Blog da Infomoto

Arquivo : julho 2011

Suzuki vai lançar nova street GSR 150i
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A J.Toledo/Suzuki confirmou o lançamento da  GSR 150i como mostra uma chamada no seu site. Apesar do anúncio, ainda não há uma foto oficial da nova moto. O modelo já faz parte do line-up da marca japonesa em outros países como, por exemplo, a Índia. Com injeção eletrônica de combustível representada pela letra i, a nova motocicleta chega para disputar o segmento mais disputado do mercado de duas rodas.

 

Imagem mostra a GS150R vendida na Índia. Modelo brasileiro deve seguir as mesmas linhas


Dominado pela Honda CG 150, que só neste ano vendeu 246.038 unidades segundo dados da Fenabrave, o segmento de moto street de baixa cilindrada ainda tem a CG 125 e a Yamaha YBR 125 na segunda e terceira colocação de vendas, respectivamente. Em quarto lugar no ranking de vendas aparece a EN 125 da Suzuki, ou popular Yes, que até agora no ano comercializou 11.417 unidades.

A GSR150i vai ter motor  quatro tempos, com um cilindro, refrigeração a ar e câmbio de seis velocidades, ou seja, nenhuma especificação diferente do que há disponível no mercado. Inclusive, a nova Suzuki de 150cc apela para a pequena carenagem sobre o farol, como faz a CG 150. Especula-se que a GSR 150i terá preço sugerido de R$ 6.800,00. (Por André Jordão)

 


Mais de 500 km/h em uma Hayabusa turbo
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Um novo recorde de velocidade sobre uma motocicleta convencional foi estabelecido na última semana, mais precisamente em 17 de julho . Bill Warner, de Wimauma, na Florida, levou sua Suzuki GSX1300R Hayabusa a exatos 311.945 mph, pouco mais de 500 km/h. A façanha aconteceu na Base da Força Aérea de Loring em Limestone, Maine, Estados Unidos. Sim, é claro que a moto não é toda original. Esta Hayabusa tem os mesmos 1299 cm³, mas com turbocompressor. O recorde anterior é do próprio Warner quando, em outubro do ano passado, ele havia registrado uma velocidade de 278,6 mph, cerca de 448,3 km/h. (Por André Jordão)

Clique neste link para ver o vídeo que mostra o momento do novo recorde.

 


Harley-Davidson comemora os 10 anos da V-Rod
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Edição especial celebra uma década da revolucionária V-Rod

 

Não é a toa que o motor V2 que equipa a família V-Rod recebeu o nome de Revolution. Desenvolvido em parceria com a alemã Porsche, o propulsor de 1247 cm³, capaz de produz 125 cv de potência máxima e 12,8 kgf.m de torque máximo, trouxe uma inédita e polêmica refrigeração líquida. Muitos puristas ainda torcem o nariz quando o assunto é a V-Rod, considerado-a muito “moderninha” se comparada às “classic bikes” da Harley. Para tantos outros, a V-Rod se tornou um objeto de desejo de muitos motociclistas, símbolo de status e sofisticação e tecnologia embarcada sobre duas rodas.
 
Apresentada em 2002, a V-Rod mudou o conceito clássico de motocicletas Harley-Davidson. Inspirada nas motos de corrida, esta “muscle custom” adotou uma ciclística diferenciada e pintura em alumínio, em uma nova releitura estética para os modelos centenária marca norte-americana.
 
Para comemorar uma década de produção de seu revolucionário modelo, a Harley-Davidson lançou nos Estados Unidos a V-Rod 10th Anniversary Edition (Edição do 10º Aniversário), uma das três versões da linha 2012, que também inclui uma Night Rod Special e a V-Rod Muscle.

Night Rod Special é versão com visual mais bandido

As novas versões da família V-Rod continuam com um desempenho explosivo e um descontraído estilo urbano, para o motociclista que procura uma experiência absolutamente singular de pilotagem.Hoje, no Brasil são vendidas a Night Rod Special (R$ 48.700) e a V-Rod Muscle (R$ 46.500). (por André Jordão)


Com temor da radiação, pilotos ameaçam boicotar MotoGP no Japão
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Vista aérea do circuito de Motegi, a cerca de 150 km de Fukushima

Rumores nos paddocks dão conta que a realização do Grande Prêmio do Japão de Motovelocidade, que tradicionalmente acontece em Motegi, parece estar a cada dia mais ameaçada. Inicialmente programado para 24 de abril, o Grande Prêmio do Japão foi remarcado para 2 de outubro, em função do terremoto seguido de tsunami que atingiu a costa leste do Japão em março.

Jorge Lorenzo (Yamaha), Daniel Pedrosa (Honda), Toni Elias (Honda) e Valentino Rossi (Ducati) já disseram que não vão correr no circuito japonês por temerem a radiação que vazou dos reatores de Fukushima. O circuito de Motegi fica a cerca de 150 km da usina nuclear atingida pelo tsunami. Agora quem também engrossa a lista é Casey Stoner (Honda), líder do campeonato com 168 pontos. O australiano passou a contestar a realização do Grand Prix, acrescentando que não irá para Motegi, mesmo se a corrida for confirmada.

Em comunicado oficial, Vito Ippolito, presidente da Federação Internacional de Motociclismo (FIM), afirma que a entidade está aguardando os resultados de um relatório realizado por uma agência europeia independente sobre as condições atuais em Motegi. “O documento será divulgado ainda este mês”, garante o dirigente. (Por Arthur Caldeira)

 


Panicats vão aprender a pilotar motos
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Panicats Juju e Dani Bolina vão estrelar campanha de segurança da Dafra (Renata de Paula/RedeTV)

 

O vertiginoso crescimento do número de acidentes envolvendo motociclistas e a visão negativa da sociedade sobre o “veículo” moto, estimulou a Dafra a apelar para um programa popular para conscientizar os motociclistas e toda a sociedade sobre o uso mais seguro da motocicleta. No próximo domingo, 24 de julho, no Programa Pânico na TV, a marca inicia a exibição da campanha “Parceiro no Trânsito Dafra”. A ação pretende usar uma linguagem bem humorada e as duas gatas do programa para passar dicas de segurança e educação no trânsito. Cerca de 20 episódios em formato de reality show vão acompanhar passo a passo a tentativa das Panicats Juju e Dani Bolina em conseguir a habilitação para pilotar uma motocicleta. Além de acompanhar o resumo das atividades das meninas no programa Pânico na TV, o público poderá assistir aos episódios completos no hotsite www.parceironotransitodafra.com.br .

Reality show e Concurso Cultural

Durante seis semanas, a Dafra vai acompanhar o dia a dia das meninas do Pânico na TV, desde a inscrição na motoescola, passando pelas aulas teóricas e práticas até a prova final. Nesse período, as Panicats terão o apoio técnico do jornalista e motociclista Celso Miranda, que dará dicas importantes sobre mecânica, cidadania e legislação, direção defensiva, equipamentos de segurança, primeiros socorros, frenagem e respeito ao pedestre.

Paralelamente ao reality show, a Dafra lança também o concurso cultural “Você na Garupa”.  Para participar, o internauta deve acessar o hotsite da campanha “Parceiro no trânsito Dafra” no endereço www.parceironotransitodafra.com.br e responder a pergunta: ” Por que você merece dar uma voltinha na garupa das Panicats?” Além do rolé na garupa das meninas, os vencedores  ganharão uma moto Apache RTR 150 2012. (Por Aldo Tizzani)

 


Evolução da Honda Gold Wing
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Aproveitando o lançamento da Honda Gold Wing 2012 nos EUA e na Europa, matéria que você encontra no UOL Carros, a INFOMOTO volta ao passado e conta como aconteceu a evolução desta famosa motocicleta de turismo. O primeiro projeto da Glod Wing nasceu na década de 70, quando ainda era um segredo classificado como top secret pela marca. Isso aconteceu em 1972 e o projetista, Soichiro Irimajiri, pensava em construir uma motocicleta voltada ao turismo e que alcançasse grandes distâncias. Batizado de M1, o projeto, que já tinha seis cilindros opostos e refrigeração líquida, foi arquivado e mais tarde seria imprescindível para a história da Gold Wing. Até que em 1975, o projeto sai do cofre e da vida a primeira Gold Wing produzida, ainda com motor de 1.000 cm³ – seu nome era GL1000 Gold Wing (Por André Jordão e Arthur Caldeira).

 

Veja a evolução dessa histórica grã-turismo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1975: GL1000 Gold Wing – a primeira

A primeira Gold Wing produzida em série foi uma revolução, abrindo diversas possibilidades para quem queria encarar longas viagens. Com um motorzão de 999cm³, refirgeração líquida e quatro cilindros opostos fixado horizontalmente, a GL 1000 Gold Wing combinava uma excelente velocidade de cruzeiro com um conforto nunca antes experimentado em duas rodas. Os motociclistas podiam ir mais longe e mais rápido do que antes. Em pouco tempo a Gold Wing ganhou fama também por sua confiabilidade, que a acompanha até hoje. Seu sucesso foi tanto que, em 76, a Honda lança uma série especial da GL1000, mostrando que a moto realmente foi bem aceita no mercado. Já em 1979 a fabricante japonesa abre sua primeira fábrica na América do Norte, já que 80% da produção da Gold Wing era exportada para os Estados Unidos.

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1980: GL 1100 Gold Wing e GL 1100 Gold Wing Interstate
Enquanto a GL 1000 desafiava a segmentação com sua mistura de potência esportiva com conforto touring, a GL 1100, lançada cinco anos depois, estabeleceu o modelo como uma grã-turismo por excelência. O motor maior – de 1085 cm³ – foi desenvolvido para oferecer mais torque do que potência e a maior distância entre-eixos garantiu mais estabilidade ao conjunto e mais espaço para piloto e garupa. A suspensão a ar também estabeleceu novos parâmetros para a pilotagem de motocicletas. No mesmo ano, foi lançada a versão Interstate, que introduziu a idéia de um grã-turismo de fábrica já pronta para longas viagens com sua carenagem, malas laterais e top case como itens de série.

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1982: GL1100 Gold Wing Aspencade
A mais luxuosa Gold Wing até aquela data oferecia inúmeros itens e equipamentos de série, que iam de um painel com tela de LCD, rádio amador e compressor de ar na moto.

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1985: GL1200 Limited Edition
A posição da Gold Wing no mercado foi reforçada com a aposentadoria da versão standard GL 1200 sem carenagem e o lançamento da GL 1200 Limited Edition (edição limitada). Completa, a GL 1200 Limited Edition tinha injeção eletrônica de combustível, sistema de som com quatro alto-falantes, piloto automático, suspensão traseira ajustável, computador de bordo e pintura metálica na cor dourada.

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1988: GL1500 Gold Wing
O objetivo do projeto de 1988 era quase impossível: a nova Gold Wing tinha de ser mais silenciosa, mais suave e confortável e ainda melhor nas curvas. Para isso, a equipe de desenvolvimento testou 15 diferentes configurações em mais de 60 protótipos. Nascia assim a GL 1500 com seis cilindros que, por uma década, definiu os parâmetros de motocicletas grã-turismo de luxo.

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2001: GL1800 Gold Wing
Foram necessários nada menos do que oito anos de desenvolvimento para que a GL 1800 levasse a família Gold Wing a um patamar antes inimaginável. Um dos grandes responsáveis por isso foi Masanori Aoki, líder do projeto e responsável por desenvolver diversos sucessos da Honda, entre eles a CBR600F3. “Meu trabalho foi acrescentar o fator diversão a Gold Wing, com uma aceleração e maneabilidade que os motociclistas em geral associam a motos esportivas”, declarou Aoki san. Muitas configurações de motores foram testadas e rejeitadas até que em 2001, a primeira GL 1800 foi lançada com um motor de seis cilindros contrapostos fixado horizontalmente a um quadro de alumínio. Seu baixo centro de gravidade garantia estabilidade e maneabilidade impressionantes na estrada para uma moto de 1800 cc.

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2006: O primeiro air-bag em motos
O modelo de 2006, lançada primeiramente nos Estados Unidos, trazia o primeiro air-bag de série do mundo em uma motocicleta. Além disso, o modelo de 2006 trazia lanternas traseiras e um painel renovado.


Antes do lançamento, MV Agusta F3 já tem série especial
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A MV Agusta é considerada por muitos a Ferrari das motocicletas. E, desde que foi anunciada a parceria com a Dafra, o consumidor brasileiro está mais perto dos míticos modelos da fábrica italiana. E é exatamente sobre um destes modelos que quero mostrar pra vocês: trata-se da nova F3. Ela ainda nem foi lançada, mas muitas especulações e vídeos já pipocam na internet a fim de descobrir detalhes minuciosos desta máquina — sabe-se que o motor será de 675 cm³ e terá três cilindros em linha. A última novidade, revelada por um site italiano, é uma série especial da F3, denominada Série Oro (ouro, em italiano). Os mais antenados lembrarão da F4 750 Série Ouro desenhada por Massimo Tamburini e lançada em 1998.


Claro que a exclusividade é o principal diferencial da série especial. Para se ter uma ideia, apenas 200 unidades da F3 Série Ouro serão produzidas, sendo que apenas 20 serão vendidas na Itália. Detalhes em materiais nobres e suspensões de competição farão o preço desta máquina chegar a 25.000 euros, sendo que a F3 standard deve chegar ao mercado europeu no segundo semestre a um preço de 11.000 euros. É o preço da exclusividade, mas será que vale tudo isso mesmo? (por André Jordão)

 


Vendas de motos podem bater recorde em 2011
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A Abraciclo (associação que reúne os fabricantes de motocicletas) divulgou, hoje, 08 de julho, o balanço de produção e vendas no primeiro semestre de 2011. No acumulado do ano foram comercializadas 1.033.408 unidades. Assim, as vendas no atacado registraram alta de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.  Com 1.078.684 unidades fabricadas de janeiro a junho de 2011, a indústria de duas rodas registrou um aumento de 24,6% em comparação com os seis primeiros meses do ano passado, que teve 865.561 motocicletas produzidas.

Os números de desempenho do setor em 2011 estão muito próximos aos registrados em 2008, considerado melhor ano do segmento de duas rodas no Brasil.

Mas, historicamente, o segundo semestre é ainda mais aquecido. Apesar da previsão conservadora de vendas da própria associação de marcas, tudo indica que as montadoras irão vender mais de dois milhões de motos até o final do ano. Se a tendência de aquecimento nas vendas se confirmar, teremos um novo recorde histórico. “Se a economia se mantiver estável e a demanda aquecida, bateremos a meta de 1.879.695 unidades de 2008”, afirma o novo presidente da Abraciclo, Roberto Akiyama.

Com relação à produção, a Abraciclo prevê a fabricação e montagem de 2.060.000 unidades no Polo Industrial de Manaus (AM). Em 2008 foram produzidas 2.140.907 motocicletas de Manaus.

PS.: Apesar da oscilação de preço do etanol, hoje 42% das motos fabricadas – pela Honda – em Manaus (AM) já são bicombustíveis. Juntas, os modelos Biz 125 Flex, CG 150 FAN Flex, CG 150 Titan Flex e NXR 150 Bros Flex representam 481.582 unidades vendidas no atacado no primeiro semestre. Pelo que tudo indica, no Salão Duas Rodas teremos outras marcas lançando modelos equipados com motores “flexíveis”. (por Aldo Tizzani)

 


Encontro de clássicas reúne 10 mil pessoas no centro de São Paulo
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Encontro, além de atrair aficionados por motos clássicas, é pretexto para encontrar os amigos

Nem o frio da manhã de domingo (3 de julho) foi suficiente para afastar os aficionados pelo universo das duas rodas do 8° Encontro Moto e Cia Classic, realizado no Pateo do Collegio, centro histórico de São Paulo. Cerca de 10 mil pessoas foram conferir as centenas de motos clássicas, das mais variadas épocas e estilos. Em sua oitava edição, o tradicional encontro é pretexto para reencontrar velhos amigos, falar de uma época romântica do motociclismo e também conhecer um pouco do local, que deu origem à capital paulista.

Os amantes das motocicletas puderam apreciar raridades – originais e restauradas – de várias marcas e modelos, entre elas: Royal Enfield, NSU, Horex, BMW, Zundapp, Moto Guzzi, Ducati, MV Agusta, JAP, Aeromacchi Harley-Davidson. Sem falar nos modelos japoneses, como Honda (linha Four e Monkey e a CG 125, de 1976, primeira Honda fabricada no Brasil), Yamaha (TX 650 e XT 500), Kawasaki e Suzuki. O encontro exibiu também o charme das Vespas, Lambrettas, Caloi Mobilete, bicicleta motorizada da década de 1970, e alguns modelos com sidecar.

Moto ambulância italiana fez sucesso no evento

Destaque também para uma moto ambulância, da marca italiana Sertum, fabricada em 1934 e usada na Segunda Grande Guerra. Este é o único exemplar no Brasil. Outra raridade foi um exemplar da Honda Dream E, da década de 50, a primeira moto da marca nipônica com motor quatro tempos. A raridade pertence a Rodrigo Gomes, colecionador e dono da Double Dream Motors, empresa especializada em restauração. Outro “colírio” para os olhos dos mais saudosistas foi ver as motos de competição da década de 70, como as Yamaha TZ 350.

Em frente ao Museu Anchieta havia outras centenas de motos, entre modelos novos, restaurados e customizados. Como todo evento de motos clássicas não poderia faltar um pequeno “mercado de pulgas”, no qual eram comercializadas motos que precisavam ser “resgatadas” por algum colecionador ; diversas peças , entre emblemas, lentes de pisca, carcaça de motores, velocímetros e emblemas, além de bicicletas.  (por Aldo Tizzani e Arthur Caldeira)

Honda Dream E, da década de 50, uma das raridades japonesas

 

Vespas e Lambrettas também marcaram presença no Pateo do Collegio

 

Mercado de “pulgas” acontece paralelamente ao evento de clássicas


Modelos Yamaha de competição trouxeram ao ar o bom e velho cheiro de óleo dois tempos


Exclusivo: Husqvarna lança naked 900R oficialmente
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A nova Husqvarna 900R esbanja radicalidade

Na manhã de hoje, 01 de julho, durante a realização do BMW Motorrad Innovation Day, em Munique (ALE), a Husqvarna lançou sua mais nova criação: 900 R, naked equipada com motor bicilíndrico, derivado da F 800 R, da BMW. O modelo representa um divisor de águas dentro da história da marca. Radical, o aspecto visual da nova “Husq” é um mix entre os modelos de enduro e supermotard. Corpo afilado, esguio e com o quadro em treliça, que deve proporcionar muita agilidade nas trocas de direção.

Visual é mix de motos de enduro e supermotard


Com a 900 R, a ideia da marca é atrair novos públicos, especialmente os jovens, graças a um projeto elaborado em torno do motor de 800 cc da F800 R. O propulsor teve um aumento na capacidade cúbica, além de um remapeamento da ECU, que garantiu uma entrega de potência mais “afiada”.

Segundo a montadora, a nova naked da “Husq” terá mais de 100 cv de potência máxima, suspensões Sachs (dianteira) e Öhlins (traseira) e freio dianteiro com pinças de fixação radial, da grife Brembo. Dessa forma, o conjunto deve ser muito equilibrado. Enfim, a moto deve ser muito divertida de se pilotar.

Suspensão dianteira invertida e traseira monoamortecida

No aspecto visual, a 900 R apresentará componentes de fibra de carbono como, por exemplo, a ponteira do escape (opcional). Confira as imagens oficiais do novo modelo da Husqvarna, hoje uma marca que pertence ao Grupo BMW. (Por Aldo Tizzani e André Jordão)

Quadro em treliça e motor bicilindrico de 900cc, que deve passar dos 100cv!