Blog da Infomoto

Arquivo : julho 2012

Clássicas se reúnem no centro histórico de Santos
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De acordo com os organizadores, cerca de 1.000 motociclistas foram ao 1º Valongo Moto Classic 

O cenário não podia ser mais adequado: a Estação Ferroviária do Valongo, da antiga São Paulo Railway, estação que ligava Santos  à Jundiaí, de onde tantos imigrantes chegaram ao País. Foi lá que aconteceu o 1º Valongo Moto Classic, um encontro de motos clássicas, no último sábado, 28 de julho, organizado pelo entusiasta das velhas senhoras Marcos Pasini, com apoio da Prefeitura da cidade litorânea e patrocinadores. Nem mesmo o tempo nublado e a garoa que caiu pela manhã atrapalharam o evento. Com cerca de 1.000 motociclistas presentes, de acordo com estimativas dos organizadores, Pasini confessa que a presença dos motociclistas e das principais atrações – no caso, as motos clássicas – superou as expectativas nessa primeira edição.

Antigas Honda “Four”, Harleys, enfim, motos de todo o tipo lotaram a bela estação do Valongo, no Centro Histórico de Santos

Engenheiro de profissão, Pasini há anos mantém viva a paixão pelas motos antigas no seu site motoclássicas70 . Depois que os motociclistas paulistas ficaram órfãos do “Moto&Cia Classic“, encontro que ocorria em julho no Pátio do Colégio, no Centro de São Paulo, há quase dez anos, Pasini decidiu com a ajuda dos “antigomotociclistas” de Santos organizar um evento lá no litoral. E essa primeira edição do evento já foi um sucesso. Muitos motociclistas, é verdade, inclusive este que vos escreve, desceu a serra com motos modernas. Mas houve gente que pegou a estrada para exibir sua clássica na área VIP do evento, reservada às motos até 1979, caso de Osmar Gouveia, que veio de Cesário Lange (SP) a cerca de 250km de Santos, com sua Norton 500cc 1948, e que recebeu o Prêmio Espírito de Aventura (expositor que veio rodando com sua moto de mais longe).

Antigas BMW também marcaram presença

Houve ainda outros prêmios, como o concedido à moto mais antiga, uma Indian Twin Board Track Racer de 1907, ou o prêmio originalidade, para uma Honda CB 750 K2 Four, ano 1974, e também o prêmio raridade, que foi ganho por uma bela Moto Guzzi Falcone, também de 1974. Mas havia muitas outras clássicas no local, como a Honda 65cc 1968, do próprio Pasini, uma Yamaha 200 1971, uma impecável Mòndial de Corrida, e a Mòndial 125cc 1958 do ex-piloto veterano santista, o Alfredinho, com a qual ganhou praticamente todas as provas que competiu no final da década de 60. Além de diversas Honda “Four”, BMW, Harley-Davidson, Czépel, e as maravilhosas “Café-Racer” (Honda 500 Four e Suzuki T500) levadas gentilmente pela oficina Recar, de São Paulo (SP). Com o sucesso do evento, Pasini já garante a segunda edição para o próximo ano. (texto e fotos: Arthur Caldeira)

Honda CB 360, usada pela polícia na década de 70

O bonde, que leva os turistas para um passeio no centro histórico, conferia um ar ainda mais retrô ao encontro das clássicas

Não precisa ser velho para pilotar uma clássica como essa Honda CB 500 Four

 

A moderna Honda CBR 1000RR 2012, que me levou para ver as clássicas em Santos, em frente à histórica Bolsa do Café 


Quando pilotar é um tesão, literalmente
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Motociclista de 52 anos processa a BMW por ereção de quatro horas que teria sido causada por passeio de moto

Hoje, 31 de julho, é o Dia Mundial do Orgasmo. A ideia, que surgiu como ação das redes de sex shop britânicas em 1999, acabou ganhando, literalmente, o mundo e é “comemorada” desde então. Mas o que isso tem a ver com motos? Bem, ninguém melhor para responder a essa pergunta do que um motociclista de 52 anos que mora em São Francisco (EUA), cujo nome, obviamente, não foi divulgado. O homem ganhou fama ao entrar com ação contra a BMW por ficar com uma ereção de quatro horas após um passeio de duas horas com uma moto da marca.

Sim, você leu certo. O homem está processando a BMW Motorrad da América do Norte e o concessionário local alegando que a mesma lhe causou priapismo, condição clínica na qual o pênis não retorna ao estado flácido e pode levar à impotência permanente. A ação, registrada na Corte Superior do Condado de São Francisco, ainda especifica que o homem contraiu a doença por conta do assento da motocicleta e pede indenização por danos financeiros, pessoais e emocionais. A queixa foi registrada em abril e até o momento não há informações sobre o desfecho do caso. Mas, ele provavelmente já não deve ter o mesmo “tesão” de pilotar. (por Carlos Bazela)


Kawasaki convoca recall da Ninja 250R
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Recall na “Ninjinha” atinge modelos importados e nacionais de 2009 a 2012 (foto: Doni Castilho/Agência INFOMOTO)

A Kawasaki Motores do Brasil convocou hoje, segunda-feira 30 de julho de 2012, um recall preventivo da Ninja 250R. Os modelos atingidos podem apresentar problemas no sensor de queda. A razão técnica que motivou a realização do chamado foi a constatação de uma deficiência no isolamento contra vibrações do sensor de queda do veículo, que é montado em um suporte e fixado no chassi da motocicleta, o que pode fazer com que o pêndulo interno do sensor se desloque para cima, através do efeito de ressonância criado pela vibração do motor sob certas circunstâncias de funcionamento.

Segundo a marca, caso este fenômeno ocorra, a unidade de controle eletrônico (ECU) pode interpretar que o veículo tombou, cortando o funcionamento do motor repentinamente, mesmo com o veículo sendo conduzido de forma normal. Se o motor morrer/apagar durante a condução da motocicleta pode haver o risco de acidente para os ocupantes e terceiros. Em resumo, a moto pode parar de funcionar sem ter caído.

Os proprietários do modelo Ninja 250R abaixo identificados devem entrar em contato com uma concessionária autorizada para agendamento da substituição gratuita do kit do sensor de queda, com início dos agendamentos a partir do hoje mesmo (30/07/2012). Veja abaixo os chassis atingidos pelo recall:

Mais informações podem ser obtidas pelo SAK (Serviço de Atendimento Kawasaki) em horário comercial nos telefones (11) 4422-9309 para grande São Paulo, 0800 773-1210 para outras localidades ou também pelo site da marca (www.kawasakibrasil.com). (por Arthur Caldeira)

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No Dia do Motociclista, reconheça seu estilo ao guidão
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Pilotar uma moto é sensacional. Claro que em um blog especializado em motocicletas a frase inicial não poderia ser diferente. Mas todo ser humano que anda de moto sabe bem o que estou falando – e se não sabe, não vai adiantar explicar para você. Não é só o clichê da liberdade, muito bem vinda, sem dúvida, mas tudo que envolve o mundo das duas rodas. Andar de moto é uma filosofia, um estilo de vida e há quem diga uma terapia. Só que hoje, no nosso merecido dia, vamos fazer uma brincadeira diferente, embora muito comum entre os motociclistas: rotular o estilo de cada um.

Todos os leitores que acompanham este texto agora já devem ter chamado um amigo motociclista de “coxinha” por ele lavar a moto todos os finais de semana e não sair na chuva, ou tiraram sarro daquele parceiro de viagem por ele sempre andar com roupas (equipamentos) combinando com a moto e com a própria vestimenta. Bom, para nos homenagearmos entre si neste Dia do Motociclista, identificamos alguns estereótipos de motociclistas que vemos todos os dias pelas estradas e cidades de todo o País. Você se encaixa em algum deles? Lembrou de alguém quando leu? Pois então compartilhe com seus companheiros de estrada, divirta-se e curta o dia do motociclista com bom humor…

Motociclista comum – O motociclista comum é aquele cara que adora sua moto. Todo dia de sol ele desfila pela cidade e até “cai na estrada”, mas nada muito distante. É o típico ser humano que ama sua motocicleta, mas não se atreve a sair em uma chuva forte. De toda forma, faz das duas rodas seu estilo de vida.

Motociclista esportivo – O motociclista de motos esportivas pode ter dois ou mais lados. Tem aquele garoto de 18 anos que ganhou uma 1000 cc do pai empresário e que, sem nenhum conhecimento de pilotagem, acelera uma moto de1 litro colocando a vida dele e de outros em perigo – provando que só comprou aquela moto pela cavalaria. Mas há também os apaixonados por motos deste estilo. Estes têm entre 25 e 40 anos, e, apesar de mais responsáveis, se arriscam em estradas tortuosas pela simples adrenalina de acelerar e ralar a saboneteira. Ah, tem também o motociclista apaixonado por superesportivas que só (corretamente) anda em autódromos, os chamados track day, mas esses andam de carro durante a semana.

Motociclista chopper – Os motociclistas que veneram as motos chopper são cada vez mais comuns no Brasil. Antes eram vistos em programas de TV norte-americanos, mas agora já chegaram na sua vizinhança. Abastados, eles gastam uma fortuna para deixar a moto desconfortável, mas ao seu estilo. Enchem a boca para falar que não trocam peças e sim customizam suas bikes. Mas no fim das contas não conseguem deixar a cidade com seus motores de 1200, 1400 e 1600 cm³.

Motociclista custom – Os motociclistas apaixonados pelas motos custom são únicos. Compram o sonho de fazer parte do mundo custom e não se preocupam muito com desempenho ou vibração. E os que se preocupam com essas “características” adquire os acessórios necessários para deixá-la mais “pilotável” na mesma loja que lhe vendeu o sonho Easy Rider. Alguns são jovens, mas a grande maioria, na faixa dos 40 anos, quer mesmo é sair para dar uma volta e chegar logo ao destino, que no fim importa mais do que o próprio rolé de moto.

Motociclista combinando – Sabe aquele amigo que adora comprar um modelo que tenha toda uma linha de equipamentos combinando com a moto escolhida? Então, eles são comuns por aí e normalmente estão a bordo de motos européias. Antes mesmo de sair da concessionária, compram o capacete, a bota, a luva, o parabrisa da moto e tudo que tem dinheiro, ops, direito – e já sai todo “combinandinho”. Mas no fim das contas vê a moto acumular poeira na garagem, ou simplesmente leva sua bigtrail para subir calçadas.

Motociclista urbano – O motociclista urbano é o que menos gosta de motocicletas. Sempre a bordo de seus scooters, eles gostam do veículo pela praticidade e a mobilidade que sua “moto” lhe oferece e, claro, por não desgastar seu sapato. Já entrevistei alguns por aí e eles são categóricos ao afirmar que “não gostam de motoqueiros”. Têm idéias mais parecidas com um motorista do que um motociclista.

Motociclista off-road – O motociclista off-road é tranquilo. Gosta mesmo é de juntar a galera e se deslocar para o fora de estrada, começando o percurso em uma cidade e, pela terra, chegando até outra. No meio do caminho param em uma cachoeira para ver a vista e esperar sua moto dois tempos esfriar.

Motociclista “motoqueiro” – Todo motociclista sabe que ser chamado de motoqueiro é quase uma ofensa. Mas por causa dos motoqueiros, a fama dos motociclistas se degrada, porque esse tipo de piloto não respeita regras, modifica toda sua moto para caber num espaço cada vez menor e pilota como se fosse pegar o último trem das 23h, mesmo com tempo de sobra na agenda.

Sei que ficou polêmico, mas também sei que muitos reconheceram amigos nestes estereótipos, mas lembre-se, o intuito é homenagear seu amigo de estrada, porque hoje é o Dia do Motociclista. PARABÉNS! (por André Jordão)


Oficial: Triumph volta ao Brasil em outubro
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A Tiger 1050 é um dos modelos que pode vir para o País

Os fãs da Triumph podem comemorar. A marca inglesa, que já havia sinalizado sua volta ao Brasil de forma oficial no segundo semestre deste ano, já conta com sua primeira concessionária nacional nomeada. Entrou no ar esta semana o website da Triple Triumph, que ficará em São Paulo (SP). Antes representada pelo Grupo Izzo, a Triumph está há cerca de dois anos um pouco esquecida no Brasil, sem revendas, sem lançamentos, enfim… no ostracismo. De acordo com fontes ligadas ao antigo representante, questões contratuais fizeram com que a empresa ficasse sem um representante oficial no País neste período.

A nova loja começa a operar já em outubro e, com isso, o mercado brasileiro de motos Premium fica ainda mais diversificado com a expectativa de vermos por aqui novamente modelos como a naked Speed Triple e a superesportiva Daytonaa, além da bigtrail Tiger. (por André Jordão e Carlos Bazela)

O modelo Triumph Explorer será comercializado pela marca inglesa aqui no País

Atualização às 15h – A Triumph confirmou que sua unidade fabril em Manaus (AM) passa pelos ajustes finais e deverá iniciar a montagem das primeiras motocicletas ainda no mês de setembro. Confirmamos que o modelo Triumph Explorer, importado, será comercializado pela Triumph Brasil. 


Linha Dark Custom da Harley-Davidson foca público jovem
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 A Iron 883 é a porta de entrada para o mundo Dark Custom da Harley-Davidson

Motos com estilo retrô, mas com linhas agressivas e vestidas de preto. Assim é a família Dark Custom da Harley-Davidson formada pelos modelos Iron 883, Blackline e Fat Bob. Esta linha foge completamente dos padrões da H-D, já que estas motocicletas usam poucas – ou quase nenhuma – peça cromada. Os três modelos – cujos preços variam entre R$ 29.400 e R$ 42.100 – entretanto, são passíveis de belas personalizações.  As Dark Custom visam atrair um público mais jovem, agregando valores como liberdade, agilidade e irreverência. Confira o vídeo oficial da linha mais hard core da H-D.

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/13032589[/uolmais]

 

Modelo de entrada, a Harley-Davidson XL 883N Iron chegou ao Brasil por quase R$ 30 mil e tem praticamente tudo pintado na cor preta. Do motor V2, passando pelo protetor de corrente, suporte das luzes de direção, guidão, painel, rodas até chegar às pedaleiras, tudo mesmo é bastante dark, o que confere à Iron uma atitude “bandida”, no melhor estilo “lado negro da força”.

Também contribuem para isso os para-lamas cortados (chopped), as sanfonas de borracha retrô no garfo da suspensão dianteira e a ausência de uma lanterna traseira. As lanternas traseiras com luzes indicadoras de direção integradas conferem ao modelo uma aparência inconfundível. Ou seja, estilo jovem em duas rodas. A Iron conta com motor da linha Evolution, refrigerado a ar, de 883cc. Em função destas características, o modelo Harley-Davidson foi vencedora do concurso “Guidão de Ouro2012” na categoria custom, promovido pela revista MotoAction.

Equipada com motor de 883cc e rodas de liga leve, a Iron tem preço sugerido de R$ 29.400

No caso da Fat Bob, o grande diferencial é o duplo farol, que a destaca dos demais modelos da marca e ajuda ao consumidor a identificá-la em meio a toda linha de motos atual da Harley-Davidson. Ainda na estética, o guidão estilo drag é inspirado nas motocicletas de arrancada, muito populares nos Estados Unidos. Detalhe, o guidão não é fixado diretamente na mesa e sim no canote. Como ele é reto e elevado (devido ao comprimento do canote), o piloto assume uma postura ereta, característica ideal para não cansar o corpo.

Outra característica da Fat Bob e que influi na pilotagem é seu pneu largo e de perfil alto. Com medidas de 130/90 na dianteira e 180/70 na traseira, eles ajudam o piloto a contornar as curvas com estilo. A Fat Bob 2012 ainda conta com amortecedores traseiros cromados e ajustáveis, escapamento Tommy Gun (2-1-2) e rodas em alumínio. Para um ar mais radical a moto também tem a opção da cor preta fosca. O modelo conta com computador de bordo, que mostra ao piloto autonomia, indicação de marcha e giro do motor. Outro destaque é a adoção do sistema de freios ABS. Para “empurrar” esta H-D existe o tradicional Twin Cam 96, de 1600cc, 12 kgf.m de torque e câmbio de seis velocidades. A Fat Bob tem preço sugerido a partir de R$ 40.700.

Farol duplo, guidão reto e pneus “balão” são os grandes diferenciais da Fat Bob

Já a Blackline 2012 traz perfil minimalista no melhor estilo vintage. O modelo da linha Dark Custom tem garfo alongado, pneu estreito na dianteira, com para-lamas cortados e pedaleiras avançadas, fazendo uma clara referência às motos chopper da década de 70. Seu baixo centro de gravidade auxilia nas manobras. A ciclística é típica das motos Softail: reproduz as linhas das antigas hardtails, as primeiras motos custom “rabo duro”, porém na Blackline existem amortecedores “escondidos” que garantem o conforto do piloto. Discretos, os gráficos do tanque e da tampa de combustível refletem o cuidado dos designers da marca.

O motor que equipa esta motocicleta é o imponente Twin Cam 96B, de 1600 cm3 com câmbio de seis velocidades (Six-Speed Cruise Drive) e eixos balanceadores. Como na Fat Bob, a Blackline também conta com freios ABS de série. O preço sugerido a partir de R$ 42.100.

 Com motor de 1600cc e freios ABS, a Blackline é a mais chooper da linha H-D

Se você quiser ver essas “dark custom” de perto e ainda fazer um test-ride, vale dar um pulo no Rio Harley Days 2012. O encontro ocorrerá novamente na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, entre os dias 14 e 16 de setembro. Os ingressos podem ser comprados pelo site do evento e também na Tickets 4 Fun. (por Aldo Tizzani)


Melandri usou capacete do Batman no WSBK
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O capacete usado por Marco Melandri em Brno, na República Tcheca

No último domingo, o italiano Marco Melandri, que compete pela BMW no Mundial de Superbike, poderia ter levado todos os fãs de quadrinhos que acompanham o motociclismo ao delírio durante a corrida de Brno, na República Checa. Poderia. Como parte das ações de marketing do filme Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge, que estreia na próxima sexta-feira (27 de julho) no Brasil – o piloto iria competir com um macacão alusivo ao traje do Morcego. Entretanto, devido ao incidente ocorrido em Aurora, nos EUA, a produtora Warner Bros e a BMW acabaram voltando atrás na decisão e optaram por uma divulgação mais modesta.

Mas, nem por isso, menos estilosa. O piloto usou um capacete da Nolan com grafismos em preto e que trazia o logo do filme nas laterais de forma discreta. Coincidentemente, os adesivos com o nome da marca italiana estampados na peça acabaram servindo também para homenagear o diretor da trilogia iniciada com Batman Begins, Christopher Nolan.

Por coincidência – ou não – a marca do capacete tem o mesmo nome do diretor da trilogia Batman: Christopher Nolan

Sobre a mudança de planos, o piloto antecipou a desistência em seu perfil no Twitter com posts em inglês e italiano. “Nada de Batman em respeito às vítimas de Denver, a crueldade não tem limite, um escândalo”. Essa não seria a primeira vez que Marco Melandri iria “se fantasiar” de super-herói. Em 2002, Melandri correu vestido de Homem-Aranha em uma ação para promover o filme Homem-Aranha 2.  (por Carlos Bazela)


Ben Spies sai da Yamaha
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O piloto norte-americano revelou sua saída via Twitter

Nesta terça-feira, o piloto da Yamaha confirmou aquilo que muita gente já esperava. Ben Spies não irá correr pela equipe oficial da marca na temporada 2013 da MotoGP. O anúncio foi feito pelo próprio piloto em seu perfil no Twitter e ainda não foi divulgado um posicionamento oficial da marca dos três diapasões. “Estou extremamente feliz em ficar até o final da temporada pelos fãs. No ano que vem começa um novo capítulo”, declarou.

Os rumores ganharam força ontem quando Spies escreveu em sua página no microblog que estava animado com as novas propostas que iriam aparecer e que o próximo ano seria diferente. Hoje, porém, entre uma propaganda e outra de seu relógio personalizado, o piloto de 28 anos divulgou o link de uma entrevista concedida por e-mail na qual dizia “ter escolhido sair da Yamaha após essa temporada devido a uma série de motivos e que revelaria quando se sentisse mais confortável.” Ben Spies finalizou dizendo que estava discutindo o assunto com seus patrocinadores e que eles estavam ao seu lado.

Ben Spies pilotava pela Yamaha Factory desde 2011

Com a saída do norte-americano começam as apostas para quem irá ser o novo companheiro de Jorge Lorenzo em 2013. Alguns têm como certa a chegada do italiano Andrea Dovizioso, que atualmente compete pela equipe satélite da marca, a Monster Yamaha Tech 3. Entretanto, há quem afirme que essa é a oportunidade que estava faltando para a volta de Valentino Rossi. Ben Spies entrou na MotoGP em 2010 correndo pela Tech 3 e foi trazido para a equipe da fábrica em 2011, mas não conseguiu resultados expressivos.  (por Carlos Bazela)


Harley faz recall da Street Glide no Brasil
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Em algumas unidades do modelo (2011/2012) o chicote elétrico pode ter sido instalado de maneira incorreta 

A Harley-Davidson do Brasil convoca os proprietários do modelo Street Glide, da família Touring, fabricados em 2011 e 2012, para uma campanha de recall. A ação atinge apenas 159 motocicletas em todo o território brasileiro.

O objetivo da campanha é a inspeção e o reposicionamento, se necessário, do chicote elétrico, com eventual substituição deste componente. Existe a possibilidade de o chicote elétrico ter sido instalado de maneira incorreta, fazendo com que o mesmo encoste no pneu traseiro e/ou correia de transmissão. O contato poderá danificar o chicote, resultando no inadequado funcionamento da lanterna, luz de freio, piscas traseiros e/ou luz da placa. O problema no sistema de iluminação pode, eventualmente, comprometer a segurança do motociclista e terceiros.

A campanha abrange motos no Brasil com os chassis 9321KBMJXCD618902 a 9321KBMJXCD664987 e 9321KBMJ0CD618908 a 9321KBMJ9CD676810, fabricadas em 2011 e 2012. Para certificar se o veículo deve ser direcionado a um concessionário, a Harley-Davidson disponibiliza informações aos seus clientes por meio do site da empresa, do Serviço de Atendimento ao Consumidor – SAC (0800 724 1188), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h (exceto feriados) ou ainda do e-mail (sac@harley-davidson.com.br).

Os serviços serão realizados gratuitamente. Para comodidade dos clientes, a Harley-Davidson recomenda ao consumidor que agende previamente o serviço. Para informações adicionais, consulte um concessionário da marca, acesse a página eletrônica da empresa ou contate o SAC. (por Arthur Caldeira)

 


Motos e bicicletas viram arte nas ruas da Malásia
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Garoto pintado em porta interage com moto real na obra de Zacharevic 

Algumas motos são consideradas obra de arte. Na visão do artista de rua Ernest Zacharevic, da Lituânia, elas realmente são. Aliás, não apenas as motocicletas. Bicicletas, cadeiras e até barcos são utilizados por Zacharevic nas intervenções feitas pelas ruas da província de Penang, na Malásia, onde mora. As obras misturam elementos reais com figuras pintadas, criando um efeito de relevo 3D.

Os trabalhos chamam a atenção de quem passa na rua e sempre acabam rendendo boas fotos. Nesse caso, a interação do público também faz parte da obra. Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a arte de Ernest Zacharevic, é só dar um pulo em seu site. (por Carlos Bazela)

As obras são pintadas pelas ruas da província de Penang, na Malásia 

Dependendo do ângulo, algumas pinturas realmente enganam… 

fotos: reprodução www.zachas.com