Blog da Infomoto

Traxx leva protótipo de maxi scooter à Motofair

A Traxx pretende lançar o maxi scooter no ano que vem

Ao visitar o estande da Traxx,uma das únicas fabricantes de motocicletas presente diretamente na Motofair 2012 além de Honda e Yamaha,  um modelo chama a atenção. Trata-se do maxi scooter – ainda sem nome – que a marca trouxe ao evento para testar as opiniões do público.

Conversando com Airton Silva, Gerente de Vendas da Traxx, soubemos que trata-se de um modelo de 250cc que a marca pretende lançar em no ano que vem. “O produto passará por testes durante todo este ano para que possamos lançá-lo no mercado em 2013”, afirma Silva, sem mais detalhes.

O novo scooter virá para concorre com o Dafra Citycom 300i

Embora o preço, ou mesmo o nome do novo produto ainda não tenham sido definidos, uma coisa é certa: ele chegará para brigar com o Dafra Citycom 300i, que tem hoje como rival mais próximo o Suzuki Burgman 400 e custa 26.900, frente os R$ 13.490 do modelo montado pela Dafra.

A terceira edição da Motofair acontece até domingo, 1º de abril, no Expominas, que fica na Av. Amazonas 6030, no bairro de Gameleira, em Belo Horizonte (MG).  A feira está aberta das 14 às 21h (sexta-feira) e das 10 às 21h (sábado e domingo). Os ingressos custam R$ 15 na sexta-feira e R$ 20 no final de semana. (por Carlos Bazela)*

O modelo mostrado pela Traxx ainda está em fase de testes

*O jornalista visitou a Motofair 2012 a convite da Abraciclo

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Dafra lança Next 250 por R$ 10.190 para brigar com Honda CB 300R e Yamaha Fazer

Next 250 chega às lojas em 15 de abril nas cores branca (foto), preta e vermelha

Depois de 36 horas de viagem, passando por Londres e Bangcoc, finalmente cheguei a Taiwan. O motivo da minha viagem até esta pequena ilha de cerca de 36.000 km² no litoral sudeste da China é o lançamento da nova 250cc para o mercado brasileiro, fruto da parceria entre a Dafra e a taiwanesa SYM: a Next 250. Nesta quarta-feira, 28 de março, além de visitar as instalações fabris e o centro de Pesquisa e Desenvolvimento da SYM na cidade de Hsin Chu, a 70 km da capital Taipei, conhecemos os principais detalhes da Next 250cc.

Motor com refrigeração líquida tem 25 cv de potência máxima e câmbio de seis marchas

Com o intuito de brigar pelo segmento street de 250cc, dominado por Honda CB 300R e Yamaha YS 250 Fazer, a Next chega com o competitivo preço de R$ 10.190 – CB 300R e Fazer custam R$ 11.690 e R$ 11.279, respectivamente.  Porém, o lançamento mundial da SYM traz outros diferenciais perante suas concorrentes: seu motor de 249,4 cm3, quatro válvulas, comando simples no cabeçote e injeção eletrônica Keihin conta com refrigeração líquida – tanto CB300 e Fazer são refrigeradas a ar e óleo. A Next ainda tem câmbio de seis marchas (contra cinco de suas concorrentes). Capaz de produzir 25,0 cavalos de potência máxima a 7.500 rpm, a Next deixa a Yamaha de 250cc (21 cv) para trás nesse quesito e chega bem perto do modelo Honda (26,5 cv).

Painel com tela digital e conta-giros analógico tem até indicador de marcha

Mesmo sendo um lançamento mundial da marca taiwanesa, a Next 250 recebeu algumas alterações para o mercado brasileiro – assim como o scooter Citycom 300i, outro produto de co-branding Dafra e SYM. O motor foi recalibrado para o uso de nossa gasolina com álcool, as suspensões foram reajustadas para “aguentar” nossas estradas e a posição de pilotagem foi modificada. “Aqui em Taiwan e na Europa, o proprietário dessa moto roda menos do que no Brasil. Tivemos de alterar a posição do guidão e das pedaleiras para proporcionar uma pilotagem mais street e confortável, pois as pesquisas revelaram que o consumidor dessa categoria roda em média 1.000 km por mês.”, explicou Creso Franco, presidente da Dafra Motos que apresentou o novo modelo.

Henry Chiu, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da SYM, posa ao lado de um modelo taiwanês da Next na cor amarela, que não será vendida no Brasil (foto Arthur Caldeira)

Por enquanto, só vi de perto o modelo taiwanês, mas ainda não pilotei o lançamento. Amanhã, quinta, 29 de março, rumamos ao sul da ilha até o novo circuito de Penbay, onde poderei testar a Next 250. Segundo Creso Franco, ainda teremos a oportunidade de experimentar a versão local e comparar as alterações feitas pela Dafra. Também poderei dizer se a Next 250 tem as qualidades prometidas para brigar neste acirrado segmento, no qual CB 300R e Fazer já são dois modelos consagrados. A Next 250 deve chegar às concessionárias Dafra a partir do próximo 15 de abril, nas cores branca, vermelha e preta. A previsão de Franco é comercializar 10.000 unidades nos primeiros 12 meses. (por Arthur Caldeira, de Hsin Chu, Taiwan)

Recepção da fábrica da SYM em Hsin Chu, Taiwan, conta com um robô feito com peças de scooters e motos fabricados pela marca (foto: Arthur Caldeira)

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CEO da Harley fala dos planos para o Brasil

Keith E. Wandell, Chairman, Presidente e CEO da Harley-Davidson Inc

A inauguração da nova linha de montagem da Harley-Davidson no Brasil, que aconteceu esta semana em Manaus (AM), reuniu os principais executivos da marca que, ano que vem, completa 110 anos. Entre eles, Keith E. Wandell, Chairman, Presidente e CEO da Harley-Davidson Inc, cargo que ocupa desde 2009. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade de Ohio e MBA pela Universidade de Dayton, Wandell teve como principal missão a de liderar a retomada de crescimento após a crise mundial que ocorreu no final de 2008.

Assim, o executivo traçou um novo rumo para a Harley-Davidson por meio do desenvolvimento e implementação de um plano estratégico com base nos princípios fundamentais do crescimento: melhoria contínua do produto, desenvolvimento de liderança e sustentabilidade.

O staff da empresa incluindo o Diretor-Superintendente Comercial da Harley-Davidson do Brasil, Longino Morawski 

Na sua administração a Harley entrou nos eixos, mesmo tendo que tomar algumas medidas amargas como, por exemplo, fechar a Buell, e “devolver” a MV Agusta para a família Castiglione. Além de fazer profundas modificações no modelo de negócios que mantinha no Brasil, descredenciou seu importador e distribuidor oficial e tomou as rédeas das vendas no país com operação própria. A marca também montou uma linha de montagem na Índia em 2010.

Dono de duas Harleys – Ultra Classic Screamin ‘Eagle 2011 e Road King 2009, Keith Wandell concedeu esta entrevista exclusiva à Agência INFOMOTO. Direto e bem-humorado, o executivo número 1 da Harley-Davidson falou sobre mercado, nova linha de montagem e comemoração dos 110 anos da companhia. Para resumir em uma só palavra a Harley-Davidson, o CEO deste ícone americano escolheu um termo bem simples que resume o estado de espírito que todo harlistas busca: freedom (traduzindo: liberdade).

Confira os principais trechos desta entrevista:

INFOMOTO – O que levou a empresa a inaugurar uma nova linha de montagem em Manaus? Qual foi o investimento nessa operação?

Keith Wandell – Esse é mais um passo no processo iniciado em fevereiro de 2011, quando nós retomamos o controle de nossa operação comercial no Brasil. Desde então, não poupamos esforços em fazer os investimentos necessários para assegurar que os clientes brasileiros possam usufruir de uma experiência de qualidade que melhor representa uma marca Premium como a nossa. Como somos uma empresa com capital aberto na bolsa, nós não podemos divulgar nenhum dado exceto os obrigatórios. Também gostaríamos de reforçar que temos um histórico de presença e investimentos no Brasil. A Harley-Davidson começou a exportar motocicletas para o País há mais de 20 anos e nós abrimos uma unidade de montagem CKD aqui em 1999.

INFOMOTO – Essa nova unidade terá capacidade para suprir outros mercados na América Latina? Essa é a meta?

Keith Wandell – Não. A planta em Manaus é responsável por atender somente o mercado brasileiro. Os outros mercados da América Latina são atendidos pelas fábricas nos Estados Unidos, como ocorre na maioria dos mercados em todo o mundo.  

A linha VRod também é montada na nova planta de Manaus (AM)

INFOMOTO – A unidade em Manaus vai produzir modelos exclusivos para o Brasil? Podemos esperar por isso?

Keith Wandell – Embora continuamos a crescer nossa capacidade de montagem CKD no Brasil e na Índia, podemos expandir para além do regime CKD nossa produção de motocicletas para consumidores em alguns mercados internacionais. A maioria das motocicletas Harley-Davidson para mercados globais continuarão a ser produzidas pelas nossas fábricas nos Estados Unidos. Com isso, no futuro, um número limitado de motocicletas para clientes de outros mercados, que não o americano, também podem ser produzidos por uma das unidades da Harley-Davidson fora das Estados Unidos, dentro de nossos altos padrões de qualidade.

INFOMOTO – Em sua opinião, qual será o ritmo de crescimento da Harley-Davidson no Brasil? Depois dos Estados Unidos, qual é a posição que o Brasil ocupa no ranking mundial da Harley-Davidson? O Brasil será o segundo maior mercado para a Harley-Davidson no mundo?

Keith Wandell – Em geral, a Harley-Davidson não divulga informações de vendas e faturamento por país. Mas, eu posso dizer que de acordo com as vendas de varejo da Harley-Davidson em 2011, o Brasil está entre os dez maiores mercados mundiais e é o maior para a companhia na América Latina. Brasil é uma peça importante dentro da estratégia global de crescimento da Harley-Davidson. A empresa acredita que essa é uma grande oportunidade de construir seu negócio mundialmente e, como já divulgado, esperamos que 40% de nossas vendas venham de mercados fora dos Estados Unidos até 2014. A Harley-Davidson também planeja abrir entre 100 e 150 concessionárias fora dos Estados Unidos entre 2009 e 2014 para suportar esse crescimento.

INFOMOTO – Qual é a taxa de crescimento de outros países emergentes como Índia e China?

Keith Wandell – Como já disse não divulgamos informações de vendas e faturamento por país. Mas eu posso dizer que, embora as taxas de crescimento de outras economias emergentes sejam fortes, nós temos uma presença comercial no Brasil há muito tempo, há mais de 20 anos, (por exemplo nós começamos a exportar motocicletas para a China e para a Índia somente há alguns anos). Além disso, o Brasil tem uma cultura de motocicletas bem estabelecida, enquanto as outras economias crescentes estão começando a desenvolvê-la.

Os motores V-Twin da Harley-Davidson são totalmente montados em Manaus

INFOMOTO – Como o Sr. avalia essa nova fase da Harley-Davidson no Brasil? O que é necessário para melhorar, o pós-vendas que já foi um dos problemas para quem tem uma Harley?

Keith Wandell – A Harley-Davidson já há algum tempo reconheceu a oportunidade existente no Brasil, que foi o que nos levou a abrir uma unidade de montagem aqui há mais de uma década. Hoje, nós oferecemos um serviço ao consumidor superior e melhor acesso a nossa marca como nunca oferecemos antes no País. Isso é parte do nosso comprometimento em fazer os investimentos necessários para assegurar um perfeito atendimento aos clientes brasileiros. Agora, com uma nova linha de montagem em Manaus; um completo portofólio de motocicletas, composto por 19 modelos; uma ampla rede de concessionários, localizada nos grandes centros econômicos do País; e um forte serviço de pós-vendas, reforçado pela inauguração de um Centro de Distribuição de peças na região do Rodoanel, próximo a São Paulo, nós acreditamos que os consumidores e fãs da marca terão a melhor exeperiência Harley-Davidson.

INFOMOTO – A empresa vai completar 110 anos em 2013. Quais são as atividades planejadas para a ocasião (Estados Unidos, Europa e Brasil)?

Keith Wandell – A Harley-Davidson já começou a fechar alguns eventos que farão parte das comemorações dos 110 anos da empresa e dos 30 anos do HOG (Harley Owners Group), no próximo ano. A ideia é reunir o máximo de pessoas no mundo para curtir e ficar próximos de nós em um momento especial como esse. Para isso, vários eventos no mundo estão sendo planejados. Entre eles, teremos um evento em Roma, na Itália, entre 13 e 16 de junho, e uma grande festa durante o final de semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, em Milwaukee. No Brasil, uma comemoração está sendo planejada para acontecer em maio, na cidade de São Paulo.

INFOMOTO – Para finalizar, o que representa a marca Harley-Davidson para o senhor?

Keith Wandell – Nós realmente acreditamos que a Harley-Davidson é mais do que uma fabricante de motocicletas, é um estilo de vida e quase todos os nossos clientes dirão o mesmo a você. As motocicletas, as MotorClothes, o HOG, e muito mais para oferecer um estilo de vida que representa os ideais universais de aventura, liberdade, criatividade e irmandade em um único estilo americano.  (Texto e fotos Aldo Tizzani)

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Adiva insiste e relança “scooter cabriolet”

Ambas versões são equipadas com câmbio do tipo CVT, basta montar e acelerar

Quem se lembra do BMW C1? Um scooter da marca bávara que chegou ao mercado com a proposta de manter o motociclista seco mesmo sob chuva. Para isso, uma capota cobria o piloto, que se molharia somente quando uma chuva torrencial viesse acompanhada de vento — o scooter não tinha proteção lateral. Bom, alguns anos depois a Adiva, fabricante italiana de motos, volta a apresentar ao mercado scooters com a mesma proposta: o AD Series, composto pelo AD 125 e o AD 200.

Além de porta-objetos, os scooters da Adiva suportam dois capacetes abertos no bagageiro traseiro

Também caracterizado por possuir uma capota rígida e articulada, os scooters da Adiva apareceram pela primeira vez no mercado na década de 90, em parceria com a Benelli, mas não foram, digamos, um sucesso. Agora, anos depois, a marca volta a oferecer duas opções do seu “scooter cabriolet”. Com potência declarada de 12 cavalos para o AD 125 e 15 cv para o AD 200, a Adiva foca o motociclista urbano que depende da moto para a locomoção diária e tenta, com a capota, superar a concorrência. E você, o que acha? Esse tipo de scooter seria ou não um sucesso no Brasil? (por André Jordão)

Vídeo demonstra em segundos como montar e desmontar a capota, confira!

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Mostre sua paixão por motos na timeline do Facebook

Já atualizou seu perfil no Facebook para a nova timeline? Caso já tenha mudado e esteja em busca de uma foto de capa que mostre sua paixão pelas duas rodas para decorar sua tela inicial, a Agência Infomoto criou uma série de temas para você escolher.

Para fazer o download, basta clicar em qualquer uma das fotos para que ela abra em uma nova janela. Daí é só salvar no seu computador e depois alterar sua foto de capa. Veja abaixo algumas opções e escolha a sua, mas não deixe de conferir as outras fotos no álbum especial que preparamos na nossa página  no Facebook. Acessem! (por Agência Infomoto)

 

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Ferrari presta homenagem a Simoncelli

A Scuderia Ferrari homenageia Marco Simoncelli, piloto da Moto GP morto no ano passado no circuito de Sepang, na Malásia

As homenagens ao piloto Marco Simoncelli continuam. Hoje, foi a vez dos pilotos da Ferrari na F1, Felipe Massa e seu companheiro Fernando Alonso, que chegaram a Sepang para os treinos do GP da Malásia . Na foto, postada no site oficial da escuderia e replicada em seu perfil oficial no Twitter (@InsideFerrari), os dois pilotos aparecem, com os demais membros da equipe ao fundo, segurando uma placa que traz o cavalo símbolo da escuderia, a bandeira da Itália, o número 58, que estampava a moto de Simoncelli e as palavras “Sic sempre con noi” – Sic sempre conosco,em italiano.

A mensagem também foi retwitada pelo piloto da MotoGP Nicky Hayden (@NickyHayden69), companheiro de Valentino Rossi na Ducati. Conhecido pelo apelido “Super Sic”, o piloto morreu em outubro passado durante um acidente que aconteceu nessa mesma pista. (por Carlos Bazela)

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Finalmente, modelos da Motus serão produzidos

Os modelos se diferenciam pelos acessórios, sendo $30,975 para o standard e $36,975 para a versão mais rebuscada

Agora é verdade! Depois de ficarem “famosas” sem sair do papel, as motocicletas da americana Motus finalmente começarão a ser produzidas neste ano — mais precisamente após o Daytona Bike Week, um dos maiores encontros de moto do mundo que acabou domingo passado. Pelo menos é o que promete a empresa. Serão dois modelos: a MST e a MST-R. Focadas no moto turismo, mas sem perder a esportividade, as novas motos devem ser comercializadas a partir do segundo semestre deste ano. O motor que equipará as duas versões tem 1.650 cm³ e quatro cilindros em “V”, capaz de produzir 167 cavalos de potência. Esse projeto foi anunciado em 2010, mas caiu no esquecimento. Agora parece que realmente essas motos sairão do papel, boa notícia não acham? (por André Jordão)

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De moto, na Lua

Técnicos da NASA testam a “Moto Lunar” em avião que simula a ausência de gravidade do espaço

Se a ideia de andar de moto na superfície lunar é absurda demais para a sua cabeça, saiba que pela mente dos engenheiros da NASA ela já passou. Em 1969, a agência espacial norte-americana chegou a construir um protótipo de veículo de duas rodas que seria utilizado caso o Buggy Lunar não ficasse pronto a tempo de ser levado pela Apollo 15.

As informações técnicas da “Moto Lunar” nunca foram divulgadas e, na verdade, tudo que se sabe sobre o modelo é que ele existiu, mas não chegou a ser utilizado, uma vez que o buggy foi terminado no prazo.

Entretanto, a NASA cogitou colocar a moto como veículo complementar na missão Apollo 20. Porém, com o cancelamento do programa pouco antes da Apollo 18 partir, ainda está por vir o dia no qual uma motocicleta irá, de fato, ver as estrelas.   (por Carlos Bazela)

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Respeite as leis de trânsito e da física

Agente da CET com o radar pistola para fiscalizar motos (Apu Gomes/Folhapress)

A partir de hoje, 19 de março, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) da cidade de São Paulo vai começar a utilizar radares portáteis para fiscalizar motocicletas. Batizado de “radar-pistola”, o equipamento é capaz de capturar a imagem da placa da moto que estiver rodando acima do limite de velocidade permitido na via. Nesta primeira semana, os agentes da CET ainda não vão aplicar multas – os infratores serão autuados a partir de 26 de março. Inicialmente, a CET vai utilizar o radar-pistola nas vias onde mais acontecem acidentes com motociclistas, como as Marginais  Tietê e Pinheiros, Elevado Costa e Silva (o Minhocão), a Avenida Liberdade, entre outras. Isso porque a grande maioria dos radares fixos não era capaz de fiscalizar as motos – ou pelo seu baixo peso, ou por não terem identificação na parte da frente, enfim, por serem obsoletos.

Não vou cair na armadilha fácil de criticar a indústria de multas. Acho que essa indústria existe sim, tanto que a arrecadação com infrações de trânsito constam no orçamento da prefeitura e, portanto, a cada ano os agentes têm de bater metas de multas aplicadas. Mas também acho que há muito motociclista abusado em São Paulo – assim como há motoristas, caminhoneiros, motoristas de ônibus, pedestres e até ciclistas! E, na minha visão, muitos motociclistas rodam acima da velocidade e, em vez de proibir as motos, o melhor é regulamentar e fiscalizar.

Além disso, não há como negar que a alta velocidade (ou velocidade incompatível com a via) é, sem dúvida, uma grande causadora de acidentes. E muitas vezes por mais que o motociclista “enrole” o cabo não será capaz de vencer as leis da física. Pense comigo: em um trajeto na Avenida 23 de Maio que tem cerca de 5 km entre o centro da cidade e o Parque do Ibirapuera, ultrapassar o limite de velocidade é mais que uma imprudência é totalmente desnecessário. Um motociclista que percorra toda a avenida respeitando a velocidade regulamentar de 70 km/h vai levar 4 minutos e 16 segundos – já os apressadinhos que aceleram a 90 km/h (e são muitos os motociclistas e motoristas que correm demais na via) demorariam 3 minutos e 20 segundos no mesmo trajeto. A pergunta que faço é: vale a pena desrespeitar o limite, ser multado e ainda correr o risco de sofrer um acidente por 54 segundos? (por Arthur Caldeira)

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Ducati lança edição Diesel da Monster 1100 EVO

A Ducati estendeu para a rua a parceria que existe entre as marcas na MotoGP

Calma. A Monster 1100 EVO que todos adoram continua sendo uma moto a gasolina. O que acontece é que a marca italiana resolveu estender a parceria que tem com a grife de roupas Diesel na categoria MotoGP para seus modelos de rua. o primeiro fruto dessa parceria é essa edição especial limitada da naked Monster 1100, que terá modelos numerados e identificados por uma placa com o logo das duas empresas colocada acima do assento. A Ducati ainda não revelou quantas unidades serão produzidas da edição Diesel.

Inspirada nos veículos militares, essa nova versão da Monster ganhou pintura em verde fosco no tanque e na rabeta com o logo da Diesel gravado nas entradas de ar. Além disso, os escapes também ganharam uma nova capa com um visual preto com aparência de emborrachado. O contraste é feito pelas pinças de freio dianteiras pintadas em amarelo.

A edição Diesel ganhou novos escapamentos e pintura militar

A exemplo do que a Ducati e a AMG fizeram com a Diavel, a moto não tem alterações mecânicas e, como não poderia deixar de ser, a parceria entre as duas marcas também irá para o campo do vestuário.  A Diesel também irá assinar uma linha exclusiva de acessórios da marca italiana, como jaquetas, camisetas, calças, blusas e até cintos.

Para quem gostou da Monster 1100 com o visual “Comandos em Ação” da Diesel, a casa de Borgo Panigale revelou que a moto deverá estar disponível em suas concessionárias ao redor do mundo já em julho. Será que vem alguma pra cá? (por Carlos Bazela)

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