Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Tue, 25 Jul 2017 21:17:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Honda reduz preço da Africa Twin em R$ 10.000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/25/honda-reduz-preco-da-africa-twin-em-r-10-000/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/25/honda-reduz-preco-da-africa-twin-em-r-10-000/#respond Tue, 25 Jul 2017 21:15:41 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14306 Lançada no final de 2016, agora a Africa Twin custa a partir de R$ 54.900

A Honda baixou novamente o preço de sua bigtrail. Agora a CRF 1000L Africa Twin custa R$ 54.900, no modelo standard, e R$ 64.400, para a Travel Adventure, versão mais completa que traz suportes, malas laterais, top case entre outros acessórios. No seu lançamento, no final de 2016, o preço da aventureira variava entre R$ 64.900 e R$ 74.900 e, no início de abril, caiu para R$ 59.900 e R$ 69.900, respectivamente. Ou seja, agora a Africa Twin custa 15% menos do que quando foi lançada.

No primeiro semestre foram comercializadas 199 unidades da Africa Twin, que é fabricada pela Honda em Manaus (AM). Enquanto sua principal concorrente, a BMW R 1200 GS teve 1.346 unidades vendidas no acumulado de 2017. A previsão da montadora japonesa era emplacar 1.200 unidades/ano. Ou seja, os números estão bem abaixo das expectativas iniciais. Com o realinhamento de preços, a aventureira da Honda ficará posicionada entre as BMW R 1200 GS (R$ 74.900, para a versão Premium +) e a F 800 GS Adventure (R$ 50.900), também equipada com motor bicilíndrico, mas de menor capacidade e apenas 85 cv de potência máxima.A versão Travel Adventure tem malas, top case, protetores e para-brisa mais alto

A Africa Twin conta com rodas raiadas e aro 21 na dianteira. A bigtrail da Honda se propõe a oferecer o conforto de uma moto touring combinado com a agilidade e o desempenho off-road de uma trail. O motor é um bicilíndrico paralelo de 999,1 cm³ com arrefecimento líquido e que entrega torque de forma linear até chegar a 9,3 kgf.m a 6.000 rpm. Produz 90,2 cv de potência máxima a 7.500 rpm. Para completar o conjunto motriz, embreagem “deslizante” e câmbio de seis marchas, com transmissão final por corrente. (Por Arthur Caldeira)

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Ducati aumenta potência e reduz preço da Monster 1200 S: R$ 59.900 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/23/ducati-aumenta-potencia-e-reduz-preco-da-monster-1200-s-r-59-900/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/23/ducati-aumenta-potencia-e-reduz-preco-da-monster-1200-s-r-59-900/#respond Sun, 23 Jul 2017 13:00:00 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14284 Montada em Manaus, naked agora tem 152 cv de potência máxima a 9.250 rpm

A Ducati apresentou a Monster 1200S 2017 no Brasil com diversas melhorias e uma grande novidade: o modelo agora será montado em Manaus (AM) e estará disponível somente na esportiva versão “S”, que traz freios e suspensões de especificações superiores. A boa notícia é que o preço foi reduzido consideravelmente: caiu de R$ 73.900, quando era importada, para R$ 59.900, agora nacionalizada.

“Além do preço mais competitivo, temos mais agilidade na reposição de peças com apenas uma versão”, revelou Fernando Filie, gerente de marketing da Ducati no Brasil. Segundo o executivo, a previsão de vendas é de 100 unidades neste ano. A Monster 1200S já pode ser encomendada em duas opções de cores: o tradicional vermelho Ducati ou um novo e elegante cinza acetinado.Nova opção de cor Liquid Concrete Gray segue tendência de carros esportivos

Renovada para 2017, a naked esportiva ficou mais potente: agora são 152 cv de potência máxima a 9.250 rpm, contra 147 cv da versão anterior. Além disso, ganhou tecnologia de última geração, que inclui sensor de medição inercial, freios ABS para curvas e sistema de quickshift, que permite subir ou reduzir marchas sem o uso da embreagem.

Forte e musculosaTanque ficou mais compacto e “perdeu” 1 litro: agora cabem 16,5 litros de combustível

Visualmente a Monster 1200S não mudou muito, mas um olhar mais atento revela formas mais compactas e um novo farol com iluminação diurna de LEDs. O tanque ficou menor, com um litro a menos (16,5 l), e a rabeta foi encurtada. O monobraço traseiro foi redesenhado e, com isso, a distância entre-eixos diminuiu 26 mm. O objetivo foi tornar a naked ainda mais esportiva e ágil nas curvas – e, de quebra, reduziu o incômodo da versão anterior, na qual o calcanhar direito encostava na pedaleira da garupa.Novas ponteiras e monobraço redesenhado aumentou “espaço” para botas esportivas

A mudança mais aparente fica por conta das novas ponteiras duplas do escapamento: com visual mais racing ajudaram a Ducati a enquadrar o motor Testastretta 11° na lei de emissão de poluentes Euro 4. Com novos corpos de aceleração ovalados, os dois cilindros em “V” a 90° (ou “L2”, como gosta a Ducati) ganharam a potência extra, uma alimentação mais precisa em baixos giros e mais 0,17 kgf.m de torque – o máximo de 12,87 kgf.m agora aparece a 7.750 rpm.

Mas é a força em baixos e médios regimes – a 3.000 giros já há cerca de 10 kgf.m de torque – que deixou essa renovada Monster 1200S ainda mais divertida de pilotar. Nas ruas e estradas, saídas mais empolgantes e menos trocas menos de marcha. Mas, na pista do Autódromo de Interlagos, onde tivemos o primeiro contato com a naked italiana, isso resultou em uma resposta mais imediata ao acelerador. Na saída da curva do sol, engatava a quarta marcha e em um piscar de olhos a velocidade ultrapassava os 200 km/h.Menor distância entre-eixos deixou a Monster 1200S ainda mais ágil nas curvas

A pista foi ideal para testar o sistema de quickshift, herdado da superesportiva 1299 Panigale. Não é preciso acionar a embreagem ou cortar o acelerador, pode-se descer ou subir uma das seis marchas do câmbio simplesmente usando o pé. Alguns segundos a menos para quem está em um trackday e mais comodidade em uma viagem, por exemplo.

Rede de segurançaMotor tem novo sistema de alimentação e mais torque em baixos giros

A eletrônica da Monster 1200S ganhou uma importante novidade: a IMU (Inertial Measurement Unit), a tal unidade de medição inercial que analisa a posição da moto em seis eixos e faz com que o controle de tração e os freios ABS funcionem com mais precisão.

A naked manteve os mesmos três modos de pilotagem – Urban, Touring e Sport – que ajustam de formas diferentes a resposta do motor e todos os controles eletrônicos com parâmetros de fábrica. Mas também é possível personalizar cada um deles. Confesso que, com a pista livre para acelerar, mantive no modo “Sport”, com resposta mais instantânea do acelerador e baixa intervenção da eletrônica, mas ainda assim com uma “rede de segurança” para se divertir em Interlagos.Modos de pilotagem mudam o painel: Urban, Touring e Sport (da esq. para a dir.)

Nas curvas, o quadro da Ducati e as suspensões Öhlins fazem jus à fama: transmitem ao piloto as sensações da pista. Os freios e suspensões também mostram seu valor. As pinças Brembo M50 com discos de 330 mm ainda são “exagerados” para o uso mais civilizado, porém adequados para a pista.

ConclusãoConjunto ciclístico da naked é excelente e diversão é garantida na pista 

Quando a Ducati alardeou o lançamento de uma nova Monster 1200S, ficamos com aquela pulga atrás da orelha: “mas o que mudou?”. As mudanças, embora discretas, aprimoraram a naked. A começar pelo sistema de alimentação do motor, que promete um comportamento mais dócil, principalmente em baixos giros. Mas como rodei na pista, só pude experimentar para valer mesmo a potência maior em altos giros. Entretanto, foi possível perceber a evolução nos controles eletrônicos, que permitem abusar do acelerador sem medo da “patada” do motor L2.

As melhorias ciclísticas podem ser notadas na entrada de curva: a renovada 1200S está mais arisca e “deita” com mais facilidade. Por outro lado, o ângulo de esterço do guidão ficou ainda mais limitado e o assento, apesar de ser ajustável, está 10 mm mais alto: duas características que prejudicam o uso diário da nova Monster.Controle de tração e ABS ficaram mais precisos em função do sensor de medição inercial

Ainda mais potente e moderna, a Monter 1200S, porém, agora está mais competitiva no segmento de nakeds esportivas. Quando chegar às concessionárias Ducati em agosto com o preço de R$ 59.900, a famosa italiana passa a ser uma opção a ser considerada perante às fortes e equipadas concorrentes, como a tecnológica BMW S 1000R (R$ 62.900), a conhecida Kawasaki Z1000 (R$ 55.900) e a inglesa Triumph Speed Triple 1050 R (R$ 60.990). (Por Arthur Caldeira)

FICHA TÉCNICA  – Ducati Monster 1200S 2017Modelo só está disponível na versão “S”, mais esportiva, e em duas opções de cores

Motor Dois cilindros em “V” a 90°, quatro válvulas por cilindro, duas velas, comando desmodrômico e refrigeração líquida
Capacidade cúbica 1198,4 cm³
Diâmetro x curso 106 x 67,9 mm
Taxa de compressão 13,0:1
Potência máxima 152 cv a 9.250 rpm
Torque máximo 12,87 kgf.m a 7.750 rpm
Câmbio Seis marchas
Transmissão final Corrente
Alimentação Injeção eletrônica
Partida Elétrica
Quadro Treliça em tubos de aço
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido Öhlins de 48 mm de diâmetro com 130 mm de curso totalmente ajustável
Suspensão traseira Monobraço em alumínio com amortecedor Öhlins totalmente regulável com 149 mm de curso
Freio dianteiro Disco duplo semi-flutuante de 330 mm de diâmetro com pinças monobloco radiais Brembo de quatro pistões e ABS
Freio traseiro Disco simples de 245 mm de diâmetro com pinça de dois pistões e ABS
Pneus Pirelli Diablo Rosso III 120/70-ZR17 (diant.)/ 190/55-ZR17 (tras.)
Comprimento não disponível
Largura não disponível
Altura não disponível
Distância entre-eixos 1.485 mm
Distância do solo n.d.
Altura do assento 795 – 820 mm
Peso em ordem de marcha 211 kg
Peso a seco 185 kg
Tanque de combustível 16,5 litros
Cores Vermelha e cinza
Preço R$ 59.900

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Dicas para comprar uma Honda CB 300R usada http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/22/dicas-para-comprar-uma-honda-cb-300r-usada/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/22/dicas-para-comprar-uma-honda-cb-300r-usada/#respond Sat, 22 Jul 2017 13:00:45 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14271 Modelo foi lançado em 2009 (acima) e ficou em linha até 2015

Lançada em 2009 para substituir a Honda CBX 250 Twister no segmento naked de baixa cilindrada, a CB 300R trouxe um novo design, motor de maior capacidade e a novidade da injeção eletrônica. Em 2010, o modelo ganhou uma versão com freios C-ABS (Combined Anti-Lock Brake System).

Em 2013 foi lançada a versão flex, que oferece a facilidade de abastecer com gasolina ou etanol, e a CB 300R passou por um face-lift. No visual, a nova versão se diferencia pelo tanque de combustível de maior capacidade (18,4 litros), que tem uma aleta lateral na cor da moto, e as lentes dos piscas que são transparentes. O painel ganhou a luz indicadora do sistema flex.Primeira versão da CB 300R tinha freio a tambor na traseira e motor só a gasolina

Para quem busca uma CB 300R usada, vale a pena investir em uma versão com C-ABS que oferece mais segurança e controle em frenagens de emergência.

Entre junho de 2009 e setembro de 2015 foram produzidas 374.083 unidades da Honda CB 300R em Manaus (AM). Com tantos exemplares da naked média rodando por aí, ainda hoje é fácil encontrar uma em boas condições. Os preços variam entre R$ 6.500 e R$ 14.000 e há muitos anúncios do modelo nos principais sites de classificados. Confira dicas de como escolher uma boa CB 300R e aprenda também a fugir das problemáticas na hora de comprar a sua.

Atenção ao motorMarcha lenta irregular ou “buracos” na aceleração podem indicar problemas no cabeçote

Equipada com motor de um cilindro (refrigeração a ar), duplo comando de válvulas, 291,5 cm³ de capacidade, o modelo oferece potência máxima de 26,73 cv a 7.500 rpm e torque de 2,82 kgf.m a 6.500 rpm (abastecida com etanol). Seu câmbio de cinco marchas tem engates precisos e macios fazendo da CB 300R uma moto fácil de pilotar na cidade e gostosa de acelerar na estrada. Sua velocidade máxima é de cerca 150 km/h e o motociclista pode viajar na faixa dos 120 km/h sem problemas.

Bastou conversar com gerentes de lojas de motos usadas e mecânicos para ouvir um alerta: “fique atento se o modelo for somente a gasolina” (anterior a 2013). Muitas dessas motos apresentaram problemas de vazamento de óleo e compressão no cabeçote. Marcha-lenta irregular e “buracos” na aceleração podem ser sintomas de problemas. Esses sintomas ocorrem por conta de ruptura no cabeçote (geralmente junto à vela de ignição) ou na sede de válvula.Com bom desempenho para pegar a estrada, CB 300R é “upgrade” para quem sai dos modelos de 150cc

Para solucionar o problema é necessário trocar o cabeçote – um serviço avaliado em R$ 2.000 nas concessionárias. Ou seja: se a moto apresentar tais sintomas, seria indicado consultar um mecânico. Ele poderá informar se o problema é realmente uma trinca no cabeçote, ou apenas falta de regulagem nas válvulas.

Se for comprar uma CB 300R e o dono afirmar que o cabeçote foi trocado, peça uma comprovação, como a nota fiscal do serviço da concessionária, por exemplo. Caso não haja comprovação é melhor não investir seu dinheiro nesta moto. Procure outras opções, já que não faltam ofertas.

Bons exemplaresEm 2013, CB 300R passou por face-lift, além de ganhar motor flex e tanque maior

Por outro lado, não é difícil encontrar exemplares com baixa quilometragem e manutenção em dia. Segundo o mecânico Marcelo Casimiro de Souza, da concessionária Honda Tsuji, de Atibaia (SP), é fácil perceber se a moto foi bem cuidada. “Plásticos pálidos, ressecados e espuma do banco dura mostram que a moto ficou muito sob o sol. Parafusos enferrujados e peças de alumínio esbranquiçadas são sinais que a moto foi lavada com produtos químicos abrasivos”, alerta Souza.

Na parte mecânica, além da atenção à marcha lenta irregular e barulhos metálicos no motor, vale acelerar e verificar se há fumaça branca saindo do escapamento. Isso pode ser indício de vazamento de óleo para a câmara de combustão – um problema grave.Painel da versão bicombustível tinha luz indicadora do sistema para abastecer com gasolina nos dias mais frios

Outro lembrete: muitos donos de CB 300R instalavam ponteiras esportivas. “Se for comprar uma assim, peça o escapamento original, afinal a peça vale R$ 1.800”, afirma Marcelo Souza.

Por fim, ao analisar uma moto que deseja comprar, fique atento ao estado das peças. Retrovisores trincados (ou substituídos por paralelos) e pneus de marcas/modelos diferentes mostram que o antigo dono não era muito cuidadoso com a manutenção da moto.

Custo de manutenção

Um fator a ser levado em consideração na hora da compra é o custo das peças de reposição. A pastilha de freio traseira da CB 300 custa R$ 255,00; enquanto um pneu traseiro tem preço sugerido de R$ 379. Então, não se deixe enganar por afirmações que “as peças são baratas” (veja box com o valor de peças).A partir de 2013, CB 300R saía com piscas transparentes

Com design atraente e desempenho satisfatório para pegar a estrada, é fácil entender o motivo da procura elevada por uma CB 300R usada. Afinal, pelo mesmo preço de uma 160 cc ou 150 cc “0 km” é possível comprar um bom exemplar da naked de 300cc, que oferece mais conforto, segurança e, claro, status. (Por Cicero Lima)

Custo de peças
Confira o valor de algumas peças originais, cotadas em concessionárias da capital paulista.
– Manete de freio R$ 30
– Manete de embreagem R$ 30
– Filtro de ar R$ 103
– Filtro de óleo R$ 37
– Pastilha freio dianteira R$ 161
– Pastilha de freio traseira R$ 255,00
– Disco de freio dianteiro R$ 301
– Disco de freio traseiro R$ 450
– Pneu dianteiro R$ 298
– Pneu traseiro R$ 379
– Relação completa R$ 380
– Cabo do acelerador (completo) R$ 102
– Cabo da embreagem R$ 60
– Retrovisor R$ 141

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Nova Indian Scout Bobber mira público jovem http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/18/nova-indian-scout-bobber-mira-publico-jovem/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/18/nova-indian-scout-bobber-mira-publico-jovem/#respond Tue, 18 Jul 2017 18:00:33 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14247 Nova versão da Scout traz ciclística rebaixada, pneus mais largos e custa US$ 11.499

A onda das clássicas modernas é uma realidade em todo o mundo e a Indian não podia perder essa oportunidade. Modelo de entrada da marca norte-americana, a Scout chega com uma nova roupagem retrô e o nome de Bobber. A maioria das mudanças é puramente estética, embora algumas alterações na ciclística e na ergonomia conferiram uma atitude mais agressiva à moto e também à posição de pilotagem. A Indian Bobber 2018 custa US$11.499 (cerca de R$ 36.500, na conversão direta), apenas US$200 a mais que a Scout original. Em termos de comparação, o modelo-base aqui no Brasil tem preço sugerido de R$ 49.990.A maioria das mudanças feitas na Scout Bobber são puramente estéticas

O novo membro da tribo evoca ainda mais o estilo retrô da Scout, porém com uma “pegada” mais sombria. Traz guidão reto com retrovisores nas extremidades e pedaleiras avançadas. A lanterna traseira foi descartada e as luzes de direção incorporaram a lanterna traseira e a luz de freio. Além disso, a Bobber apresenta várias peças pintadas em preto. Tudo para atrair clientes mais jovens e descolados. No mercado internacional Triumph Bobber e Harley-Davidson Street Bob são as principais concorrentes da nova Indian.
Painel da Bobber tem mostrador único com fundo preto

O farol recebeu uma capa e o mostrador do velocímetro conta com fundo preto, em vez do tradicional creme com vermelho. Preto também foi o padrão usado no cobre-corrente, escapamento e motor. Os para-lamas estão mais curtos. O assento, único e redesenhado, recebeu duas tonalidades de cor: preto e marrom. Motor, câmbio e freios permanecem os mesmos da sua irmã Scout.Tudo preto, inclusive o acabamento do motor, escapamento e rodas

Propulsor de dois cilindros em “V”, 1133 cm³ de capacidade, 94 cv de potência máxima e muito torque desde as baixas rotações: 9,96 Kgf.m a 5.900 rpm. Conta ainda com refrigeração líquida e câmbio de seis velocidades. Com capacidade para 12,5 litros de combustível, a Bobber pesa 254 kg, em ordem de marcha.
No melhor estilo retrô, a Indian Scout Bobber tem vocação mais radical

Na parte ciclística, a principal alteração foi na suspensão traseira, rebaixada em 25 mm. Agora o curso é de apenas 50 mm. Com essa mudança, aliada ao guidão e ao novo banco, a posição de pilotagem se tornou mais esportiva.
Na dianteira, a moto conta com novos cartuchos no garfo telescópico, com 120 mm de curso. O conjunto, segundo a marca, oferece mais progressividade e conforto. Já o sistema de freios é composto por disco simples em ambas as rodas, como na versão original. E sendo fiel ao estilo Bobber, o modelo ganhou pneus mais largos – 130/90-16 (D) e 150/80-16 (T), calçados em rodas de liga-leve com aro de 16 polegadas.A Bobber teve suspensão traseira rebaixada e ganhou novo assento

Para o diretor de marketing da Indian Motorcycle, Reid Wilson, a Scout Bobber é uma máquina incrivelmente divertida. “E o estilo bobber é uma velha solicitação dos fãs da Scout, que queriam uma moto mais agressiva e com uma ótima plataforma para customização”. Consultada, a Indian Motorcycle do Brasil afirma não ter informações sobre a vinda da Bobber ao nosso mercado, pois o modelo acaba de ser apresentado nos Estados Unidos. Porém garante que a nova Bobber que se encaixaria muito bem no cenário nacional. (Por Aldo Tizzani)

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Três superesportivas exclusivas à venda no Brasil http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/16/tres-superesportivas-exclusivas-a-venda-no-brasil/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/16/tres-superesportivas-exclusivas-a-venda-no-brasil/#respond Sun, 16 Jul 2017 13:15:28 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14231 A nova ZX-10RR faz parte de um seleto grupo com produção limitada e mais de 200 cv!

A insatisfação move a humanidade. Como se não bastassem as duas centenas de cavalos no motor e a eletrônica de última geração das superesportivas “normais”, algumas fábricas criam versões ainda mais exclusivas e sofisticadas de seus modelos de série. Caso da Ninja ZX-10RR, que acaba de ser lançada no Brasil pela Kawasaki. Com preparação especial no motor e baseada na moto bicampeã mundial de Superbike, a versão RR é uma moto de corrida que pode rodar na rua. Mas só se você quiser aumentar as multas no seu prontuário e desperdiçar todo o potencial dessa Ninja top de linha.

A ZX-10RR faz parte de um seleto grupo de esportivas exclusivas feitas para acelerar de verdade no local certo: um autódromo. Além dessa nova Kawasaki, outras duas dessas esportivas puro-sangue estão à venda no Brasil. Confira.

1 – Kawasaki Ninja ZX-10RR
A moto é baseada na usada no Mundial de Superbike e custa R$ 83.990

Embora tenha sido apresentada como uma série especial e exclusiva da Ninja ZX-10R, a versão “RR” é muito mais do que isso. Segundo a Kawasaki, trata-se de um modelo baseado na moto do irlandês Jonathan Rea, bicampeão Mundial de Superbike em 2015 e 2016, e capaz de vencer campeonatos nacionais como vem de fábrica. O motor de quatro cilindros em linha, 998 cm³ de capacidade, teve seu cabeçote modificado para receber um eixo de comando com ressaltos mais altos de competição, semelhantes aos utilizados na Superbike e que garantem melhor desempenho em altas rotações – a potência pode chegar até 210 cavalos de potência máxima a 13.000 giros.

Como uma verdadeira esportiva de pista, a ZX-10RR é vendida apenas com banco único. O que já a fez perder um quilograma também com a retirada das pedaleiras da garupa. Mas o regime não para por aí: a ZX-10RR tem rodas Marchesini forjadas mais leves que as originais. De quebra, os pneus são os Pirelli Diablo Supercorsa SP, feitos para competição. E por falar em pista, a Kawasaki afirma que a ZX-10RR é até dois segundos mais rápida do que a versão ABS no Circuito Autopolis, pista de testes da marca.
Com 210 cv de potência máxima, serão importadas apenas 20 unidades da “RR”

As melhorias ainda passam pelas suspensões, acertadas para o banco único, as rodas mais leves e os pneus esportivos. O sistema de quick-shift, que permite subir ou reduzir marchas sem o uso da embreagem, é de série. Com produção limitada em todo o mundo a cerca de 1.000 unidades, 20 unidades da Ninja ZX-10RR chegaram às lojas brasileiras agora em julho com preço sugerido de R$ 83.990 – a versão ABS é vendida por R$ 72.990.

2 – Ducati 1299 SuperleggeraR$ 550.000 é o preço desta Ducati que teve apenas 500 unidades fabricadas 

Também limitada a 500 unidades, a Superleggera traz no nome seu principal destaque. Carenagens, quadro, rodas, subquadro e monobraço são fabricados em fibra de carbono. Daí seu nome, que significa “superleve” em italiano. A exclusiva superesportiva pesa apenas 167 kg em ordem de marcha!

Por baixo da carenagem, a 1299 Superleggera traz uma versão apimentada do motor Superquadro, o L2 de 1.285 cm³, que oferece 215 cv de potência máxima, o que faz dele o mais potente bicilíndrico do mundo. As suspensões são topo de linha da marca Öhlins e os freios Brembo, semelhantes aos utilizados em competições com pastilhas especiais.
Com motor de 215 cv de potência máxima, a superesportiva pesa apenas 167 quilos

Como se não bastassem os números impressionantes da ficha técnica, a Ducati 1299 Superleggera ainda é recheada de eletrônica de última geração: a unidade de medição inercial em seis eixos controla as centrais eletrônicas e ajusta o controle de tração, os freios ABS e o controle de derrapagem lateral com mais precisão. O modelo ainda ganhou o Ducati Power Launch, um sistema eletrônico que permite largadas mais rápidas, afinal este é um modelo feito para a pista. Três unidades das 500 fabricadas em todo o mundo foram vendidas por R$ 550.000 no Brasil. Os felizardos que compraram a 1299 Superleggera ainda ganharam um exclusivo macacão Ducati Corse, a divisão de corridas da fábrica italiana.

3 – BMW HP4 Race
 Além do quadro, rodas e carenagem em fibra de carbono, a HP4 Race tem 217 cv

No Salão de Milão (EICMA 2016), a HP4 Race foi anunciada pelo presidente da BMW Motorrad, Stephan Schaller, como a moto mais exclusiva jamais fabricada pela marca alemã. Essa versão top de linha da superesportiva S 1000RR também terá quadro, rodas e carenagem de fibra de carbono. Tudo para marcar apenas 171 kg (em ordem de marcha) na balança. Para se ter uma ideia esse peso é menor do que o das motos utilizadas no Campeonato Mundial de Superbike – e levemente acima dos protótipos da MotoGP.

Das pistas de Superbike também vem a base do motor de quatro cilindros em linha e 1.000 cc, derivado da S 1000 RR, mas com giros mais altos: vai até 14.500 rotações. Entretanto, a potência máxima de 217,9 cv é atingida a 13.900 rpm. Para aprimorar ainda mais o desempenho, o câmbio de seis marchas tem relações mais curtas, que podem ser ajustadas conforme a pista.
Com muita eletrônica embarcada, a HP4 Race não teve seu preço definido pela BMW

Garfos invertidos FGR 300 (upside-down), na dianteira, e amortecedor TTX 36 GP, na traseira, ambos da Öhlins, compõem o conjunto de suspensão da HP4 Race. Freios Brembo GP4 PR com pinças monobloco e discos de 320 mm de diâmetro completam o pacote ciclístico. Eletrônica mais sofisticada, como controle de tração com 15 níveis, ajuda a domar esse foguete alemão. Com um processo de fabricação único e quase artesanal, cada uma das 750 unidades será produzida individualmente por um grupo reduzido de engenheiros. A HP4 Race será vendida no Brasil, mas a BMW ainda não definiu o preço e nem quantas unidades serão vendidas por aqui. Na Itália, a HP4 Race é vendida por 80.000 euros, cerca de R$ 270.000. O que significa que não deverá custar menos do que isso em nosso mercado. (Por Arthur Caldeira)

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Problema na suspensão obriga BMW a fazer recall das R 1200 GS/ GS Adventure http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/12/problema-na-suspensao-obriga-bmw-a-fazer-recall-das-r-1200-gs-gs-adventure/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/12/problema-na-suspensao-obriga-bmw-a-fazer-recall-das-r-1200-gs-gs-adventure/#respond Wed, 12 Jul 2017 21:20:29 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14218 Campanha envolve 9.589 unidades fabricadas entre outubro de 2013 e julho de 2017

A BMW Motorrad Brasil confirmou uma campanha de recall dos modelos R 1200 GS e R 1200 GS Adventure, fabricados entre outubro de 2013 e julho deste ano, para verificação e reparo dos cilindros internos da suspensão dianteira. Segundo a marca, pode haver folga entre os cilindros internos e a mesa superior. “Tal folga decorre de impactos severos em grandes obstáculos e buracos em alta velocidade, por exemplo, a depender do modo de condução e tipo de terreno”, explica o comunicado.R 1200GS Adventure também precisará ter o garfo dianteiro verificado

A campanha envolve praticamente todos as unidades da bigtrail com refrigeração líquida, lançada em 2013. Segundo a empresa, caso a falha ocorra, poderá haver vazamentos de óleo no garfo dianteiro, ruídos no sistema de suspensão e, no pior cenário, a perda da estabilidade da direção. Nesse caso, pode ocorrer danos físicos e materiais aos ocupantes da motocicleta e a terceiros. Em outros países, há registro, inclusive, de acidentes nos quais os tubos se desprendem da mesa, levando à queda.Marca alega que tal falha pode ocorrer em função de impactos em obstáculos e buracos em alta velocidade

Em 5 de julho passado procuramos a empresa para que se posicionasse sobre o problema, uma vez que a BMW Motorrad publicou em sua página oficial no Facebook uma campanha de serviço convocando a verificação do mesmo item em todas as R 1200 GS / GS Adventure produzidas entre novembro de 2013 e junho de 2017. A campanha, aparentemente de caráter mundial, foi motivada por problemas em unidades na África do Sul, Austrália e em outros países.Campanha atinge até mesmo a recém-lançada versão Rallye

Um cliente sul africano, que se acidentou após o garfo dianteiro de sua GS se soltar, chegou a criar o site BMW Fatal Flaw (Falha fatal da BMW) com o objetivo de angariar assinaturas para que a BMW fizesse a inspeção para corrigir essa falha. Outros sites europeus e australianos também entraram na campanha, que acabou motivando a marca a se manifestar. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, não foram registrados acidentes em função desta falha no Brasil. (Por Arthur Caldeira)

Leia abaixo o comunicado na íntegra:

BMW do Brasil convoca os proprietários das motocicletas BMW modelos R 1200

São Paulo, 12 de julho de 2017 – A BMW do Brasil convoca os proprietários das motocicletas BMW modelos R 1200 GS e R 1200 GS Adventure, fabricados entre 28/10/2013 e 04/07/2017, a entrarem em contato com um concessionário autorizado para agendarem gratuitamente a verificação e o reparo dos cilindros internos da suspensão dianteira, em decorrência de possível folga destes cilindros com o componente denominado mesa superior.

Tal folga decorre de impactos severos em grandes obstáculos e buracos em alta velocidade, por exemplo, a depender do modo de condução e tipo de terreno.

Manifestada a falha, poderão ocorrer leves vazamentos de óleo, ruídos no sistema de suspensão e, no pior cenário, a perda da estabilidade da direção. Nessas hipóteses, não se descarta a possibilidade de ocorrência de danos físicos e materiais aos ocupantes da motocicleta e a terceiros.

A verificação e o reparo poderão ser realizados a partir de 31/07/2017, conforme agendamento com o cliente, e sua duração é de cerca de 2 horas.

Os códigos de chassi não sequenciais envolvidos na campanha são:


Para mais informações, é recomendado aos clientes entrarem em contato com a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente BMW (0800 019 7097), de 2ª a 6ª-feira, das 8 às 19 horas, ou acessarem o endereço www.bmw.com.br/recall.

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Kit de acessórios transforma Roadster em cafe racer http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/07/kit-de-acessorios-transforma-roadster-em-cafe-racer/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/07/kit-de-acessorios-transforma-roadster-em-cafe-racer/#respond Fri, 07 Jul 2017 19:00:31 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14205 Lançado pela Harley, novo kit tem 14 itens para fazer um forte “café americano”

Inspirada nas motos de corrida de rua das décadas de 1950 e 60, a Roadster 1200 já traz originalmente guidão curvado para baixo e pedaleiras centralizadas. A ciclística é a mais agressiva da família Sportster, da Harley-Davidson. Conta com suspensão dianteira invertida, freio com discos duplos e ABS de série. Para tirar a moto da inércia, o “trintão” motor Evolution de 1200cc, de dois cilindros em “V”, esbanja torque desde as baixas rotações. Se você é um fã do estilo retrô, mas acha a Roadster ainda muito comportada, a HD oferece um completo kit de acessórios para transformar a clássica Sportster 1200 em uma autêntica cafe racer.Semi-guidões com espelhos retrovisores nas extremidades mudam a posição de pilotagem

A marca norte-americana resolveu incrementar seu ‘café’, com novos aromas e sabores, e colocar à disposição do harlista 14 itens para personalização da Roadster. Os itens vão de semiguidões, passando por espelhos retrovisores posicionados nas extremidades do guidão, tampas laterais, bateria e escapamento; pedaleiras recuadas, nova rabeta e suporte de placa, até filtro esportivo todo estiloso.Filtro de ar esportivo da Screamin´Eagle 

Os acessórios podem sem comprados individualmente, conforme o gosto e o bolso do motociclista. O investimento pode variar de R$ 160, valor do acabamento do medidor de nível de óleo, até cerca de R$ 6.000, preço de todo o conjunto da nova rabeta café custom. O catálogo completo de acessórios sai por R$ 25.250 (preço base São Paulo). Valor que representa pouco menos de 50% do valor de uma Roadster 1200 “0 km”.Rabeta Fastback elimina banco da garupa

As peças mais caras ficam por conta das pedaleiras recuadas e também de toda a parte traseira da Roadster, formada pela rabeta, banco e outras peças menores, no melhor do estilo “fast-back”; que custam cerca de R$ 6.000, cada conjunto.

Com a instalação dos acessórios, que não afetam em nada a parte ciclística, a Roadster 1200 fica com um visual mais nostálgico. Já a ergonomia muda radicalmente, proporcionando uma posição de pilotagem mais racing. O motociclista fica com o tronco lançado à frente, quase como se estivesse acelerando uma esportiva. Isso em função da adoção de semiguidões e pedaleiras bem recuadas, que são fixadas onde originalmente eram as da garupa.Kit completo de acessórios, que deixa Roadster Cafe cheia de estilo, sai por cerca de R$ 25.250

Incentivar a personalização é uma fórmula muito utilizada pela marca, já que nenhuma Harley é igual à outra, exceto quando sai da fábrica. E aí, vai um café americano? (texto: Aldo Tizzani/ fotos: Renato Durães)

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Nova Yamaha Ténéré 700 é flagrada na Europa http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/05/nova-yamaha-tenere-700-e-flagrada-na-europa/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/05/nova-yamaha-tenere-700-e-flagrada-na-europa/#respond Wed, 05 Jul 2017 20:35:00 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14200 Disfarçada, nova Ténéré 700 bicilíndrica foi flagrada pelo site italiano moto.it

A Concept T7, protótipo de uma nova trail da Yamaha, que substituirá a Ténéré XT 660Z, foi flagrada rodando na Europa. O flagra é destaque no site italiano moto.it. Uma das principais atrações do estande da marca japonesa na última edição do EICMA 2016 – Salão de Motos de Milão (ITA) – a moto parece ter suas linhas, motorização e ciclística definidas. Rodando camuflada, a “nova” Ténéré 700 aparenta ser leve e bastante versátil e já foi confirmada como modelo 2018. A nova trail deverá ser o principal lançamento da marca no Salão de Milão deste ano.Conceito T7, mostrado no EICMA 2016, começa a se tornar realidade

A motorização deve ser compartilhada com a naked MT-07, vendida no Brasil. O propulsor é um bicilíndrico de 689 cm³ que produz 75 cv de potência, além de oferecer bastante torque desde os baixos giros. Assim como o conceito T7 e a moto flagrada nos testes, a nova trail de 700cc deverá ter roda dianteira de 21 polegadas, calçada com pneus de uso misto, o que reforça sua vocação off-road. A aventureira terá disco duplo na dianteira, freios ABS e suspensões de longo curso.Para fazer jus ao nome Ténéré, nova trail de 700cc terá vocação off-road

Outro destaque fica por conta do conjunto dos faróis formado por dois pequenos projetores sobrepostos. Pelo que tudo indica são de LED. O painel de instrumentos – 100% digital – também deve vir da MT-07. A moto conta ainda com um generoso escapamento e lanterna sobre a linha do assento que segue a mesma linha da família MT. No flagra a Ténéré 700 não trazia para-brisa, mas o conceito T7 foi apresentado com um para-brisa alto. (por Aldo Tizzani)

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V-Strom 1000 ganha versão XT mais aventureira http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/02/v-strom-1000-ganha-versao-xt-mais-aventureira/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/07/02/v-strom-1000-ganha-versao-xt-mais-aventureira/#respond Sun, 02 Jul 2017 13:51:00 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14168
Para entrar na disputa pelo crescente mercado de bigtrails, a Suzuki atualizou a linha V-Strom, que passou por um face-lift, ganhou mais tecnologia e teve sua ergonomia aprimorada. A fábrica japonesa também lançou uma nova versão “XT”, com rodas raiadas e uma proposta mais aventureira. Apresentada recentemente como modelo 2018, a V-Strom 1000 XT tem preço sugerido de US$ 13.299 (cerca de R$ 44.000) nos Estados Unidos. Valor pouco superior à versão standard, com rodas de liga-leve, e vendida por US$ 12.999 (R$ 43.000).Bigtrail da Suzuki ganha eletrônica mais moderna e nova versão “XT”, com rodas raiadas e vocação off-road

O design da V-Strom 1000 foi atualizado. Seu para-lama dianteiro ficou mais protuberante, remetendo à DR 800 da década de 1990, a clássica “DR. Big”. As carenagens foram redesenhadas e transmitem um ar de mais robustez. O para-brisa, 49 mm mais alto que no modelo anterior, pode ser ajustado em três posições para aumentar a proteção aerodinâmica. A versão XT conta ainda com guidão de alumínio reforçado.

V2 menos poluenteMotor de V2 manteve os 100 cv de potência máxima e bons 10,3 kgf.m de torque a 4.000 giros

O motor de dois cilindros em “V” a 90° com 1.037 cm³ de capacidade, duplo comando no cabeçote e refrigeração líquida manteve a mesma arquitetura, porém ganhou um novo sistema de alimentação para atender às novas leis de emissão Euro 4. A boa notícia é que a potência de 100 cv (a 8.000 rpm) foi mantida, mas o torque caiu levemente: de 10,5 kgf.m para 10,3 kgf.m mas já a 4.000 giros.V-Strom 1000 XT tem visual mais robusto e custa US$ 13.299 (R$ 44.000) nos Estados Unidos

Outra novidade é o assistente de baixos giros, um sistema que automaticamente eleve as rotações ao apertar a embreagem ou pilotar em baixos giros. Evitando, dessa forma, que o motor “morra”. Pensando em facilitar ainda mais a vida do motociclista aventureiro, a Suzuki também criou o “Easy Start System”, um dispositivo que permite dar a partida na moto com apenas um toque no botão – ao invés de ficar segurando até que o motor comece a funcionar. Embreagem assistida e câmbio de seis marchas completam o conjunto motriz da bigtrail da Suzuki. A transmissão final é feita por corrente.

Eletrônica de última geraçãoSensor inercial da Bosch aprimora o funcionamento dos freios ABS também em curvas

O controle de tração em três níveis (1, 2 e desligado) foi herdado do modelo anterior, e agora ganhou uma luz indicativa no completo painel quando entra em ação. Mas o sistema de freios ABS é completamente novo e se utiliza da tal Unidade de Medição Inercial (IMU) da Bosch, que faz uma leitura em cinco eixos da moto, e conta também com um sistema combinado.Controle de tração tem dois níveis de atuação e pode ser desligado

De acordo com a Suzuki, o novo sistema faz uma melhor distribuição da frenagem em situações críticas e nas curvas, além de evitar o travamento das rodas. O “hardware” do sistema de freios são discos duplos de 300 cc com pinças radiais Tokico, na dianteira; e disco simples com pinça Nissin, na traseira.

Ciclística reforçadaAros de alumínio DID com raios centrais permitem o uso de pneus sem câmara

Feito em alumínio, o quadro de dupla trave superior da V-Strom 1000 XT oferece um bom equilíbrio entre rigidez e flexibilidade para garantir estabilidade nas curvas. A balança traseira também é feita em alumínio.
O conjunto de suspensão é formado por garfos telescópicos invertidos (upside-down) com tubos de 43 mm totalmente ajustável na dianteira. Na traseira, monoamortecedor também com ajustes na compressão, retorno e pré-carga da mola. Ambos são da marca KYB. Cockpit da nova V-Strom 1000. Guidão de alumínio é diferencial da versão XT

A grande novidade da V-Strom 1000 XT são os aros de alumínio DID com raios centralizados. A configuração possibilitou a instalação de pneus Bridgestone BW 501 e BW 502 sem câmara (tubeless), nas medidas 110/80R-19, na frente; e 150/70-18, atrás. As rodas raiadas são mais resistentes para enfrentar pedras e obstáculos.

Forte concorrênciaCom 232 kg (em ordem de marcha) e rodas raiadas, modelo da Suzuki quer ser meio termo entre as bigtrails mais pesadas e as mais valentes no off-road

O segmento de bigtrails é um dos mais disputados atualmente. Praticamente todos os fabricantes têm modelos com diversos atributos e propostas para brigar pela preferência do motociclista aventureiro.

A BMW R 1200 GS é o modelo de referência no segmento com um bom equilíbrio entre conforto touring e vocação fora-de-estrada. Triumph Tiger Explorer 1200 e Yamaha XT 1200Z Super Ténéré seguem no mesmo caminho. A Honda apostou em uma vocação mais off-road com a leve e menos potente CRF 1000 L Africa Twin. Já a Suzuki com as duas versões da V-Strom 1000 parece ter procurado um meio termo.Para-brisa da nova V-Strom 1000 é 49 mm maior e pode ser ajustado em três posições

Com 232 kg em ordem e marcha e roda aro 19 na dianteira, a V-Strom 1000 XT não é tão leve e valente quanto a Africa Twin e nem tão pesada e confortável como a Triumph Explorer, por exemplo. A Suzuki buscou fazer uma aventureira capaz de rodar na terra, mas que também oferece conforto e autonomia (tanque para 20 litros) de uma moto touring.

A J.Toledo/Suzuki comercializa a versão anterior da V-Strom 1000 ABS, lançada em 2014, no Brasil. A empresa não informou se pretende trazer a nova V-Strom 1000 XT para o País. (Por Arthur Caldeira)J.Toledo/Suzuki não respondeu aos questionamentos se trará ou não a nova V-Strom 100o para o Brasil

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Nova Yamaha Factor 150 com freios combinados fica mais segura http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/06/30/nova-yamaha-factor-150-com-freios-combinados-fica-mais-segura/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/06/30/nova-yamaha-factor-150-com-freios-combinados-fica-mais-segura/#respond Fri, 30 Jun 2017 19:53:31 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=14167 Modelo ganhou sistema de freios combinados que oferece mais segurança aos iniciantes

Quem percorre diariamente a Via Dutra, no trecho entre Guarulhos e São Paulo, pode perceber a circulação de muitas vans e ônibus lotados. Segundo dados do IBGE, cerca de 120.000 pessoas fazem esse trajeto diariamente. Alguns dos passageiros desses transportes olham com ares de admiração e inveja para os motociclistas. Muitos gostariam de usar a moto para ganhar tempo e economizar dinheiro, mas têm medo de acidentes. Para diminuir esse sentimento, a Yamaha implantou o sistema de freios combinados na utilitária Factor 150 UBS. Além de ficar mais segura, a moto passa a atender a legislação que entrará em vigor em 2019 e exigirá que todas as motos vendidas no Brasil tenham freios combinados ou ABS (antitravamento).No detalhe sistema de cabos do USB que ligam o freio traseiro ao dianteiro

O sistema que equipa a nova moto é chamado pela Yamaha de UBS (Unified Brake System, sistema de freios unificados). Cabos de aço ligam o pedal do freio traseiro ao manete do freio dianteiro. Ao pisar no freio traseiro, além de acionar as sapatas do tambor do freio, o piloto aciona a pinça do disco dianteiro. Assim, sem perceber, o piloto aciona os dois freios simultaneamente. Em uma frenagem de emergência essa distribuição é fundamental para diminuir o espaço de frenagem e manter a estabilidade da moto. O piloto só perceberá a atuação do sistema quando estiver pisando no pedal de freio. Nesta situação o manete do freio dianteiro parece “mexer sozinho”. Não é agradável, mas é fácil de se acostumar.Rodas de liga conferem um visual mais esportivo a nova Factor 150 UBS

Embora seja óbvio para os pilotos mais experientes, muitos motociclistas novatos não usam o freio dianteiro por medo da moto “capotar”. Esse mito, infelizmente, é reforçado no processo de habilitação, quando alguns instrutores inibem o uso do freio dianteiro. A título de comparação, numa frenagem a 50 km/h feita apenas com o freio traseiro a moto percorre 35 metros. Com os dois freios a distância cai para 18 metros.Motor do modelo street da Yamaha pode ser abastecido com gasolina ou etanol

Apesar de ser uma moto de entrada, o desempenho da Factor 150 UBS é satisfatório. Equipada com motor de um cilindro, 149,31 cm³ de capacidade, a Yamaha pode ser abastecida com gasolina ou etanol. O propulsor oferece 12,2 cv de potência, quando alimentado com gasolina, e 12,4 cv com etanol, na mesma faixa de giro máxima: 7.500 rpm. O torque máximo é de 1,285 kgf.m com gasolina e 1,295 kgf.m com etanol, disponível a 5.500 giros. Com esse desempenho é possível até viajar com ela. Na estrada consegue manter 100 km/h com facilidade e, se necessário, chega a 120 km/h.
Em função de sua versatilidade, a Factor 150 UBS anda bem em meio ao trânsito

Na cidade, o modelo se mostrou ágil entre os carros, conseguindo largar a frente dos demais veículos. O sistema de suspensão, apesar de convencional, com dois amortecedores atrás e garfo telescópico na dianteira, absorveu os buracos do nosso asfalto. Se a opção for usá-la em grandes deslocamentos o piloto pode contar com o tanque com capacidade para 15,7 litros. Seu consumo é outro fator positivo por superar com facilidade os 40 km/l e percorrer mais de 500 km sem a necessidade de abastecer. A Factor 150 traz painel completo oferece conta-giros, horário e até fuel-trip

Mesmo sendo uma utilitária, a nova Yamaha Factor 150 UBS oferece diversos luxos ao seu comprador. Um deles é o painel digital que traz conta-giros, marcador de marchas, relógio de horas e até a função fuel trip que informa quantos quilômetros a moto percorrerá com o combustível na reserva. Pesando somente 126 kg (a seco), o modelo se encaixa em pequenos espaços graças a suas dimensões reduzidas. Assim, a moto torna-se mais segura e atrativa para aqueles que buscam uma saída do sufoco diário para ir aos seus compromissos. Custando R$ 8.890,00 (sem frete), o modelo traz partida elétrica, rodas de liga-leve.Com o auxílio do câmbio de cinco marchas, a Factor chega a 120 km/h

A crítica fica para a alça da garupa que destoa do modelo e remete à primeira versão da YBR (aquela lançada em março do ano 2000) que usava a mesma peça. Voltando ao cotidiano da Via Dutra, seria muito bom para todos que a nova Factor 150 UBS fosse um impulso para quem deseja trocar o aperto do ônibus pela liberdade e a economia da motocicleta. (Por Cicero Lima)

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