Blog da Infomoto

Aplicativo mede desempenho do piloto e da moto

O aplicativo é gratuito, mas a moto, o equipamento e o iPhone você terá que comprar


Pensado para os amantes da motovelocidade, o Diablo Super Biker, aplicativo da Pirelli para iPhone, promete deixar a pilotagem mais divertida e real. Com ele até mesmo o piloto de fim de semana conseguirá medir tempo de volta, velocidade, ângulo de curva e distância percorrida. O Diablo Super Biker pode ser programado para funcionar tanto na estrada como em uma pista de corrida e utiliza o GPS embutido no próprio celular para medir o ângulo de inclinação da sua motocicleta nas curvas.

 

Não há mais como mentir, seu tempo fica registrado e ainda vai para o Facebook

 

O software também interage com o Google Maps, o que torna possível fotografar o desempenho do piloto em algum ponto do trajeto ou seguir um percurso específico. Depois de tudo, o piloto ainda pode compartilhar suas melhores voltas no Facebook, que é pra ninguém duvidar. O aplicativo gratuito está disponível para download na loja iTunes (itunes.apple.com/br/app/diablo-super-biker/id451756374?mt=8). (Por Carlos Eduardo Bazela)

 

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Nova Ninja ZX14 pode ter 250 cavalos

No Brasil, ZX-14 é vendida por R$ 51.100,00 e tem 203 cv

 

A expectativa é grande e, entre as protagonistas do próximo Salão de Milão, quem promete chamar atenção é a Kawasaki. Mesmo dividindo a 69ª edição do EICMA com as principais marcas do mundo, a fábrica de Akashi promete surpreender com uma nova versão da famosa sport touring ZX-14. E se a ideia é atrair os holofotes, nada melhor do que dar o que o povo quer: potência. Sem nenhum compromisso com campeonatos — fato que acontece com as motos de 1.000 cc —, a nova Ninja ZX-14 deverá ser apresentada com uma potência máxima de 250 cv.

Para isso, a Kawa deverá utilizar um sobrealimentador no propulsor de 1352 cc e quatro cilindros em linha. Prova disso são as patentes de um sobrealimentador registradas em nome da Kawasaki na Europa. Tudo indica que, depois de apresentar a ZX-10R reformulada em 2010, neste ano seja a vez da enorme sport touring da marca verde ser remodelada com um “explosivo” motor de 250 cavalos de potência máxima. (Por André Jordão)

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Benelli produzirá motos na Venezuela

Benelli Café Racer 1130 será um dos modelos montados na Venezuela

 

Quatro modelos da Benelli irão ser montados na Venezuela, na fábrica Keeway Motors em Charavalle, localizada perto da capital Caracas. Por quê? Pois a empresa Qianjiang, proprietária da Keeway, também é detentora da Benelli. Os modelos TNT 899, Tre-K 1150, Tre-K Amazonas e Café Racer 1130 farão parte da linha de produção, de onde devem sair já neste ano 1.130 unidades. Para isso, 700 funcionários da fábrica receberam componentes direto da Itália e, em meio a produção, dividirão a atenção com outras motos já montadas pela Keeway. Sem muitas definições de preço, fontes ligadas a Benelli na Itália especularam que o preço deve partir de 131.000 Bolivar (24.500 €). (Por André Jordão)


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Evento da Ducati reúne fãs da marca na pista mais famosa do mundo

Os aficionados pela marca italiana tem mais um motivo para ir aos EUA. Entre os dias 26 e 29 de agosto acontece o Ducati Island, evento para proprietários e entusiastas das motos da casa de Bologna que acontece pela quarta vez na mítica pista de Indianápolis.

 

Os apaixonados pela famosa marca italiana se reunirão entre 26 e 28 de agosto

 

Durante três dias será possível curtir diversos eventos que vão desde workshops com mecânicos da Ducati e representantes de fornecedores conceituados, como a Öhlins até desfiles com a grife Ducati. Para os proprietários ainda haverá algumas regalias: estacionamento exclusivo, revisão das motos e ainda uma “tenda VIP” para relaxar e assistir ao vivo a etapa do MotoGP, que estará acontecendo por lá.

Exposição dos modelos da marca, exibições de performance e um desafio de customização para os donos da Monster também estão na agenda.  Para saber mais detalhes sobre o evento acesse o site http://ducatiusa.com/news/ducati_island___laguna_seca/2010/07/26/2011/index.do. (Por Carlos Eduardo Bazela)


 

 

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Pesquisa da CNI constata caos urbano

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Ibope sobre locomoção urbana constatou que 24% dos brasileiros demoram mais de uma hora para chegar ao trabalho ou à escola todos os dias. Grandes veículos de comunicação publicaram o resultado da pesquisa e milhares de comentários esquentaram as comunidades na semana passada — veja aqui matéria publicada no UOL.

Avaliando a interação dos internautas, percebemos que não há (e nem deveria haver) surpresa com relação ao resultado da pesquisa. Interessante é a indiferença com que cada um trata o tema. Problemas são apontados, soluções não. Assim como na Seleção Brasileira de Futebol, quando certo atacante deve sair, mas ninguém indica quem ocupará seu lugar. Bom, mas já que a motocicleta não é uma solução (não é Sr. Orlando Moreira?), pensemos em como resolver o problema da mobilidade urbana no Brasil.

 

Foto ilustra como pode ficar o trânsito em uma cidade como o Rio de Janeiro, por exemplo

 

O Metrô é muito eficiente, mas só está presente nas capitais e, mesmo assim, com uma malha deficiente. Ônibus ajuda, mas tem se mostrado perigoso e ineficiente ao longo de muitos anos. E o trem? Transporte ferroviário seria uma excelente opção para tentar minimizar o caos urbano, mas há tempos que as ferrovias deste País foram esquecidas por nossos governantes. Sem mais delongas, queríamos humildemente oferecer a motocicleta como opção.

Já que o imediatismo conduz as leis e as proibições no Brasil, qual solução imediata, senão a motocicleta, para ao menos abrandar a volta para casa no final da tarde? Digo isso com propriedade, pois há um mês ando todos os dias a bordo de um scooter recém adquirido e com certeza meu tempo foi otimizado — não custa dizer que estou sempre equipado e piloto de acordo com todas as regras de trânsito. Trabalhar o dia todo e ainda conseguir fazer um curso ou algum hobby, por exemplo, é um privilégio que só os motociclistas têm nos grandes centros urbanos do Brasil. Já pensou nisso? (Por André Jordão)

 

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Nova Honda CBR 1000 RR Fireblade 2012?

Seriam muito poucas alterações para um novo modelo, não seriam?

 

Imagens da suposta nova Honda CBR 1000 RR Fireblade 2012 tiradas em Hong Kong foram divulgadas hoje por alguns sites do exterior — Inglaterra, Portugal e EUA. Apesar de a mídia estrangeira já dar como certa que a moto das fotos será o modelo 2012 da RR, nós, da INFOMOTO, achamos que as alterações feitas ficaram muito discretas, ou seja, a moto ficou semelhante à versão anterior. A grande diferença parece estar no conjunto óptico, que ficou parecido com a CBR 1000 RR comercializada antes de 2008, lembram-se?

 

A traseira praticamente não foi alterada

 

Para concorrer com as modernas superesportivas da BMW e Kawasaki, por exemplo, muitos acreditavam que a Honda equiparia a nova CBR 1000 RR com um propulsor V4, já utilizado na VFR 1200F. Entretanto não é isso que se vê nessas imagens. A Fireblade 2012 continua com os quatro cilindros em linha e, como nenhum dado técnico foi divulgado, esperamos que mais potente. Já na parte ciclística a Honda fez algumas melhorias. As rodas têm novo desenho e estão mais leves. O painel foi totalmente reformulado e o conjunto de suspensões foi revisado. Na nova versão, as suspensões dianteira e traseira são da Showa e mais modernas.

 

As entradas de ar sob o conjunto óptico são novidade, mas, convenhamos, muito pouco.

 

O que frustrou foi a ausência de botões no painel que representassem a tecnologia embarcada. A Honda prefere desenvolver seu próprio pacote tecnológico e parece que ainda não tiveram tempo para instalá-lo na suposta CBR 1000 RR 2012. O fato da Honda reutilizar peças do modelo anterior na nova versão, mostra uma capacidade de estender o ciclo de vida útil desses componentes, conseguindo assim manter o preço mais baixo em relação a concorrência. Agora resta saber se esta é realmente a CBR 1000 RR Fireblade 2012 ou trata-se de mais uma série especial — mostrar a nova superesportiva pela primeira vez em Hong Kong é, no mínimo, estranho. (Por André Jordão)

Assista o vídeo no link a baixo:

http://www.youtube.com/watch?v=F1Sk_rtusc4&feature=player_embedded

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Falece o presidente da MV Agusta

Claudio Castiglioni e a emblemática F4 1000

O presidente da MV Agusta, Claudio Castiglioni, faleceu nesta manhã em Varese, na Itália, aos 64 anos. Depois de uma longa batalha contra uma doença – não informada no comunicado à imprensa – Castiglioni será enterrado na próxima sexta-feira, 19 de agosto, em Varese, terra da MV Agusta.

Fundador da Cagiva em 1978, criou modelos como a Elefant e a Mito e levou o nome da marca italiana aos primeiros lugares no Mundial de Motovelocidade. Empresário visionário a frente do Grupo Cagiva, Castiglioni comprou marcas como a Ducati, MV Agusta e Husqvarna. Foi um dos responsáveis pelo lançamento da Ducati 916 e a Monster.

Desde o ano passado, Claudio Castiglioni havia transferido a liderança da MV para  seu filho Giovanni, que continuará a frente da empresa (Por Arthur Caldeira).

 

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Obras de arte em duas rodas

Primeiro, segundo e terceiro lugares na categoria Freestyle

 

O tradicional encontro de Sturgis (EUA), que acabou no último domingo, 14 de agosto, reuniu motociclistas de várias partes do planeta. Os participantes tiveram à disposição uma repleta agenda de shows e muito entretenimento. Sturgis também é palco de um dos mais espetaculares concursos de motos customizadas do mundo. Em função de sua importância, o 2011 World Championship of Custom Bike Building atraiu customizadores do Japão, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Rússia, França e Itália.

 

Primeiro lugar na categoria Freestyle

 

Neste campeonato mundial de motos customizadas quem se deu bem foi o japonês Ken Tabata, da Tavax Engenharia, estúdio que fica na cidade de Osaka, no Japão. O desconhecido customizador apareceu em Sturgis como azarão e levantou o caneco da categoria freestyle. Tabata construiu a Tavax2011V (foto acima) em 30 meses. O que chama a atenção neste projeto, além do porte e seu quadro em alumínio, é o motor “V2” todo cromado e o assento “pendurado”.

 

Primeiro lugar na categoria Harley-Davidson Modificada

 

Com um estilo menos complexo, o inglês Larry Houghton, da Lamb Engenharia, garantiu o segundo lugar na categoria com a Son of a Gun. Baseado em uma BSA 1951, equipada com motor monocilíndrico, Talon usou rodas de motocross e muitas peças usadas recolhidas entre amigos. A meta era construir uma moto “reciclada” com apenas US$ 9.000, incluindo o acabamento em dourado. Objetivo alcançado.

 

Primeiro lugar na categoria Production

 

Já o terceiro lugar na categoria freestyle ficou com a obra de arte feita pela customizadora californiana Kraus Motor. Idealizada e construída por Satya Kraus, a moto foi batizada de Bolide. Neste trabalho, o norte-americano usou um motor S & S Shovelhead e suspensão monoamortecida colocada sob o assento. Além de freios a disco em ambas as rodas e pneus de perfil esportivo. Clássica e moderna ao mesmo tempo, a Bolide traz a maioria de suas peças com acabamento em aço escovado. Para conferir o resultado das demais categorias, acesse: www.amdchampionship.com (por Aldo Tizzani)

 

Primeiro lugar na categoria Performance Custom




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Ducati à venda

Ducati Multistrada foi sucesso de vendas e mesmo assim marca pode ser vendida


De acordo com reportagem publicada no jornal inglês “The Independent” nesta segunda-feira, 15 de agosto, o grupo de investimento, Investindustrial, que controla a Ducati há três anos está se preparando para vender a marca italiana. A fonte da matéria são memorandos da empresa que não especificam os motivos da possível. O lucro da Ducati em 2010 foi de cerca de R$ 200 milhões – os rumores é que o grupo queira mais de R$ 2 bilhões e 200 milhões pela Ducati.

As vendas também não têm sido assim tão ruins. Apesar da queda no mercado europeu, a Ducati vendeu muitas unidades da Multistrada em 2010 o que a ajudou no resultado anual. Agora, outro “ralo”, onde a marca italiana tem gasto muito dinheiro é na MotoGP com a contratação de Rossi e agora com o desenvolvimento de uma novo moto, dessa vez de 1.000cc, para a temporada 2012.

A verdade é que a notícia do jornal inglês não é a primeira sobre a venda da Ducati. E onde há fumaça, há fogo. (Por Arthur Caldeira).

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Fiscalização aumenta, mas não ataca o foco do problema

A capa do caderno Cotidiano do jornal “Folha de São Paulo” de hoje, 11 de agosto, traz um dado interessante: “Cidade recolhe uma moto irregular a cada 15 minutos”. O número impressiona, já que em 2010 eram retidas das ruas em média 20 motocicletas por dia e, hoje, o número passou para 100.

A notícia é animadora, afinal muitas dessas motos estão sem a mínima condição de circular, com a documentação atrasada ou, melhor, voltando para as mãos de seus donos, certo? A história não é bem assim. A reportagem da “Folha” mostra que um novo espaço para guardar as motos irregulares foi disponibilizado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O pátio fica na Praça Alberto Lion, na divisa das regiões Central e Leste.

E esse é o principal motivo para que o número de motos apreendidas tenha quintuplicado neste ano. Pois, segundo a própria Polícia Militar, era comum liberar motos irregulares — sem licenciamento, por exemplo — apenas com multa, por falta de espaço nos pátios.

Lógico que a fiscalização deve ser implacável e quem não estiver regulamentado tem que pagar por sua infração, até porque pode causar danos a terceiros.

Mas, enfim, a matéria levanta uma discussão interessante e, nós, especializados no segmento de duas rodas, ficamos pensando: porque o número de motos recuperadas depois de furto não acompanha este ritmo? A resposta está no comércio irregular de peças de motos.

 

Apesar de considerarmos um avanço na fiscalização, o foco do problema não é combatido pelas autoridades

 

O centro da capital paulista continua vendendo peças “mais baratas” e, por lá, parece que as fiscalizações e apreensões ainda não quintuplicaram. A equipe da INFOMOTO foi até a Rua Barão de Limeira e, em meio a lojas tradicionais, fica visível o mercado negro de peças roubadas. Você já parou para pensar que cada peça roubada pode significar um motociclista a menos curtindo seu instrumento de prazer ou ferramenta de trabalho. A impunidade alimenta este comércio ilegal. Por isso, nunca compre uma peça de origem duvidosa.

Entendemos o foco da reportagem da “Folha”, baseado em um número realmente impressionante. Mas o xis da questão parece não fazer parte desse imbróglio. Segurança para as motos trafegarem em meio aos carros; operação conjunta das polícias para extinguir o mercado de peças roubadas; conscientização por meio de cursos para que o motociclista e o motorista possam viver em harmonia; e por ai vai.

 

Área entre a Alameda Barão de Limeira, Rua dos Gusmões e Rua Conselheiro Nébias, que será remodelada no projeto Nova Luz, tem lojas tradicionais e o mercado negro de peças roubadas convivendo no mesmo espaço

 

A sociedade vê a moto como um agente desagregador, um estranho na “selva de pedra”. Porém, hoje, a motocicleta é sinônimo de mobilidade urbana. Enquanto os paulistanos, de certa forma, repudiam a moto, em outras capitais do primeiro mundo, o uso do veículo de duas rodas é incentivado.

O que falta é uma maior disseminação da cultura motociclística, investimentos em ações socioeducativas e uma maior dose de tolerância. Só assim vamos conseguir resolver o problema e não tentar restringir cada vez mais o uso da motocicleta, que, apostamos, será o meio de transporte do futuro de uma metrópole como São Paulo. (Por André Jordão)


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