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Arquivo : motos customizadas

Dinamarqueses vendem moto de R$ 2 milhões
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Goldfinger1Batizada de Goldfinger, a moto foi vendida por 850 mil dólares

Recentemente, a dinamarquesa Lauge Jensen provou que a ostentação em duas rodas está em outro nível ao anunciar a venda da Goldfinger, sua moto com peças banhadas a ouro, por 850 mil dólares – equivalente a quase R$ 2 milhões. Além do nome, alusivo ao clássico inimigo do agente secreto James Bond, o obcecado Auric Goldfinger, a moto é banhada em ouro 24 quilates e recoberta por 250 pequenos diamantes. Outras 850 pequenas peças também foram banhados a ouro a mão e o assento revestido em couro de crocodilo. Depois de ficar pronta, no ano passado, a moto passou a marcar presença em eventos realizados em Monaco e Dubai para atrair interessados. A marca não divulgou o nome ou a nacionalidade do comprador.

Goldfinger_2Mais de 850 pequenas peças da moto foram banhados a ouro uma a uma

A Lauge Jensen faz motos personalizadas de estilo custom para clientes de altíssimo poder aquisitivo e oferece ao comprador tanto um cardápio de peças já prontas, como a possibilidade de desenvolver o visual da moto ao lado da equipe de design da marca. Segundo Uffe Lauge Jensen, fundador da empresa, o próximo passo é fazer uma motocicleta para bater a marca de 1 milhão de dólares. E, para isso, eles apostarão em uma verdadeira joia em duas rodas. “Vai ter um monte de pedras e diamantes. Estamos falando de algo bárbaro”, disse ele. Entretanto, alguém já fez uma moto custom no valor de 1 milhão de dólares e nós falamos a respeito aqui. (por Carlos Bazela)


Yamaha TCross: a off-road que já foi scooter
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POST_TCROSS_1Você pode não acreditar, mas essa off-road foi construída sobre a base do TMax 530

Quando se olha para a Yamaha TCross, fica difícil acreditar que essa agressiva off-road já vestiu o corpo do maxi scooter TMax, modelo de grande sucesso na Europa e que também está à venda no Brasil. Mostrada em novembro passado durante o Salão de Milão, na Itália, a moto foi criada por uma equipe de customizadores a pedido da própria fabricante. Os profissionais foram reunidos em parceria com a revista italiana Riders para mostrar a que ponto uma customização pode transformar um modelo em outro completamente diferente.

E, por diferente, entenda fazer um cruzamento entre um maxi scooter citadino e uma moto desenvolvida para oferecer máximo desempenho sobre terrenos acidentados, no caso a YZ 450F. O grande desafio era, portanto, desenvolver um modelo que reunisse o melhor dos dois mundos, para o qual o TMax contribuiu fornecendo principalmente o propulsor de dois cilindros paralelos de 530 cc capaz de gerar até 46,5 cv a 6.750 rpm.

POST_TCROSS_3A TCross foi criada por uma equipe de customizadores italianos

No primeiro momento, a ideia parece desaguar em alguma espécie de Frankenstein de duas rodas, mas o resultado final surpreende. No visual, a TCross puxou à “mãe”. As linhas presentes nas laterais da moto, o assento e a rabeta vêm da YZ 450F. Já o motor – devidamente assegurado por um protetor metálico – e o câmbio CVT são os traços herdados do T-Max. Há ainda algumas características encontradas na nossa XTZ 250 Lander, por exemplo, como o paralama dianteiro e a pequena carenagem triangular, que molda o farol e pode ser removida para exaltar o aspecto off-road.

Com a mão na massa
“Apenas o motor e o chassi foram mantidos”, disse Riccardo Girardelli, coordenador técnico do projeto. Segundo ele, a primeira etapa para criar a moto foi remover as partes desnecessárias para a “nova vida” do TMax. Desta forma, o escudo frontal com os faróis, todas as partes plásticas, o assento e o tanque de combustível foram descartados.

Eliminado o excedente, era hora de, literalmente, encaixar a base do TMax, no corpo da YZ 450F e o primeiro problema foram as suspensões. De acordo com Girardelli, a balança traseira, feita para rodas de 15 polegadas, era muito curta para suportar as de 17’’ e foi prolongada em 20 mm. O conjunto dianteiro, por sua vez, recebeu o garfo dianteiro com 250 mm de curso do modelo trail, porém teve o ângulo de cáster reduzido em 6 graus em relação ao TMax convencional. Juntas feitas sob medida também foram empregadas para segurar a roda de 19’’.

POST_TCROSS_2É possível ver o motor e o câmbio CVT do TMax incorporados na moto 

Para suportar o tanque e o assento, a equipe construiu um subquadro, feito com partes do chassi off-road da YZ 450F. No geral, a moto é mais baixa do que a off-road da Yamaha, com 900 mm de altura do assento – a YZ tem 999 mm – e mais leve do que o TMax, uma vez que pesa 164 kg sem o combustível, enquanto o maxi scooter aponta na balança 204 kg a seco.

Após finalizar o projeto, o desafio era fazer o TCross funcionar. “Optamos por colocar apenas um botão liga/desliga, como nas motos de enduro. Não há chaves”, comentou Riccardo Girardelli. O chefe do projeto complementa ainda dizendo que ouvir o ronco do motor compensou o trabalho. “Tudo está trabalhando fantasticamente e cada componente funcionou com perfeição”, comenta.

Hipermodificada
A TCross é mais um capítulo do projeto Hyper Modified, no qual a Yamaha convida equipes de customizadores a trazer suas visões singulares para os modelos da marca. Em edições anteriores, o desafio teve como modelo base a power cruiser V-Max e o próprio maxi scooter TMax, que havia sido “cobaia” no ano passado. Entre os participantes já figuraram estrelas do mundo da customização, como Marcus Walz, Roland Sands e Ludovic Lazareth e suas criações foram expostas nas últimas edições do Salão de Milão. A TCross, entretanto, é o projeto mais ousado mostrado até o momento. Desafio superado, portanto. (por Carlos Bazela)

POST_TCROSS_5A balança foi alongada em 20 mm para segurar a roda de 17″

POST_TCROSS_4No visual, a moto puxou à mãe: as linhas da carenagem são da YZ 450F

POST_TCROSS_6Valente, a TCross não se intimida com a ausência de asfalto


Calendário da Confederate traz belas mulheres
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calendarioO ensaio pode ser baixado gratuitamente no site da marca

Conhecida por suas motocicletas exóticas feitas de maneira artesanal, a Confederate Motorcycles  já conquistou alguns famosos motociclistas norte-americanos, como o ator Tom Cruise. Com o início de 2014, entretanto, a marca decidiu cair nas graças de diversos motociclistas ao redor do mundo e disponibilizar para download gratuito seu calendário 2014 repleto de belas mulheres e com a participação dos modelos de motocicletas Fighter e Hellcat (sendo que este último, você já conheceu aqui).

Para baixar, basta acessar o site da Confederate (clique aqui), preencher um cadastro com seu nome, e-mail e pronto. Agora você não vai perder uma data deste ano, que começa oficialmente hoje. Importante, as fotos são para maiores de 18, ok? Portanto deixe-as longe das crianças (e da sua mulher também). (por Carlos Bazela) 


Moto gigante entra para o Guinness Book
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Seis vezes maior que uma moto normal, modelo está no Livro dos Recordes como a maior moto “pilotável” do mundo

Com 5,10 metros de altura, do chão ao topo do guidão, o italiano Fabio Reggiani construiu a maior motocicleta “pilotável” do mundo. Seis vezes maior do que uma moto normal, ela tem 10,03 metros de comprimento, 2,5 metros de largura e pesa aproximadamente cinco toneladas. Com essas especificações, a moto italiana entrou para a edição 2014 do Guinness Book (Livro dos Recordes).

Criada pelo designer de produtos de 32 anos, Fabio Reggiani, a motocicleta gigante levou sete meses para ser construída por uma equipe de oito pessoas. Seu motor é V8 de 5.7 litros, capaz de produzir 280 cv, e traz um câmbio de três marchas a frente mais ré.

 O motor é V8 5.7 de 280 cavalos

Da cidade de Reggio Emilia, no norte da Itália, Fabio pode pilotar a moto por meio de controles no guidão e instalou rodas adicionais para melhorar a estabilidade da moto que quebrou o recorde mundial – passando a Monster  Cycle construída por Gregory Dunham da Califórnia, Estados Unidos, que tinha 3,43 m de altura. “Coloquei as rodinhas porque não queria correr o risco de que a moto ‘capotasse’”, brincou o italiano.

Chamando a atenção por onde passa com sua “motinho”, Fabio não se cansa da reação das pessoas. E diz sempre ouvir: “Mamma mia come è grande!!!” [“Nossa senhora, como é grande"”] (Por Arthur Caldeira)


Harley-Davidson terá três novas motos e triciclo para o Brasil em 2014
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A Forty-Eight é um dos modelos que estarão aqui no ano que vem 

No início da semana, nós falamos sobre as novidades do line-up da Harley-Davidson para o ano que vem, sendo que a principal foi a inclusão dos motores com refrigeração líquida. Agora, revelamos com exclusividade para vocês quais lançamentos mundiais da marca de Milwaukee serão comercializados por aqui em 2014. São três novas motocicletas – a XL 1200X Forty-Eight, a CVO Breakout e a CVO Limited –  e, pela primeira vez, o triciclo, feito com base na Electra Glide Ultra Limited, batizado de Tri Glide Ultra. As luxuosas touring CVO Limited, Ultra Limited e o triciclo trazem o novo motor com auxílio da refrigeração líquida nos cabeçotes. Outra novidade que descobrimos, em primeira mão, é que sairão de linha a XR 1200X e as versões Limited da Sportster XL 1200C Custom (CA e CB), mas mundialmente e não apenas no Brasil.

A Forty-Eight, nova integrante da família Sportster, tem clara inspiração na escola hot-rod – veículos das décadas de 30 e 40 com rodas mais largas. Lançada no exterior em 2010, a HD Forty-Eight traz um largo pneu de 130 mm na dianteira e de 150 mm na traseira. Reforçam o visual clássico seus paralamas “cortados”, mais curtos que os usados nos outros modelos da linha, e seu clássico tanque “peanut”, ou seja, em forma de amendoim e com capacidade para 8 litros.

Lançada neste ano, a Breakout é um dos destaques da linha CVO 

Outra que tem inspiração nos hot-rods é a nova CVO Breakout. Preparada pela divisão CVO (Custom Vehicle Operations), área de modelos customizados da marca de Milwaukee, a Breakout é integrante da família Softail, mas equipada com o anabolizado motor de dois cilindros em “V” Screamin’ Eagle Twin Cam 110B de 1803 cm³. Tem rodas raiadas no estilo “turbina” e paralamas cortados no limite para mostrá-las o máximo possível. A nova Harley também leva a assinatura da divisão CVO no esquema de cores, disponível em prata, vermelho granulado e preto com detalhes amarelo; e na tecnologia embarcada, como o piloto automático (Eletronic Cruise Control) e os freios ABS.

A touring Limited da divisão CVO tem motor Screamin´Eagle de 110 polegadas cúbicas (1.801 cm³) já com refrigeração líquida para 2014

Já a luxuosa touring FLHTKSE, ou seja, a versão CVO da Ultra Limited, vai estrear o novo motor com refrigeração líquida, chamado de Twin Cooled (a ar e água) e, no caso, da CVO com 110 polegadas cúbicas (1801 cm³). A Ultra Limited também terá o novo motor, porém com 103 polegadas cúbicas (1690 cm³).

O triciclo da H-D já foi exposto no Brasil em eventos da marca, mas estará à venda no ano que vem

Esse mesmo propulsor Twin Cooled Twin Cam 103 vai empurrar o triciclo, Tri Glide, que, pela primeira vez, será vendido no Brasil no próximo ano. Derivado da família touring, o modelo traz três rodas, duas na traseira, e bastante espaço para levar bagagem.

Por enquanto, ainda não há uma confirmação oficial desses lançamentos, o que deve acontecer na próxima semana, quando um grupo de jornalistas do Brasil – incluindo este que vos escreve – irá a Milwaukee participar das comemorações de 110 anos. Mas aposto com vocês que durante a coletiva de imprensa, que deverá acontecer na sede da Harley, nos Estados Unidos, a marca irá divulgar essas novidades que você lê antes aqui no blog da INFOMOTO. Os preços dos modelos, acredito eu, também devem ser anunciados. Prometo também trazer aos fãs da marca notícias da grande festa mundial da Harley.  (por Arthur Caldeira)


Moto mais cara do mundo é feita em ouro
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Só o quadro feito em ouro é avaliado em US$ 1 milhão

Você já imaginou ter tanto dinheiro, mas tanto dinheiro, que não sabe nem o que fazer com ele? Pois é, eu também. Mas garanto que em nenhum momento em que imaginava como gastar meus milhões de dólares tive a mesma ideia que o turco Tarhan Telli. O milionário, fã de duas rodas e proprietário da TT Custom Chopper, uma oficina de customização, construiu uma moto exclusiva que, tudo indica, seja a mais cara do mundo. Apenas o quadro, feito em ouro, tem valor estimado em torno de US$ 1 milhão.

Motor é um V2 de 1.800cc e 125 cavalos

Para dar vida à moto, que levou um ano para ser construída, Telli usou um motor V2 de 1.800cc da RevTech que produz 125 cavalos de potência máxima e câmbio de seis marchas. As outras peças exclusivas da moto foram inspiradas na mitologia grega, como prova a cabeça de medusa incrustada no tanque de combustível.  Outro detalhe que chama a atenção é a aparência “envelhecida” da roupagem. Para evitar o brilho e a ostentação (?) de cromados, Telli optou por materiais rústicos e industriais, deixando o ouro reservado ao quadro. Apesar de a TT Custom Chopper não revelar o valor total para construir a motocicleta, Telli já fez inclusive um pedido junto ao Guinness Book (Livro dos Recordes) para o recorde de a motocicleta mais cara do mundo. Esse título, atualmente, pertence a TT Marine Superbike, feita com turbina de helicóptero, e que custa US$ 185.000. E aí, o que achou dessa moto mais cara do mundo? (Por Arthur Caldeira)


Ducati confirma Hyperstrada para o Brasil
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Novidade na Europa, a marca italiana trará o modelo para cá ainda em 2013

A Ducati confirmou hoje (18/06), durante coletiva de imprensa realizada em São Paulo, que contou com a presença do novo CEO da marca, Claudio Domenicali, a chegada da Hyperestrada ao mercado brasileiro ainda em 2013. Mistura entre tourer e supermoto, o modelo é novidade no mercado europeu e debutou durante a última edição do Salão de Milão, que aconteceu em novembro de 2012, na Itália.

No visual, a Hyperstrada segue os mesmos traços da nova família Hypermotard. Porém o novo modelo ganhou parabrisa e assento em dois níveis, que oferecem maior proteção aerodinâmica e conforto em viagens, além das malas rígidas com capacidade de 50 litros nas laterais. Reestilizada no final do ano passado, a linha de supermotos da Ducati passou por um “facelift” radical e recebeu linhas bem diferentes da geração anterior. As rodas também mudaram e ganharam raios mais arredondados, substituindo os anteriores, que tinham formato de “Y”.

A Hyperstrada incorpora a proposta tourer ao segmento supermotard

O tradicional escape duplo debaixo do assento foi substituído por um único colocado do lado direito da moto e as aletas laterais do tanque – cuja capacidade aumentou para 16 litros – ficaram mais longas, protegendo mais a moto, e agora contam com entradas de ar. Por falar em aerodinâmica, os dutos do paralama dianteiro ficaram maiores, seguindo o padrão da bigtrail Multistrada. Os retrovisores também são novos e abandonaram as pontas do guidão para ficarem tradicionalmente posicionados acima deles.

Um novo Testastretta
A Hyperstrada conta com o novo motor que equipa a linha Hypermotard. A nova versão do bicilíndrico Testastretta 11º tem 821 cm³, refrigeração líquida e o tradicional comando de válvulas desmodrômico. O propulsor, acionado por um acelerador eletrônico (ride-by-wire), é capaz de gerar até 110 cv de potência máxima a 9.250 rpm e torque máximo de 9,0 kgf.m a 7.750 rpm, cuja entrega é controlada por três modos de pilotagem pré-programados (Urban, Sport e Touring).

Toda a família Hypermotard agora conta com um motor de 821 cm³

Já os freios, são discos duplos de 320 mm de diâmetro, mordidos por pinças Brembo com quatro pistões e de fixação radial na roda dianteira, enquanto a roda traseira emprega um disco único de 245 mm de diâmetro com pinça de pistão duplo. O conjunto tem ainda o auxílio do ABS de série. Controle de tração ajustável em oito níveis e aquecedor de manoplas são outros itens de série no novo modelo.

Montada sobre um quadro treliçado feito em aço, a Hyperstrada conta com garfo dianteiro invertido (upside-down) da Kayaba. Na traseira, o monobraço tem amortecedor único com link progressivo e totalmente ajustável. O curso de ambos os conjuntos é de 150 mm. A altura do assento é de 850 mm, mais baixa do que a versão standard da Hypermotard (870 mm). O guidão, porém, é 20 mm mais alto, também para melhorar o conforto em longos trajetos. Entretanto, para os pilotos de menor estatura, a Hyperstrada também pode ser equipada com um assento mais baixo, com 830 mm de altura. A moto pesa 181 kg a seco.

As malas laterais da Hyperstrada são facilmente removíveis

Multiuso
Embora a Hyperstrada tenha vocação para longas viagens, favorecida também pelo conjunto de pneus Pirelli Scorpion Trail – os mesmos que equipam a Multistrada –, a Ducati faz questão de salientar que ali embaixo ela continua sendo uma Hypermotard. Portanto, as malas foram projetadas para ser facilmente removidas e transformá-la na estilosa funbike italiana.

Outro fator que reitera a proposta de “moto para toda obra” é a presença da opção “Urban” entre os modos de pilotagem. Nessa opção, que como o nome diz, é idealizada para ambientes urbanos, o propulsor se limita a entregar 75 cv de potência, enquanto o ABS e controle de tração aumentam sua atuação para oferecer maior estabilidade e garantir mais segurança. Por enquanto, a subsidiária brasileira da Ducati não confirmou o preço da moto aqui no Brasil, mas confirma que o modelo chegará até o final de 2013. Na Itália, a Hyperstrada é vendida por 12.990 euros, algo na casa dos R$35.500. (por Carlos Bazela)

As viagens com garupa são favorecidas pelo assento em dois níveis


Harleys personalizadas e belas modelos, uma mistura energética
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Bebida energética personalizou quatro modelos de Harley

A bebida energética Rockstar, bastante conhecida nos Estados Unidos, é a patrocinadora oficial de diversos eventos relacionados aos 110 anos da Harley-Davidson, que serão comemorados oficialmente em agosto em Milwaukee, sede da marca (em São Paulo a festa rola em 1º de junho). E daí? – você deve estar se perguntando – o que eu tenho a ver com isso? Afinal, a bebida nem é vendida por aqui. Nada, não fosse uma interessante ação de marketing da Rockstar em conjunto com o o famoso personalizador de motocicletas da Califórnia, Rusty Coones da Illusion Motorcycles.

A dupla Sarai e Marissa combinaram bem com a Street Glide, não acham?

Rusty e sua equipe personalizaram quatro modelos de H-D – uma 883 Iron, uma Softail Slim, a Street Bob e a Street Glide – nas cores preta e amarela, características do energético. É aí que a ação começa a melhorar: foram escolhidas quatro belas modelos para a sessão de fotos com as motos customizadas. Como adoramos essa mistura de mulheres sensuais com motos personalizadas, gostaríamos de pedir a ajuda de vocês para decidirmos qual a melhor dupla moto e modelo. Dê uma olhada nas fotos e deixe seu voto nos comentários.

A 883 Iron será sorteada para o público americano, mas sem a Eileen

Já ia me esquecendo: a Rockstar vai sortear duas das motos personalizadas. A Iron 883 será dada como prêmio ao público em geral e a Street Glide, somente para os membros do HOG. Mas isso não importa tanto, pois só podem participar do sorteio moradores dos Estados Unidos. Tudo bem, eu me contentaria com as modelos. (por Arthur Caldeira)

Na sua opinião, a dupla ficou melhor com a Street Bob?

A Iron 883 ficou melhor com a Sarai…

Mas ainda prefiro a Softail Slim personalizada com a Marissa, de preferência


Exposição une arte e moto em Lisboa
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Fotografia de Tiago Santiago retratando as café racers da terrinha 

No próximo final de semana, 27 e 28 de abril, a capital portuguesa vai ser palco do evento internacional Art&Moto, que vai misturar motos vintage, customizadas e café racers a artes visuais e literatura. As principais atividades do final de semana vão acontecer na LXFactory, uma antiga tecelagem transformada em espaço criativo, em Alcântara.

Cartaz do evento que acontece neste próximo final de semana na capital portuguesa

O evento contará com a participação dos artistas espanhóis Antonio Merinero e Raulowsky, que exibirão suas pinturas e gravuras com a temática de motocicletas, e também do português Nuno Capelo que faz ilustrações digitais das motos criadas pelo coletivo Café Racer 351. O também português Tiago Santiago vai mostrar uma seleção de fotos com motos customizadas em Portugal nos anos de 1960 e 1970.

Ilustração do espanhol Raulowsky

A proposta do evento “Art&Moto” é ser mais do que apenas uma exposição de artes visuais. Mesclando artes e motos vintage, a ideia é mostrar que essas excêntricas motos são também uma forma de expressão artística. A programação do evento irá focar não só nas motos, mas também no lifestyle da cultura urbana, onde a arte, a literatura, a música e até a moda têm grande importância.

O espanhol Antonio Marinero retrata a cultura café racer em suas pinturas

O evento é promovido pelo coletivo português Café Racer 351, uma comunidade dedicada à divulgação da cultura café racer e de customização de motos em Portugal, em conjunto com a ByBike, liderada pelo artista espanhol Antonio Merinero. Depois do próximo final de semana, a exposição irá continuar aberta na Livraria “Ler Devagar”, também em Lisboa. Para mais informações e também para ver mais obras dos artistas acesse o site do evento.  (por Arthur Caldeira)


Honda Gold Wing 1800RR
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Quadro e motor da Gold Wing, conjunto dianteiro da Suzuki GSX-R 1000 e subquadro e carenagens da CBR 1000RR

Quem nunca sonhou em juntar peças de motocicletas diferentes para construir um sonho? Pois bem, esse é o caso de Cedric Smith, um técnico de manutenção na loja Everett Powersports, na cidade de Everett, no estado de Washington, costa oeste dos Estados Unidos. Apaixonado pelas duas rodas construiu uma CBR 1800RR. Sim, você leu direito. Uma superesportiva com motor de 1.800cc.

O monobraço da Gold Wing com eixo cardã foi mantido e ficou bem interessante nessa CBR 1800RR

A motocicleta foi construída a partir de uma Honda Gold Wing 2010 acidentada e com as carenagens totalmente destruídas, mas com quadro e motor em perfeitas condições. Apesar de querer utilizar somente motos Honda na fabricação de sua máquina, Smith pegou a parte dianteira de uma Suzuki GSX-R, juntou com o subframe e as carenagens da Honda CBR 1000RR e as completou com o “coração e o esqueleto” da Gold Wing para criar essa máquina. Segundo o criador, a parte mais difícil foi fazer toda fiação e a parte eletrônica do zero.

O subquadro e a saída de escapamento são da Gold Wing

Não foram divulgadas as especificações técnicas da moto, mas podemos imaginar que ficou uma máquina e tanto. Assim como a CBR, a Gold Wing também é uma ótima motocicleta, tem uma ótima ciclística e não deixa a desejar na hora de fazer curvas. Ficando mais leve, com uma posição de pilotagem esportiva, novos ângulos da suspensão e freios mais potentes, essa “Gold” deve ser surpreendentemente boa na hora de engolir as curvas. Resta saber se na pilotagem vai mais parecer uma CBR com motor de Gold Wing, ou uma Gold Wing com carenagem de 1000RR… (por Roberto Brandão Filho)

Uma CBR 1000RR com motor de Gold Wing ou uma Gold Wing com carenagem de CBR?