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Arquivo : motos customizadas

Orlando Bloom acelera sua BMW S 1000R customizada em Malibu
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Infomoto: 4CYL, a BMW S 1000R customizada de Orlando Bloom

Quando decidiu customizar sua nova moto, uma BMW S 1000R, o ator Orlando Bloom já sabia quem chamar: seu amigo e gênio das motos Michael “Woolie” Woolaway, o construtor da filial da marca australiana Deus Ex Machina  em Venice, Califórnia. O resultado foi a bela “4cyl”, em referência aos quatro cilindros da nervosa naked alemã. A moto ganhou visual “vintage”, com rabeta minimalista no estilo café racer e semi-guidões. Parece uma mistura de R nineT e S 1000R com visual retrô.

4cylS 1000R ficou ainda mais pelada e ganhou rabeta mais curta, semi-guidões e farol redondo

O bem sucedido ator, que já estrelou a trilogia “Senhor dos Anéis” e filmes da série “Piratas do Caribe”, é grande fã de motocicletas. Quando não está batendo em Justin Bieber (#teamBloom), os paparazzi norte-americanos costumam flagrá-lo rodando com suas motos pela ensolarada Califórnia.  Mas, desta vez, não foi por acaso: o projeto foi uma colaboração da BMW com Bloom e a Deus Ex Machina. E o primeiro passeio do ator com a 4cyl virou um curta-metragem, que você pode assistir no vídeo que abre esse post. Vale a pena. (por Arthur Caldeira)

bloom_2 Naked foi customizada por Michael Woolie da Deus Ex Machina em Venice

bloom_3 Michael Woolie da Deus, Bloom e Ola Stenegärd, diretor de design da BMW Motorrad

bloom_1Rabeta foi encurtada e tanque ganhou nova pintura: visual ficou uma mistura de S 1000R e R nineT


VMax Infrared é homenagem com força e estilo
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VMAX_INFRARED_01A versão foi criada a pedido da Yamaha para celebrar os 30 anos do modelo  

“A Yamaha VMax tem sido um ícone desde que estourou nas ruas em 1985 como modelo inspirado nas corridas tipo drag”. Shun Miyazawa, gerente de produto da Yamaha Europa, acertou em cheio ao definir a power cruiser que, há 30 anos, é sinônimo de potência e músculo em duas rodas.

Para comemorar a data, a marca japonesa aproveitou seu projeto Yard Built, no qual customizadores europeus são convidados a personalizar modelos da marca, para criar a VMax definitiva. O resultado é a rubusta Infrared, que mescla a proposta de drag bike da moto com o estilo café racer para provar que, mesmo balzaquiana, a moto ainda é capaz de fazer muita streetfighter de hoje em dia comer poeira.

VMAX_INFRARED_02Jens vom Brauck, da JvB-moto, ficou a cargo da customização

Quem recebeu a honra de personalizar a power cruiser foi o alemão Jens vom Brauck, da oficina que leva suas iniciais JvB-moto. “O objetivo era mostrar os genes de dragster da moto. Quando você acelera forte a VMax você sente essa força brutal do motor. É isso que eu queria expressar no design”, explica vom Brauck, comentando ainda que o modelo é uma das responsáveis por despertar seu fascínio por motos, desde os quinze anos.

Mais power do que cruiser
Para dar vida à sua ideia, Brauck deu mais ênfase ao lado esportivo da VMax e remodelou o corpo da moto para ficar mais próximo de uma café racer do que sua proposta original, com mais cara de cruiser. Assim, um novo subquadro em alumínio foi criado, no qual o assento monoposto aparece em uma estrutura mais alta e estreita, como nas nakeds. O para-lama traseiro foi eliminado. Já o guidão foi substituído por uma barra mais baixa e reta. O farol é feito em fibra de carbono e tem desenho mais simples e arredondado, assim como era na moto de 1985.

VMAX_INFRARED_03Mistura entre drag bike e café racer, a Infrared explora toda a potência da VMax

Aliás, as famosas entradas de ar em forma de corneta ao lado do tanque não só foram mantidas como são feitas a partir das peças usadas na primeira geração da moto. Completam o aspecto esportivo o escape único Termignoni do lado direito, que substitui os dois escapes duplos curtos que ladeiam a moto na versão que sai de fábrica atualmente. Caixa de ar e parte elétrica também foram alteradas, incluindo um novo conta-giros da Autometer, o mesmo usado nos carros tipo dragster.

Da mesma forma que acontece em outros projetos do selo Yard Built, o motor foi mantido original. O que não diminui a Infrared em nada, afinal estamos falando de um quatro cilindros em “V” de 1.679 cm³ capaz de chegar aos 200 cv de potência máxima a 9.000 rpm, enquanto o torque máximo é de 17 kgf.m disponíveis nos 6.500 giros. Tudo isso levado à roda traseira por um eixo-cardã.

VMAX_INFRARED_04A homenagem ao aniversário aparece na tampa de carbono que cobre a roda traseira

O peso não importa, mas a cor sim
Uma vez que a moto recebeu mais características de naked, algumas peças foram substituídas por outras em alumínio para deixar a moto um pouco mais leve. Foi o caso do tanque e do para-lama dianteiro. Entretanto, Jens vom Brauck revelou não estar assim tão preocupado com o peso. “Uma moto com mais de 300 kg normalmente não seria o tipo de modelo base de uma JvB, mas a VMax é diferente. Uma vez que você sente aquele tipo de entrega de potência, você já está viciado e esquece do peso”, descontrai o customizador alemão.

Mas mostrar potência não era o único foco do projeto. Era preciso fazer tributo às três décadas da moto e vom Brauck não esqueceu disso. “O tema dos 30 anos de VMax reflete no design. Além das entradas de ar serem feitas com base nas da primeira geração da moto, a pintura vermelha – daí o nome Infrared – é a mesma usada pela equipe de competição da Yamaha em 1985”, explica. Para completar a comemoração, as rodas receberam uma cobertura de carbono e, na traseira, há a inscrição “30 Years Vmax” (30 anos de Vmax).

VMAX_INFRARED_05As clássicas entradas de ar “tipo corneta” foram mantidas no modelo customizado

A Infrared, claro, agradou ao pessoal da Yamaha e o gerente de produto da Yamaha Europa, Shun Miyazawa, foi todo elogios à JvB, cuja sede fica em Colônia. “Nós somos grande fãs do trabalho dele e achamos que seu estilo minimalista e industrial caiu bem para a VMax”, finaliza o executivo. Sendo assim, só podemos desejar vida longa à VMax e que venham outras maravilhas feitas para o projeto Yard Built. (por Carlos Bazela)


Moto do filme Tron vai a leilão
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Tron_LightcycleUma réplica do modelo utilizado no filme de 2010 será vendida em maio, nos Estados Unidos

Quando mostramos a moto réplica das Ligthcycles do filme “Tron: O Legado”, exposta no Salão de Milão de 2011, ela parecia longe das mãos do público. Não mais. Em maio, o modelo, que é elétrico, será leiloado no estado norte-americano do Texas pela RM Auctions. Ao lado da moto, passará também pelo martelo alguns exemplares de uma coleção com mais de 70 carros, pertencente aos entusiastas Paul e Chris Anderson. No acervo, estão inclusos modelos clássicos e raros como um Shelby Cobra 1962 e um Packard Eight de 1938.

Os organizadores do leilão esperam vender a Lightcycle por algo entre 25.000 e 40.000 dólares, o que corresponde a cerca de R$ 80.000 e R$ 125.000. “A moto é totalmente funcional e pode ser pilotada, uma vez que conta com motor elétrico. O motor é alimentado por baterias de íon-lítio e ainda conta com um transmissão eletrônica”, afirma o site da RM Auctions. Alguém se habilita? (por Carlos Bazela)


BMW K 1600 é a nova queridinha dos customizadores
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P90066624O modelo alemão tem inspirado alguns projetos inusitados e criativos

Algumas motos exercem um fascínio incomum nos customizadores, como já acontece com a Harley-Davidson. Entretanto, outro modelo está tomando a atenção no radar das oficinas de personalização: a BMW K 1600. Com estilo touring e muita tecnologia embarcada a classuda alemã, que é vendida nas versões GT e GTL, a moto não é nada convidativa à mudanças, o que, justamente, está despertando o interesse desses profissionais.

É o caso do belga Freddy “Krugger” Bertrand, que levou para casa o troféu de campeão do AMD Championship, o Campeonato Mundial de Customização, cuja ultima edição aconteceu no Salão de Colônia, na Alemanha. O projeto de Krugger é a mais do que exótica Nurbs, uma café-racer futurista, que emprega o motor de seis cilindros e a eletrônica do modelo da BMW.

NURBS_1A Nurbs do Belga Freddy “Krugger” Bertrand venceu o AMD, campeonato mundial de customização

Para o belga, a parte mecânica do projeto não foi a mais difícil. “Construir uma moto é fácil, mas construir uma moto e manter toda a tecnologia da K 1600 é mais difícil”, conta Krugger, que trocou os discos originais por peças da Beringer. Segundo ele, o maior problema foi incluir toda a eletrônica, dos computadores e sensores até o ABS.

NURBSO projeto foi concebido como uma café racer futurista (foto: Thierry Dricot)

A Nurbs foi apenas o começo. Nesta semana, a BMW revelou dois projetos ousados feitos sobre a K 1600, que estarão expostos nos salões japoneses de Osaka e Tóquio, que acontecem no final deste mês. Com cara de veículo militar, a Juggernaut tem um robusto corpo de alumínio e uma orientação naked.

Feita por Keiji Kawakita, a moto tem linhas exageradas e perfil alongado, como a K 1300R . O customizador japonês não só aproveitou a mecânica e a eletrônica da hexacilíndrica, como conseguiu criar um visual steampunk com os seis marcadores analógicos ao lado do tanque.

BMW_JUGGERNAUTO corpo robusto da Juggernaut é feito em alumínio 

BMW_JUGGERNAUT_2Mostradores analógicos ao lado do tanque compõem um visual steampunk

O outro modelo foi simplesmente batizado de Ken’s Factory Special, por conta do seu criador, Kenji Nagai. Entretanto, o projeto não tem nada de simples. Aqui, a K 1600 foi totalmente despida e transformada em uma bobber. O dorso da moto é todo de alumínio, incluindo o assento e o painel reduzido a um pequeno mostrador analógico no centro.

Na dianteira, o garfo é preso em um ângulo de cáster bastante aberto e uma placa metálica com uma luz redonda substitui o complexo conjunto óptico da touring bávara. Tanto a Ken’ Special quanto a Juggenaut foram feitas a pedido da subsidiária japonesa da BMW. Sendo assim, podemos ver ainda várias outras interpretações criativas para a K 1600. (por Carlos Bazela)     

BMW_Kens_1Em estilo bobber a moto de Kenji Nagai abre mão da carenagem 

BMW_Kens_2A placa metálica com uma luz substitui o complexo conjunto óptico da K 1600


Edições especiais da Bonneville contam a história da Triumph
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5568Novas versões são baseadas na clássica moto inglesa

Ter um modelo clássico em seu line-up traz algumas vantagens. Que o diga a Triumph. A montadora inglesa aproveitou o apelo retrô da sua Bonneville para lançá-la em três edições limitadas – além da convencional –, que prestam homenagem a história da marca. Batizadas de Newchurch, T214 e Spirit, as motos relembram, respectivamente, o Tridays, evento realizado anualmente na cidade austríaca de Neukirchen; o recorde de velocidade batido em 1956; e o espírito de customização que sempre foi inerente aos modelos da Casa de Hinckley. Os três modelos estão disponíveis, por enquanto, apenas no mercado europeu.

441SHOWBIKE_BONNEVILLE_CARBURADORMotor é o bom e velho bicilíndrico inglês

Embora tenham estéticas bastante distintas – o que inclui peças de outros modelos Triumph – todas as versões especiais da Bonnie partilham a mesma mecânica. Portanto, elas têm o mesmo motor de dois cilindros paralelos de 865 cm³ arrefecido a ar que é capaz de gerar até 68 cv a 7.500 rpm de potência e torque máximo de 6,93 kgf.m disponíveis nos 5.800 giros. A alimentação é feita por injeção eletrônica, mas um carburador falso está presente para manter a atmosfera de modelo antigo. O câmbio é de cinco marchas.

Tudo igual também na ciclística, que traz freios a disco em ambas as rodas, sendo o dianteiro com diâmetro de 310 mm e o traseiro com 255 mm de diâmetro. Ambos mordidos por pinças Nissin de dois pistões flutuantes. As rodas têm 19 polegadas na frente, 17 atrás e estão calçadas com pneus de medidas 100/90-19 e 130/80 R17, respectivamente. Já a suspensão é composta por garfo dianteiro com curso de 120 mm e bichoque na traseira com curso de 106 mm e pré-carga da mola ajustável.

Espírito customizado

5528Versão Spirit tem cara de customizada

A Bonneville Spirit é uma homenagem da Triumph aos motociclistas que estão sempre fazendo modificações para deixar sua moto única. E para celebrar esse espírito da customização, a moto traz o farol, os escapes e o para-lama traseiro da café racer Thruxton. Afinal, esta nada mais é do que uma versão personalizada de fábrica da própria Bonnie.

 

5511Disponível apenas na cor azul, Spirit tem rabeta no estilo café racer

O visual fica completo com a pintura azul clara, que recebeu nuances de branco no tanque, que tem capacidade para 16 litros. Para contrastar, a Spirit teve várias partes pintadas em preto, como o motor, as tampas laterais, o garfo, o guidão e as rodas raiadas, que conferem uma estética diferenciada para esta versão da clássica T100.

Homenagem a Johnny Allen

5477Moto inglesa herda seu nome do famoso deserto de sal em Utah (EUA)

A Bonneville herda seu nome dos recordes conquistados pela Triumph no icônico deserto de sal de Bonneville, no Estado norte-americano de Utah. Logo, nada mais coerente que uma das edições especiais da T100 faça uma homenagem ao primeiro recorde quebrado. Em 6 de setembro de 1956, o piloto texano Johnny Allen a bordo do streamliner – nome dado às “motos-foguete” que participam desse tipo de desafio – Texas Cee-Gar cravou na superfície de sal exatas 214,40 milhas de velocidade máxima no local, o equivalente a 345 km/h.

441SHOWBIKE_BONNEVILLE_T214_4Em 1956, o texano Allen levou seu streamliner a cerca de 344 km/h – ou 214,40 mph, como gostam os ingleses e americanos

Para comemorar esse feito, a marca inglesa apresentou a Bonneville T214, uma edição especial limitada a 1000 unidades. Pintada em azul e branco, um tom mais escuro do que o da Spirit, diga-se de passagem, a moto traz a mesma estrela que decorava o streamliner no para-lama dianteiro. O conjunto visual ainda conta com para-lama traseiro encurtado pintado em branco, enquanto rodas, guidão e suspensão vêm em preto. Outra diferença em relação a Bonneville convencional é o farol redondo, que na T214 é um pouco menor.

A festa da Nova Igreja

5540A versão New Church herdou nome da cidade austríaca de Neukirchen, que realiza encontro em homenagem à Triumph

Todos os anos, a cidade austríaca de Neukirchen recebe o Tridays. O evento é o maior promovido pela Triumph no mundo todo, no qual uma série de aficionados se reúne para celebrar sua paixão pelas motos da marca inglesas. No local, que fica em uma região montanhosa, acontece desde exibição de modelos customizados até competições off-road. Para se ter uma ideia do quanto a cidade fica movimentada, Neukirchen muda de nome por uma semana e adota a sua tradução para o inglês: Newchurch ou “Nova Igreja”, em português.

441SHOWBIKE_BONNEVILLE_NEWCHURCH_1Modelo está disponível nas cores azul e vermelha

Agora, chegou a vez de a Bonneville entrar na festa com a edição especial Newchurch. Com tanque pintado à mão nas opções de vermelho e azul, esta versão é feita com base na Bonnie convencional, cujo desenho traz toques mais modernos do que a T100, como os escapes Arrow semelhantes aos encontrados na Thruxton. Independente do tom escolhido, o acabamento é feito em preto nas rodas de liga leve, espelhos, suspensão e para-lamas.

Disponíveis no mercado europeu, as edições especiais da Triumph Bonneville mostram que o clássico nunca sai de moda e sempre é uma opção na hora de contar histórias ou prestar homenagens em duas rodas. (texto Carlos Bazela/fotos Divulgação)


Michael Lichter fotografa encontros de motociclistas em calendário 2015
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440RPM_NOTAS_Calendario_01Capa do Calendário 2015 da Metzeler, ilustrado com o belo trabalho do fotógrafo norte-americano

Se você curte motocicletas e fotografia certamente conhece o trabalho do norte-americano Michael Lichter. Se não o conhece, faço questão de apresentá-lo: em 1977, depois de uma breve e infrutífera carreira como baterista de uma banda de jazz, Lichter descobriu que era melhor com a câmera na mão do que com as baquetas. Partiu então com sua Harley-Davidson Shovelhead pelos Estados Unidos fotografando motos e motociclistas. Ganhou fama, teve seu trabalho reconhecido por revistas especializadas dos EUA e suas fotos foram adquiridas por colecionadores particulares e até mesmo pela  Bibliotheque Nationale de France, em Paris. Em resumo, desde os anos de 1970 e 1980, quando alguém quer uma boa foto de motos e motociclistas sempre pensa no nome de Michael Lichter, que já fez trabalhos para diversas marcas de motocicletas. 

440RPM_NOTAS_Calendario_02Março e Abril mostram encontro de motos personalizadas no Japão

Tanto que para 2015 foi a vez da Metzeler lembrar de Lichter para seu novo calendário, chamado de “The Gathering of Legends” (Encontro de Lendas). As fotografias que ilustram os meses retratam os maiores encontros de motocicleta de todo o mundo. O calendário da Metzeler foi criado em 1994 com o título de “Metzeler Classics” e desde sua concepção, apresenta fotos históricas dedicadas aos melhores momentos do motociclismo mundial. Desde 2010, a Metzeler começou a produzir seu calendário com um tema especial e este ano é dedicado aos encontros de motociclistas. Serão impressas 6.000 cópias do calendário 2015 da Metzeler, com dimensões de 50 x 52 centímetros e produzido em Wissach, na Alemanha. Se tiver a chance, garanta o seu. Obra de arte para pendurar na parede. (por Arthur Caldeira)

5-the-gathering-of-legends-july-august Julho e Agosto trazem o Born Free, realizado na Califórnia (EUA)

7the-gathering-of-legends-novemeber-decemberO encontro canadense Rat Rally ilustra os meses de novembro e dezembro


Customizadora lança scrambler com base na CG
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Chimpa TMC Scrambler (2)Novidade da Chimpa TMC, a Scrambler tem como base a Honda CG 150 

A Scrambler S, feita com a base da Honda CG 150, é a mais nova criação da Chimpa|TMC para quem quer uma moto diferenciada, que foge da mesmice dos modelos de entrada. A versão é mais uma opção de modelo exclusivo concebido pela parceria entre o customizador e ex-piloto de Fórmula 1 Tarso Marques e o empresário Tony Marx, com o objetivo popularizar a cultura da customização no País. Em outubro, a dupla lançou a versão café racer, que também tem com base a popular Honda CG.

Para chegar ao produto final, a comportada CG ganhou novo escape com ponteira dupla e elevada, pneus on/off-road, banco integral e novo bloco ótico. As mudanças transformaram a CG em uma legítima scrambler, tipo de moto com apelo fora-de-estrada que voltou a ser cultuada no mercado internacional. A pintura fosca integral ajuda a reforçar a agressividade, típica do estilo.

Chimpa TMC Scrambler 10Apesar das modificações, o painel de instrumentos da CG 150 foi mantido 

Quem quiser desfilar com uma scrambler, que ainda leva a assinatura do ex-piloto de Fórmula 1, vai desembolsar R$ 15.900 e poderá escolher entre três opções de cores: preto, vermelho ou prata (com acabamento brilhante ou fosco).

Segundo o customizador – que também participa do quadro Lata Velha, do programa “Caldeirão do Huck” – essa é uma opção para quem busca uma moto exclusiva, “mas não quer investir muito tempo e dinheiro no modelo”. O mesmo mote que está fazendo sucesso com as café racers apresentadas anteriormente.

Chimpa TMC Scrambler (6)O assento da Scrambler S é feito em couro marrom e dá charme extra ao novo modelo da Chimpa TMC 

A julgar pelo sucesso da versão café racer, a nova moto tem tudo para decolar. “Já atingimos a metade da nossa meta de vendas em um curto espaço de tempo”, afirmou Tony Marx, que vê nas motos customizadas pronta para uso promissor nicho de mercado. Informações, acesse o site da Chimpa. (por Cicero Lima)

Chimpa TMC Scrambler (1)Para fazer jus a seu nome, a Scrambler S traz pneus de uso misto, que podem ser utilizados tanto no asfalto, quanto na terra 


No Instagram, Honda revela versão Barracuda da CB 1000R para o Brasil
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cb1000r_barracuda1Vendida como edição limitada na Itália, versão Barracuda tem grafismo e acabamento diferenciados

No mesmo dia em que anunciou a chegada da família CB 650 ao Brasil, a Honda mostrou em sua conta oficial no Instagram (@hondamotosbr) uma nova versão da CB 1000R, chamada de Barracuda. A legenda da foto descrevia a CB 1000R Barracuda como uma “Extreme Street Fighter com toque italiano”, já que o modelo é inspirado na edição limitada Barracuda vendida, até então, apenas na Itália. Como diferencial, a Barracuda “italiana” tinha novo grafismo, rodas diferenciadas, manetes, punhos, espelho retrovisor e setas com acabamento mais nobre, além de vir com o sistema de freios C-ABS de série. Nenhuma modificação mecânica, nem no motor e nem nas suspensões.

cb1000r_barracuda2Piscas menores em LED, guidão dourado, manetes e espelhos retrovisores distintos são novidades da Barracuda na Itália

Porém, o modelo mostrado pela Honda no Brasil trazia apenas os grafismos novos e os freios C-ABS de série. As especificações mecânicas também não devem mudar. Tudo indica que a CB 1000R Barracuda seja o modelo top de linha da naked de 1.000cc no Brasil em 2015, enquanto a versão básica deverá ter uma redução no preço para atrair os motociclistas que ficaram “órfãos” da esportividade da CB 600F Hornet, agora aposentada. E aí, o que você achou? Ia comprar uma Hornet e agora vai gastar mais para pegar a CB 1000R? Deixe sua opinião nos comentários. (Arthur Caldeira)

barracuda_instagramCB 1000R Barracuda mostrada no Instagram da Honda no Brasil não traz todos os detalhes da versão italiana


Salão de Colônia 2014 recebe campeonato de customização
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VENCEDORA_FREESTYLEA Medazza Rondine venceu na categoria Freestyle do AMD Championship no ano passado 

Ao que parece, os organizadores do AMD Championship, campeonato mundial de customização (o qual nós falamos aqui), gostaram da experiência de realizar a competição fora dos Estados Unidos.  Pela segunda vez,  o torneio, realizado durante o encontro de Sturgis, no Estado norte-americano da Dakota do Sul, será sediado na Alemanha. Entretanto, neste ano, o evento será uma das atrações do Intermot, o Salão de Colônia, que irá acontecer entre os dias 1 e 5 de outubro de 2014, na cidade alemã.

Entre as categorias de participação, continuam a Freestyle, a de Harley-Davidsons modificadas, outra que premia o desempenho e modificação Retrô, com motores datados de antes de 1984. A novidade fica por conta da categoria Café Racers, criada em consideração à tendência recente das customizadoras em homenagear o estilo que fez sucesso nas décadas de 1950 e 1960.  Podem participar do AMD projetos de amadores e profissionais da cena custom e os vencedores deste ano serão anunciados no último dia de Intermot. A lista de vencedores dos últimos anos, o regulamento do concurso e alguns já inscritos para esse ano podem ser vistos no site do evento. (por Carlos Bazela)


Yamaha Pure Sports: o renascer de uma era
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409SHOWBIKE_YAMAHA_PURE_SPORTS_01A XV 950 Pure Sports (esq.), construída pelos italianos da LowRide, tem inspiração na semi-carenada Yamaha FZ 750 de 1985 (dir.)

A década de 1980 ainda exerce fascínio em muita gente. Entre os customizadores de motos essa nostalgia oitentista também existe. E eles estão dispostos a fazer mais do que voltar a usar roupas coloridas berrantes e a fazer permanente no cabelo. No caso dos italianos da LowRide, publicação local especializada no assunto, isso inclui transformar a custom Yamaha XV 950 Bolt em uma genuína esportiva dos anos 1980. Mais precisamente, em um modelo inspirado na semi-carenada FZ 750 de 1985.

Batizada de XV 950 Pure Sports, a moto manteve a maioria das partes originais da Bolt, como o motor, chassi, suspensões, a parte elétrica e até o tanque. Mais do que uma opção, manter o projeto com baixo custo e realizar alterações relativamente reversíveis era uma das metas dos idealizadores. Para conciliar isso tudo, a concepção visual da Pure Sports foi feita por Oberdan Bezzi, designer italiano famoso por criar renderizações com um olhar atual para modelos descontinuados ou versões diferentes de outros que ainda existem.

409SHOWBIKE_YAMAHA_PURE_SPORTS_10A XV 950 Pure Sports manteve motor, chassi e suspensões do modelo custom que é baseada, mas ganhou novo sistema de exaustão da marca HP Corse

“Entre os modelos mais emblemáticos da Yamaha, nos identificamos com a lendária FZ 750, uma moto que representa toda uma era. Todo mundo pode citar qual é seu ideal para uma esportiva de rua. Esse é o nosso”, comenta o líder do projeto, Danilo Secli.

Esportiva inspiradora

Na dianteira, a moto recebeu a semi-carenagem frontal que a caracteriza, mas respeitando o contorno do farol redondo original e o guidão foi trocado para garantir uma posição de pilotagem mais esportiva. Na parte traseira, a nova rabeta imita o design da FZ 750 e traz um assento 120 mm mais alto do que os 675 mm originais. Outra sacada é o banco bipartido e em dois formatos com cores distintas para dar a impressão de que a Garupa não existe e estamos olhando para uma moto monoposto. O spoiler que protege o motor completa o visual oitentista.

409SHOWBIKE_YAMAHA_PURE_SPORTS_07Baseada na custom XV 950 Bolt da Yamaha, a moto recebeu semi-carenagem frontal para ficar ainda mais parecida com as esportivas

A opção de manter a maior parte de itens originais da Bolt na Pure Sports tem um motivo: mantê-la divertida de pilotar. “Nós realmente gostamos dessas interpretações radicais que vemos outros fazerem, mas nós queríamos algo que fizesse mais do que causar uma impressão sensacional. A nossa ‘criatura’ foi feita não somente para aparecer em eventos de customização, como permitir ao piloto uma viagem com passageiro”, explica, Danilo Secli.

A custom da Yamaha é equipada com motor de dois cilindros em “V” de 942 cm³ capaz de gerar até 54 cv de potência máxima a 6.000 rpm e o considerável torque de 7,84 kgf.m obtidos já nos 3.000 giros. A segurança dos freios ABS, presente no modelo europeu, também foi mantida.

409SHOWBIKE_YAMAHA_PURE_SPORTS_14Segundo Danilo Secli, líder do projeto, manter as peças originais da XV 950 Bolt no novo modelo deixou-a ainda mais divertida de se pilotar

De acordo com Secli, o projeto também quer inspirar outras criações. “Nosso approach era sugerir ideias que possam realmente ser replicadas sem precisar de muito esforço. Esperamos que a XV 950 Pure Sports possa inspirar as pessoas da cena da customização de motos a tentar novas alternativas”, comenta o líder do projeto.

Feita no quintal

A XV 950 Pure Sports faz parte do projeto Yard Built, que, em uma tradução livre, significa “feita no quintal”. A proposta é uma ideia que partiu da própria Yamaha e conta com o apoio de customizadores do mundo todo, que criaram suas interpretações para os modelos da marca. Segundo a Casa de Iwata, os modelos servem de inspiração para motociclistas transformar suas motos em máquinas únicas, que refletem sua personalidade. E você? Também se animou em criar a sua? (Por Carlos Bazela)

409SHOWBIKE_YAMAHA_PURE_SPORTS_05A XV 950 Pure Sports faz parte do projeto “Yard Build”, ideia que partiu da própria Yamaha