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Honda lança scooter SH 300i no site e concessionária pede R$ 23 mil
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SH300_abreO novo scooter da Honda produz de 25 cavalos de potência máxima

Um dos modelos mais aguardados pelos entusiastas de scooters, o Honda SH 300i finalmente foi lançado pela Honda. Com o slogan: “O melhor da Europa chegou ao Brasil”, a montadora anuncia em seu site que o novo produto já desembarcou em nosso País, porém não há informação sobre o preço. Pesquisando em várias concessionárias de São Paulo (SP), a equipe da INFOMOTO encontrou o valor de R$ 23 mil, “mas ainda não está definido”, informou o vendedor. Em outra revenda, a notícia foi mais racional: “ele vai custar entre R$ 18 e 22 mil”. Segundo os vendedores consultados, o modelo deverá ser faturado em breve pela fábrica. (Por Cicero Lima)

_HONDASH300iSH 300i tem rodas de 16 polegadas e câmbio automático CVT


BMW e Suzuki fazem recall de scooter e big trail
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846_400SCOOTERS_BMW_C_600_SPORT_12O modelo esportivo C 600 Sport é um dos atingidos pela campanha

Os proprietários dos scooters BMW C 600 Sport e C 650 GT, fabricados entre abril de 2013 e janeiro de 2015, devem se preocupar com sistema de freio. A fabricante alemã disparou um chamado de recall solicitando agendamento técnico para a vistoria do tubo flexível dianteiro. Após a inspeção o componente poderá ser substituído. Segundo comunicado existe o risco do flexível apresentar desgaste por conta do atrito com o tubo da suspensão que, segundo a empresa, pode “comprometer a capacidade de frenagem”, caso seja necessária a substituição ela será feita a partir de 15 de fevereiro. 

No caso da C 600 Sport os chassis envolvidos vão de ZZ51928 a ZZ55652; no C 650 Sport vão de ZZ75205 a ZZ75416. Vale lembrar que nos dois modelos os números não são seqüenciais, alerta o comunicado. Informações estão disponíveis no telefone 0800 707 3578 ou no site da marca bávara.

884_409MOTOTESTE_VSTROM1000_2A big trail japonesa pode sofrer pane elétrica

Já a big trail Suzuki V-STROM 1000 ABS pode sofrer pane elétrica por conta de corrosão dos chicotes ou conectores. Segundo a marca japonesa, em situações extremas pode ocorrer dificuldade de partida ou desligamento da moto “mesmo em movimento, aumentando o risco de acidente”.

O recall da big trail japonesa se destina aos modelos 2014 a 2016 com os chassis da seguinte numeração: 9CDVU51AAEM100001 até 9CDVU51AAGM100799. O fabricante convoca os proprietários para comparecer nas concessionárias a partir de 01 de fevereiro para realizar a vistoria. Informações estão disponíveis no site da Suzuki. (por Cícero Lima)


30 dias com o Cityclass 200i: o veredicto final
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cicylass_conclusao3Em mais de 2.000 km com nossa equipe o Cityclass 200i não apresentou nenhum defeito grave: apenas a seta queimou

Começamos a rodar com o Cityclass 200i em setembro. No fim, o teste de 30 dias acabou se estendendo por três meses com o scooter da Dafra. Claro que neste período o Cityclass ficou parado por alguns períodos: revisão dos 1.000 quilômetros e nossa cobertura dos salões. Com 2.220 quilômetros percorridos pela equipe da INFOMOTO, o produto de origem chinesa, mas fabricado pela Dafra em Manaus (AM), não apresentou nenhum problema grave, apenas uma lâmpada queimada da luz indicativa de direção (pisca) do lado esquerdo.

Em três meses, o scooter de 200cc serviu de “unidade móvel” para a realização de diversas pautas. Cruzou a cidade de São Paulo de Norte a Sul, com algumas idas e vindas para o interior, mais precisamente a cidade de Atibaia, que fica a apenas 60 quilômetros da capital. De cara, uma coisa ficou clara: o Cityclass 200i é um veículo “citadino”, ou seja, foi construído para rodar na cidade. Já que seu desempenho e ciclística foram projetados para deslocamentos urbanos.

Motor e consumo
Prova disso é a agilidade do scooter entre os carros. Com potência máxima de 13,8 cv e 1,4 Kgf.m de torque máximo, o motor de um cilindro, de 199,1 cc, faz o scooter partir na frente de muita street de 150cc. De quebra conta com a praticidade do câmbio CVT, no qual não é preciso trocar as marchas. Simplesmente só acelerar.

cicylass_conclusao1Modelo Dafra é boa opção para quem quer um scooter urbano de rodas grandes e com piso plataforma

Porém, o Cityclass só sai da inércia a partir dos 4.000 giros. E seu motor, com arrefecimento a ar, “grita” muito. Ou seja, faz muito barulho antes de fazer o Cityclass andar.

Outra crítica vai para o consumo do Cityclass, um pouco elevado para seu motor de 200cc e para um scooter. Na cidade, nossa pior média foi de 21, km/litro, e a melhor, de 28,0 km/l. O valor é semelhante ao de motos de 250cc/300cc, porém com um desempenho inferior. É normal que o câmbio CVT faça o scooter “beber” mais, porém esperávamos rodar mais de25 km/l.

Bons freios
Um dos destaques deste scooter é a ciclística, ou seja, o comportamento dos sistemas de freio e amortecimento. O scooter está equipado com auxílio do sistema de frenagem combinada que, com certeza, ajuda os menos inexperientes. O conjunto – a disco em ambas as rodas – se mostrou bastante eficiente, com frenagens que transmitiam segurança ao piloto.

cicylass_conclusao5Freios a disco em ambas as rodas são eficientes e contam com sistema combinado

Os amortecedores funcionaram bem em conjunto com as rodas maiores (16 polegadas) para absorver as imperfeições do piso e, em nenhum momento, chegou a dar fim de curso. Claro que, em ruas mais esburacadas, o Cityclass sofre, mas em geral as suspensões se saíram bem.

Aqui vale ressaltar outra questão que se refere ao projeto urbano do Cityclass. Para privilegiar a agilidade, o ângulo de cáster é bem fechado, o que permite mudanças rápidas de direção e também ajuda para desviar dos carros em um congestionamento. Entretanto, isso prejudica um pouco a estabilidade do Cityclass em altas velocidades. Acima de 90 km/h, nota-se certa instabilidade no trem dianteiro: não chegou a nos dar grandes sustos, mas não passa a confiança necessária.

Na estrada
As rodas maiores transmitem segurança. Não tanto quanto uma moto, porém melhor que outros scooters de rodas menores. A posição de pilotagem permite rodar com conforto. Os pés apoiados na plataforma plana ajudam no conforto, assim como o escudo frontal que protege as pernas.

cicylass_conclusao4Motor “grita” demais e gasta acima do esperado: chegamos a fazer 21,88 km/l na cidade

Sou autonomia é baixa – quase 150 Km, já que o tanque tem capacidade para somente 6 litros e o consumo na estrada variou entre 25 e 29 km/l. O tanque de reduzida capacidade exige atenção em relação aos postos de abastecimento. O desenho é satisfatório e permite velocidades de cruzeiro de 110 km/h sem grandes esforços do motor.

O ponto negativo é a oscilação do guidão e a suspensão dianteira ao passar por emendas de pontes ou buracos. Uma característica que exige cuidado do condutor. O Cityclass 200i é um veículo urbano. Permite viagem curtas, porém não é adequado para rodar logos trechos.

Conclusão
Para quem busca um scooter para rodar na cidade, mesmo em avenidas de trânsito rápido, o Cityclass 200i é uma boa escolha. Principalmente se você curte o design plataforma ao invés do tubo central, como no Honda PCX. Sem falar que o scooter da Dafra tem rodas maiores.

cicylass_conclusao2Suspensões oferecem bom amortecimento na cidade e se saem bem nas curvas

Com diversos itens de praticidade (como você pode ler em post anteriores, veja os links abaixo), o Cityclass vai deixar saudade aqui na redação: todos queriam usá-lo para os deslocamentos diários na cidade de São Paulo.

Agora, se a sua ideia era ter um scooter também para viajar, talvez o desempenho do Cityclass o decepcione. Sugeriríamos optar por um scooter maior, como o Citycom 300i, que oferece melhor desempenho e mais conforto.

Com preço sugerido de R$ 10.490 é uma boa opção e uma briga boa com o Honda PCX, vendido pelo mesmo preço nas concessionárias da marca japonesa em São Paulo. Claro que o espaço sob o banco poderia ser maior e o motor do Cityclass 200i menos barulhento e beberrão. Mas durante esse teste de longa duração, o scooter da Dafra mostrou ser um produto honesto e que se sai bem, principalmente, na cidade. (Texto: Equipe INFOMOTO / Fotos: Mario Villaescusa / INFOMOTO)

Veja os post anteriores:

–  30 dias com o scooter Dafra Cityclass 200i

– 30 dias: a praticidade do Cityclass

– 30 dias: quanto custa manter o Dafra Cityclass


30 dias: quanto custa manter o Dafra Cityclass
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City1Com mão-de-obra grátis, gastamos apenas R$ 20,00 com a troca de óleo

Depois de trabalharmos na cobertura de dois salões internacionais – Duas Rodas, em São Paulo; e Eicma, em Milão (ITA) –, a equipe INFOMOTO retoma a avaliação do scooter Cityclass 200i, da Dafra. Em um período de muitas atividades, nossa “unidade móvel” foi para a revisão dos 1.000 Km. Como a primeira revisão tem mão-de-obra grátis, gastamos apenas R$ 20,00 na troca de óleo. Foram realizados outros dois serviços: reaperto de todos componentes e lubrificação geral do modelo.

City2Na revisão dos 1.000 Km o scooter recebeu reaperto e lubrificação geral

Aproveitamos que o scooter estava parado e consultamos preços de algumas peças de reposição. Para esta pesquisa consultamos a concessionária New Point Motorcycles, que fica no bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP). Confira os valores abaixo:

– Pastilha freio dianteira: R$ 65,00

– Pastilha de freio traseira: R$ 65,00

– Manete de Freio: R$ 35,00

– Retrovisor esquerdo: R$ 160,00

– Troca de óleo: R$ 20,00 

– Filtro de ar: R$ 48,00

City5 Equipado com freio a disco nas duas rodas, a pastilha custa R$ 65,00 (jogo)

A próxima revisão acontece aos três mil quilômetros, ao custo de R$ 75,00. Daqui para frente as revisões do scooter da Dafra ocorrem a cada três mil km, as peças de reposição do Cityclass têm preços acessíveis se comparados com outros scooters ou motos de baixa capacidade cúbica. (por Aldo Tizzani – Fotos Mario Villaescusa).

*Leia os posts anteriores sobre o Dafra Cityclass:

– Apresentação do scooter

– Alguns detalhes do Cityclass

*Atualizado, terça-feira, 8 de dezembro, às 15:19.


Test-ride com o Honda SH 300i
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SH300_abreCom proposta urbana, SH 300i tem rodas de 16 polegadas e posição ereta de pilotagem

Aproveitamos a área “Scooter Experience” para dar uma voltinha no SH 300i, que chega ao mercado somente no primeiro trimestre de 2016 e marca a estreia da Honda no segmento de scooters de média cilindrada no Brasil. Como não conseguimos ficar muito tempo sem pilotar uma motocicleta, fomos dar um “rolé” básico com o SH em um mini-circuito bem travado.

De cara, o scooter impressiona por sua formas – mix entre o clássico e o moderno -, que caiu nas graças do motociclista europeu que mora, principalmente, nos grandes centros urbanos, como Milão (ITA), Paris (FRA) e Lisboa (POR).

LED e Smart Key

SH300_1Entre-eixos é curto e a largura é de apenas 728 mm

Renovado para 2015 em todo o mundo, o SH 300i tem para-brisa alto, piso plano, rodas de 16 polegadas e farol com lâmpadas em LED fixado em uma semicarenagem junto ao guidão. A traseira segue traços elegantes e com boa área para visualização das lanternas traseiras, também em LED. Sob o assento está um compartimento para guardar um capacete ou pequenos objetos.

O primeiro diferencial do SH 300i é que não há miolo de chave. O scooter adotou a tecnologia Smart Key. Trata-se de um sistema de presença que ativa a ignição e a abertura do banco, além de possibilitar o acionamento do motor apenas com a proximidade da chave (no máximo dois metros).

Em movimento

SH300_3Relativamente leve (169 kg em ordem de marcha), SH 300i demonstrou ser ágil

Depois de conhecer suas principais características estéticas, era chegada a hora de ligar, acelerar o produto e verificar suas qualidades ciclísticas e de motorização. O propulsor monocilíndrico de 279,1 cm³ SOHC de 4 válvulas tem arrefecimento líquido e injeção eletrônica. Produz de 25 cavalos de potência máxima e se mostrou bastante vigoroso, principalmente nas arrancadas. O câmbio é automático CVT com a transmissão final feita por correia dentada, o que facilita a vida de quem quer agilidade urbana.

Aliás, agilidade é a palavra-chave deste produto. Com corpo estreito e um entre-eixos curto, o SH300i, ao menos nesse primeiro contato, mostrou-se ágil para rodar entre os carros com facilidade e fazer manobras em baixa velocidade.

SH300_2Para-brisa é alto demais e fica muito próximo ao rosto, mas peça pode ser retirada

Destaque para os freios: são a disco em ambas as rodas que contam com tecnologia C-ABS (Combinado com Antitravamento), o que traz mais segurança para o piloto. Acionando o manete esquerdo, a frenagem será distribuída nas duas rodas. Acionando o da direita, acionará apenas o freio da roda dianteira. O modelo será produzido na fábrica de Manaus (AM) e o preço, que não foi divulgado, deve ficar entre 18 e R$ 20 mil. (Por Aldo Tizzani)


Dafra lança scooter 125cc e aposta no sucesso do segmento
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Dafra_FiddleFiddle III com motor de 125cc ainda não tem preço e só chega em 2016

A Dafra aposta no sucesso dos scooters no Brasil. Segundo Creso Franco, presidente da empresa, “em cinco anos os scooter representarão 15% das vendas de veículos duas rodas”. Conhecida por investir nesse segmento já há alguns anos, a empresa apresentou no Salão Duas Rodas o modelo Fiddle III, fabricado pela taiwanesa SYM, a mesma parceira da marca brasileira em modelos como o Citycom 300i e o MaxSym de 400cc.

Dafra_Fiddle_1Scooter é mais um fruto da parceria entre a marca brasileira e a taiwanesa SYM

O novo Fiddle III tem motor de 125 cc com potência máxima de 10,2 cavalos e, claro, transmissão CVT. O destaque fica para seu visual retrô e soluções mais antenadas com o público jovem como a entrada USB sob o banco. O modelo estará a venda no início de 2016, porém o preço ainda não foi confirmado. Com o novo scooter a Dafra passa a ter o maior lineup do segmento do Brasil com o Cityclass 200i; Citycom 300i e o Maxsym 400i.

Dafra_DoniCastilho-8760Segmento inexplorado: Dafra lança nova Horizon, pequena custom de 150cc

Além do Fiddle III a marca apresentou a pequena custom Horizon 150. Equipada com motor monocilíndrico de 150 cc de 12,8 cv de potência, o modelo em breve estará nas concessionárias custando R$ 7.990,00. Mais uma aposta da Dafra em um segmento “abandonado” por fabricantes maiores, o de motos custom de baixa cilindrada, pois já comercializa a Horizon 250cc. (Texto Equipe INFOMOTO / Fotos Doni Castilho)


Scooter mais vendido do Brasil, PCX 150 muda para 2016
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480SCOOTER_HONDA_PCX_13Nova versão redesenhada e com sistema de iluminação com LEDs será uma das estrelas da marca no Salão Duas Rodas. Preço parte de R$ 10.299

Com exatas 18.042 unidades emplacadas nos primeiros nove meses de 2015, a PCX 150 é o scooter mais vendido do País. Para se manter no topo, a Honda decidiu promover um completo face-lift no produto, deixando-o completamente alinhado ao mercado global. A primeira aparição do novo PCX acontece no Salão Duas Rodas, que será realizado de 7 a 12 de outubro, no Anhembi (SP).

Para 2016, a marca revisou alguns pontos que geravam certo desconforto aos proprietários desse veículo urbano. Principalmente a cara de produto asiático e a suspensão traseira, que chegava ao fim de curso com certa facilidade. Com as mudanças, os preços da linha 2016 também subiram na casa dos 10%: a versão Standard passou de R$ 9.267 para R$ 10.299; e a versão DLX que tem rodas douradas e uma nova cor branca fosca foi de R$ 9.687 para R$ 10.699.

Novo design

480SCOOTER_HONDA_PCX_12À esquerda, novo PCX 2016 tem linhas mais angulosas que o modelo 2015

Neste quesito, roupa totalmente nova. Do farol à lanterna traseira, passado pelas carenagens que adotaram linhas angulosas. O novo conjunto óptico tem área maior e agora conta com lâmpadas de LED para o farol, lanterna e indicadores de direção. Com certeza esta repaginação deixou o veículo urbano mais requintado, deixando de lado um ar de produto asiático. Só faltou mudar o guidão!

480SCOOTER_HONDA_PCX_10Novo painel ficou mais moderno

Redesenhado, o painel de instrumentos parece com o utilizado no Honda Civic, com mostrador principal preto com friso azul e com ponteiro do velocímetro flutuante. Em um mostrador digital mais informações: hodômetro total, medidor de combustível, além de luzes-espia da injeção eletrônica e sistema de parada automática, além do relógio.

Amortecedores mais eficientes

480SCOOTER_HONDA_PCX_15Motor “perdeu” 4 cm³, mas ficou mais econômico

A Honda incorporou à PCX novos amortecedores traseiros. Redimensionados, oferecem, segundo a marca, maior resistência a impactos com mais conforto e suavidade ao piloto e garupa. O sistema de duplo amortecimento tem curso de 85 mm. Já na dianteira, o garfo telescópio foi reforçado e tem 100 mm de curso. Para ajudar na absorção de impactos, a PCX usa rodas de 14 polegadas calçadas com pneus de medidas 90/90 (frente) e 100/90 (traseira).

480SCOOTER_HONDA_PCX_3Versão DLX com rodas douradas virá na cor branca fosca por R$ 10.699

Para completar a parte ciclística, a PCX tem disco simples de 220 mm de diâmetro e cáliper de duplo pistão na dianteira. Na traseira, apresenta freio a tambor de 130 mm. Para auxiliar os pilotos menos experientes, o modelo está equipado com o sistema de freios CBS (Combined Brake System), tecnologia que distribui parte da força aplicada ao freio traseiro para o dianteiro.

Motor “reduzido”

pcx_FTTodo sistema de iluminação – farol, lanterna e piscas – agora usa LEDs

A Honda fez uma adequação do motor do novo PCX 150, em função de uma adequação para determinados mercados. A capacidade volumétrica foi reduzida de 152,9 cm³ para 149,3 cm³. Porém, a arquitetura foi mantida: o monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft) tem duas válvulas, injeção eletrônica e arrefecimento líquido. A potência máxima agora é de 13,1 cv a 8.500 rpm e o torque máximo de 1,36 kgf.m a 5.000 rpm – números levemente inferiores à versão anterior, que tinha 13,6 cv e 1,41 kgf.m.

Segundo a fábrica, o modelo apontou melhora na economia de combustível. Em função de nossa gasolina com 25% de etanol, houve ainda um ajuste no módulo de injeção eletrônica (ECU) e foi adotado um novo catalisador. As mudanças vieram também para atender à nova legislação de emissão de poluentes, que entra em vigor em janeiro de 2016.

A relação de transmissão automática continuamente variável CVT continua oferecendo conforto e praticidade, já que não exige trocas de marchas. Outra mudança foi o aumento da capacidade do tanque de combustível, que passou de 5,9 litros para 8 litros, que confere ao modelo uma maior autonomia.

Inovação e conforto

480SCOOTER_HONDA_PCX_7Porta-luvas ganhou tomada 12V

Seguindo as últimas tendências de praticidade e conectividade, a PCX oferece porta-objetos do lado esquerdo do painel frontal com tomada de 12 volts, muito útil para carregar smartphones ou plugar um GPS. Outro diferencial, ligado à segurança, é a inclusão do pisca-alerta para indicar uma parada emergencial.

A PCX 2016 manteve o sistema “Idling Stop”, que permite o desligamento automático do motor em paradas de semáforo. Tecnologia empregada até então em carros de luxo, permite uma redução no consumo de combustível e, consequentemente, menor emissão de poluentes.

480SCOOTER_HONDA_PCX_9Espaço aumentou e banco ganhou uma trava para permanecer aberto 

Com novo formato e textura, o assento abandonou o pequeno apoio lombar. Mais confortável e em dois níveis oferece, segundo a Honda, mais liberdade de movimento. Com altura de 761 mm em relação ao solo, facilita o apoio dos pés no chão, além de uma condução mais agradável e de maior conforto ao piloto.

Preço e garantia
Produzida em Manaus (AM), a PCX estará disponível a até o final de outubro na rede Honda. Com aumento em torno de 10% em relação ao modelo anterior, o scooter de 150cc será oferecido em duas versões: Standard, nas cores Preto e Cinza Metálico, e DLX, na cor Branco Fosco com rodas douradas. Os preços públicos sugeridos são R$ 10.299 (Standard) e R$ 10.699 (DLX), com base no Estado de São Paulo, e sem as despesas de frete e seguro. Detalhe: a PCX 2016 ganhou novo período de garantia: três anos, sem limite de quilometragem e com fornecimento gratuito de óleo em sete revisões. (Por Aldo Tizzani)


30 dias: a praticidade do Cityclass
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Cityclass1Como todo scooter, o Cityclass é fácil de pilotar: com câmbio automático é só acelerar

Sempre que algum scooter chega aqui na redação da INFOMOTO acontece a mesma coisa: fico tentado a trocar minha motocicleta por um desses veículos. E agora que estou há duas semanas com o Dafra Cityclass, o nosso veículo da vez no teste de 30 Dias, não é diferente.

Cityclass5Dá para usar um calçado diferente sem medo de estragá-lo

Além de ser fácil de pilotar – só precisa acelerar e frear -, o Cityclass (e a grande maioria dos scooters) oferece muita praticidade para quem usa um veículo de duas rodas como principal meio de locomoção. A começar pela roupa. Quando estou de moto, sempre uso calça jeans ou escura, para que a sujeira de uma poça d’água ou do óleo da corrente lubrificada não apareça, além de uma bota mais resistente para não estragar outros sapatos no câmbio da moto… Já de scooter, como há um escudo e uma plataforma para apoiar os pés dá para colocar um sapato, um tênis ou uma calça clara. Sem falar que posso ir à qualquer lugar com o Cityclass sem me preocupar onde vou deixar meu capacete, por exemplo. Mesmo que apertado, consegui guardar um capacete fechado sob o banco do Cityclass.

Cityclass4Compartimento sob o banco leva as compras na feira e gancho no escudo carrega a mochila

O scooter também facilita bastante algumas tarefas do dia-a-dia, como por exemplo ir às compras. Nessa semana mesmo, fui à feira com o scooter de 200cc da Dafra. Comprei meia dúzia de laranja e bananas, tomate, cebola e alface, coloquei tudo no espaço sobre o banco e voltei pra casa. Se estivesse de moto, teria que colocar o baú para carregar a feira. Outro ponto a favor dos scooters.

Cityclass3Comodidade: meu capacete fechado, um AGV K3-SV, coube bem justo  

Boas sacadas

O Cityclass, particularmente, ainda oferece algumas outras praticidades: a começar pela entrada USB que permite você deixar seu celular carregando no porta-luvas enquanto pilota. Mas, uma dica: o ideal é forrar o compartimento interno com uma placa de EVA ou algo macio para o seu smartphone não ficar batendo para lá e pra cá.

Outra coisa que gostei foi a possibilidade de abrir o banco sem desligar o scooter. Mas para que raios serve isso? Quer um exemplo? Fui dar uma carona para minha namorada e ela guardou a bolsa sob o banco. Quando cheguei à casa dela, desci do scooter, abri o banco, ela pegou suas coisas e nem tive que desligar e depois ligar novamente o Cityclass. Por outro lado, uma crítica vai para o porta-luvas. Só é possível abri-lo com a chave, o que às vezes é uma chatice.

Cityclass7No porta-luvas, dá pra levar carteira, “luvas” e ainda carregar o smartphone. Mas é preciso usar a chave toda vez que for abri-lo

O painel do Cityclass é bem completo com três mostradores redondos: ao centro, um velocímetro de leitura analógica, ao lado direito, marcador de combustível e, à esquerda, uma tela de LCD com relógio, hodômetro total e parcial. A visualização é boa, exceto para a luz de reserva e da injeção eletrônica no mostrador direito. Outra dificuldade, que precisei consultar o Manual do Proprietário, foi para zerar o hodômetro parcial: é preciso segurar os dois botões (ADJ e SET) com o Cityclass desligado e então virar a chave para zerá-lo.

painel_cityclassPainel completo, mas sofri para aprender a zerar o hodômetro parcial

Mas enquanto não descobri isso, estávamos medindo o consumo do Cityclass com o hodômetro total e até agora a média tem sido boa. Na melhor, o scooter Dafra fez 28,0 km/litros e, na pior, 25,8 km/l. Mas em geral o consumo gira em torno de 27 km/l, o que com o tanque de 6 litros, dá pra rodar 162 km, mas a reserva já acende ali pelos 110 km. Na próxima semana, um post com o desempenho do motor e da ciclística do Cityclass 200i na cidade. (por Arthur Caldeira)

Cityclass2Consumo médio na cidade até agora é de 27 km/l


BMW renova scooters de 650cc para 2016
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scooterBMW1Os novos C 650 Sport e C 650 GT (à dir.)

Como já devem ter notado, está aberta a temporada de lançamentos 2016 na Europa – tudo porque estamos a exatos dois meses do EICMA 2015, o Salão de Motos de Milão, o maior e mais importante evento do setor de duas rodas em todo o mundo. A alemã BMW antecipou-se e anunciou hoje a sua renovada linha de scooters de 650cc. A ciclística e a motorização (bicilíndrico de 647 cm³ que produz 60 cv) não sofreram grandes mudanças, mas o visual foi renovado, principalmente do modelo mais esportivo, que agora se chama C 650 Sport (e não mais C 600, embora usasse o mesmo motor). Os dois scooters também receberam um novo sistema de escapamento para atenderem às normas de emissão de ruídos (Nota da redação: tomara que seja menos barulhento, um dos problemas do modelo atual, leia nosso teste com o C 600 Sport aqui).

scooterBMWC650SportModelo mais esportivo agora se chama C 650 Sport e teve seu visual atualizado, além de ganhar controle de tração é de série

De acordo com a marca, a transmissão CVT recebeu novos ajustes para proporcionar uma resposta mais instantânea quando o piloto acelerar. Agora, além dos freios ABS, os dois modelos – C 650 GT e C 650 Sport – virão equipados com controle de tração, que a BMW chama de Automatic Stability Control. Outra novidade eletrônica para aumentar a segurança é o sistema Side View Assist, que detecta veículos nos pontos cegos e alerta o motociclista por meio de uma luz de advertência na haste do retrovisor – o item será opcional no modelo C 650 GT, voltado para o turismo.

bmwC650GTC 650 GT passou por um leve face-lift, mas ganhou controle de tração de série e o sistema Side View Assist

Outras novidades incluem luz de iluminação diurna automática, a posição do cavalete central foi atualizada para facilitar o uso e alguns retoques visuais aqui e ali nos dois modelos. O novo C 650 Sport vai estar disponível na nova opção de cor laranja fosco, além do branco sólido e do preto metálico. Já o C 650 GT ganhou uma roupagem bronze, bastante elegante, juntamente com o preto metálico e o branco sólido. O preço e a data de quando os novos scooters BMW irão chegar às concessionárias da marca na Europa ainda não foram definidos. (Por Arthur Caldeira)


30 dias com o scooter Dafra Cityclass 200i
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POST_30_DIAS_DAFRA_CITYCLASS200_2Vamos avaliar o scooter roda grande de 200cc da Dafra durante um mês

Depois de um longo verão, que também se estendeu por todo o inverno, nós, da INFOMOTO, retomamos o teste dos 30 dias. Já avaliamos a Suzuki Gladius 650 e também a Harley-Davidson Iron 883. Agora, optamos por um veículo 100% focado na questão da mobilidade urbana. O eleito foi o scooter Dafra Cityclass 200i que chegou ao mercado no início deste ano. O modelo traz como destaques o visual arrojado, rodas aro 16 polegadas, assoalho plano, sistema de freios combinados e entrada USB para carregar, por exemplo, um smartphone. Para trocar o ineficiente transporte público pelo Cityclass, o consumidor precisará desembolsar quase R$ 10.000, exatos R$ 9.990 na tabela.

POST_30_DIAS_DAFRA_CITYCLASS200_3Cityclass tem a prática transmissão CVT e custa R$ 9.990

Com linhas modernas, o Cityclass 200i recebeu mais de 150 modificações para rodar no irregular piso brasileiro. Sob a carenagem está um propulsor de um cilindro, de 199,1 cc e com refrigeração a ar. Alimentado por injeção eletrônica, duas válvulas e comando simples no cabeçote, sua potência máxima é de 13,8 cv ao atingir 7.500 rpm, enquanto o torque máximo de 1,4 Kgf.m chega nos 6.000 giros. Números de desempenho similares aos das motos street de 150cc, porém com a praticidade do câmbio CVT de um scooter.

POST_30_DIAS_DAFRA_CITYCLASS200_1Cityclass tem cavalete central de série

Já o sistema de amortecimento adotou soluções tradicionais – garfo telescópio na dianteira, com 87mm de curso, e sistema bichoque, com 65,6mm de curso, na traseira, com regulagem na pré-carga da mola. Para frear o scooter, o piloto conta com auxílio do sistema de frenagem combinada, que distribui a força entre as duas rodas. A roda dianteira traz disco de 240 mm de diâmetro mordido por uma pinça de três pistões. Já na traseira, disco de 220 mm de diâmetro, com pinça de um pistão.

POST_30_DIAS_DAFRA_CITYCLASS200_4Freios são combinados e rodas tem 16 polegadas

Nos próximos 30 dias, o Cityclass 200i será nosso companheiro nas tarefas do dia-a-dia. Neste período analisaremos seu desempenho dinâmico na cidade e na estrada, consumo de combustível, comportamento de sua ciclística, além de um pacote de peças de reposição e a cotação de seguro. Por isso, acompanhe nosso blog aqui em UOL Carros e curta nossa página no Facebook para ficar sabendo como o scooter está se saindo nesses 30 dias aqui na redação. Mande também suas dúvidas sobre o scooter de 200cc da Dafra que, na medida do possível, tentaremos respondê-las. (Equipe INFOMOTO)