Blog da Infomoto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br Blog da Infomoto - UOL Carros Tue, 16 Jan 2018 20:30:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Novo game “Dakar 18” tem pilotos e equipes reais http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/16/novo-game-dakar-18-tem-pilotos-e-equipes-reais/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/16/novo-game-dakar-18-tem-pilotos-e-equipes-reais/#respond Tue, 16 Jan 2018 20:19:13 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15415

A fama que o Rally Dakar tem de ser o mais difícil do mundo não é em vão. Afinal, dos 420 competidores inscritos apenas 216 completaram o rali do ano passado. Prova de que os milhares de quilômetros percorridos pelas trilhas da América do Sul exigem pilotos habilidosos, máquinas resistentes e uma pitada de sorte. Ou seja, não é para qualquer um. Ou não era.

Agora, até mesmo o motociclista comum poderá sentir a emoção de disputar um rally como o Dakar sentado no sofá de casa. A distribuidora Bigmoon Entertainment e a desenvolvedora Deep Silver anunciaram a criação de um novo game oficial do rali para este ano.Simulador do rali mais difícil do mundo chega em junho para consoles e PC

Batizado de “Dakar 18”, o simulador promete ter um dos maiores mundos abertos já feitos para um game de corrida. O termo open world é usado nos games para descrever um mapa gigante, que permite aos jogadores explorarem e interagirem com diversos elementos do ambiente. O que significa que, além de pilotar os veículos em trilhas difíceis, o jogador também terá de navegar para seguir o trajeto correto, ou poderá se perder no deserto do Atacama, como um piloto de verdade.Além de enfrentar as trilhas, jogador terá de navegar para não se perder

Dakar 18 deverá ser muito realista, com a possibilidade de o jogador disputar o rali com as motos, quadriciclos, UTVs, carros e até caminhões das equipes oficiais de fábrica que participam da prova. “Temos certeza que ‘Dakar 18’ será a representação mais fiel do Dakar real em um vídeo game”, garante Paulo Gomes, diretor de games da Bigmoon Entertainment.Quads e UTVs também estarão no novo game

Então o que esperar do jogo? Se o simulador for tão real quanto prometem os desenvolvedores, os fãs de videogame não terão um jogo fácil. Afinal, pilotar uma moto pelas dunas do Peru, ou pelo salar de Uyuni na Bolívia não é uma tarefa simples.Pilotar uma moto no Deserto do Atacama não será tarefa simples nem no game

“Dakar 18” deverá ser lançado em junho deste ano para PlayStation 4, Xbox One e PC. O game terá modo para um jogador, para desenvolver as habilidades como piloto de rali, além de disputas multijogador online e offline. “O Rally Dakar não será mais uma aventura de apenas duas semanas. Os fãs terão a oportunidade de vivenciar a prova durante todo o ano com este novo jogo”, declarou o espanhol Marc Coma, ex-campeão da prova nas motos e atual Diretor Esportivo do rali. (texto: Arthur Caldeira/imagens: divulgação)Pilotos e equipes oficiais do Dakar 2018 estarão no novo game

]]>
0
Novo recall de airbag atinge 190 unidades da Honda Gold Wing no Brasil http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/15/novo-recall-de-airbag-atinge-190-unidades-da-honda-gold-wing-no-brasil/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/15/novo-recall-de-airbag-atinge-190-unidades-da-honda-gold-wing-no-brasil/#respond Mon, 15 Jan 2018 20:50:15 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15409 190 unidades fabricadas entre 2013 e 2015 estão envolvidas na campanha

A Honda anunciou hoje (15 de janeiro) mais uma campanha de recall da GL 1800 Gold Wing para substituição gratuita do airbag. Segundo a fábrica, em caso de colisão frontal de intensidade moderada ou severa, quando o acionamento do sistema de airbag é esperado, pode haver o rompimento da estrutura do insuflador e, eventualmente, ocasionar a projeção de fragmentos metálicos. Em situações extremas, o defeito pode causar, além de danos materiais, lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.Insuflador do airbag pode se romper e ferir os ocupantes

Desta vez a campanha engloba 190 unidades da gold Wing fabricadas entre 2013 e 2015. Este já é o terceiro recall pelo mesmo motivo, ou seja, falha no airbag. A primeira campanha, anunciada em 2016, atingia 324 motos fabricadas entre 2006 e 2009. A segunda, feita em janeiro do ano passado, englobava 80 unidades ano/modelo 2012. Ao todo, 594 unidades tiveram ou terão de ter os airbags substituídos por conta de falhas no inflador – o mesmo problema também atingiu milhões de carros ao redor do mundo, que utilizavam os airbags defeituosos fabricados pela Takata.

Nesta nova fase, os proprietários de motos ano/modelo 2013, 2014 e 2015 poderão ir a uma concesisonária da marca a partir de 22 de janeiro para substituição gratuita do airbag. Confira na tabela acima se a sua Gold Wing está relacionada na campanha de recall.

Para mais informações, os clientes podem entrar em contato com a Central de Atendimento, no 0800-055-2221 (segunda a sexta-feira, das 09h às 17h – horário de Brasília) ou consultar o site www.honda.com.br/recall. (por Arthur Caldeira)

]]>
0
Cinco dicas para deixar a documentação do seu veículo em dia http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/13/cinco-dicas-para-deixar-a-documentacao-do-seu-veiculo-em-dia/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/13/cinco-dicas-para-deixar-a-documentacao-do-seu-veiculo-em-dia/#respond Sat, 13 Jan 2018 10:00:18 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15390 Tire suas dúvidas sobre IPVA, seguro obrigatório, licenciamento…

Quem já foi parado em uma blitz de fiscalização com os documentos do veículo em atraso sabe como isso é desagradável. Para não passar por essa situação e correr o risco de ter seu veículo apreendido, preparamos um guia para tirar suas dúvidas sobre como regularizar o documento da sua moto (ou qualquer outro veículo automotor) e rodar com tranquilidade.

As informações são referentes aos veículos emplacados no Estado de São Paulo, onde está 30% da frota nacional, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Em outros locais, as datas de vencimento e valores podem variar, por isso é importante consultar o Detran do seu Estado.

1 – O tal do IPVADetran-SP criou site para consultar valor e vencimento do IPVA 2018 

Todo ano surgem dúvidas de como e quando pagar o Imposto de Propriedade de Veículos Automotores, o tal IPVA, cobrado anualmente. Neste ano, as dúvidas aumentaram, pois, o Detran-SP não envia mais os informativos pelo correio.
O proprietário terá de pesquisar em um site, criado pelo Detran, com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo) e da placa do veículo para consultar o valor do imposto e a data de vencimento.

Em São Paulo, há três opções de pagamento: em janeiro, em parcela única à vista e com 3% de desconto; o valor integral com vencimento em fevereiro; ou pode também dividir em três parcelas, desde que pague a primeira já em janeiro. Confira as datas de vencimento do IPVA, divulgada pela Secretária da Fazenda do Estado de São Paulo, de acordo com o final da placa do veículo (veja tabela abaixo).

IPVA 2018   Estado de São Paulo
Mês Janeiro Fevereiro Março
Parcela 1ª Parcela ou Cota Única Com Desconto 2ª Parcela ou Cota Única Sem Desconto 3ª Parcela
Placa Vencimento Vencimento Vencimento
Final 1 09/jan 09/fev 09/mar
Final 2 10/jan 15/fev 12/mar
Final 3 11/jan 16/fev 13/mar
Final 4 12/jan 19/fev 14/mar
Final 5 15/jan 20/fev 15/mar
Final 6 16/jan 21/fev 16/mar
Final 7 17/jan 22/fev 19/mar
Final 8 18/jan 23/fev 20/mar
Final 9 19/jan 26/fev 21/mar
Final 0 22/jan 27/fev 22/mar

 

2 – Seguro obrigatório

Outro imposto que vence em janeiro (para os veículos registrados em São Paulo) é o Seguro Obrigatório, cujo nome oficial é DPVAT é o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, conhecido também pela sigla DPVAT. O tributo tem valores que variam entre R$ 45,72 para automóveis; R$ 57,61 para ciclomotores e R$ 185,50 para motocicletas.

O pagamento do DPVAT deve ser feito junto com a quitação do IPVA. Quem for parcelar o IPVA deverá pagar o Seguro Obrigatório logo na primeira parcela em janeiro. Quem optar por pagar o IPVA em parcela única com vencimento em fevereiro poderá pagar o DPVAT nesta ocasião. O pagamento também deverá ser feito na rede bancária ou em casas lotéricas.

3 – Não se esqueça de licenciar!Licenciamento pode ser antecipado, mas retirada dos documentos no Poupatempo ou Detran apenas a partir de abril

Um erro muito comum é pagar o IPVA e o DPVAT e depois esquecer de licenciar o veículo. Para emitir o CRLV (Certificado Registro e Licenciamento de Veículo) com exercício de 2018 basta ir a rede bancária (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, HSBC, Itaú, Mercantil do Brasil, Safra e Santander, além das casas lotéricas) e digitar o número do Renavam nos terminais de atendimento. O valor do licenciamento é de R$ R$ 87,38, em São Paulo, e o documento pode ser retirado nos postos do Poupatempo ou Detran dos municípios (a partir de abril). Quem desejar receber pelo Correio deve pagar a taxa de envio de R$ 11,00.Calendário de licenciamento de motos e veículos leves no Estado de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo oferece a possibilidade de antecipar o Licenciamento para os proprietários que optaram por quitar o IPVA com desconto. Para aderir ao serviço é preciso pagar a taxa de R$ 87,38 mais o envio pelo correio de R$ 11,00 (obrigatório).

Só poderão ser licenciados veículos que não tiveram multas e outros débitos em atraso. A infração por rodar sem o CRLV, ou com o documento vencido, é grave. A multa é de R$ R$ 293,47 mais sete pontos no prontuário e o veículo poderá ser removido para um pátio.

4 – Veículos isentosA Honda CG 125 1977 é isenta de IPVA, mas paga DPVAT e licenciamento

Mesmo os veículos isentos de IPVA, com mais de 20 anos de fabricação, deverão pagar o DPVAT junto com o licenciamento. Os veículos de propriedade de portadores de necessidades especiais (habilitados), isentos de IPVA, também devem pagar o seguro obrigatório. E, claro, não se esquecer de licenciar o veículo.

5 – Documentos de porte obrigatórioPara evitar problemas tenha sempre a CNH e o documento do veículo atualizado

Os documentos de porte obrigatórios são a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que também vale como documento de identificação em todo o País; e o CRLV (Certificado Registro e Licenciamento de Veículo) atualizado. (texto: Cicero Lima/fotos: INFOMOTO e Divulgação)

]]>
0
Coleção particular de motos, avaliada em quase R$ 2 milhões, vai a leilão http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/12/colecao-particular-de-motos-avaliada-em-quase-r-2-milhoes-vai-a-leilao/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/12/colecao-particular-de-motos-avaliada-em-quase-r-2-milhoes-vai-a-leilao/#respond Fri, 12 Jan 2018 10:00:19 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15377 Modelos históricos norte-americanos serão leiloados em Las Vegas

O famoso leilão de motocicletas clássicas que a Bonhams promove anualmente em janeiro na cidade de Las Vegas, Estados Unidos, terá neste ano uma atração a mais para os colecionadores. Uma coleção de motos norte-americanas com quase 20 modelos, muitos deles raros, como a Indian Big Chief 1927 e a Scout 741 de 1941, irão à venda no próximo 25 de janeiro, juntamente com outras raridades sobre duas rodas, com modelos britânicos e italianos, como as famosas Vincent, Brough Superior, Ducati e MV Agusta.

A coleção particular que conta a história do motociclismo nos Estados Unidos pertence ao empresário norte-americano Jim Jalbert e é avaliada em quase R$ 2 milhões. Desde criança, Jim esteve às voltas com carros, ônibus e motores em geral. Afinal, seus pais fundaram uma das mais reconhecidas empresas de transporte na região da Nova Inglaterra, nordeste do país. Após o falecimento do seu pai, Joe, ele passou a comandar a C&J Bus Lines, que faz viagens diárias entre as estações de trem e o aeroporto de Boston.Jim Jalbert herdou do pai a paixão por motos e montou uma incrível coleção

Além da empresa, Jim herdou de seu pai a paixão por motos clássicas. Como colecionador, focou nas fábricas norte-americanas, com especial apreço pela Indian, criada em Springfield, no Estado de Massachusetts, que fica na Nova Inglaterra.

Indian dos anos de 1920A Indian Big Chief de 1927 tinha motor de 1.200 cc e podia chegar a 110 km/h

Entre os exemplares de motos Indian da coleção de Jim Jalbert, destaque para a Big Chief de 1927. Equipada com motor V2 de 1.200cc, que produzia 30 cavalos, e podia levar a motocicleta a incríveis 110 km/h, a moto foi uma das primeiras da famosa linha Chief. Com apenas 28.167 milhas (45.330 km) no painel original da época, a Big Chief que será leiloada foi criada para levar side-car e por isso traz quadro berço duplo, uma inovação para os anos de 1920. Se você é fã de motos clássicas americanas pode abrir o cofre: os lances deste modelo começam em US$ 40.000 (cerca de R$ 130.000).

A rara versão militar de 1941 da Indian Scout, batizada de 741B, traz todos os acessórios usados pelos soldados americanos na Segunda Guerra. A Scout 741B de Jalbert deve ser vendida por algo em torno de US$ 20.000 e 25.000 (R$ 65.000 e 80.000) e toda renda será revertida para um fundo de caridade dos veteranos do exército americano.

Outras marcasA rara Henderson Four KJ de 1929 tem lance inicial de R$ 250.000

Entre as estrelas da coleção que não são Indians estão uma Henderson Four e uma Excelsior Super X. Ambas de 1929, são motos muito procuradas por colecionadores e icônicas da época de ouro do motociclismo nos Estados Unidos. A Henderson Four com seu motor de quatro cilindros em linha longitudinal te lance inicial de US$ 75.000 (R$ 250.000).O triciclo Harley Servi-Car da coleção também será leiloado

A famosa marca Harley-Davidson também estará representada no leilão. Entre os destaques da marca de Milwaukee está um triciclo de 1941, chamado de Servi-Car e muito utilizado pelas empresas norte-americanas na época. Há também a moto que o colecionador Jalbert mais gosta de pilotar: uma FLH Electra-Glide Shovelhead de 1966, chamada carinhosamente por Jim de “Elvis”, em referência ao rei do Rock, que também possuiu um exemplar da touring americana.

Mais informações sobre as quase 100 motos que serão leiloadas no Rio Hotel & Casino em Las Vegas, em 25 de Janeiro, podem ser obtidas no site da Bonhams. (Por Arthur Caldeira)

]]>
0
Monster 797 é nova naked “básica” da Ducati http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/11/monster-797-e-nova-naked-basica-da-ducati/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/11/monster-797-e-nova-naked-basica-da-ducati/#respond Thu, 11 Jan 2018 13:14:56 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15367
Equipado com motor de 73 cv arrefecido a ar e freios ABS, novo modelo vai custar R$ 39.900

Para criar a nova Monster 797 a Ducati apostou na simplicidade mecânica do antigo motor Desmodue, de dois cilindros em “L” e refrigeração ar, e economizou nos controles eletrônicos, pois só há freios ABS de série. Tudo para que a nova naked de entrada da marca italiana pudesse ter um preço competitivo – R$ 39.900 – sem perder o inconfundível design da linha Monster.

Com linhas minimalistas, a Monster 797 tem farol arredondado de LED, um novo tanque de 16,5 litros de capacidade, e deixa o antigo motor de 803 cm³ fixado ao quadro tubular de aço em treliça à mostra. A modernidade aparece no novo painel digital e na tomada USB sob o assento.

Alma de ScramblerMotor é o mesmo da linha Scrambler; quadro, balança e suspensões também são semelhantes

O motor é o velho conhecido Desmodue, o mesmo que equipa a linha Scrambler. O bicilíndrico em “L” de 803 cm³ de capacidade com duas válvulas cilindro e refrigeração a ar produz modestos 73 cv de potência a 8.250 rpm e 6,8 kgf.m de torque a 5.750 giros. Retrabalhado para oferecer mais torque em baixos e médios giros, o motor da 797 também ganhou um novo câmbio de seis velocidades.

O quadro em treliça tem o motor fazendo parte da estrutura e resulta em baixo peso: 175 kg a seco. As suspensões usam garfo invertido KYB, sem regulagem, com tubos de 43 mm de diâmetro e 125 mm de curso no trem dianteiro. Na traseira, a balança em alumínio conta com monoamortecedor Sachs com regulagem na pré carga da mola.Motor tem menos potência, porém mais torque em baixos e médios giros; câmbio tem seis marchas

Em resumo, a nova Monster 797 tem a alma da linha retrô Scrambler, mas com o visual de naked esportiva. Afinal, utiliza o mesmo motor, além de quadro, balança e suspensões bastante semelhantes.

Já o sistema de freios antitravamento fabricado pela Bosch, o popular ABS, está presente em ambas as rodas. Na dianteira atua de maneira mais vigorosa em parceria com os dois grandes discos de 320 mm e pinças de fixação radial. Já a roda traseira conta com disco simples de 245 mm. Ambos da marca Brembo.Painel totalmente digital como em toda linha Monster

Completam a parte ciclística rodas de liga leve de 10 raios, calçadas com pneus Pirelli Diablo Rosso II, nas medidas 120 / 70-17 (D) e 180 / 55-17 (T).
ConcorrênciaMonster 797 será vendida nas cores vermelha e branca no Brasil 

No Brasil, a nova Ducati Monster 797 está disponível em duas opções de cores: vermelho e banco, ambas com quadro pintado de vermelho. O modelo de entrada da linha Monster oferece intervalos de manutenção de 12.000 km e o preço sugerido é de R$ 39.900. Suas principais concorrentes são a Triumph Street Triple S (R$ 38.990), Yamaha MT-09 (R$ 39.770) e a Kawasaki Z900 (R$ 41.990). (Texto: INFOMOTO/Fotos: Divulgação)

]]>
0
Após período sabático, executivo conta em livro viagem de 35 mil km de moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/09/apos-periodo-sabatico-executivo-conta-em-livro-viagem-de-35-mil-km-de-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/09/apos-periodo-sabatico-executivo-conta-em-livro-viagem-de-35-mil-km-de-moto/#respond Tue, 09 Jan 2018 19:36:42 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15356 Viagem de Ricardo Lugris entre Paris e Cingapura será contada em livro

Quem trocaria a carreira consolidada na área de aviação por uma longa viagem de motocicleta? Foi o que fez o gaúcho Ricardo Lugris, 59 anos, que deixou sua posição de executivo de marketing e vendas de aeronaves da Embraer. Enquanto negociava a saída da empresa, onde trabalhou por 32 anos, recebeu uma nova proposta em outra companhia, mas não abriu mão do seu período sabático e partiu para um longa viagem de moto rumo ao Oriente.Ex-executivo da Embraer rodou no Japão e outros 19 países

A viagem começou na garagem de sua residencia em Paris em julho de 2015. Terminou somente 152 dias depois em Cingapura. Apesar dos 35 mil km percorridos ao guidão de sua BMW R 1200 GS Adventure e o desafio de cruzar mais de 20 países, Ricardo não se julga um aventureiro. “O que eu fiz, qualquer um poderia fazer, basta ter condições”, justifica o experiente motociclista que já conhece mais de 140 países – a trabalho ou a passeio.

As histórias e aprendizados da sua viagem nesse período sabático estão registrados no livro “Tempo em Equilíbrio”, que será lançado em São Paulo nesta semana. A obra relata os acontecimentos no roteiro e os motivos para tomar a decisão de deixar a Embraer.Acampamento às margens do lago Baikal na Sibéria

Em 290 páginas o viajante relata suas experiências que começaram ao deixar a França, passar pela Alemanha, Bélgica, República Tcheca, Polônia, Lituânia, Bielorrússia e Letônia antes de entrar na extensa Rússia. “Passei 45 dias viajando pela Rússia e cruzei nove fusos horários”. Ele lembra que a cada três ou quatro dias perdia uma hora, às vezes duas, o que acaba por provocar uma certa fadiga. “Sempre é mais duro quando viajamos no sentido leste”. O trajeto foi escolhido por ser o mais fácil e por permitir sair rodando de moto da sua casa. Além disso, ele conhecia pouco o extremo Oriente.Lugris passou por países pouco visitados por motociclistas, como o Camboja

Em seu relato procura mostrar ao leitor um pouco dessas culturas tão distantes e alheias para os ocidentais. Ele passou por países pouco visitados por motociclistas, como Japão, Coréia do Sul, Camboja, Vietnã, Laos, Mianmar, Tailândia, Malásia e Cingapura – de onde embarcou sua moto de volta para Paris.Com sua BMW R 1200 GS Lugris enfrentou o Deserto de Gobi na Ásia

Depois do lançamento do livro no Brasil, Lugris retornará à capital francesa e continuará suas atividades no mundo da aviação. (Texto: Cicero Lima / Fotos: Ricardo Lugris)

Serviço:
O tempo em equilíbrio, entre Paris e Singapura” (dezembro, 2017)
Autor: Ricardo Lugris
Editora Fontenele Publicações – 290 páginas
Preço: R$ 50,00
Lançamento: 11 de janeiro
Local: Touratech, Av. Brig. Faria Lima, 628 – Pinheiros, São Paulo – (11) 2373-5613
Site: www.touratech.com.br
Informações:
Ricardo Lugris – Tempo em Equilíbrio
rlugris@gmail.com

]]>
0
Deu ruim na estrada? Saiba o que fazer com sua moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/06/deu-ruim-na-estrada-saiba-o-que-fazer-com-sua-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2018/01/06/deu-ruim-na-estrada-saiba-o-que-fazer-com-sua-moto/#respond Sat, 06 Jan 2018 10:00:34 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15337 O pneu furou, a gasolina acabou? Saiba como agir em uma emergência

Você planeja a viagem de férias com antecedência, escolhe o destino, traça o roteiro… Mesmo assim, imprevistos podem acontecer. Sua moto pode parar na estrada por um motivo simples: cabo de acelerador rompido, corrente quebrada, falta de combustível ou até mesmo o indesejável pneu furado.

Durante o Feriado do Réveillon, por exemplo, a concessionária que administra o RodoAnel em São Paulo contabilizou cerca de 300 atendimentos aos usuários com problemas em seus veículos. Deste total, a grande maioria – 110 – foi por pane mecânica. Logo atrás vieram pneu furado ou pane seca, quando acaba o combustível.  Por isso, fizemos essa lista com cinco dicas do que fazer caso você tenha problemas em sua moto durante uma viagem.

A moto avisa
Na maioria dos casos, antes de parar totalmente, a moto transmite alguns avisos. Uma engasgada do motor, um barulho forte na corrente, uma oscilação na roda ou uma luz de advertência piscando no painel são sinais de que algo está prestes a acontecer.

O aviso também pode vir de outros motoristas e passageiros de carros apontando para você, mostrando que o pneu está murcho, ou que está vazando algum líquido da moto. Ou até mesmo um alerta de que a bagagem está se soltando.

O ideal é apertar o manete da embreagem e seguir no embalo até o acostamento. Lembre-se de sinalizar com a seta e prepare-se para manter o controle da moto caso a roda chegue a travar.

Parar e sinalizarSe a sua moto não tiver pisca alerta, sinalize com galhos ou tufos de capim

Pode parecer óbvio, mas ainda há motociclista (e motorista) que deixa o veículo quebrado no meio da pista. A primeira atitude é buscar um local seguro para encostar. De preferência um posto de combustível ou um ponto de serviço de atendimento ao usuário da rodovia.

Mas, se você estiver no “meio do nada”, a solução vai ser parar no acostamento. Evite parar em uma curva. Empurre a moto (sempre mantendo o corpo longe da pista) para um trecho reto, assim os motoristas poderão ver a moto parada. Acione o pisca alerta, caso sua moto tenha. Outra possibilidade é usar galhos de árvores ou tufos de capim na pista para sinalizar que há um veículo parado à frente.

Os integrantes de moto clubes usam uma sinalização bastante peculiar: deixam o colete pendurado na traseira da moto para avisar a outros motociclistas que estão com problemas e precisam de ajuda.

AcostamentoAcostamento só em último caso: sinalize e evite parar em curvas

Embora muitos usuários julguem que o acostamento é seguro, infelizmente não é. Na Via Dutra, uma das estradas mais movimentadas do Brasil, aconteceram 721 acidentes no acostamento nos primeiros nove meses de 2017.

“O acostamento traz uma falsa segurança para os motoristas”, afirma Peter Ribeiro, da CCR Nova Dutra, empresa que administra a principal via de ligação entre Rio e São Paulo. Caso seja necessário aguardar o socorro mecânico, a recomendação da concessionária é para que os usuários façam isso fora do veículo e afastado do acostamento.

Analise o problema
Quando estiver em um local seguro – de preferência fora do acostamento – veja se é possível resolver o problema. Por vezes, um fio solto (na bateria, por exemplo), um fusível queimado ou um cachimbo de vela mal encaixado podem fazer a moto parar. São problemas simples que você pode solucionar e seguir viagem. Já no caso de um pneu furado, se você tiver o kit de reparo e a habilidade manual pode fazer o conserto e voltar a rodar. Mas se o problema for mais complicado, o que resta é contar com o resgate.

Quem vai te levarCarregue os números de SOS das estradas 

Se tiver seguro da moto é possível acionar o guincho. Mas, para isso, lembre-se de manter junto aos documentos da moto os números de contato da seguradora.

Em algumas estradas, é possível usar o telefone fixo de emergência (SOS Usuário) à beira da pista para acionar o resgate (que o levará até um posto de serviço). Em algumas estradas, caso da Rodovia Fernão Dias (que liga São Paulo a Belo Horizonte), não há este tipo telefone, então é preciso ligar do seu celular para o número de emergência da rodovia.

Antes de iniciar a viagem convém fazer uma pesquisa e carregar consigo os números dos telefones de emergência nas estradas que serão percorridas. Veja abaixo os números de telefone (ligação gratuita) de algumas das rodovias mais movimentadas do País.

– Via Dutra – 0800 0173536
– Fernão Dias – 0800 2830381
– Anhanguera/Bandeirantes – 0800 055 55 50
– Castello Branco – 0800 701 5555
– Raposo Tavares – 0800 701 5555
– Ayrton Senna/Carvalho Pinto – 0800-7770070
– Régis Bittencourt – 0800 7090116
– Imigrantes / Anchieta – 0800 197878
– Rio Lagos – (BR 101) 0800 2820 101
– Rio – Belo Horizonte 0800 0400040
– Florianópolis – Porto Alegre (BR 101 Sul) 0800 6030101
– Curitiba – Florianópolis 0800 7251 771
– Juiz de Fora – Brasília (BR 040) 0800 0400040

(Por Cicero Lima)

*Post atualizado às 14:15 de 08/01/2018

]]>
0
Já imaginou encarar o Himalaia de moto? Fizemos um roteiro para você http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/12/23/ja-imaginou-encarar-o-himalaia-de-moto-fizemos-um-roteiro-para-voce/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/12/23/ja-imaginou-encarar-o-himalaia-de-moto-fizemos-um-roteiro-para-voce/#respond Sat, 23 Dec 2017 10:00:40 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15306

Escondida entre montanhas de cor cáqui e enormes paredes de rocha, que contrastam com verdes vales irrigados pelas águas de degelo ou pela bacia do Rio Indo, a região de Ladakh, no norte da Índia, é a porta de entrada para o Himalaia, a cordilheira com os picos mais altos do mundo. Cortada por estradas que chegam a mais de 5.000 mil metros de altitude, a região é o destino ideal para ser explorado ao guidão de uma moto.Estrada para Khardung La é uma das mais altas do mundo

Os desafiadores caminhos, a exuberante paisagem montanhosa e os surreais lagos azuis do Himalaia preenchem todos os requisitos para uma boa aventura. Não por acaso, Ladakh é um dos destinos preferidos dos motociclistas indianos.Maioria da população de Ladakh seguem a religião budista

O isolamento “forçado” da região, acessível por terra apenas entre os meses de junho e setembro, ou seja, no verão do hemisfério norte, manteve preservada a cultura ladakh, mais um atrativo para os viajantes.

Conhecido como o “pequeno Tibet” da Índia, tanto pela semelhança étnica e linguística como também pela predominância da religião budista, Ladakh fica no estado indiano de Jammu e Caxemira, no extremo norte do país asiático.

AclimataçãoPalácio de Leh, cidade base para uma viagem pelo Himalaia

A viagem pelo Himalaia indiano tem início em Leh, capital de Ladakh. A 3.500 metros acima do nível do mar, uma caminhada pelo movimentado mercado da cidade serviu para se aclimatar à altitude e também para conhecer o grande palácio budista finalizado no século XVI, que domina a paisagem de Leh.

Por recomendação do médico que acompanhava a expedição organizada pela Royal Enfield, nada de esforço físico: passos lentos e a ingestão de muito líquido ajudariam a reduzir o mal-estar e a insistente dor de cabeça causada pela altitude.Rodamos com a Royal Enfield Bullet de 500cc, modelo popular na Índia

No dia seguinte, era a hora de conhecer nossas companheiras de viagem. Além de dois brasileiros, o grupo era formado por outros 18 participantes de 11 nacionalidades diferentes para pilotar a clássica Royal Enfield Bullet 500.

Fabricado desde os anos de 1930, o modelo tem banco confortável e torque suficiente para subir as montanhas. A robustez e a popularidade da Bullet na Índia também fazem dela uma boa escolha: os mecânicos locais têm o conhecimento e as peças necessárias para resolver eventuais problemas.Região de Ladakh no Himalaia é destino de muitos motociclistas indianos

Nossa primeira volta de 100 km ao redor de Leh, ajudou a conhecer a moto e a se acostumar com o trânsito de “mão inglesa” da Índia. Pode parecer simples pilotar do lado esquerdo da via, mas, acredite, não é. Cruzamentos, ultrapassagens e rotatórias funcionam de maneira oposta ao que estamos acostumados.

O passeio seguiu até a confluência dos rios Indo e Zanskar, o point de rafting mais alto do mundo, e garantiu uma visita ao Spituk Gompa, monastério budista construído no século XI. A estrada de mão dupla e as inúmeras curvas fechadas, ao lado de precipícios, mostraram que os 27,5 cv de potência da Bullet seriam suficientes.

Rumo ao topo do mundoKhardung La, ponto mais alto da viagem, fica a 5.602 metros

Nosso roteiro de viagem de sete dias visitaria as principais atrações do Himalaia indiano. Passagens de montanhas acima de 5.000 metros, pequenos vilarejos em planícies remotas e os incríveis lagos do Himalaia, formados pelas águas de degelo.

O primeiro desafio era Khardung La, um dos passos mais altos do mundo. Distante cerca de 45 km de Leh, o caminho engana no início: o asfalto bom logo dá lugar a uma estrada de terra cheia de pedras. A medida que subimos, a temperatura caiu dos 20°C para poucos graus acima de zero. A estrada fica ainda mais perigosa, mas a vista dos picos nevados compensa o risco.A estrada chega aos picos nevados: sobe 2.000 metros em apenas 40 km

A 5.602 metros acima do nível do mar, Khardung La é a estrada mais alta do mundo, segundo os indianos. Discussões matemáticas à parte, o lugar é incrível e mais movimentado do que se imagina.

A estrada, que segue até o vale do rio Nubra mais ao norte, é uma antiga rota de comércio – fechada desde a metade do século passado em função da guerra declarada entre Índia e Paquistão pelo controle da Caxemira. Somente em 1971, o governo indiano começou a permitir o turismo em Ladakh. Por isso é aconselhável buscar um guia local para lidar com as permissões e o visto especial para visitar a região. Tire cópias e leve sempre esses documentos, solicitadas nas diversas barreiras militares.A paisagem árida contrasta com o verde dos vales no verão

Em função da altitude, as montanhas ao redor de Khardung La são cobertas por neve permanentemente. O baixo índice de oxigênio não permite que se fique ali por mais de 20 minutos. Foi o suficiente para experimentar os “momos”, um bolinho típico de Ladakh, que têm recheio vegetariano embrulhado em uma fina massa – muito semelhante a um guioza japonês.

Azul surrealPrimeira vista do Pangong Tso, maior lago do Himalaia

A primeira vista que tive do Pangong Tso, ou simplesmente Lago Pangong, compensou o esforço do terceiro dia de viagem. A pequena porção de um azul surreal destacava-se em meio as áridas montanhas e me fez esquecer que havia pilotado oito horas para rodar 160 km.Águas de degelo formam os lagos e alagam as estradas

Tivemos uma parada forçada por mais de uma hora em Sakti, onde um deslizamento de terra interrompeu a estrada que ia para Chang La, outro pico a 5.369 metros. No Himalaia indiano, é preciso jogo de cintura para lidar com os imprevistos causados pela força da natureza. Faz parte da aventura.Pangong Tso tem 700 km² de área e fica na fronteira entre Índia e China

Com quase 700 km² de área, o Pangong é o maior lago do Himalaia. Formado pelas águas de degelo, tem mais de 130 km de extensão na fronteira com a China. Seguimos por mais 20 km em suas margens arenosas, atravessando rios formados pelas águas que descem nas montanhas. Pernoitamos a 4.250 m, no vilarejo de Man, o mais próximo que se pode chegar da área fronteiriça controlada pelo exército indiano.

O dia mais longoRodamos 240 km até o Tso Moriri, outro belo lago de altitude

Para chegarmos a outro lago, o Tso Moriri, teríamos pela frente 240 km, o dia mais longo da aventura. Em função das chuvas de verão e do grande volume das águas de degelo, a estrada que ia direto para o lago estava alagada.
Seguimos outro caminho passando por Taglang La, a 5.328 m. O desvio ainda nos fez encarar 120 km de uma estrada de terra com muito cascalho. Foi o maior e mais divertido trecho off-road da viagem.Há muitos trechos de terra no roteiro

Embora menor que o Pangong, o Lago Moriri foi uma das paisagens mais encantadoras da viagem. Chegamos lá ao pôr-do-sol, o que faz com que suas águas reflitam os picos nevados ao redor do lago, como o Lungser Kangri, a 6.662 metros de altitude, e um ótimo destino para montanhistas.Karzok, vila às margens do Tso Moriri

Aproveitando a noite mal dormida em função da altitude (4.595 m) e das temperaturas negativas, levantei cedo para conhecer a pequena e antiga vila de Karzok, que abriga um mosteiro budista de mais de 300 anos que pode ser visitado.

O céu do Himalaia

Além de uma forma divertida, explorar o Himalaia de moto pode “encurtar” distâncias. O trajeto entre os lagos Moriri e Kar, nossa última parada, é geralmente feito por uma caminhada (trekking) de três dias ou de carro pelo asfalto.

A versatilidade da Bullet 500 nos permitiu seguir por terra. Aproveitamos para fazer uma foto do grupo no pequeno Tso Kyagar, lago onde se pode observar as gruas de pescoço negro, pássaro sagrado do Himalaia com mais de dois metros de envergadura.Grupo tinha 22 motos, dois guias locais e carro de apoio

Já no Tso Kar, havia muita areia ao redor do lago, o que exigiu certa habilidade dos pilotos e rendeu alguns tombos. A planície também é muito frequentada pelos pastores nômades de Ladakh que levam seus animais para pastar no local.Rodamos pouco mais de 1.000 km em sete dias de viagem

Literalmente no meio do nada, acampamos em tendas de lona grossa para passarmos a última noite da aventura. Outra noite fria a 4.530 metros. Nem mesmo a temperatura negativa e os fortes ventos impediram de ficarmos ao relento para admirar o “caminho de leite” derramado que as luzes de estrelas e galáxia formavam no céu do Himalaia. Finalmente entendi porque os astrônomos escolheram Via Láctea para dar nome a nossa galáxia. Mas tive de ir até o topo do mundo para isso. (Texto: Arthur Caldeira / Fotos: Leo Lucarelli; Dhruv Sethi e Arthur Caldeira)A Via Láctea pode ser vista claramente na noite do Himalaia

]]>
0
Biz 125 ou PCX? Escolha o melhor para você http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/12/18/biz-vs-pcx-escolha-o-melhor/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/12/18/biz-vs-pcx-escolha-o-melhor/#respond Mon, 18 Dec 2017 10:00:11 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15287

A Honda Biz 125 é a motoneta mais vendida do Brasil e ganhou várias melhorias na versão 2018. Já o PCX 150, na versão Sport, é o topo de linha do scooter mais popular de nossas ruas. Eles podem ser a escolha de quem busca a primeira moto ou um veículo ágil e econômico para fugir do trânsito nas grandes cidades.

Embora tenham propostas semelhantes, a CUB Biz e o scooter PCX têm comportamento e pilotagem bastante distintos. Conheça as principais diferenças entre eles e escolha o melhor para você.

Fáceis de pilotarPCX tem câmbio automático; já na Biz é preciso passar as marchas

Quem gosta de mordomia e facilidade de pilotagem será muito feliz com o scooter PCX. Equipado com câmbio automático (CVT), não precisa trocar de marcha. Basta acelerar que o sistema de polias transmite a força do motor para a roda. Sua aceleração é linear e não há risco do scooter morrer. O sistema idling stop desliga o motor sempre que o scooter ficar três segundos parado num semáforo, por exemplo. Para rodar novamente basta girar o acelerador que o motor liga novamente sozinho. Não há veículo de duas rodas mais fácil de pilotar.

A Honda Biz também é amigável com o piloto, mas é necessário trocar as marchas. Seu câmbio tem quatro velocidades, pois a embreagem centrífuga é semiautomática, acionada com o pé no momento da passagem de marcha.

MotorizaçãoMotor da Biz é bicombustível e refrigerado a ar

O motor do PCX é mais moderno por usar refrigeração líquida. Sua capacidade cúbica é de 149,3 cc e atinge a potência de 13,1 cv a 8.500 rpm com a velocidade máxima limitada a 115 km/h. A Honda Biz também usa motor de um cilindro de 124,9 cc, porém com refrigeração a ar, e tem a potência de 9,2 cv a 7.500 rpm cv e a velocidade máxima é de 99 km/h (abastecida com etanol).

Freio de mãoAmbos têm disco na dianteira e sistema de freios combinados

No PCX o piloto usa apenas as mãos para frear, enquanto na Biz o piloto usa o pé direito para acionar o freio traseiro e o dianteiro é acionado com o manete, como na maioria das motos. Os dois veículos usam disco na roda da frente e tambor atrás, e ambos são equipados com sistema CBS que distribui a frenagem entre as rodas dianteira e traseira.

Espaço práticoNo PCX espaço sob o banco é maior do que na Biz

Nos dois veículos é possível guardar um capacete debaixo do banco, mas o PCX tem mais espaço (25 litros contra 22 na Biz). Abrir o banco da Biz ficou mais fácil – basta virar a chave no miolo de ignição. No PCX é necessário colocar a chave em uma posição determinada e apertar o botão ao lado do contato. Para guardar documentos o scooter tem um porta-luvas atrás do escudo, enquanto a Biz oferece apenas um gancho para sacola ou bolsa.

Sem medo do escuroPCX tem farol e lanterna de LEDs

O farol de LED do PCX é um diferencial, pois durante o dia ajuda a destacar o scooter entre os outros veículos e, à noite, ilumina com mais eficiência do que o farol da Biz que usa lâmpada comum. Na traseira, o scooter também usa uma chamativa lanterna de LED, enquanto a popular Cub manteve-se fiel à lâmpada halógena.

MordomiasPCX (acima) e Biz têm tomada 12V

Os dois modelos oferecem saídas de 12V (uma novidade na Biz 125i 2018) que podem receber adaptador para carregar smartphones ou GPS, por exemplo. Ambos painéis com relógio são práticos e completos, no caso da Biz ainda há aviso de pilotagem econômica. O PCX conta até com computador de bordo, que informa autonomia e consumo.

Mãos limpas
A Biz exige que o piloto fique atento a regulagem e a lubrificação do conjunto de transmissão (corrente, coroa e pinhão). No PCX não existe essa preocupação, pois a transmissão final é feita por correia que deve ser substituída a cada 24.000 km.

Até o limitePainel da Biz 125 tem aviso de pilotagem econômica

Ambas têm como destaque o baixo consumo de combustível, sendo fácil superar os 40 km/h nos dois modelos pilotando de forma racional – sem exageros nas acelerações. O PCX tem maior capacidade de tanque: 8,1 litros que projeta uma autonomia superior aos 300 km. Com seu tanque de 5,1 litros a Biz percorre mais de 200 km, abastecida com gasolina.

Aqui a motoneta leva vantagem por usar motor flex que pode rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois. Mas abastecer o PCX é mais fácil, já que o bocal do tanque fica no túnel central, enquanto na Biz é preciso levantar o banco.

Tipo de piso, o “x” da questãoBiz tem roda 17 na frente e enfrenta melhor os pisos ruins

A condição mais importante na escolha entre os modelos é o tipo de piso que você vai rodar. Quem precisa percorrer diariamente vários quilômetros de ruas esburacadas, pavimentadas com paralelepípedos ou mesmo de terra não será feliz com o PCX. Por conta de suas rodas de 14 polegadas ele pula demais nessa condição.

Por outro lado, a Biz, com sua roda dianteira de 17 polegadas, é capaz de superar esses obstáculos com mais segurança e conforto. Atrás, a Biz também tem roda aro 14.

Quanto custamBiz é mais em conta do que o PCX

A Biz 125 custa R$ 9.390, enquanto o PCX Sport está avaliado em R$ 11.000 – preços sugeridos em São Paulo. Ambos têm três anos de garantia e o fabricante oferece até sete trocas de óleo gratuitas.

Ainda há versões mais simples de ambos. A Biz 110i custa R$ 7.590 e tem rodas raiadas, freio a tambor na dianteira e painel analógico, além do motor de menor capacidade. Já o PCX “standard” custa R$ 10.500 e só se diferencia da versão Sport nos grafismos e pintura. (Por Cicero Lima)

FICHAS TÉCNICAS
Honda PCX 150 Sport
Motor: OHC, monocilíndrico, 149,3 cm³, quatro tempos, duas válvulas, arrefecimento líquido
Potência: 13,1 cv a 8.500 rpm
Torque: 1,36 kgf.m a 5.000 rpm
Diâmetro e curso: 57,3 mm x 57,9 mm
Alimentação: Injeção eletrônica
Transmissão: CVT
Partida Elétrica
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 100 mm de curso
Suspensão traseira Sistema bichoque com 85 mm de curso.
Freio dianteiro Disco simples de 220 mm de diâmetro com pinça de dois pistões e CBS
Freio traseiro Tambor com 130 mm de diâmetro
Pneus 90/90-14 (D) e 100/90-14 (T)
Dimensões: 1.931 mm de comprimento, 737 mm de largura, 1.103 mm de altura;
Distância entre-eixos: 1.315 mm
Distância mínima do solo: 138 mm
Altura do assento: 761 mm
Peso a seco: 125 kg
Capacidade do Tanque: 8,0 litros
Cores: Branca fosca com rodas douradas
Preço público sugerido: R$ 11.000 (versão Sport)

Honda Biz 125
Motor: OHC, monocilíndrico, 124,9 cm³, quatro tempos, duas válvulas, arrefecimento a ar
Potência: 9,2 cv a 7.500 rpm
Torque: 1,04 kgf.m a 3.500 rpm
Diâmetro e curso: 52,4 mm x 57,9 mm
Alimentação: Injeção eletrônica
Transmissão: câmbio semi-automático 4 marchas
Partida Elétrica
Suspensão dianteira Garfo telescópico com 100 mm de curso
Suspensão traseira Sistema bichoque com 86 mm de curso.
Freio dianteiro Disco simples de 220 mm de diâmetro e CBS
Freio traseiro Tambor com 110 mm de diâmetro
Pneus 60/100-17 (D) e 80/100-14 (T)
Dimensões: 1.894 mm de comprimento, 714 mm de largura, 1.085 mm de altura
Distância entre-eixos: 1.264 mm
Distância mínima do solo: 131 mm
Altura do assento: 753 mm
Peso a seco: 100 kg
Capacidade do Tanque: 5,1 litros
Cores: Laranja, Preto ou Branco (perolizados)
Preço público sugerido: R$ 9.390 (preço base São Paulo)

]]>
0
Dicas de presentes para quem anda de moto http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/12/17/presentes-de-natal-para-quem-anda-de-moto/ http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/2017/12/17/presentes-de-natal-para-quem-anda-de-moto/#respond Sun, 17 Dec 2017 10:12:24 +0000 http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/?p=15272 Neste Natal, está em dúvida sobre como presentear aquela pessoa querida que é motociclista? Por isso elaboramos uma lista com presentes úteis e práticos que vão ajudar, e muito, quem anda de moto. Confira.Suporte universal para smartphone – todo mundo usa um aplicativo de navegação para achar o melhor caminho na cidade. Para que os motociclistas também possam conferir a rota mais rápida, uma boa dica de presente é o suporte universal Moto Crab da Cellularline, que serve em praticamente todos os aparelhos de última geração, e possui um sistema de liberação rápida “EasyClip”. Ideal para quem precisa encaixar e remover rapidamente o seu smartphone da moto, o suporte vem com kit de fixação no guidão e trava de segurança. Preço: R$ 299,00Kit reparador de pneu – Andar de moto é prático, mais econômico e divertido, mas furos nos pneus podem ser um problema. Para evitar que o motociclista fique na mão, a Givi comercializa esse kit reparador específico para pneus sem câmara. Vem com tiras de vedação (macarrão), cola, ferramentas, tubos de CO2… Tudo em um prático estojo para levar na moto. Preço médio: R$ 250,00

Mochila com bolsa de hidratação – Um presente legal para o motociclista aventureiro é a mochila Camber Race D30 da Fox. Além de espaço para ferramentas e outros itens essenciais, tem bolsa de hidratação com capacidade para dois litros. Feita em nylon super-resistente, conta ainda com protetores de segurança certificados D30. Disponível somente na cor preta. Preço: R$ 599,00Camisetas estilosas – A Lucca Customs, empresa catarinense que fabrica capacetes e jaquetas, lançou uma linha de camisetas inspiradas no estilo de vida surf, skate e moto. Disponível com diversas estampas bacanas, as t-shirts ainda trazem um patch termocolante para aplicar e personalizar alguma outra peça de roupa. Disponível em quatro tamanhos e diversas cores, o preço é de R$ 119,00.Jaqueta ventilada – Para quem não quer abrir mão da segurança, mesmo no verão, a Race Tech oferece a jaqueta ventilada Argos Air. Feita em tecido perfurado mesh, possui proteções certificadas para ombros e cotovelos, além de ajustes no colarinho, mangas e cintura e inserções refletivas. Disponível na cor preta com detalhes em cinza ou vermelho. Preço médio: R$ 399,00.GoPro Hero 6 Black – Quem curte registrar imagens das aventuras e passeios de moto tem na nova GoPro Hero 6 Black uma ótima ferramenta. A geração da câmera de ação ganhou um novo processador e um avançado sistema de estabilização de imagens. Filma em 1080p e 4K e é resistente à agua (10 m). Tem ainda GPS, acelerômetro e conexão Wi-fi e Bluetooth para transferir os vídeos para o seu smartphone e compartilhar na hora com o novo app GoPro Quik. Preço parte de R$ 2.499

]]>
0