schumacher e Hamilton, o jovem monegasco também é fã de motos e encomendou uma Husqvarna Vitpilen 701 customizada aos franceses da Bad Winners.

Inspirada em uma Yamaha Fazer 600, batizada de Apex, a Husq de Leclerc ganhou o nome de Apex 2.0.As novas carenagens e as rodas foram fabricadas em fibra de carbono

As mudanças mais perceptíveis estão nas carenagens da moto, que foram impressas em impressoras 3D com fibra de carbono. Além da roupagem, com linhas mais angulosas, o material foi usado nas rodas. Tudo para reduzir o peso. “As rodas pesam menos de 3 kg cada”, conta Walid.Com uma silhueta ainda mais esguia, moto do piloto da Ferrari pesa só 130 kg

Com a redução do peso para 130 kg, a “tunada” no motor de um cilindro, que ganhou mais 10 cv e agora produz 85 cv de potência máxima, surtiu ainda mais efeito para melhorar o desempenho da naked do piloto de F1. Para ressaltar o ronco, foi instalada uma ponteira da SC Projects.O farol é o mesmo da KTM Duke 790

O cockpit ganhou novos instrumentos. Um painel totalmente digital com uma tela de LED de 4,3’’ foi integrado a uma nova mesa, mantendo os dois semiguidões da Vitpilen original.Painel com tela de LED é integrado à mesa

Com ainda menos peso e um pouco mais de força, a Apex 2.0, uma Husqvarna Vitpilen 701 customizada, parece ser a moto ideal para percorrer as ruazinhas de Mônaco – e as inúmeras curvas das passagens nas montanhas próximas do principado.

Além de rápido em sua Ferrari de F1, o monegasco Leclerc poderá se divertir em duas rodas. (texto Arthur Caldeira / fotos Guillaume Petranto / Bike Exif)

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CES 2020: moto elétrica “inteligente” alerta sobre perigos na via http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/09/ces-2020-moto-eletrica-inteligente-alerta-sobre-perigos-na-via/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/09/ces-2020-moto-eletrica-inteligente-alerta-sobre-perigos-na-via/#respond Thu, 09 Jan 2020 07:00:14 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19613 Damon Hypersport tem 200 cv de potência e 320 km de autonomia

Tradicional feira de tecnologia e inovação, a CES 2020, que acontece em Las Vegas nos Estados Unidos, tem se tornado, a cada ano, uma vitrine para o futuro dos carros, e também das motos. Neste ano, a Hypersport da canadense Damon Motorcycles, uma moto esportiva elétrica com números de desempenho impressionantes e tecnologia de segurança de ponta, recebeu até o prêmio de uma das melhores inovações do evento.

A Damon Hypersport tem, de fato, números superlativos: 200 cavalos de potência e atinge uma velocidade máxima de 300 quilômetros por hora, além de uma autonomia de 320 quilômetros na estrada. Além disso, a Hypersport está repleta de tecnologia até então inédita na maioria das motocicletas, incluindo ergonomia ajustável em tempo real e um sistema de segurança para motociclistas, desenvolvido em parceria com a BlackBerry.

Co-piloto 360°Moto usa tecnologia BlackBerry e tem diversos sensores e radares para alertar sobre perigos

“Estamos em uma missão para liberar todo o potencial da mobilidade pessoal para os passageiros do mundo, reduzindo os incidentes de motociclistas na estrada”, disse Jay Giraud, co-fundador e CEO da Damon Motorcycles.

“Para alcançar isso, passamos os últimos três anos desenvolvendo uma plataforma de motocicleta eletrônica totalmente conectada e equipada com inteligência artificial que incorpora o CoPilot, nosso sistema próprio de alerta de 360º . Ao construí-la com a melhor tecnologia da categoria, da BlackBerry, com certificação de segurança, as motocicletas Damon serão as motocicletas elétricas mais seguras e avançadas do mercado”.Hypersport já pode ser encomendada por 25 mil dólares, cerca de R$ 100 mil

A Hypersport conta com um avançado sistema de alerta, batizado de “CoPilot 360º”, que usa câmeras, radares e outros sensores para alertar os motociclistas sobre ameaças na via. Com uma rede neural a bordo, esses mesmos sensores também coletam e identificam o comportamento do tráfego, as condições da estrada e os dados de intenção do piloto.

Com seu conjunto de conectividade 4G, Wi-Fi e Bluetooth incorporado, a Hypersport agrega esses dados na nuvem para melhorar o desempenho geral do sistema com atualizações aéreas enviadas de volta para cada motocicleta Damon. Como a Tesla, as atualizações são aprovadas pelo proprietário de cada Hypersport antes de serem lançadas a bordo.Outra inovação é o sistema “shift” que permite ajustar a ergonomia até mesmo em movimento

“Esse nível de aprendizado profundo e conectividade é sem precedentes, garantindo a cada motociclista um percurso mais inteligente, seguro e conectado; não apenas para indivíduos, mas para comunidades inteiras, com o objetivo de reduzir incidentes em todo o mundo”, garantiu Dom Kwong, co-fundador e diretor de tecnologia da Damon Motorcycles.

Pois é, como diz o slogan da própria Damon Motorcycles: “O futuro não é algum dia. É hoje”. Mas somente para aqueles que tenham os 24.995 dólares (cerca de R$ 100 mil) pedidos pelo modelo, que já pode ser encomendado no site da empresa. (Por Arthur Caldeira)

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Honda e Yamaha dominam ranking das 10 motos mais vendidas em 2019; confira http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/07/honda-e-yamaha-dominam-ranking-das-10-motos-mais-vendidas-em-2019-confira/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/07/honda-e-yamaha-dominam-ranking-das-10-motos-mais-vendidas-em-2019-confira/#respond Tue, 07 Jan 2020 07:00:06 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19604 No ano passado, foram vendidas 1.077.553 motos – aumento de 14,59% em relação a 2018

Na semana passada, foi divulgado o balanço final das vendas de veículos, no mercado brasileiro, em 2019. Com 4.036.303 unidades emplacadas no total, o resultado confirmou as projeções feitas pela Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos no país. A alta nas vendas de veículos em todos os segmentos foi de 10,48% ante as 3.653.297 unidades comercializadas em 2018 – o volume considera todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos).

Mais especificamente no segmento de motocicletas, o resultado foi ainda melhor: 1.077.553 veículos de duas rodas vendidos no ano passado, um aumento de 14,59% sobre 2017, quando o volume foi de 940.394 unidades. Ou seja, um boa notícia para o segmento de motocicletas,. que confirma a tendência de recuperação.

Mais vendidas

Já entre os modelos de motocicletas mais vendidos, pouca novidade. A Honda lidera as cinco primeiras posições, encabeçada pela CG 160, a motocicleta e o veículo mais vendido do Brasil em 2019, com 307-973 unidades emplacadas entre janeiro e dezembro do ano passado – superando o Chevrolet Onix, o automóvel mais vendido com 241.214 unidades vendidas.

Aliás, Honda e Yamaha dominam o ranking das 10 motos mais vendidas em 2019. A Yamaha aparece apenas na sétima colocação, com a Fazer 250. O que é de se estranhar, afinal, a moto mais vendida da marca dos três diapasões não é o modelo mais barato – depois dela ainda aparecem Crosser e Factor, ambas de 150cc e mais baratas, porém menos com vendas menores do que a sofisticada Fazer 250 ABS.

Confira abaixo o ranking das 10 motos mais vendidas no Brasil no ano passado.

1º Honda CG 160 – 307.973 unidadesLíder de vendas há décadas, a Honda CG 160 manteve seu posto de moto – e veículo – mais vendido do Brasil em 2019. Disponível em três versões – Start, Fan e Titan – a CG 160 custa a partir de R$ 9.060, na versão Start, que tem partida elétrica, mas freio a tambor em ambas as rodas, que são raiadas.

2º Honda Biz – 155.920Outro sucesso de vendas da Honda, a CUB Biz é vendida em duas versões – uma de 110cc, com freio a tambor e rodas raiadas; e outra, de 125cc, com rodas de liga-leve e freio a disco na dianteira. O preço da Biz 110i é de R$ 8.150.

3ª Honda NXR 160 Bros – 122.353A trail urbana, que tem roda aro 19 na dianteira, NXR 160 Bros também ocupa o topo do ranking das mais vendidas há alguns anos. Equipada com o mesmo motor da CG 160, porém com uma ciclística mais versátil é ideal para percorrer estradas não pavimentadas ou até mesmo nossas ruas e avenidas esburacadas. O preço da Bros é de R$ 12.860.

4º Honda Pop 110i – 102.807Modelo mais barato da Honda, a Pop 110i tem preço sugerido de R$ 6.326, o que explica seu sucesso nos rincões do Brasil. Ela usa o mesmo motor da Biz 110i, porém com embreagem manual. Em 2020, a Pop ganhou freios combinados CBS.

5º Honda CB 250F Twister – 36.361“Ressuscitada” em 2015, a Twister ganhou um novo e inédito motor de 250cc flex, além de um visual novo. Desde então, vem conquistando clientes e galgando posições no ranking para recuperar o sucesso de vendas da “antiga Twister”. Vendida em duas versões – com CBS e outra com ABS – a nova Twister parte de R$ 14.636, com freios combinados.

6º Honda PCX 150 – 35.582Única scooter no ranking das 10 motos mais vendidas no ano passado, a Honda PCX 150 perdeu uma posição no ranking entre 2018 e 2019, mas suas vendas aumentaram. Isso porque a scooter ganhou novas versões neste ano com freios CBS e ABS, além de amrt key (chave inteligente). O preço da versão de entrada, CBS, é de R$ 11.990.

7º Yamaha Fazer 250 ABS – 25.328Renovada em 2017, a Fazer 250 com freios ABS já mostrou que a renovação no modelo agradou aos consumidores. Mesmo com preço sugerido de R$ 16.803, vendeu mais que outras motos mais baratas e de menor capacidade cúbica da própria Yamaha.

8º Honda XRE 300 – 24.718A veterana trail de 300cc da Honda já passou por diversas atualizações, mas em 2020 ganhou um design completamente novo, além de freios ABS de dois canais. Mudanças que ajudaram a XRE 300 a se manter entre as mais vendidas, mesmo com o preço sugerido de R$ 18.590.

9º Yamaha XTZ 150 Crosser – 24.570As trail urbanas têm mesmo feito sucesso no Brasil. Prova disso é que, além da Honda Bros 160, a Yamaha XTZ 150 Crosser venda mais até mesmo que as versões street da marca, que usam o mesmo motor, a Factor e a Fazer 150. Vendida em duas versões – S e Z- a Crosser 150 ainda ganhou freio ABS na dianteira em 2020; o preço parte de R$ 12.800

10º Yamaha Factor 150 – 22.499Com bom custo benefício, a Yamaha Factor 150 tem rodas de liga-leve, painel digital e freio a disco na dianteira, embora seja um modelo de entrada. Com diversos atributos e o preço sugerido de R$ 10.647, a Factor 150 completa nosso ranking das 10 motos mais vendidas em 2019. (por Arthur Caldeira)

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8 motos que chegam ao Brasil em 2020 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/04/8-motos-que-chegam-ao-brasil-em-2020/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2020/01/04/8-motos-que-chegam-ao-brasil-em-2020/#respond Sat, 04 Jan 2020 09:00:21 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19597 Honda CB 500X mais “aventureira” está entre os lançamentos do ano; conheça os principais

Após dois anos consecutivos de crescimento nas vendas, o mercado de motos deve ter novidades interessantes para 2020. Outra razão para a enxurrada de lançamentos é a realização do Salão Duas Rodas, em novembro do ano passado. Afinal, muitos dos modelos apresentados na feira devem chegar às lojas no decorrer deste ano, caso da Honda CB 500X e da scooter Yamaha XMax 250, dois das principais novidades deste ano. Confira essas e outras motos novas que devem chegar ao Brasil neste ano.

Honda CB 500Naked CB 500F tem design novo e embreagem assistida

A linha CB 500 da Honda foi apresentada no Salão Duas Rodas com novidades interessantes. A primeira delas foi o design mais moderno e ousado, tanto na naked CB 500F como na aventureira CB 500X. Linhas mais angulosas, grafismos mais chamativos e um novo painel blackout são as responsáveis por atualizar a família de bicilíndicas médias da marca que, importante dizer, não sofreram mudanças na motorização.

Na parte mecânica, vale destacar a nova embreagem deslizante e assistida que promete um funcionamento mais macio, além de evitar que a roda traseira “trave” em reduções. Segundo a Honda, o sistema de escapamento foi revisto, para proporcionar um ronco mais “empolgante”.Aventureira CB 500 X também ganhou roda maior, de 19 polegadas, na dianteira

Já a CB 500X ainda ganhou adotou roda dianteira de 19 polegadas e suspensões de curso mais longo que permitem ao modelo encarar com mais agilidade pisos irregulares ou vias sem pavimentação.

Ambas as versões devem chegar às lojas até março deste ano, com freios ABS de série e duas opções de cores. Os preços ainda não foram definidos.

Yamaha XMax 250Nova scooter chega em abril com preço sugerido de R$ 21.990

Já a Yamaha divulgou o preço da XMax 250 no ano passado. Apresentada no Salão, a nova scooter vai custar R$ 21.990, mas só chega às lojas em abril. O grande diferencial da XMax 250 é o sistema de controle de tração, normalmente não encontrado em scooters menores. O controle entra em ação quando os sensores informam para a central eletrônica (ECU) que a roda traseira está patinando. Imediatamente, a central corta a transmissão para a roda traseira, evitando uma queda.Controle de tração evita que a roda traseira derrape em pisos de baixa aderência

Equipada com roda aro 15 e pneu 120/70, na dianteira, e aro 14 com pneu 140/70, na traseira, a XMax tem motor de um cilindro, 250 cm³, SOHC, e arrefecimento líquido, que produz 22,8 cv de potência máxima e tem câmbio CVT. O modelo conta com iluminação em LED e painel com dois mostradores analógicos e uma tela digital com diversas informações, inclusive um pequeno computador de bordo, que indica consumo médio e instantâneo.

Triumph Rocket 3Motorzão: três cilindros, 2.500 cc e 170 cv!

O superlativo motor de três cilindros e 2.500 cc é a principal atração da nova Triumph Rocket 3 que chega ao País em 2020. O maior motor a equipar uma moto de série no mundo gera 170 cv de potência máxima e mais de 22,5 kgf.m de torque máximo.

Para melhorar a maneabilidade dessa “gigante” em duas rodas, a Triumph reduziu o peso da nova Rocket 3 em cerca de 40 kg. Apesar do porte imponente e do propulsor exagerado, a Rocket sempre foi uma moto fácil de pilotar. A nova geração, que ainda não tem preço definido, deve estar ainda melhor – e mais divertida!

Kawasaki Z 900Além de visual renovado, naked terá painel “conectado”

A consagrada naked de quatro cilindros da Kawasaki passou por um face-lift para 2020. Mas a grande novidade da Z 900 é trazer para o segmento um painel “inteligente”, que se conecta ao smartphone por meio de Bluetooth e um aplicativo dedicado. Pelo app, batizado de “My Ride” (meu passeio), o motociclista pode ter diversas informações sobre o funcionamento da moto, além de registrar percursos, velocidades e distâncias.

Ainda restrito a modelos mais luxuosos, os painéis conectados devem se tornar tendência nas motos nos próximos anos. Afinal, que motociclista não tem um smartphone nos dias de hoje? A Z 900 deve chegar apenas no segundo semestre deste ano e seu preço ainda não foi definido.

BMW S 1000XRAventureira esportiva ganhou faróis direcionais de LED

Apresentada no Salão de Milão no ano passado, a S 1000XR ganhou visual novo e um motor mais nervoso. A aventureira esportiva da BMW agora tem 165 cv de potência máxima em seu motor de quatro cilindros e 999 cc. O modelo ainda perdeu cerca de 11 kg.Nova S 1000 XR ficou 11 kg mais leve e agora tem 165 cv de potência

Um pacote eletrônico completo e uma nova relação de marchas – lembrando que o câmbio de sesi velocidades tem quick-shift bidirecional – fazem da aventureira esportiva a companheira ideal para viagens rápidas. Suspensão eletrônica, faróis de LED direcionais e Hill Start Control (assistente de partida em subidas) agora são de série na S 1000XR 2020, que ainda não tem data para desembarcar no país, mas deve chegar apenas no segundo semestre.

Royal Enfield 650Modelos têm visual clássico, mas motor novo de dois cilindros e 650cc

Primeiros modelos mundiais da Royal Enfield, as novas Interceptor 650 e Continental GT 650 prometem agitar o segmento de clássicas modernas no Brasil. Elas chegam às lojas agora em janeiro com preço a partir de R$ 24.990, para a naked clássica Interceptor, e R$ 25.990 para a cafe racer Continental GT.Interceptor 650 vai custar a partir de R$ 24.990

Desenvolvidas em conjunto entre a matriz indiana e o centro técnico da Royal Enfield no Reino Unido, as novas motos são equipadas com um inédito bicilíndrico de 650 cc que produz bons 47 cv de potência máxima. Com chassi firme e suspensões bem acertadas, além de um preço atraente, são a grande aposta da marca anglo indiana para crescer – ainda mais – em todo o mundo, no segmento de motos médias, entre 400 e 700 cc.

 

Honda NC 750X DCTCrossover deve ganhar versão com câmbio de dupla embreagem

Antiga promessa da Honda, parece que, finalmente, a NC 750X irá ganhar o câmbio automático DCT no Brasil. Responsável por metade das vendas do modelo na Europa, o câmbio de dupla embreagem oferece mais conforto e segurança na pilotagem, com trocas de marchas precisas e no tempo certo.Africa Twin de 1.100 cc também deverá ter versão com DCT

Ainda não há preço e nem data definidos para a chegada da tecnologia DCT ao País, mas o câmbio também deverá estar presente em uma das versões da nova CRF 1100L Africa Twin. 

Yamaha NikenAs duas rodas dianteiras inclinam como em uma moto

Com um revolucionário sistema de três rodas – com duas na dianteira, que se inclinam como em uma moto – a Niken é a aposta da Yamaha para atrair novos consumidores ao mundo do motociclismo. Mostrada no Salão Duas Rodas como curiosidade, mas já à venda na Europa, a Niken usa o mesmo motor de três cilindros e 847 cc que tem 115 cv de potência – estaria, portanto, já homologado às leis brasileiras de emissão de poluentes e ruídos.Moto de três rodas foi mostrada no Salão Duas Rodas

Fontes ligadas à Yamaha afirmam que o produto teria como objetivo reforçar a marca como pioneira e revolucionária. Sua comercialização seria limitada, com poucas unidades importadas e, provavelmente, caras. A Niken custa hoje na Europa cerca de 15.000 euros, ou cerca de R$ 68 mil, na conversão direta. (Por Arthur Caldeira)

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Retrospectiva: 10 fatos que marcaram o ano em duas rodas http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/29/retrospectiva-10-fatos-que-marcaram-o-ano-em-duas-rodas/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/29/retrospectiva-10-fatos-que-marcaram-o-ano-em-duas-rodas/#respond Sun, 29 Dec 2019 09:00:00 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19588 Veja o que ficou para trás, no espelho retrovisor, neste 2019 no mundo das motos

Enquanto milhares de motociclistas pegam a estrada nas festas de fim de ano, aproveitamos para fazer um balanço de 2020 no mundo das motos. O ano começou com nova regulamentação sobre os freios e terminou com boas novidades no Salão duas Rodas, em novembro, e alta nas vendas para fechar o ano. Relembre os principais fatos do ano em duas rodas.

Freios mais eficientes

Em 1º de janeiro deste ano, entrou em vigor a regra que determina que toda moto fabricada ou vendida no Brasil tenha freios mais eficientes. Nos modelos acima de 300 cc, o sistema ABS é obrigatório; nas motos menores, basta o sistema de freios combinados, também conhecido como CBS. Mas mesmo modelos de 150cc, caso da Honda PCX 150 e da Yamaha Crosser XTZ 150, receberam freios antitravamento (ABS) na linha 2019.

Honda investe em Manaus

Líder de vendas no Brasil, com 78% do mercado de motos, a Honda anunciou, em fevereiro, investimentos de R$ 500 milhões na sua fábrica de motos em Manaus (AM) nos próximos três anos. O objetivo é tornar a produção mais eficiente para manter a competitividade.
A planta, inaugurada em 1976, já produziu 24 milhões de motocicletas. A primeira fase desse ciclo de investimentos visa a construção de uma nova fábrica de motores para facilitar os processos produtivos. O aporte financeiro também servirá para a renovação de equipamentos, a construção de novas instalações e o reposicionamento de linhas produtivas.

Harley elétrica

Apresentada em 2014 como um protótipo, a Livewire, primeira moto elétrica da Harley-Davidson começou a ser vendida em agosto nos Estados Unidos por US$ 29.799 (cerca de R$ 120 mil). Equipada com um motor elétrico de magneto permanente que não tem marchas e pode ir de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos, a Harley elétrica tem autonomia para 177 km, afirmou a marca. A chegada da Livewire ao mercado em 2019 faz parte dos planos de investir em modelos elétricos para atrair novos motociclistas para a marca norte-americana. Em novembro, no Salão de Milão, a Harley revelou sua bigtrail e uma naked.

Vendas passam de 1 milhão

Pelo segundo ano consecutivo as vendas de motocicletas cresceram no Brasil. A previsão da Fenabrave, federação que reúne os distribuidores de veículos no Brasil, era que 1.072.000 motocicletas fossem vendidas neste ano, uma alta de 14% nas vendas comparadas com 2018, quando foram comercializadas 940.108 unidades. A marca de 1 milhão de unidades vendidas no varejo não era ultrapassada desde 2015. 

BMW comemora 60 mil motos produzidas no Brasil

A BMW Motorrad celebrou em novembro a marca de 60 mil motocicletas produzidas no Brasil. O marco é fruto de uma década de produção local. Entre 2009 e 2016, a marca compartilhou a linha de produção com um parceiro local, em Manaus. Desde outubro de 2016, o BMW Group tem, na mesma cidade, a sua própria fábrica — a primeira 100% dedicada à produção de motocicletas fora da Alemanha. Construída em uma área de cerca de 10 mil metros quadrados, a planta já recebeu investimentos acima de R$ 75 milhões desde então. Atualmente, a unidade produz um total de dez modelos.

Honda CG 125 sai de linha

Neste ano, outro acontecimento marcante foi o fim da produção da Honda CG 125 que, até então, era produzida na sua versão Fan. Com o fim da famosa 125 “cilindradas”, a CG só é fabricada atualmente com motor de 160 cc. Por questões comerciais, a marca não instalou freios CBS na 125cc e interrompeu sua produção. A CG 125 resistiu de 1976 até o final de 2018, ano em que foram produzidas somente 24.000 unidades.

Duas rodas compartilhadas

Até mesmo sem motor a combustão, os veículos de duas rodas podem ser uma solução inteligente para a mobilidade individual, no caso de scooters e patinetes elétricos. No início deste ano, começou a funcionar a Riba Share, scooters elétricas compartilhadas, na cidade de São Paulo. Os patinetes, embora envoltos em polêmicas sobre seu uso e segurança, também se popularizaram em diversas capitais brasileiras.

Salão Duas Rodas surpreende

Apostando em uma nova fórmula com mais “experiências” e test-rides, o Salão Duas Rodas 2019 surpreendeu pela presença de grande público e a apresentação de diversos lançamentos. Realizado em meio à ausência de algumas marcas premium, como BMW, Ducati e Harley, o evento demonstrou que ainda tem força para atrair visitantes e ganhara espaço para as motocicletas na grande mídia.

Scooters fazem sucesso

Até outubro foram licenciadas 74.965 unidades na categoria scooter, crescimento de 30,1% ante as 57.631 unidades registradas no mesmo período de 2018. Impulsionado pela gasolina cara e o trânsito cada vez mais engarrafado, o aumento nas vendas das scooters mostra que esse prático e econômico veículo de duas rodas caiu no gosto do brasileiro.

Bolsonaro compra moto

Depois de se envolver em uma polêmica por usar o capacete incorretamente em um passeio de moto na praia, Jair Bolsonaro decidiu comprar sua própria moto. Em outubro, o Presidente adquiriu uma Honda NC 750X para passear por Brasília, segundo ele. O modelo, equipado com motor de dois cilindros e 750 cc, deve ganhar uma nova versão com câmbio automático no ano que vem. (por Arthur Caldeira)

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Dicas de presentes de Natal para motociclistas http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/21/dicas-de-presentes-de-natal-para-motociclistas/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/21/dicas-de-presentes-de-natal-para-motociclistas/#respond Sat, 21 Dec 2019 09:00:48 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19577 Veja equipamentos para quem quer andar de moto com estilo e segurança

Todo motociclista gosta de receber um presente que remeta a sua paixão pelas duas rodas. Aproveite este Natal para presentear aquele amigo (a), familiar ou companheiro (a) que anda de moto com um equipamento de segurança que proteja e tenha muito estilo, ou ainda com algum acessório que vai deixar o passeio de moto ainda mais divertido. Confira nossas dicas para presentear motociclistas neste fim de ano.

 

Capacete Bell aberto
Feito para quem procura um capacete aberto com estilo “vintage”, o Bell Riot tem design minimalista para combinar com as motos de design clássico. Com casco composto em resina termoplástica, o Riot tem viseira com tratamento anti-embaçante e um pequeno gancho para facilitar o fechamento. Seu forro é feito em tecido antibacteriano e o acabamento é feito em couro. Preço R$ 799

Jaqueta urbana
Construída em múltiplos tecidos e algodão, a jaqueta Alpinestars Ray Canvas V2 tem estilo casual e possui tratamento externo para dispersão da água. Traz proteções certificadas pela Comunidade Europeia nos ombros e nos cotovelos. Tem ajuste no punho e na cintura para melhor caimento. À venda em lojas de acessórios. Preço R$ 1.299

Luvas Harley-Davidson 

Feita em malha, neoprene e couro de cabra perfurado nas costas da mão, as luvas Arbon da Harley ainda tem couro de pele de cabra nas mãos e revestimento Coolcore que proporciona conforto durante todo o ano através da regulação térmica. Polegar ergonômico, dedos pré-curvados de e articulações elásticas melhoram a mobilidade para pilotar a moto. À venda nas concesisonárias da marca. Preço médio R$ 350

Bota Triumph Stroke

Feita em couro com acabamento vintage, as botas Stoke da Triumph trazem protetores certificados pela União Europeia e aplique para preservar a bota nas trocas de marcha. Com tornozelo acolchoado, tem forro respirável e stá disponível nas cores marrom e preto. Preço sugerido R$ 750

Intercomunicador 

O novo sistema de comunicação Fit-for-All da BMW pode ser integrado em capacetes da marca e também de outros fabricantes. Além da comunicação entre condutor e passageiro, o sistema permite ouvir mensagens de navegação e reproduzir áudios livre de ruídos ou interferência graças a um sistema de redução de ruídos, assim como comunicação com outros equipamentos com bluetooth. Intuitivo e fácil de operar, tem três botõese até é possível acessar o comando de voz Siri ou Assistente Google e usufruir de atalhos por voz disponível no smartphone. À venda nas concessionárias da marca. Preço: não disponível

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Honda NC 750X e outros modelos podem ter câmbio DCT em 2020; conheça http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/14/honda-nc-750x-e-outros-modelos-podem-ter-cambio-dct-em-2020-conheca/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/14/honda-nc-750x-e-outros-modelos-podem-ter-cambio-dct-em-2020-conheca/#respond Sat, 14 Dec 2019 09:00:29 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19562 Crossover deve ter versão com câmbio automático de dupla embreagem

A Honda quer repetir no Brasil o sucesso que o câmbio DCT faz na Europa, onde a venda das versões equipadas com a transmissão automática corresponde a mais da metade das unidades comercializadas de modelos como a NC 750X. A crossover deverá ser a primeira moto a ganhar uma variante equipada com o DCT no país em 2020. A nova Africa Twin 1100 também está cotada para trazer a nova tecnologia, presente apenas no maxi-scooter X-ADV e na Gold Wing 1800 Tourer atualmente.

Exclusiva da Honda, a transmissão DCT para motocicletas é a aposta da marca para atrair novos consumidores, que não querem ter a preocupação de trocar as marchas, além de oferecer uma nova experiência para os motociclistas mais entendidos. Oriundo dos automóveis da fábrica, como o Civic e o NSX, o câmbio DCT (Dual Clutch Transmission, ou transmissão de dupla embreagem, em português) tem trocas automáticas, proporcionando mais conforto em longas viagens e praticidade no dia-a-dia. Nova Africa Twin 1100 também está cotada para receber o câmbio DCT no ano que vem

Esta não é a primeira vez que a Honda tenta introduzir o câmbio DCT (Dual Clutch Transmission, ou transmissão de dupla embreagem, em português) no mercado nacional. Em 2011, a VFR 1200F e a VFR 1200 X Crosstourer vieram equipadas com a primeira versão da transmissão, que ainda tinha algumas deficiências. A fábrica também avalia que os modelos eram muito “futuristas” e a tecnologia acabava ficando em segundo plano.

Em uma moto média e racional, como a NC 750X, a aposta é que o sistema possa mostrar seus benefícios. Na Europa, onde pouco mais de 50% das vendas são da versão DCT, a NC 750 X dotada da tecnologia custa 8.850 euros, pouco mais de 10% da versão com o câmbio manual, cotada a 8.000 euros.

Como funciona o DCT

Diferentemente dos câmbios dos scooters, o DCT tem o mesmo conjunto mecânico que um câmbio “convencional”, exceto pelas duas embreagens. Controladas eletronicamente, elas são responsáveis pelas trocas automáticas em milissegundos. Diversos sensores enviam informações à central eletrônica da moto que “opta” pelo melhor momento para subir ou reduzir uma marcha.Há duas embreagens, que fazem trocas automáticas: uma para as marchas pares, outra para as ímpares

As trocas acabam sendo quase imperceptíveis e, segundo a Honda, mais precisas do que qualquer piloto faria. Isso porque uma embreagem efetua as trocas das marchas ímpares (1ª, 3ª e 5ª) e a outra, das marchas pares (2ª, 4ª e 6ª). Sempre “engatilhadas” para engatar a próxima marcha, as embreagens realizam trocas rápidas e totalmente automáticas, sem interferência do piloto no modo AT.

Mas existe a opção MT (Manual Transmission, ou transmissão manual), que permite trocas de marchas por meio de botões (+ e -) no punho esquerdo, assim como em carros automáticos. E nas motos não há manete de embreagem e nem mesmo pedal de câmbio.

ImpressõesCâmbio DCT vai bem com o motor da NC 750X

A convite da Honda, tive a oportunidade de pilotar três modelos equipados com o novo câmbio pelas estradas italianas em novembro último – onde também avaliei a nova CB 650R, que tem câmbio manual. Já havia rodado com o X-ADV e a Gold Wing no Brasil, mas nunca havia experimentado o câmbio na NC 750 X e, muito menos, na recém-lançada Africa Twin 1100.

Para “engatar” a primeira marcha e sair com a NC 750X, ou qualquer modelo com DCT, há um botão no punho direito com as letras “N”, de neutro, “D” de Drive e “S” Sport. Basta colocar no D e partir. As trocas automáticas não dão trancos, mas são perceptíveis no modelo. Acontecem a giros bem baixos, o que “casa” bem com o motor de dois cilindros e da NC 750 X, que é praticamente metade de um motor do Fit, que gira pouco e tem sua potência máxima de 54 cv a apenas 6.250 rpm.Para engatar a primeira, basta colocar no “D”, Drive

A grande vantagem é que a moto não “morre” de jeito nenhum e o motor também não “corta” o giro, quando se estica demais as marchas, o que é comum com a NC, que tem a faixa vermelha já a 6.500 rpm. O mapa Sport (S) estica um pouco mais as marchas e permite uma tocada mais esportiva.

Mas, como a moto não fica “engatada”, os modelos com DCT têm freio de estacionamento, o “freio de mão”. No caso da NC 750X é uma alavanca no punho esquerdo. E é importante lembrar de puxá-la quando for estacionar, principalmente em descidas.No punho esquerdo, estão os botões para subir (+) ou reduzir (-) marchas e a alavanca do freio de estacionamento

Já na Africa Twin 1100 o freio fica no lugar do manete de embreagem. Mais recheada de tecnologia e com modos de pilotagem, o câmbio de dupla embreagem na bigtrail funciona de forma ainda mais imperceptível e precisa. Segundo Alfredo Guedes, engenheiro da Honda, isso acontece porque a central eletrônica (ECU) recebe mais informações dos sensores, permitindo trocas mais precisas e no momento certo.

Para meu estilo de pilotagem, em alguns momentos achei que a moto estava muito “solta”, ou seja, com a macha muito alta e o giro baixo demais. O que não chega a ser um problema, afinal, pode-se reduzir uma marcha no botão “-“, sem alterar para o modo MT. Dessa forma, o câmbio continua efetuando as trocas automaticamente.

Mas qual a graça?Na chuva e em estradas desconhecidas, câmbio DCT “libera” atenção para curtir os vilarejos italianos

A princípio pode parecer chato uma moto automática, mas confesso que, na prática, o câmbio DCT mostra algumas vantagens. Em um lugar desconhecido como as estradas ao sul de Roma, a capital italiana, e debaixo de chuva, não ter de se “preocupar” em trocar as marchas pode ser “libertador”. Liberou a atenção para curtir as sinuosas vias de mão dupla com mais segurança, admirar as paisagens e os seculares vilarejos italianos.

Além de dar mais “liberdade” para pilotar sem esquentar a cabeça se a moto vai acelerar o suficiente naquela subida ou na saída de curva, o câmbio DCT deixa o motociclismo mais acessível a quem não está acostumado à embreagem na mão e câmbio no pé. Como consequência imediata, oferece mais segurança aos pilotos novatos.Além da NC 750X, rodamos com a X-ADV e a Africa Twin 1100; todas com câmbio DCT

Claro que há modelos, como superesportivas ou motos de motocross, nos quais a troca de marcha faz parte da brincadeira. Mas em motos feitas para a locomoção diária ou uma viagem com os amigos, um câmbio automático que tenha bom desempenho e ainda ofereça conforto pode ser uma boa ideia. (por Arthur Caldeira)

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James Bond acelera a inédita Triumph Tiger 900 em novo 007 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/11/james-bond-acelera-a-inedita-triumph-tiger-900-em-novo-007/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2019/12/11/james-bond-acelera-a-inedita-triumph-tiger-900-em-novo-007/#respond Wed, 11 Dec 2019 16:24:59 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=19555

Na semana passada, a Universal divulgou o primeiro trailer do novo filme de James Bond, “007 – Sem tempo para morrer”, que chega às telas em abril de 2020. Pouco tempo depois, mais precisamente ontem, a Triumph divulgou um release anunciando a parceria com a franquia e revelando que a nova Tiger 900 será a moto oficial do agente secreto mais famoso do mundo.

Além da nova geração da bigtrail, que ganhou motor maior e um design novo, e chega ao mercado também no próximo ano, a Scrambler 1200 também faz uma aparição com Bond como piloto.Nova Tiger 900 e Scrambler 1200 XE, as motos escolhidas para o novo filme do agente secreto não poderiam ser mais britânicas

O coordenador de dublês do filme, Lee Morrison, explicou que a marca britânica forneceu protótipos iniciais do Tiger 900 2020 para filmar em três locais. A equipe deu saltos enormes, enfrentou subidas íngremes e travessias de rios em ambas as motos, com apenas o mínimo em termos de modificação, e elas enfrentaram tudo sem problemas, o que não é surpresa. Com pneus de cravo, quadros robustos e suspensões de longo curso são feitos exatamente para o tipo de manobras que James Bond costuma fazer em seus filmes.Tiger 900 usada no novo 007: bigtrail tem motor maior e design novo

Embora seja a parceira oficial da produção e as motos escolhidas pelo agente secreto, a Triumph não é a única marca a aparecer em Sem tempo para morrer; assista o trailer do filme com atenção e verá o farol de uma Ducati Scrambler Desert Sled, guiada pelo “vilão”, ficando presa em uma perseguição de carro. Scrambler 1200 XE modificada para as cenas de “007: Sem tempo para morrer”

James Bond já tem uma longa história com as motos. Em “Operação Skyfall”, o ator Daniel Craig já acelerou uma Honda CRF 250R modificada e fizemos uma lista com algumas motos do agente secreto; confira. Mas essa é a primeira vez que ele acelera uma moto de uma marca britânica como ele. E, caso seja fã de 007 e de motos, deixe nos comentários o nome de modelos já usados pelo espião mais famoso do mundo. (Por Arthur Caldeira)

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