Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Tue, 25 Apr 2017 18:50:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Autor de “Zen e a arte da manutenção de motocicletas” morre aos 88 anos http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/25/autor-de-zen-e-a-arte-da-manutencao-de-motocicletas-morre-aos-88-anos/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/25/autor-de-zen-e-a-arte-da-manutencao-de-motocicletas-morre-aos-88-anos/#respond Tue, 25 Apr 2017 18:48:15 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13869 Robert Pirsig e seu filho Chris em 1968 na viagem que inspirou o famoso livro (foto: William Morrow/HarperCollins)

Autor de um dos livros mais famosos sobre motocicletas, o norte-americano Robert Pirsig faleceu ontem, 24 de abril, aos 88 anos em sua casa no Estado de Maine, nos Estados Unidos. Você pode não se lembrar do nome, mas se você é fã de motos certamente já ouviu falar do livro “Zen e a arte da manutenção de motocicletas“, no qual Pirsig conta a história da viagem que fez com seu filho Chris na garupa em 1968.

Publicado apenas em 1974 pela Willian Morron & cia, após ser rejeitado por diversas editoras, “Zen e a arte…” analisou a motocicleta e o ato de cuidar da moto sob um olhar filosófico, tanto que o subtítulo original trazia a frase “uma investigação sobre os valores”. Em meio às mudanças sociais dos anos de 1970, o livro rapidamente se tornou em um best-seller. Afinal, a viagem de moto com o filho acaba se transformando em uma odisseia pessoal e filosófica que analisa nosso modo de vida como sociedade.

Além disso, o livro inspirou milhões de motociclistas ao redor do planeta e montarem em suas motos e viajarem por aí. Se você ainda não leu, leia. Viaje em paz, Mr. Pirsig. (Por Arthur Caldeira)

]]>
0
Conheça detalhes e preços das motos Royal Enfield que chegam ao Brasil http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/20/conheca-detalhes-precos-royal-enfield-brasil/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/20/conheca-detalhes-precos-royal-enfield-brasil/#respond Thu, 20 Apr 2017 23:13:47 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13854 Marca indiana irá vender três modelos importados: preços partem de R$ 18.900

Como o diretor de negócios internacionais da Royal Enfield, Arun Gopal, já havia confirmado à INFOMOTO no ano passado, a centenária marca de origem inglesa, atualmente controlada pelo grupo indiano Eicher Motors, inaugurou hoje a sua operação oficial no Brasil. E também divulgou mais informações e os preços das motos que serão vendidas no País.

Fachada da concessionária, localizada no bairro de Moema, na capital paulista

Inicialmente, a Royal Enfield terá apenas uma concessionária na cidade de São Paulo, localizada no bairro de Moema. A loja irá vender três modelos de motos, que são fabricadas na Índia e importadas no sistema CBU (completely built-up), ou seja, completamente montadas. Conheça tudo sobre os motos que a Royal Enfield irá vender no Brasil, inclusive o preço:

Bullet 500 – R$ 18.900Fabricada desde 1932, Bullet tem motor de 500cc e 27,5 cv

Criada em 1932, a Bullet detém o recorde de motocicleta mais antiga em produção contínua no mundo, segundo a própria Royal Enfield. Espécie de modelo street, conserva o mesmo visual clássico e um robusto motor de 499 cm³. Embora seja alimentado por injeção eletrônica, o monocilíndrico tem refrigeração a ar e desempenho modesto: 27,5 cv de potência máxima a 5.250 rpm e torque de 4,2 kgf.m a 4.000 rpm. Com câmbio de cinco marchas e transmissão final por corrente, a Bullet pesa 195 kg em ordem de marcha.

Bullet terá três opções de cores: preta, verde e cinza (acima)

O modelo usa rodas raiadas – aro 19 na dianteira e 18 na traseira – com garfo telescópico na frente e sistema bichoque atrás. Freio a disco somente na roda dianteira, e não terá ABS. A Bullet será vendida em três opções de cores: preto/prata, verde/dourado e cinza/laranja pelo preço de R$ 18.900

Classic 500cc – a partir de R$ 19.900Inspirada nas motos militares, Classic tem o mesmo motor da Bullet

A Classic utiliza o mesmo motor monocilíndrico da Bullet, porém seu visual remete às motos da Segunda Guerra Mundial. O modelo também tem câmbio de cinco marchas e sua ciclística é bastante semelhante à Bullet, com rodas raiadas, suspensão telescópica, na dianteira, amortecimento bichoque, na traseira. O freio usa disco na frente e tambor atrás, mas será oferecida uma versão com ABS. Embora apareça nas fotos com apenas o banco do piloto, o modelo também vem com assento da garupa.

Classic terá diversas versões e freios ABS como opcional. Acima, a cor Squadron Blue

A Classic Regular terá três opções de cores – azul, bege e preta – com preço sugerido de R$ 19.900 e R$ 20.900, para a versão com ABS. Também haverá as versões com pintura militar – Battle Green (verde), Squadron Blue (azul) e Desert Storm (bege fosco) – com preços de R$ 21.000 (sem ABS) e R$ 22.000 (com ABS). Há também uma opção toda cromada, chamada de Classic Chrome, que será vendida por R$ 21.900 (R$ 22.900 com ABS).

Continental GT – a partir de R$ 23.000A cafe racer Continental GT inteira e “em pedaços” na loja de SP

Inspirada nas cafe racers dos anos de 1950, o modelo foi um dos mais recentes lançados pela Royal Enfield. Desenvolvida no centro técnico da marca na Inglaterra, a Continental GT tem tudo para agradar os fãs de customização com seus dois semiguidões, banco solo e cobertura na rabeta.

O monocilíndrico injetado tem 535 cm³ de capacidade, refrigeração a ar e produz 29,5 cv de potência máxima a 5.100 rpm. Na parte ciclística, utiliza garfo telescópico na dianteira e dois amortecedores da marca Paioli na traseira. As rodas aro 18 calçam pneus Pirelli Sport Demon e freio a disco em ambas as rodas – a pinça dianteira é da grife Brembo.

Continental GT tem freios a disco nas duas rodas e motor de 535 cc com 29,5 cv 

A Continental GT também terá três cores: preta, verde e vermelha. O preço público sugerido é de R$ 23.000 para a versão standard e R$ 24.500 para a versão com freios ABS. (Texto: Arthur Caldeira / Fotos: Gustavo Epifanio e Divulgação)

]]>
0
30 dias: como é conviver com o SH 300i http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/17/30-dias-como-e-conviver-com-o-sh-300i/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/17/30-dias-como-e-conviver-com-o-sh-300i/#respond Mon, 17 Apr 2017 20:58:35 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13837 Descubra como é o dia-a-dia com o scooter de 300cc da Honda

O teste de 30 dias com o Honda SH 300i está chegando ao fim e, depois de quase um mês em nossas mãos, o scooter já se mostra um velho conhecido. Nesse período, foi possível conhecer e testar seu desempenho e consumo e, mais que isso, conviver com o modelo no dia-a-dia.

O motor tem partida fácil e graças ao chaveiro Smart key não é necessário se preocupar em inserir a chave e girá-la. Aliás, não há uma chave propriamente dita. Basta manter o chaveiro no bolso ou na mochila, o que é uma grande facilidade. Como o scooter ficava sempre em nossa garagem, mantemos o documento e a chave o tempo todo dentro do porta-objetos atrás do escudo frontal. Embora seja fácil de abrir, pois basta pressionar a tampa, o compartimento não conta com trava.

Praticidade da Smart Key: basta aproximar o chaveiro para liberar o botão de partida ou abrir o banco 

Já para abrir o banco basta girar o seletor para a posição Seat e apertar o botão – mas é preciso que a Smart key esteja próxima para liberar o botão. Pronto, o banco levanta e se tem acesso ao bocal do tanque de combustível e o espaço para guardar capacete. O espaço, porém, é pequeno: cabe um capacete fechado, mas somente se não tiver entradas de ar muito grandes e também é preciso certa “manha” para encaixá-lo. Uma mochila pequena, ou a capa de chuva ou pequenos objetos também podem ser guardados lá – mas não cabe tudo isso junto! Mesmo durante fortes chuvas, o espaço se manteve seco. Por conta das dimensões reduzidas, quem precisar transportar muita coisa terá que investir em um baú – o SH 300 já tem o bagageiro para fixá-lo.

Espaço sob o banco é reduzido: cabe só um capacete fechado e sem entradas de ar

Na hora de estacionar, o descanso lateral fica bem escondido do lado esquerdo do scooter e é preciso se acostumar com ele. Já o cavalete central é de fácil acionamento, pois os 162 kg do SH 300i são bem distribuídos. Por falar em estacionamento, faz falta um freio de “mão” quando é necessário estacionar em ladeiras.

Sem para-brisa

Sem o para-brisa, que tem de ser retirado na concessionária, SH 300 proporciona sensação de vento no rosto

O para-brisa, que vem de série já instalado no SH 300, tem a função de manter o piloto protegido do frio e da chuva. A proteção evita que as roupas – principalmente, o colarinho da camisa – fique muito sujo ao rodar no meio do trânsito congestionado da cidade de São Paulo.

Como o grande para-brisa é um dos alvos de críticas no modelo, decidimos retirar o acessório para saber como é rodar sem ele. Não é uma tarefa simples, que deve ser feita pela concessionária que retira diversas peças e parafusos e insere uma cobertura – fornecida junto com o scooter – no lugar da fixação original do para-brisa.

Lanterna e farol de LEDs oferecem boa iluminação. Bagageiro vem de série

Sem o para-brisa o SH 300i se mostrou mais ágil, jovem e divertido. Sem o enorme componente é possível sentar bem a frente do banco, sem o risco de bater o capacete, em uma posição que permite uma pilotagem mais livre. Nos dias quentes, também foi mais agradável pilotar o scooter na cidade. Na estrada, sentimos a mesma sensação das motos com o agradável vento no rosto. Mas, por outro lado, na chuva e no frio ele fez falta.

Outra característica que merece ser destacada é a iluminação do SH 300i. O farol de LED projeta uma luz branca muito forte que oferece boa visibilidade para viagens noturnas. A lanterna traseira, também com LED, pode ser visualizada de longe, uma segurança a mais para quem pega a estrada à noite. Afinal, uma das leis do motociclismo diz: “Veja e seja visto”.

Farol de LED garante boa iluminação à noite

Bom, até agora, o scooter de 300cc e roda grande da Honda não apresentou nenhum problema e já estamos trabalhando na conclusão desse teste de 30 dias. Confira na próxima semana. (Por Cicero Lima)

PS: Caso você tenha perdido os outros posts do Teste de 30 dias com o Honda SH 300i, clique nos links abaixo e leia mais sobre o scooter:

]]>
0
Produção de motos cresce 1,6% no primeiro trimestre de 2017 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/12/producao-de-motos-cresce-16-no-primeiro-trimestre-de-2017/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/12/producao-de-motos-cresce-16-no-primeiro-trimestre-de-2017/#respond Wed, 12 Apr 2017 21:17:02 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13832 Segundo dados da Abraciclo, foram produzidas 231.381 unidades entre janeiro e março deste ano

Após registrar queda de 29,7% na produção de motos no passado, o setor de duas rodas dá sinais de estabilização neste primeiro semestre de 2017. Entre janeiro e março deste ano foram produzidas 231.381 unidades, segundo dados divulgados pela Abraciclo, associação que reúne os fabricantes do setor. O resultado acumulado neste ano representa um crescimento de 1,6% sobre o mesmo período de 2016, quando foram fabricadas 227.626 motos.

Para o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, o resultado é sinal de estabilidade do setor. “Pelo menos parou de cair”, avaliou. Com o resultado deste primeiro trimestre, os fabricantes mantiveram a projeção divulgada em janeiro de produzir 910.000 motocicletas em 2017, o que, caso se concretize, representaria um aumento de 2,5% em relação a 2016. “Mesmo que os números tenham apresentado leve melhora, o setor ainda está cauteloso. Iniciativas como a parceria com a Caixa Econômica Federal, com a linha de crédito especial para motos, e as perspectivas de estabilidade econômica, devem impulsionar os negócios.

Vendas no varejo caíram

Emplacamentos de motos caíram 12,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado

Embora a produção dê sinais de que “o pior já passou” no mercado de motos, as vendas no varejo ainda não refletem essa estabilidade. No acumulado do primeiro trimestre do ano, os emplacamentos de motos – excluindo os ciclomotores – caíram 12,1%: de 239.923 unidades vendidas no período em 2016 contra 210.970 até agora em 2017.

Porém, Fermanian acredita que, caso as vendas diárias se mantenham no mesmo patamar do mês de março, as projeções no varejo também se concretizarão. “Se mantivermos as mesmas 3.600 unidades vendidas por dia até o final do ano conseguiremos manter o mesmo patamar do ano passado”, avalia o presidente da Abraciclo.

Segundo a associação, as vendas no varejo devem ser de 890.000 unidades em 2017. A diferença entre a produção e as vendas deve ser absorvida pelo aumento nas exportações que, neste ano, devem crescer 57,6% e chegar a 93.000 unidades. (Por Arthur Caldeira)

]]>
0
Street Cup é cafe racer mais “acessível” da Triumph: R$ 41.990 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/11/nova-cafe-racer-triumph-street-cup-r-41-990/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/11/nova-cafe-racer-triumph-street-cup-r-41-990/#respond Tue, 11 Apr 2017 22:42:20 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13810 Street Cup tem motor de 900cc e 55cv. Freios ABS e controle de tração são de série  

A Triumph quer repetir no mercado brasileiro o sucesso que suas “clássicas-modernas” atingiram no exterior – hoje os modelos são responsáveis por cerca de 50% das vendas mundiais, afirma o gerente geral da marca no Brasil, Waldyr Ferreira. Para isso vai ampliar o line-up com três novos modelos. A primeira delas é a Street Cup, que chega às concessionárias da marca com preço sugerido de R$ 41.990 já com freios ABS e controle de tração de série. À essa nova opção cafe racer irão se juntar a estilosa Bobber e a Street Scrambler – a serem lançadas ainda neste primeiro semestre.


Receita de café: banco com capa (removível); guidão curvado e para-brisa sobre o farol

A nova Street Cup ostenta um pequeno para-brisa e a capa arredondada sobre o banco da garupa que caracteriza as cafe racers. Pintura em dois tons e os espelhos fixados nas extremidades dos guidões completam o estilo típico das motos inglesas dos anos de 1950 e 60, que hoje voltou à moda pelas mãos dos customizadores.

O motor é o mesmo da Street Twin, modelo de entrada da linha de clássicas da Triumph vendido a R$ 38.900. O bicilíndrico de 900 cc com refrigeração líquida produz 55 cv de potência máxima a 5.900 giros, mas se destaca pelo torque de quase 10 kgf.m já disponível a 3.200 giros. A ciclística, porém, ganhou algumas “gotas” de café. O ângulo de cáster foi reduzido e a suspensão traseira, elevada. O objetivo foi tornar a Street Cup mais ágil e precisa nas curvas.


Guidão curvado para baixo ajuda na pilotagem mais esportiva, mas não cansa tanto 

A nova Street Cup agrada quem curte o visual retrô e também diverte quem gosta de pilotar uma moto. Apesar do guidão estilo “ace”, curvado para baixo, a posição não é incômoda para passeios curtos e nem mesmo para o dia-a-dia. No lançamento, rodamos cerca de 130 km no trânsito urbano de São Paulo (SP) e em rodovias – com direito a uma sessão de 15 minutos na pista de um kartódromo. A posição não sobrecarrega os pulsos e nem cansa as pernas e a Street Cup roda surpreendentemente bem entre os carros, mas os espelhos retrovisores exigem cuidado.

Espelhos retrovisores fixados na ponta do guidão exigem cuidado para rodar no trânsito

O motor bicilíndrico tipicamente inglês contribui para a diversão. Com torque de sobra, permite rodar tranquilamente, mas responde com vontade já a partir de 3.000 rpm. Para controlar essa “força” a Street Cup vem com controle de tração, que pode ser desligado.Embora não impressione, a potência de 55 cv é mais que suficiente para ultrapassar a velocidade máxima das rodovias, caso descuide do acelerador. A embreagem deslizante com acionamento macio e o suave câmbio de cinco marchas tornam o passeio com a Street Cup ainda mais agradável.


Motor de dois cilindros e refrigeração líquida tem torque de sobra: 8,16 kgf.m a 3.250 rpm 

A nova geometria do quadro e a posição de pilotagem projetada à frente aumentam a confiança para deitar nas curvas – não tanto a ponto de ralar as pedaleiras na pista, mas o bastante para fazer o motociclista curtir uma rodovia sinuosa. Os freios – com uma nova pinça deslizante Nissin no único disco dianteiro – cumprem seu papel, mas a “mordida” podia ser mais instantânea. O ABS permanente nas duas rodas garante a segurança.

As duas ponteiras emitem o ronco característico das bicilíndricas inglesas 

A Street Cup pretende ser uma opção mais acessível do que a Thruxton R, modelo top da linha de clássicas da Triumph no Brasil, que é vendida a R$ 55.500. Além do preço mais em conta, R$ 41.990, a recém-lançada cafe racer de 900cc é mais controlável e seu assento é mais baixo: está a apenas 780 mm do solo. O consumo em torno de 21 km/litro faz dela também uma estilosa moto para os deslocamentos diários.

O preço, embora elevado, está no mesmo patamar de concorrentes como a Ducati Scrambler Full Throttle (R$ 41.900) e a Harley-Davidson Iron 883 (R$ 40.500). Entretanto o valor coloca a Street Cup acima de outros modelos da própria marca inglesa, como a Tiger 800 XR, cotada a R$ 38.590. Notoriamente mais versátil, a bigtrail “rouba” alguns clientes das clássicas inglesas, mas não oferece o mesmo charme da Street Cup. (Por Arthur Caldeira)

Nova integrante da linha de clássicas modernas da Triumph, Street Cup oferece estilo e diversão

]]>
0
30 dias: Quanto custa manter o Honda SH 300i http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/07/30-dias-quanto-custa-manter-o-honda-sh-300i/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/07/30-dias-quanto-custa-manter-o-honda-sh-300i/#respond Fri, 07 Apr 2017 15:34:19 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13799 Como tem transmissão CVT, scooter dispensa lubrificação e regulagem da corrente

Já superamos os 1.000 km rodados e agora chegou a hora de falar sobre a manutenção do SH 300i. Mas, antes de falar de valores, vale lembrar que o scooter está equipado com transmissão CVT. Assim, como na maioria dos scooter, não é preciso lubrificar ou regular nenhuma corrente, como nas motos. Isso é um ponto positivo para quem procura um veículo prático para se locomover e não é grande fã (ou não tem aptidão) para trabalhos manuais. Mas será que sua manutenção é fácil? É caro mantê-lo no dia a dia? Para responder essas questões vamos falar dos prazos e os investimentos que o dono de um Honda SH 300i fará para deixá-lo em ordem.

Prazos e custos de revisões 

Primeira revisão é feita aos 1.000 km e custa R$ 139,00 – o intervalo entre elas é de 6.000 km

A primeira revisão é feita com 1.000 km (como em grande parte das motos nacionais), quando o óleo e o filtro são substituídos ao custo de R$ 139,00. A partir daí o proprietário deverá visitar a concessionária a cada 6.000 km rodados. Na revisão dos 6.000 km são verificados itens como respiro do motor, rolamentos da coluna de direção e não há custo – se não for necessário substituir nenhum componente.

Já aos 12.000 km, a lista de substituição de componentes é maior: troca-se o lubrificante, filtro de óleo e filtro de ar são substituídos. Também é feita uma verificação quase total do veículo, inclusive com ajuste de válvulas, sistemas de freio, correia ente outros sistemas. Ao custo total de R$ 324,00. mesmo que a segunda troca de óleo aconteça apenas aos 12.000 km, vale lembrar que, como em qualquer outro veículo, é preciso verificar o óleo periodicamente.

Pneu traseiro original custa R$ 254,00

Ao chegar aos 24.000 km, a revisão será bem mais onerosa já que será a vez de substituir a correia de transmissão, vela, junta do cabeçote entre outras peças. Além de todos os fluídos, inclusive o da transmissão final. O custo total é de R$ 1.245,82. Os valores foram fornecidos pela concessionária STR Motos, de Osasco (SP).

Além das revisões a cada 6.000 km, o proprietário tem que levar em consideração o desgaste do pneu. Cotamos na Casa Fernandes, um dos maiores revendedores de pneus em São Paulo: a opção do pneu Metzeler Feel Free custa R$ 217,00 na dianteira (110/70 – 16) e o traseiro, R$ 254,00 (R$ 130/70 – 16). O valor da mão de obra é R$ 150,00.

E se cair?

Uma queda pode custar caro: bloco óptico sai por R$ 1.180,15

Com tantas peças plásticas e de acabamento uma simples queda com o SH 300i pode doer bastante no bolso. Um pisca dianteiro custa R$ 736,66, enquanto o retrovisor vale R$ 81,41. Já o manete de freio tem preço sugerido de R$ 40,68. Porém, o mais assustador é o valor do bloco óptico que está cotado a R$ 1.180,15.

Tais valores mostram como é importante ter seguro em um veículo de valor mais elevado como o SH 300i. Fizemos a cotação na Corretora MM5, especializada em seguro para motos, levando em consideração o perfil de um homem, de 35 anos, morador na zona sul de São Paulo. O valor mais elevado foi da Porto Seguro, R$ 2.250,00; enquanto a Mapfre Seguros cobra R$ 1.883,94 para o seguro total.

Cuide da sua Smart Key, o preço de uma nova é R$ 530,00

Um dos atrativos do SH 300i é a chave do tipo Smart Key, que faz a leitura por aproximação e destrava o veículo. Ninguém discute que é um acessório estiloso e bastante prático, porém exige bastante cuidado. Se por acaso você perder a chave (ou desejar fazer uma chave reserva) terá que desembolsar R$ 530,00.

Levando em consideração os valores de manutenção e das peças, podemos afirmar que o SH 300i merece bastante cuidado com tombos “bobos” que podem custar caro. Mas o tempo de garantia, de 3 anos, é um grande alívio.
Enquanto estávamos na concessionária, aproveitamos para tirar o para brisa e ver como é rodar com o SH 300i, sem o enorme item de proteção. Mas isso é tema para o próximo post. (Por Cicero Lima)

Tiramos o para-brisa do SH 300i: na semana que vem, contamos como ficou

]]>
0
Entenda o que pode mudar na CNH para motos com as novas categorias http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/05/entenda-mudar-cnh-motos-categoria-cilindrada-da-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/05/entenda-mudar-cnh-motos-categoria-cilindrada-da-moto/#respond Wed, 05 Apr 2017 15:50:59 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13786 Projeto também prevê aulas em vias públicas e exige período de habilitação para subir de categoria

Na última segunda-feira, 03/04, a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei (PL 3245/15), do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), que classifica a carteira de habilitação dos motociclistas de acordo com a cilindrada da moto. Da mesma forma como acontece na União Europeia.

Segundo o projeto de lei, a categoria A, de motociclistas de duas ou três rodas, será dividida em três subcategorias: A1, para motos de até 300 cilindradas; A2, para motos de até 700 cilindradas; e A3, para todas as motos, independentemente da cilindrada.

Categoria A1, para motos de até 300cc, incluiria também os ciclomotores

A proposta aprovada altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) e recebeu parecer favorável do relator da Comissão, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), com algumas alterações. Entre elas, determina que a nova classificação não prejudicará os motociclistas já habilitados ou em processo de habilitação quando a lei entrar em vigor.

Para pilotar uma Honda CB 500F será preciso ter um ano de carta na A1 para só então ser habilitado na categoria A2, para motos até 700cc

Haverá também requisitos para as subcategorias A2 e A3. Ou seja, para obter a primeira, o condutor deve estar habilitado há, no mínimo, um ano na divisão A1 e não ter cometido infração gravíssima, ou ser reincidente em infrações graves, durante os últimos 12 meses. E para a subcategoria A3, o condutor deve possuir há no mínimo um ano a carteira A2 e não ter cometido nenhuma infração grave ou gravíssima, ou ser reincidente em infrações médias, durante os últimos 12 meses.

Para conduzir uma bigtrail, como a Triumph Explorer 1200, o motociclista precisaria ter 2 anos de carta (A1 e A2), fazer aulas novamente, realizar novos exames para só então se habilitar na categoria A3

Vale ressaltar que para mudar de categoria, o motociclista terá que se submeter aos cursos de direção defensiva e de prática de direção, os mesmos exigidos na formação inicial do condutor.

Outra novidade é que a formação de motociclista deverá incluir, além de curso de direção defensiva e de conceitos básicos de proteção ao meio ambiente relacionados com o trânsito, curso de direção em circuito fechado específico, preliminar à prática em via pública. Ou seja, o texto também prevê que haja aulas em vias públicas e exames com patamar de dificuldade crescente para os candidatos à categoria A.

Quando muda?

Difícil saber exatamente quando (e se) essa lei vai ser publicada e entrar em vigor. O projeto foi aprovado em caráter conclusivo e ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O caráter conclusivo significa que o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. Exceto se houver decisão divergente entre as comissões ou se houver recurso assinado por 51 deputados para a apreciação da matéria no Plenário.

Caso seja aprovado pelas comissões vai para o Senado que então também aprova em caráter terminativo. Claro, se não houver nenhum recurso ou desaprovação, como na Câmara. Caso o Senado aprove o projeto com alguma modificação, ele volta para as comissões da Câmara aprovarem as modificações. Só então o projeto iria para sanção presidencial.

Mesmo que seja aprovado na Assembléia (Câmara e Senado) e seja sancionado rapidamente, o projeto de lei ainda careceria de regulamentação. Caberia então ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentar a lei e definir os exames que seriam feitos em cada subcategoria. Em resumo, essas mudanças ainda podem demorar. É importante ressaltar que o projeto aprovado não interferiria nos condutores já habilitados ou em processo de habilitação na categoria “A”. Portanto, se você pensa em tirar carteira de moto, corra. (Por Arthur Caldeira).

]]>
0
BMW R1200 GS 2×2 e volante para motos Triumph: brincadeiras no Dia da Mentira http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/03/bmw-r1200-gs-2x2-e-volante-para-motos-triumph-brincadeiras-no-dia-da-mentira/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/04/03/bmw-r1200-gs-2x2-e-volante-para-motos-triumph-brincadeiras-no-dia-da-mentira/#respond Mon, 03 Apr 2017 15:21:55 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13777 Uma aventureira híbrida e com tração nas duas rodas: notícia “falsa” divulgada pela BMW em 1º de Abril

Em todo o mundo, o Dia 1º de Abril é o Dia da Mentira (April Fools’ Day, em inglês) e, assim como no Brasil, as pessoas inventam histórias e espalham notícias falsas. Algumas marcas de moto também decidiram pregar uma peça nos jornalistas especializados e nos seus clientes. Se você navegou pelas redes sociais neste último final de semana, certamente se deparou com a notícia de que a BMW Motorrad havia anunciado o lançamento de uma R 1200 GS Adventure com tração nas duas rodas e um motor híbrido auxiliar que, juntamente com o conhecido boxer, geraria 170 cv de potência máxima. Para nossa felicidade, ou tristeza, tudo não passou de uma brincadeira da marca alemã.

Adventure híbrida teria motor elétrico e 170hp, além de tração 2×2 on demand

Batizada de R 1200 GS xDrive Hybrid, o modelo teria um seletor no punho esquerdo que poderia acionar manualmente a tração na roda dianteira. Centenas de blogs e até mesmo sites respeitados divulgaram a notícia como sendo verdadeira – afinal, a tecnologia 2×2 já existe, como nesse modelo da Wunderlich, mostrado em Milão 2015, e a BMW é uma das líderes do setor automotivo no que se refere à modelos híbridos, ou seja, que tenham o auxílio de um motor elétrico. Prova de que nem tudo que vemos na internet é verdade… Confesso que, de início, fiquei na dúvida, mas como a notícia foi divulgada no sábado e prometia a tal Adventure híbrida e 2×2 para o final deste ano, achei melhor pesquisar melhor. O faro de jornalista falou mais alto…

  Nessa não dava para cair, né? O Handlewheel (algo como guidão-volante) foi a piada da Triumph em 1º de Abril

A inglesa Triumph foi ainda mais longe e divulgou um novo acessório para suas motos clássicas modernas : o handlewheel. Uma misto de guidão e volante criado para facilitar que os motoristas pilotassem (ou seria “dirigissem”?) com mais facilidade. Mas aí a Triumph exagerou. Afinal, basta bater o olho nesse modelo 3D para sacar que isso não seria viável. Mas, acredite, mesmo assim, alguns blogs e sites caíram na piada. “Ah, 1º de Abril!”

Origem

A origem da escolha de 1º de abril como Dia da Mentira é controversa, mas a explicação mais aceita vem do século XVI. Na época, a chegada do Ano Novo era comemorada durante uma semana, do dia 25 de março ao dia 1º de abril. Mas, em 1564, o rei Carlos IX da França adotou um novo calendário, que ficou conhecido como calendário gregoriano, pois fora criado pelo Papa Gregório. A partir desse momento o Ano Novo passou a ser celebrado em 1º de janeiro. Mas, muitos demoraram para se acostumar com a mudança e continuaram a comemorar a data no começo de abril.

Aqueles que aceitavam o novo calendário passaram a tirar sarro dos que resistiam à troca da data, com todo tipo de brincadeira. Chamados de “bobos de abril”, costumavam receber convites falsos para festas de Ano Novo e presentes inusitados no dia 1ª de abril. (Por Arthur Caldeira)

]]>
0
30 dias com o Honda SH 300i: cidade e estrada http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/03/31/30-dias-com-o-honda-sh-300i-cidade-e-estrada/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/03/31/30-dias-com-o-honda-sh-300i-cidade-e-estrada/#respond Fri, 31 Mar 2017 19:27:07 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13765 Motor de 300cc e 24,9 cv tem desempenho de sobra para pegar uma rodovia 

Já estamos rodando com o Honda SH 300i há mais de uma semana. Nos primeiros dias, usei o scooter nos deslocamentos diários entre minha casa e a redação – cerca de 16 km -ida e volta – e também para ir a compromissos, tudo dentro da cidade de São Paulo. Nessas condições, o SH 300i surpreende pela sua agilidade. Embora a primeira vista seu porte avantajado impressione, já que pesa 162 kg a seco e tem 2,13 m de comprimento, o scooter de 300cc da Honda é estreito (728 mm) e circula com facilidade entre os carros. O ângulo de esterço é muito bom: é possível mudar de corredor no trânsito com facilidade como em scooters menores. No início a altura de 805 mm do assento “assusta” um pouco, mas depois que peguei o jeito – mesmo eu com 1,71 m consegui controlar o scooter.

A “culpada” pela altura do banco são as rodas grandes de 16 polegadas e os pneus altos. Se por um lado deixam o SH 300i muito alto, são elas que tranmsitem mais segurança no asfalto ruim de São Paulo. As suspensões também ajudam. Têm bom curso – 115 mm na dianteira e 114 mm na traseira – e auxiliam a absorver as imperfeições do piso. O funcionamento é semelhante a uma naked como a Honda CB Twister ou a Yamaha Fazer 250. Ao enfrentar uma garoa, o para-brisa alto mostra sua função. Farol de LED ilumina bem

Mas foi quando precisei ir à São Bernardo do Campo, cidade do ABC paulista, que deu para sacar a vantagem de um scooter com melhor desempenho. Por muitos anos morei no ABC e percorria cerca de 25 km até meu trabalho aqui na capital – 15 km de Via Anchieta e 10 dentro da cidade. O motor de 300cc e 24,9 cv consegue facilmente rodar na velocidade máxima da via, 110 km/h, e ainda tem sobra para ultrapassagens. As rodas e a suspensões mantêm o scooter estável, mesmo com vento lateral e com o alto para-brisa.

Rodas aro 16 deixam o SH 300i alto, mas em conjunto com as suspensões enfrentam melhor as imperfeições do piso

Por falar nele, a ida à São Bernardo ajudou a entender sua utilidade. Explico. São Bernardo fica no topo da Serra do Mar. Garoa e neblina, portanto, fazem parte do clima da cidade, que é geralmente mais frio e úmido do que Sampa. Quando voltava de lá, começou a garoar, e o grande escudo me protegeu evitando que eu me molhasse. Vale dizer que nessas condições muitos pingos se acumulam no para-brisa e atrapalham um pouco a visualização – isso não me incomodou muito, mas os colegas aqui da INFOMOTO reclamaram um pouco. Acredito que seja uma questão de costume. Veremos. Na próxima semana, vamos rodar sem o para-brisa. Acompanhe.

Melhor consumo na cidade foi de 29,9 km/l; o pior 28,7 km/l

Outro item importante que avaliamos nesses 10 dias foi o consumo de combustível. Na cidade, a média variou de 28,7 km/l e 29,9 km/l. Na estrada, caiu um pouco: 26,88 km/l ida e volta até Atibaia (SP) pela Rodovia Fernão Dias, que tem muitas curvas e uma serra no meio do caminho; e 29,2 km/l na plana e reta Rodovia dos Bandeirantes. (Por Arthur Caldeira)

]]>
0
Conheça a moto futurista pilotada por Scarlett Johansson no filme “A Vigilante do Amanhã” http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/03/29/moto-scarlett-johansson-filme-vigilante-do-amanha/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/03/29/moto-scarlett-johansson-filme-vigilante-do-amanha/#respond Wed, 29 Mar 2017 21:50:56 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=13752 A moto da personagem Major, vivida por Scarlett Johansson, foi baseada na Honda NM4 Vultus

Estreia em 30 de março, “A Vigilante do Amanhã – Ghost in The Shell” (Veja o trailer). Dirigido por Rupert Sanders, o filme da DreamWorks e Paramount Pictures é inspirado no clássico mangá criado por Masamune Shirow em 1995. Misto de ação e ficção científica, a película conta a história de Motoko Kusanagi (Scarlett Johansson), conhecida como Major que, após ser resgatada de um terrível acidente, se transforma em uma ciborgue, primeira de sua espécie.

Sua missão é combater o crime cibernético nas ruas de uma futurista Hong Kong. Com treinamento militar, ela comanda uma força-tarefa de elite batizada de Seção 9. Como pano de fundo, Major busca descobrir, entre uma missão e outra, quem realmente é. Pelas ruas de um cenário distópico, Motoko acelerar uma exótica e futurista superesportiva. Mas que moto é essa? Saiu de algum anime?

O estilo futurista foi criada por designers da própria Honda e executada pela produção do longa

A moto usa a base mecânica da Honda NM4 Vultus, apresentada em 2014. Mas o estilo futurista do veículo da protagonista, vivida por Johansson, foi criado por designers da marca japonesa, como mostram esses rascunhos.

A NM4 Vultus conta com um motor de dois cilindros paralelos de 745 cm³ de comando único no cabeçote (SOHC) e refrigeração líquida. O propulsor, capaz de gerar 55 cv de potência máxima, é o mesmo que equipa a NC 750X , vendida pela Honda no Brasil. A Vultus, porém, traz o câmbio automático de embreagem dupla DCT (Dual Clutch Transmission).

A moto original traz linhas futuristas e câmbio com trocas automáticas de marcha

Montada sobre um chassi tipo Diamond, de alumínio, a moto traz garfo telescópico convencional com 125 mm de curso na dianteira. Na traseira, balança monoamortecida com link com curso de 100 mm. Já os freios são a disco tipo pétala nas duas rodas com 320 mm de diâmetro na roda dianteira e mordido por pinça de dois pistões, enquanto o da roda traseira tem 240 mm de diâmetro e pinça de pistão único. O sistema ABS de dois canais é item de série. O peso da moto é de 245 kg em ordem de marcha. Agora é comprar ingresso e pipoca para assistir, mais uma vez, a moto como um dinâmico objeto de cena. (Por Aldo Tizzani)

                            Com boa dose de tecnologia, a Vultus do filme traz linhas angulosas 

]]>
0